Posts made in outubro, 2008


O texto abaixo foi copiado graciosamente do perfil do Orkut de um amigo, que por sua vez bebeu do livro “Não acredite em tudo o que você pensa: Os 6 erros básicos que fazemos ao pensar”, de Thomas E. Kida e, como gostei muito, decidi compartilhar com os amigos e leitores do Escrever Por Escrever.

Erro 1: Nós preferimos histórias a estatísticas.

Mesmo uma má história é preferida em relação a uma boa estatística, isso não é de espantar. Somos animais sociais, assim qualquer coisa que pareça nos conectar uns aos outros terá maior impacto do que números frios, impessoais. Isso nos leva a tomar decisões baseadas em uma única história, que pode não ser representativa de tendências predominantes e ao mesmo tempo ignorando as estatísticas que nos informam sobre aquelas tendências.

Erro 2: Nós buscamos confirmar e não questionar nossas idéias.

Todos querem estar certos, ninguém quer estar errado. Essa pode ser a razão principal por trás do fato de que quando as pessoas olham diante de si uma evidência neutra, eles quase invariavelmente focam naquilo que parece confirmar o que já acreditavam e ao mesmo tempo ignoram o que pode ir contra suas crenças.

Erro 3: Raramente levamos em consideração o papel do acaso e da coincidência na formação de eventos.

É possível que uma pessoa selecionada ao acaso não tenha a menor idéia como as improbabilidades, o acaso e a aleatoriedade afetam suas vidas. As pessoas pensam que eventos improváveis são bem prováveis enquanto os prováveis são improváveis. Por exemplo; as pessoas se esquecem quão grande são os números à sua volta- um evento com uma probabilidade de 1:milhão de ocorrer ocorrerá se houver 1 milhão de tentativas. Em uma cidade como Nova Iorque p.ex. isso significa que vários eventos desse tipo podem ocorrer todo dia.

Erro 4: Nós, de vez em quando, percebemos erroneamente o mundo à nossa volta.

Simplesmente não percebemos coisas acontecendo à nossa volta com a precisão que achamos ou que gostaríamos de ter. Vemos coisas que na verdade não estão lá e falhamos em ver coisas que estão. E até pior, nosso nível de confiança naquilo que percebemos não é uma indicação válida de quão certos possamos estar.

Erro 5: Tendemos a simplificar demais nossas idéias.

A realidade é muito mais complicada do que pensamos. Na verdade, é mais complicada do que nossa capacidade de nos relacionarmos com ela – toda análise que fazemos sobre o que ocorre à nossa volta deve eliminar uma série de fatores. Se não simplificamos, não chegamos a lugar nenhum em nossas análises; infelizmente, com freqüência simplificamos demais e assim deixamos de considerar coisas que deveriam ser levadas em conta.

Erro 6: Nossa memória é com freqüência imprecisa.

Para ser justo, isso não é um erro porque não podemos fazer nada pelo fato de nossa memória não ser confiável. O verdadeiro erro esta em não atentar para isso, não compreender os caminhos que levam nossa memória a se enganar, e assim falhar em fazer o que pudermos para compensar esse fato.

E ao final, o Cássio complementa:

“Novamente, como Kida (autor do livro) observa esses não são os únicos erros que as pessoas cometem; mas se vc se habituar a levar em consideração e evitar esses erros, você estará à frente da maioria e terá mais sucesso do que tinha antes. Entretanto, você não pode focar apenas esses erros. Em vez disso vc deve ter em mente que o objetivo é tornar-se mais cético e crítico em sua modo de pensar e dessa forma distinguir com mais consistência as coisas mais prováveis de serem verdadeiras em relação àquelas que simplesmente não merecem gastarmos nosso tempo.”

Só tenho a dizer: bem posto, amigo!

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Hoje trabalho só pela manhã. À tarde, vou pegar informações sobre agricultura orgânica na EPAGRI. À noite, jantar com meu amorzinho e com os amigos Thaiara e Luciano (saudades!). Como a Carol vai para Agudo no findi, vai ser um fim-de-semana com muita leitura, algumas experiências gastronômicas caseiras e brincadeiras com os bichinhos. Ah, é claro: não vai faltar muito trabalho arrumando os sites e migrando novos blogueiros para o OPS!

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“A ação é o reflexo do seu pensamento e a reação é a resposta do seu subconsciente. Quando há sabedoria na sua forma de responder, você se torna um benfeitor para todos. Não faça isso só para os amigos, mas faça-o de uma forma ilimitada, falando com todos com a mesma delicadeza. Assim, seus sentimentos serão naturalmente elevados. Para que essa mudança aconteça tem que haver uma relação equilibrada entre a mente (pensamentos), o intelecto (razão) e o subconsciente (registros).”

Antônio Sequeira

 

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A partir de ontem, 28 de outubro de 2008, a Sanofi-Aventis, responsável pela comercialização do medicamento Acomplia (Rimonabanto) decidiu por retirar do mercado a medicação, interrompendo também o Programa Supera, que trazia vantagens a quem comprava a medicação original na farmácia.

Segundo o comunicado que recebi hoje da Sanofi-Aventis, a decisão de retirar a medicação de circulação se deveu à percepção, em estudos científicos recentes, de que os sintomas adversos de depressão, ansiedade, distúrbios do sono e agressividade ocorreram em freqüência bem maior do que nos primeiros estudos.

De acordo com o Comitê de Produtos Medicinais para Uso Humano (CHMP) da Agência Européia de Medicamentos (EMEA), as evidências iniciais de que o Acomplia poderia levar à depressão com ideação suicida ou mesmo tentativa de suicídio parecem mais fortes agora, sendo então recomendada a suspensão temporária da prescrição e uso da medicação até que novas evidências possam atestar a segurança do uso do mesmo ou então enterrar definitivamente esta medicação.

É uma pena que uma medicação tão interessante do ponto de vista metabólico precise ser retirada do mercado. Entretanto, é necessário respeitar esta quarentena (quer seja ela temporária ou definitiva) em função dos severos potenciais riscos do tratamento.

Se você for paciente em uso de Acomplia, pode ainda tirar suas dúvidas no Serviço de Atendimento ao Consumidor da Sanofi-Aventis, pelo 0800-7034114.

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