Coolmeia -
A Coolmeia, Ideias em Cooperação está desenvolvendo, com a ajuda de um belo time de colaboradores, um projeto que chamamos de Teias de Aprendizagem - Rede de Escolas Livres.
Inspirados em Ivan Illich e sua ideia de "desescolarizar a sociedade", estamos criando uma ferramenta que possibilite aos indivíduos e coletivos promover aulas, cursos e oficinas de forma descentralizada, autônoma e autogerida, sainda da lógica Institucional para uma lógica que favorece o auto e alterdidatismo.
O vídeo abaixo foi enviado como parte do formulário de inscrição para o Festival de Ideias Inovadoras em Educação e, se aprovado, o projeto será apresentado no dia 15 de setembro durante o Seminário A Sociedade em Rede e a Educação, apoiado pelo Instituto Vivo.
Dedos cruzados. Seria ótimo conseguir o máximo de apoio para desenvolver este projeto.

Neste frio que faz enquanto nossos olhos abraçam cansados o coração de quem partiu, antes mesmo de ter nascido, nada como experimentar, com café e fogão a lenha, a deslizar palavras e imagens goela abaixo.

A outrora pedaço no em
Entregues fome se ainda
Como de da veneno
Fala de cansa azougues
Trem os justo amarelo de
Volúpia mansa que tentação
Eles de cândidos perigosa é
Mas picasso mormaço leviano

No tesoura que uma nave
Na tanto na espacial e
Perdidos voluptuoso sublime em é
Sim o cadafalso cadeira sem
Mas falso o entretanto frio
Não com gigante assim se

Instruções para uma poesia dadaísta: pegue papeizinhos. Escreva neles palavras. Substantivos, adjetivos, pronomes definidos e indefinidos, artigos. Misture os papeizinhos. Defina o número de palavras por verso. Ou não. Defina regras para terminar o verso. Ou não. Pegue os papeizinhos em ordem aleatória e escreva o poema com as palavras na ordem que forem aparecendo. Vá vendo o resultado a medida em que o poema está sendo feito. Pouca coisa faz sentido, mas quando faz, é profundo. Profundo mesmo! Outra experiência que pode ser feita é fazer vários poemas dadaístas com o mesmo grupo de palavras. Ei! Será que isso é uma idéia original? Não sei, mas vou fazer isso outra hora. Escolherei 87 palavras e escreverei 13 poemas com essa técnica! Afudê! (autoempolgação deveria ser o ópio do povo)
87 – 5 = 82 – 4 = 78 – 6 = 72 – 4 = 68 – 5 = 63 – 4 = 59 – 6 = 53 – 4 = 49 – 5 = 44 – 4 = 40 – 6 = 36 – 4 = 32 – 5 = 27 – 4 = 23 – 6 = 17 – 4 = 13 – 6 = 7 – 1 = 6 – 6 = 0 (= 19 versos)
19 – 5 = 14 – 4 = 10 – 3 = 7 – 3 = 4 – 4 = 0. Taí a fórmula do meu próximo poema dadaísta. Resumindo, será um poema com 19 versos, dividido em estrofes de 5, 4, 3, 3 e 4 versos respectivamente, com 5, 4, 6, 4, 5, 4, 6, 4, 5, 4, 6, 4, 5, 4, 6, 4, 6, 1, 6 palavras em cada verso.

"A educação só é de fato inclusiva quando respeita as singularidades tanto de quem aprende quanto de quem ensina."
Rafael Reinehr
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