Brasil, cúmplice de um crime

Este blog surgiu em resposta a um convite que recebi so site Simplicíssimo para manter uma coluna semanal em suas renomadas e refinadas páginas. Tal honra não fui capaz de negar e hoje mantenho por lá uma coluna chamada “Veja só quem está falando!”

Inauguro este meu novo espaço com meu primeiro texto enviado para a coluna acima referida.

Qualquer semelhança com textos e pessoas reais publicados em revistas semanais de grande circulação é mera coincidência. Ou não.

Brasil, cúmplice de um crime

Decidi iniciar nossa conversa analisando a viagem de nosso presidente Lula à África. Começo, pois: Sudão: um relatório divulgado por observadores da União Africana na região de Darfur, no oeste do Sudão, revela que civis foram acorrentados e queimados vivos durante um ataque de milicianos árabes no começo do mês de julho.

Conforme o documento, o ataque ocorreu quando a milícia Janjaweed invadiu um vilarejo, saqueou o mercado e matou dezenas de civis.

Em reunião da União Africana na capital da Etiópia, Adis Abeba, decidiu-se por enviar uma missão de paz de grande escala ao Sudão para desarmar os militantes e proteger os civis.

Aparentemente, os Estados Unidos estão se importando com a situação, que qualificaram até de “genocídio”. E pensar que esta mesma nação é responsável por boa parte dos “genocídios” e mortes civis no século XX e entrada do século XXI. Só que, no seu caso, encontram nomes como “Tempestade no Deserto” e “Guerra contra o Terror” para substituir o termo que ora usam “nos olhos dos outros”.

Eu bem que poderia agora começar a falar do presidente Lula e sua visita ao Gabão, torcendo que a visita diplomática ao país africano fosse, com jogos de palavras, confundida com minha concordância com o estado atual das coisas no Sudão, mas isso não seria muito correto.

Também poderia dizer que boa parte das informações que tenho foram catadas de última hora do Google para montar este texto, mas isso seria uma verdade dura demais para meus leitores. Poderiam deixar de me respeitar.

Assim, prefiro terminar em ritmo de samba (ou maracatu) este artigo inaugural, porque, para variar, não tenho muita coisa a dizer!

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