The Brains Theme vol.III

The Brains Theme vol. III é um hard rock inspirado em Back in Black, do AC/DC, só que completamente instrumental. A gravação desta última música do CD The Brains carece de alguma qualidade técnica. Erros são perceptíveis por ouvidos atentos, mas estes se justificam pela limitação do orçamento para a gravação das músicas. Nada chega a comprometer a pegada rock que nos leva do princípio ao fim.

Se você é um guitarrista médio, talvez já consiga tocar esta música, que definitivamente não é para iniciantes.

Escute as guitarras cantantes aqui .

 

Come On Come On

        "Não bastava para ti que eu entregasse o meu amor…" Isso sim é uma canção de amor! Come On Come On começa já a milhão, chamando a galera para sacudir o esqueleto.

        Mas é depois que a tempestade passa que vem a parte mais interessante da música a meu ver: uma levada baião-iron-maiden faz um intermezzo pra lá de diferente, seguido por uma porção de calmaria que direciona para um final surpreendente.

        Vocalizes e palmas, escute aqui.

 

Searkoonsflay

Searkoonsflay. O que quer dizer searkoonsflay? Nada! Absolutamente nada! É apenas uma palavra que lembra algo dito em bom e puro embromation, assim como toda música, que usa palavras em inglês e outras que se aproximam da língua inglesa para fazer uma das letras mais malucas que se tem notícia.

“Now I´m trying find some ship, I´m treaming lip” e “Getting on, grow green flowers, searkoonsflay” são alguns dos trechos desta psicodélica canção.

A intro é de outro mundo, assim como o solo do final. O vocal meio nirvanesco é outro quesito à parte.

Escute a música aqui.

The Mutants

Sabe aqulela música que até é gostosa de ouvir mas que cansa o guitarrista? Pois, esta é The Mutants! Composta de três guitarras e um baixo superpostos, é uma verdadeira muralha de sons do começo ao fim. Os gritos de lããããaã-lãrulããã-lã-lã-ããã são a única parte vocal da peça.

A música gerou polêmicas: era a preferida nos shows pelo Fabiano, enquanto eu detestava tocar, pela mecanicidade necessária para tocá-la.

Para escutá-la, clique aqui .

 

Deus e o ateu

– Quem é você?
– Sou seu pai, e pai de todos aqui nesta Terra?
– Adão? George Bush?
– Não meu, filho, sou Deus?
– Que deus o caramba! Não acredito nestas baboseiras!
– Não precisar acreditar. Não preciso da tua crença para existir, assim como um elefante voador cor-de-rosa não precisa que tu acredites na existência dele para existir…
– Mas… Espera aí? São possíveis elefantes voadores cor-de-rosa?
– Vou te responder da seguinte forma: para saber se algo existe ou existiu de verdade, tens que ter estado aqui desde o começo dos tempos e ao mesmo tempo em todos os lugares, pada poder presenciar tudo que existe. Do contrário nunca saberás se elefantes voadores cor-de-rosa são possíveis.
– Sim, mas isto é impossível!
– Não é não! Lembre-se que só Deus é onipotente, onipresente e onisciente. Mas, como não acreditas em mim, não te dou a resposta do elefante! Tchau!

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Peter Pan

A The Brains nunca foi muito preocupada em desenvolver letras que fizessem muito sentido ou mandasse mensagens políticas, de amor ou o que quer que seja. Peter Pan não foge muito desta regra, e, apesar de ser uma das músicas com a letra mais bem construída do CD, o que me faz gostar desta música é o fato de que nela fiz algumas experimentações vocais (nem tão bem sucedidas).

"Não vou mais dizer adeus, não vou mais envelhecer" chama um solo "interlúdico" que é seguido então por uma guitarra a la ska e na seqüência com uma breve passagem em que o baixo desaparece. Tenho orgulho de ter ajudado a construir estas idéias.

Para escutar a música, clique aqui

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