Monthly Archives: agosto 2008

Harmonia com a natureza
ago 31

A Visão Sistêmica da Vida: Noções de Metabolismo e Rede

By Rafael Reinehr | Vida

Na anteconferência a seguir, Fritjof Capra nos relembra que “sustentabilidade” não se trata de sustentar o crescimento econômico ou a capacidade de competição de uma nação no mercado internacional, mas sim conseguir entender como a Natureza faz para perpetuar a vida.

“A sobrevivência de toda nossa civilização pode depender, em última instância, de nossa habilidade em perceber a totalidade da natureza e a arte de viver com ela em harmonia.”

Uma das formas de fazer isso seria utilizando os conhecimentos adquiridos a partir do estudo do metabolismo animal e aplicando tais descobertas em uma ciência social ampla, que replicaria nas relações humanas e sociais os conhecimentos advindos das ciências naturais. O Metabolismo, no âmbito das ciências sociais chama-se “network”, ou “rede” ou ainda “teia” em português. O vídeo a seguir é em inglês.

http://www.youtube.com/v/o_MDRI-Q76o&hl=en&fs=1

Absyntho
ago 30

Absyntho

By Rafael Reinehr | ABZ do Rock

 

AbsynthoGrupo carioca formado no início da década de 80, que mescla o que há de mais kitsch da mitologia pop, isto é, letras centradas em contos de fadas e seus bichinhos de pelúcia, com o velho som da new wave. Assim, em 1983, com o seu bubblegum-rock Ursinho Blau Blau, o grupo inauguraria sua famosa galeria de tipos. Logo a seguir, viriam gênios, lobos e outros personagens da fauna. Atrás deste som, é difícil acreditar que estejam o guitarrista Fernando Sá, que participara do grupo Acidente, na época do antológico LP Guerra Civil (Tok Cine, 1982) e Wanderley Pigliasco, ex-baixista da Banda 22. Integram ainda o veneno: Sylvinho (vocal), Sérgio Diamante (teclados) e Darcy (bateria).

Discografia (clique nos links para fazer o download)

Banda 22

CD, Maio/Rio/A Luz Que Brilha Meu Viver/Pouco Adiante (Coomusa).

Absyntho

CS, Ursinho Blau Blau (RCA, 1983)

CS, Palavra Mágica (RCA, 1983)

LP, Absyntho (RCA, 1985)

Wanderley Pigliasco (solo)

CS, Besame Mucho (RCA, 1984)

Propaganda China
ago 29

Livro: o último reduto – Um mundo operário, um mundo literário

By Rafael Reinehr | Quase-Idéias

A leitura transformou-se de instrumento de lazer em peça de uma engrenagem utilizada para compensar as angústias de um mundo normalizado, individualista e competitivo. São poucos entre nós que conseguem comer e sentir o devido gosto nas refeições. Uma sucessão de garfadas que se sucedem uma em cima da outra, com mínimos espaços para a respiração é a tônica. Como conseqüência, a obesidade encontra-se em índices epidêmicos. Até as relações sexuais parecem que passaram a ser feitas por obrigação e precisam terminar o quanto antes para que se possa assistir ao filmezinho ou fazer outra coisa qualquer (dormir para enfrentar o dia seguinte?)… Sintomas conversivos e psicossomáticos são realçados neste mundo sem sentidos, em que o corpo oblitera até onde agüenta a angústia da crise de percepção mas cedo ou tarde acaba cedendo à pressão que vem de todos os lados.” (Um mundo operário, um mundo literário, de Rafael Reinehr)

Propaganda ChinaEsta semana escrevi um Editorial no Simplicíssimo acerca da degradação do mundo atual incluindo-se aí a decadência do lazer e do aprendizado em detrimento do trabalho e da anestesia, e o trecho acima é um excerto daquele texto.

 

Hoje, enquanto conversava com uma nova paciente acerca das opções humanas entre priorizar o “ter” ou o “ser”, sobre a influência das mídias de massa em especial a televisão, oferecendo circo e anestesia, oferecendo produtos comerciais antes de mais nada (a televisão só existe da maneira como hoje se estrutura em função dos anunciantes que a mantém), me dei conta de uma coisa ao mesmo tempo reveladora, significativa e surpreendente:

 

O Livro, tal como nós o conhecemos atualmente e desde sempre, é o último reduto livre da mídia de massa moderna. Podemos folhear um livro desde o Prefácio até a derradeira palavra “FIM.” sem corrermos o risco de darmos de cara com um anúncio de telefone celular, de um banco, empresa de seguros, loja de roupas ou eletrodomésticos ou qualquer outro tipo de propaganda.

 

O Livro é, ainda, um santuário dedicado à contemplação, ao exercício e ao ensinamento do “ser” em contraposição ao “ter”.

 

Depois desta constatação (creio que original, posto que não tenho visto ninguém comentar acerca do assunto em lugar algum), vamos ver quanto tempo leva para o primeiro livro com “anúncios” ser Livro da Vidalançado no mercado. O que me deixa tranqüilo é que meus três leitores são de confiança e não vào ficar espalhando esta idéia aos quatro ventos, ainda mais que seria totalmente surreal abrir o livro “Os Irmãos Karamazóv” e encontrar lá dentro um anúncio de “Importação legalizada de AK-47” ou então um anúncio de uma nova marca de cigarro. Imagine você, fiel, na igreja e o padre, pastor ou whatever pedindo pra você abrir a Bíblia no Livro de Eclesiastes, Capítulo tal, versículo tal, logo abaixo da imagem do novo modelo de automóvel da marca “Fod-se”.

Se você acha absurda esta idéia e acredita que isso nunca vai acontecer – me refiro (este trecho entre travessões é para os meio-entendedores) ao advento dos anúncios e propagandas e livros de todos os tipos (crônicas, contos, poesias e livros técnicos) – não precisa esperar sentado. Não dou uma década para que isso aconteça. E nada impede que ainda aconteça neste ou no próximo ano!

 

A necessidade em ocupar espaços do ser humano é algo impressionante. Só me admiro que ninguém tenha pensado nisso antes! Ou, se pensaram, graças aos bons ventos não levaram adiante a idéia de concretizar esta sandice.

 

Se você tem opinião sobre o fato de que os livros possam passar a ser utilizados como meio de propaganda através de anúncios visuais ou até mesmo da forma que os blogs são utilizados hoje – com anúncios entremeados ao seu texto através de “merchandising” ou mesmo de “colocações pagas”, deixe sua impressão nos comentários. Para ler meu editorial no Simplicíssimo, clique em Um mundo operário, um mundo literário.

 

E segue o baile, pois “se Deus não existe, tudo é permitido”.

 

Barcos em Natal
ago 28

Fotos de Quinta #037 – 28/08/2008

By Rafael Reinehr | Fotos de Quinta

Nesta quinta-feira bem como nas próximas semanas, o Fotos de Quinta viaja a Natal e Fernando de Noronha, com alguns registros da nossa lua-de-mel feitos em abril de 2008. Para ver outras edições, clique a seguir em Fotos de Quinta – outras edições.

Barcos em Natal
Barcos em Natal

Primeira Janta em Natal
Primeira Janta em Natal

A Ponte de Todos em Natal
A Ponte de Todos em Natal

A Fragata, Carol e o Peixe
Carol, o Peixe e A Fragata

Castanha-do-pará
ago 27

Castanha-do-pará ou Castanha-do-brasil: selênio para uma vida longa e saudável

By Rafael Reinehr | Curtas da Saúde

 

Castanha-do-paráUma castanha do pará (rebatizada recentemente como castanha-do-brasil) por dia garante a quantidade mínima de selênio necessária ao nosso organismo, recarregando este mineral que combate o envelhecimento celular e garante uma vida longa e saudável. Para se ter uma idéia, a mesma quantidade de selênio encontrada em 5g de castanha-do-pará (uma unidade) é encontrada em 3 filés de frango (100g cada), 16 pães franceses (50g cada), 26 camarões (20g cada), 2 latas de sardinha em conserva (130g cada), 10 ostras (33 gramas cada) ou 100 copos de leite (200ml por copo). O selênio é fundamental para acionar as enzimas que combatem os radicais livres. Além de manter mais ativo nosso sistema imunológico, também acaba por proteger as células do sistema nervoso das doenças neurodegenerativas como Parkinson e Alzheimer. Como se já não fosse o bastante, o selênio também ajuda a tireóide na síntese de seus hormônios e também está associado à capacidade do organismo de eliminar metais pesados. O excesso deve ser evitado. A médio e longo prazo, a ingestão diária de mais de 2 a 4 castanhas-do-brasil pode levar à dores de cabeça, unhas fracas e queda de cabelo.

The Boy With The Stripped Pajamas
ago 26

The Boy in The Stripped Pajamas – O Menino do Pijama Listrado (2008)

By Rafael Reinehr | Vem por aí

The Boy With The Stripped Pajamas

Baseado no romance de John Boyne, The Boy in the Striped Pajamas é uma  história fictícia que oferece uma perspectiva única sobre como o ódio e a violência afetam pessoas inocentes, principalmente crianças, durante tempos de guerra. Através da lente de um menino de oito anos filtrada pela realidade da Segunda Guerra Mundial, somos testemunhas de uma amizade proibida entre Bruno, o filho de um comandante nazista e Schmuel, um garoto judeu mantido cativo em um campo de concentração. Apesar de estarem separados fisicamente por uma cerca de arame farpado, suas vidas tornam-se inevitavelmente entrelaçadas. A história imaginada de Bruno e Schmuel coloca luz na brutalidade, falta de sentido e conseqüências devastadoras da guerra de um ponto de vista não usual. A trágica jornada de ambos ajuda a lembrar das milhões de vítimas inocentes do Holocausto.

A direção é de Mark Herman e a estréia está prevista para este outono nos EUA.

Clique no link a seguir para ver o trailer de The Boy in The Stripped Pajamas.

Bafo
ago 25

Como fazer churrasco VII – A churrasqueira

By Rafael Reinehr | Caldeirão de Sabores

 

A seguir, uma lista das principais formas de assar churrasco, dentre elas a famosa churrasqueira.

BafoChurrasqueira de alvenaria – pode ser construída de tijolos ou com material pré-fabricado. Deve ser construída longe de correntes de vento e é o modelo ideal para quem faz churrascos com freqüência. Deve ser construída no tamanho ideal para você, pensando na quantidade de pessoas que costuma convidar para suas festas. O risco de fazer uma churrasqueira muito grande é desperdiçar combustível colocando muito carvão – o combustível mais comum em pedaços ou barras. O carvão queima devagar e liberam calor de forma constante.

Churrasqueira portátil – barata, composta de uma vasilha de metal apoiada sobre uma armação. Não tem sistema de ventilação nem tampa mas é fácil de acender e simples de controlar. Existem churrasqueiras deste tipo “movidas” a gás, com tijolos refratários que se aquecem no calor da chama produzida pelo gás. Este tipo de churrasqueira manter o calor constante e, se possuir interruptor duplo, permite que se tenha carvão quente de um lado e morno de outro. Existe também o modelo elétrico, que também dispõe de tijolos refratários para espalhar o calor de forma uniforme. O problema é que estas levam cerca de 10 minutos para aquecer e, por geralmente não possuirem tampa, não podem ser levadas para a chuva.

Defumadoras – especialmente projetadas para defumar os alimentos, podendo ser utilizados para defumação seca ou úmida. Custam caro e são difíceis de achar no mercado. Para defumar em uma churrasqueira comum, basta encontrar um modo de colocar um recipiente de água entre o fogo e a carne, para que a fumaça e o vapor d’água cheguem à carne, realçando o sabor. O processo deve ser prolongado por horas, lentamente, em uma churrasqueira coberta.

Fogo de ChãoChurrasqueira com tampa – utilizada para fazer o churrasco ao bafo, geralmente são feitas com um tambor serrado ao meio no sentido do seu comprimento e colocadas horizontalmente sobre uma base. No meio do tambor se coloca uma grelha e abaixo dela uma gavetinha central com um telhado (para não deixar a grelha pingar gordura e outros líquidos). A parte de cima é a tampa com uma ou duas chaminés com borboletas para controlar o fluxo de fumaça e calor. Suas principais vantagens são a economia de carvão, a praticidade, já que não há necessidade de virar a carne o tempo todo, evita o contato da fumaça branca, já que a gordura não cai sobre a brasa e deixa a carne com sabor diferenciado, semidefumado.

Churrasqueira a gás – pronuncia-se parrilha ou parridja e é o sistema comum nos países portenhos ou hispânicos. É composta por uma ou mais grelhas fixas e/ou móveis onde são colocadas as carnes. No modelo de parrilha argentina, a grelha é formada por canaletas em forma de “v” que drenam o suco e a gordura da carne para um depósito, evitando o excesso de fumaça. No modelo uruguaio, a grelha é uma telha ou grade, o que facilita sua confecção. A parrilha geralmente é utilizada para cortes menores ou steaks.

Fogo-de-chão – sistema gaúcho de assar que consiste em fazer fogueiras ou fileiras de fogueiras e colocar espetos (ou fileiras de espetos) para assar a carne. É a forma ideal para preparar a costela inteira (costelão), geralmente utilizando-se 6 ou mais horas para seu preparo.

Leitão no RoleteRolete – sistema onde se coloca o novilho, porco, leitão, carneiro, pernil ou outras carnes a rodar em um rolete e vai se virando a carne com uma manivela ou em casas comerciais através de um motor.

Churrasqueiras alternativas

A Forquilha – a mais primitiva de todas as churrasqueiras é constituída de duas forquilhas de árvore, um outro galho ou taquara como espeto e um braseiro por baixo. Quebra o galho em acampamentos.

Espeto vertical – é a forma mais tradicional de churrasqueira, comporta por dois espetos de taquara fincados no chão, inclinados na direção do fogo, um contra o outro. Basta calcular bem a altura, a inclinação, evitando que o fogo pegue no espeto e também controlar o braseiro, evitando que o calor se disperse pelo espaço aberto

Espeto em cruz – em geral usado para grandes pedaços de carne que precisam ser estendidas em direção ao fogo no chão. Como a carne não fica pronta toda ao mesmo tempo, o churrasqueiro vai tirando a carne aos nacos e, ao mesmo tempo, movimentando a carne em direção ao calor.

Valeta – é a forma mais prática para fazer um churrasco para mais de 100 pessoas. Cava-se uma valeta com 1 metro de largura e 50 cm de profundidade com o comprimento necessário para receber a carne e a quantidade de espetos necessária. Nesse caso, um espeto será a medida para duas pessoas. Após a churrascada, é só recolocar a terra no lugar.

Uma dúzia de tijolos – a mais simples das churrasqueiras é feita com duas fileiras de três tijolos encostado de cada lado. É muito usada pelos funcionários da construção civil. É claro que quanto mais carne a ser utilizada, mais tijolos serão utilizados na “contrução” desta prática churrasqueira.

Todos artigos da série “Como Fazer Churrasco

Como fazer churrasco I – Introdução e História
Como fazer churrasco II – Material indispensável para um Bom Churrasco
Como fazer churrasco III – Conheça os Melhores Cortes de Carne
Como fazer Churrasco IV – Como temperar carne para churrasco
Como fazer churrasco V – Quanta carne comprar para um churrasco?
Como fazer churrasco VI – Quanto tempo demora para a carne ficar pronta?
Como fazer churrasco VII – A churrasqueira
Como fazer churrasco VIII – Dicas e Conselhos Úteis (I de II)
Como fazer churrasco IX – Dicas e Conselhos Úteis (II de II)
Como fazer churrasco X – Links úteis para o bom churrasqueiro

Individualidade respeitada
ago 24

A Descolonização do Imaginário

By Rafael Reinehr | Quase-Idéias

 

 

Assim como Portugal explorou os recursos humanos locais (indígenas) e africanos (escravos negros) e recursos naturais de acordo com seus próprios interesses em detrimento dos interesses do Brasil, então sua colônia, os detentores atuais do controle sobre o imaginário – as grandes corporações multinacionais, a mídia e a propaganda – tratam de vender para cada um de nós, de forma sutil e dissimulada, a percepção de que o consumo, o ter cada vez mais, a riqueza material, é o caminho para nossa felicidade.

A descolonização do imaginário, termo cunhado por Cornelius Castoriadis, trata justamente de libertar o indivíduo, trazendo-o de volta à singularidade roubada pelas forças normalizadoras e homogeneizadoras que subvertem o pensamento, fazendo-o acreditar nos ideais que o sistema estabalecido propaga.

Quer descolonizar seu imaginário?

Conheça O Pensador Selvagem e, em breve, A Coolméia.

Brasão da Ossétia do Sul
ago 24

A mídia, a Ossétia do Sul e o contraponto necessário

By Rafael Reinehr | O Mundo às Avessas

 

 

“O outro lado da mídia” (ou porque duvidar SEMPRE de alguma notícia veiculada na mídia tradicional) seria um bom título para este artigo. “Porque os anti-americanos têm razão” seria outro título a ser utilizado.

Brasão da Ossétia do SulLi as linhas a seguir no blog Estado Anarquista, e as mesmas referem-se a uma versão alternativa, dada pela Rússia acerca dos acontecimentos na Ossétia do Sul. O ponto de vista ocidental você lê nos jornais e vê na tevê. O contraponto apresento abaixo:

“Em primeiro lugar, a dissolução (nunca “colapso”) da União Soviética foi prevista na sua própria Constituição e sob esta Constituição, as Repúblicas que tinham minorias étnicas tinham no acto de secessão realizar referendos para que os respectivos povos pudessem escolher o grau da sua auto-determinação. Geórgia não realizou estes referendos nos territórios da Abkházia e da Ossétia do Sul, enclaves etnicamente russos dentro da Geórgia. Desde então, e depois destas dois territórios terem ganho sua “independência” em guerras com a Geórgia, tem havido numerosas tentativas de encontrar uma solução pacífica da parte de Moscou.

Mapa da Ossétia do SulEm segundo lugar, Moscou teve sempre o cuidado de informar o mundo através de uma campanha de comunicação social incansável a partir do seus adidos de imprensa nas suas Embaixadas, segundo a qual o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Federação Russa tem vindo a prestar informações detalhadas e de forma constante sobre como Moscou negociava uma paz na Ossétia do Sul, salientando sempre a necessidade de satisfazer ambos os lados – Tblissi (Geórgia) e Tskhinvali (Ossétia do Sul). Acontece que o leitor alguma vez encontrou essa informação em qualquer órgão de notícias ocidental? Não, porque foi sistematicamente ignorada num imenso esforço de desinformação. Depois digam que a imprensa no Ocidente é livre e na Rússia, não, e depois dizem que há liberdade de expressão no Ocidente e não na Rússia. Já agora, como explicar os ataques de hackers contra o site da RIA Novosti ontem? Liberdade de expressão? Ou um ato de terrorismo?

Em terceiro lugar, horas depois de anunciar um cessar-fogo, Geórgia incumbiu as suas forças de manutenção da paz a atacar as forças russas da manutenção paz russos na zona, um acto que levanta dúvidas quanto à sanidade do Presidente da Geórgia Mikhail Saakashvili e mais grave, quanto às intenções de Washington, que juntamente com Tel Aviv, tem centenas de conselheiros militares de apoio às Forças Armadas da Geórgia. Como poderia este ataque não ter recebido a aprovação do fantoche-mestre que puxa as cordas de Saakashvili?”

E agora cacatua, qual é?

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