Monthly Archives: outubro 2009

Out 31

Nosso brotinho, em 30 de outubro de 2009

By Rafael Reinehr | Carolina

Essa é a primeira imagem do nosso brotinho. Na verdade, a primeira tanto eu quanto a Carol tivemos em nossa imaginação, mas essa é a primeira imagem que a tecnologia atual permite compartilhar com os amigos.

O vídeo é um pouco pesado é pode demorar para carregar, mas já dá pra ver a cabecinha, o início dos membros, a coluna lombar e até o incipiente coração e o que virá a ser as carótidas. Agora é caprichar na alimentação, não se estressar muito, ter boas noites de sono e o resto é com a Natureza.

Out 31

Charles Darwin, e a ética para com os animais

By Rafael Reinehr | Entre Aspas

É justo fazer um animal sofrer? É aceitável, moralmente aceitável que os humanos se utilizem dos animais da forma que fazem hoje, sem o devido respeito?

Darwin disse:

“Não há diferenças fundamentais entre o homem e os animais nas suas faculdades mentais (…) os animais, como os homens, demonstram sentir prazer, dor, felicidade e sofrimento.”

É possível utilizar os animais para nosso sustento sem ferir um direito fundamental que parece existir à vida de quem nos cerca? Refletindo sobre a questão…

Ioga do Caos
Out 27

Todas as nossas ações refletem no mundo em que vivemos

By Rafael Reinehr | Quase Filosofia

Nossos pés deixam pegadas na areia do tempo. Se estivermos no caminho errado, muitos nos seguirão, desviando-se do que é correto. Quando pensamos que uma ação é só por aquele momento e esquecemos que ela deixa um rastro atrás de si, não estamos sendo responsáveis.
Todas as nossas ações afetam os seres humanos, dando-lhes alívio ou tristeza. Podemos fortalecê-los ou não. Podemos causar ferimentos ou curas. Podemos gerar conflitos ou resolvê-los. Podemos criar cataclismas ou algo nobre para a sociedade.
” B.K.Jagdish

Este fantástico pensamento, por mim retirado há mais de uma década do “Almanaque Gaúcho”, publicado em Zero Hora e que agora reside não só naquela folha amarelada que guardo comigo, conseguiu realizar uma mudança gigantesca na forma que percebo o mundo e as coisas ao meu redor.

Posso dizer que, na experiência da minha vida, esse talvez tenha sido o chacoalhar que deu início ao meu processo de Despertar. Sempre que me referir a este termo, “Despertar“, me refiro não a um acordar biológico tão somente, e também não uso o termo como um fenômeno puramente místico mas, mais ainda, a um fenômeno que abraça em si as necessárias mudanças biológicas, espirituais e sociais necessárias a uma Reforma do Pensamento.

Esta Reforma do Pensamento, que começa com uma Reforma da Percepção e passa por uma Reforma do Julgamento, é o sentido último do meu esforço intelectual dos últimos 14 anos. Tenho forte convicção de que as mudanças que urgem passam por este processo que, em última instância, deverá modificar a forma com que percebemos, julgamos e pensamos.

Entretanto, e agora me dobro a evidências empíricas, nem sempre é através da palavra – como ocorreu comigo – que se consegue promover o “Despertar“. Muitas vezes, precisamos da prática, da ação, do exemplo como ferramenta para que a mudança ocorra.

Hoje, infelizmente, ainda precisamos ser violentados, maltratados, desrespeitados, perder o emprego, ter nossa honra machucada ou precisamos ser retirados de nossa “zona de conforto” para perceber que alguma coisa está muito errada no mundo aí fora. Os sinais da degeneração da qualidade de vida estão cada vez mais salientes e, apesar do crescimento do consumo de bens materiais, pouquíssimas vezes conseguimos escutar a palavra felicidade. E esta, por incrível que possa parecer a este ser humano individualista, capitalista e competidor que é a regra hoje em dia, é mais ouvida em ambientes onde a confraternização, a socialização e a cooperação estão presentes. Paradoxal? Nem tanto, quando lemos alguns estudos científicos a respeito.

Pois é deste fluxo que trataremos aqui: o fluxo contínuo de linguagear, emocionar e conversar – para utilizar os neologismos criados por Humberto Maturana – em direção a um porvir mais voltado para o social do que para o individual, que tenda à cooperação entre as pessoas e o ambiente. Por incrível que pareça, você não precisará abrir mão de seu conforto para isso. Aprenderemos juntos como seguir este caminho. O primeiro passo está dado. Agora me dê sua mão e vamos caminhar juntos.

– Utopia […] ella está en el horizonte. Me acerco dos pasos, ella se aleja dos pasos. Camino diez pasos y el horizonte se corre diez pasos más allá. Por mucho que yo camine, nunca la alcanzaré. Para que sirve la utopia? Para eso sirve: para caminar.Eduardo Galeano

(publicado originalmente na Coolmeia, em 6 de abril de 2009)

de-olho-no-brasil
Out 26

Estamos de Olho no Brasil – Campanha da OAB – O Poder em suas mãos

By Rafael Reinehr | Saúde da Sociedade

A Ordem dos Advogados do Brasil lançou uma campanha cujo objetivo seria devolver às mãos do povo o poder sobre seus representantes e sobre as decisões que lhe interessam. No site, informam:

“A Constituição, em seu art. 14, assegura ao povo brasileiro o poder soberano de tomar decisões diretamente, em plebiscitos e referendos, sem ser impedido pelos seus representantes no Congresso Nacional. Se você não quer abrir mão desse seu direito fundamental de cidadania, peça ao Senado Federal que vote o Projeto de Lei nº 001/2006.
Clique aqui e veja na íntegra.”

“Os que foram eleitos pelo povo para ocupar cargos públicos não devem permanecer nesses cargos, quando perdem a confiança do povo. Se você concorda em que seja introduzido em nossa Constituição o poder soberano do povo de destituir os ocupantes de cargos eletivos que perderam a confiança popular (recall), peça ao Senado Federal que vote a Proposta de Emenda Constitucional nº 073/2005.
Clique aqui e veja na íntegra.”

“A utilização por parlamentares, em proveito particular, de passagens aéreas pagas com recursos da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal constitui ato de improbidade administrativa. A recusa de publicação, no Senado Federal, de centenas de atos de nomeação para o exercício de cargos ou funções públicas constitui, da mesma forma, ato de improbidade administrativa. Se você concorda em que qualquer cidadão possa ter o direito de ajuizar uma ação de improbidade administrativa contra os responsáveis pela prática de tais atos, peça à Câmara dos Deputados que vote o Projeto de Lei nº 6.997/2006.
Clique aqui e veja na íntegra.”

de-olho-no-brasil

Apesar de, aparentemente, a iniciativa ser positiva, ultimamente ando desconfiado de atitudes tomadas por órgãos instituídos. Estou divulgando aqui na esperança de que leve a alguma mudança significativa, mas não sem dizer: OAB, estamos de olho em você!

facebook
Out 25

Facebook agora também é Lite

By Rafael Reinehr | Só observando...

Pois finalmente o pessoal no Facebook atendeu ao pedido de milhares de usuários: lançou a versão Lite, sem todas aquelas parafernalhas que o fizeram ter tanto sucesso. O fato é que, para algumas pessoas, todos aqueles coraçõezinhos e fru-frus eram um empecilho para o bom uso da ferramenta. Você pode acessar a versão Lite indo em lite.facebook.com

facebook

Out 24

A personalidade e o valor como contributos para a felicidade – Arthur Shopenhauer

By Rafael Reinehr | Entre Aspas

“Importa menos saber o que ocorre e sucede a alguém na vida, do que a maneira como ele o sente, portanto, o tipo e o grau da sua susceptibilidade sob todos os aspectos. O que alguém é e tem em si mesmo, ou seja, a personalidade e o seu valor, é o único contributo imediato para a sua felicidade e para o seu bem-estar”

Arthur Schopenhauer

icq
Out 23

Voltei a usar o ICQ

By Rafael Reinehr | Novidades!

icqDe tempos em tempos bate uma nostalgia. Hoje foi um desses dias. Depois de muitos anos, voltei a instalar o ICQ (I seek you), na ocasião em que foi lançado um dos melhores comunicadores instantâneos existentes. Disponibilizava até hoje uma função que não encontramos no MSN e no G-talk, que é de ver o que a pessoa com a qual estamos teclando digita em tempo real, enquanto ela ainda está digitando.

Essa particularidade faz com que possamos antecipar respostas antes da conclusão da sentença. Um ganho de tempo interessante.

Na ocasião que criei pela primeira vez o ICQ, eu tinha um número de registro de 4 ou 5 dígitos, hoje ele já está na casa dos 9! Segue meu novo número: 587202165

Vejo você por lá!

Out 15

Prêmio AGES Livro do Ano 2009

By Rafael Reinehr | Associação Gaúcha de Escritores

Segue abaixo a lista dos indicados ao Prêmio Livro do Ano da Associação Gaúcha de Escritores de 2009:

POESIA

1. Alencar Torres Porto — Poemas do Alencar

2. Deise Beier — Tramas de orvalho

3. Dois Santos dos Santos — Manual de anti-ajuda

4. Gilberto Trindade — Falquejado no Alegrete

5. Luiz Coronel — A cartilha farroupilha

6. Maria Luci Cardoso Leite — Expressões d’alma

7. Marlon de Almeida — Prosa do mar

8. Mateus Heck — O mundo mágico da poesia

9. Thelma Scherer — O rumor da casa

 

NÃO FICÇÃO

1. Armindo Trevisan — A matéria encantada, por Xico Stockinger: ode a um guerreiro

2. Beatriz Marocco — Ilha do Presídio — uma reportagem de idéias

3. Celso Gutfreind — Duas análises de uma fobia em um menino de 5 anos — A psicanálise da criança ontem e hoje

4. Eduardo Melo — Eles, os gaúchos

5. Eliane Brum — O olho da rua

6. Fernando Elias José — Superando desafios (como se preparar para provas, vestibulares e concursos)

7. Geraldo Hasse — Navegando pelo Rio Grande

8. José Antônio Pinheiro Machado — Cardápios do Anonymus Gourmet

9. José Antônio Pinheiro Machado — Cem receitas com lata

10. Luciano Fedozzi — O eu e os outros

11. Luiz Achutti — Palácio Piratini

12. Luiz Antonio de Assis Brasil — Caringi — Antonio Caringi — O escultor dos pampas

13. Márcia Tiburi — Filosofia em comum

14. Marta Schmitt — O clube do guri

15. Norberto Goulart Peres — Glênio Peres — era o que ele era

16. Onici Flores (org.) — Linhas & entrelinhas: reflexões sobre o ensino de leitura

17. Ruy Carlos Ostermann — Encontros com o professor vol. 3

18. Santa Inéze Domingues da Rocha — Açorianos — história e legado

19. Thiago Nicolau de Araújo — Túmulos celebrativos de Porto Alegre: múltiplos olhares sobre o espaço cemiteral (1889 – 1930)

20. Valdomiro Martins — O negro e a literatura gaúcha -— ficção e história

21. Vera Lucia Maciel Barroso — Raízes de Cambará do Sul

22. Walter Galvani — O prazer de ler jornal

 

INFANTIL

1. Ana Terra — Sai pra lá

2. Caio Riter — Historinhas bem apaixonadas: O maior motivo do mundo

3. Caio Riter — Historinhas bem medrosas: Uma noite de muitos medos

4. Carlos Urbim — Admissão ao ginásio

5. Celso Gutfreind — O caminho do pintor

6. Celso Sisto — Cavaleiro andante

7. Celso Sisto — Mãe África

8. Helô Bacichette — Kimbalo

9. Helô Bacichette — T de ti, T de ta

10. Hermes Bernardi Jr — E um rinoceronte dobrado

11. Humberto Gessinger — Meu pequeno gremista

12. Jacira Fagundes — O menino do livro

13. José Clemente Pozenato — Meu pequeno juventudista

14. Letícia Wierzchowski — Era outra vez um gato xadrez

15. Liliane Greuner — O segredo de Adalberto

16. Luís Augusto Fischer — Meu pequeno colorado

17. Luís Dill — Sonho Real

18. Gládis Barcellos — O segredo da mochila

19. Léia Cassol — O aniversário da bruxa Kika

20. Léia Cassol — Saudade tem cor e sabor

21. Léia Cassol — Um quero-quero me contou…

22. Luiz Paulo Faccioli — Cida, a gata maravilha

23. Mario Pirata — Versos para namorar

24. Monika Papescu — Peixinhos

25. Ricardo Silvestrin — Transpoemas

26. Sandra Popoff — Todo leão precisa ter um sábio coração

27. Valesca de Assis — Vão pensar que estamos fugindo — história de uma viagem quase impossível

28. Valquíria Ayres Garcia — Amor de Dinos

 

JUVENIL

1. Caio Riter — Meu pai não mora mais aqui

2. Christian David — Mão dupla

3. Luís Augusto Fischer — Minha Aldeia

4. Luís Dill — Todos contra Dante

5. Luís Dill — Ouvindo pedras

6. Marcelo Spalding — A cor do outro

7. Marília Pirillo — Baratinada

8. Oscar Bessi Filho — O outro lado do caleidoscópio

 

ROMANCE

1. Altair Martins — Parede no escuro

2. Antônio Xerxenesky — Areia nos dentes

3. Airton Ortiz — Cartas do Everest

4. Benedito Saldanha — A casa branca

5. Cleci Silveira — Além da porta

6. Colmar Duarte — Corações de arame

7. João Gilberto Noll — Acenos e afagos

8. José Eduardo Degrazia — A fabulosa viagem do mel de lechiguana

9. Kleber Boelter — Deus está morto?

10. Luís Augusto Fischer — Duas Águas

11. Marcelo Carneiro da Cunha — Depois do sexo

12. Maria Inês Rodrigues — Aula de gravura

13. Sérgio Agra — Mar da serenidade

 

CRÔNICA

1. Cláudio Moreno — 100 lições para viver melhor: histórias da Grécia antiga

2. Cláudia Laitano — Agora era eu

3. David Coimbra — Cris, a fera e outras mulheres de arrepiar

4. David Coimbra — Meu guri

5. Fabrício Carpinejar — Canalha!

6. Kenny Braga — Rolo compressor

7. Jaime Copstein — Ópera dos vivos

8. Martha Medeiros — Doidas e santas

9. Nilson Luiz May — A máquina dos sonhos e outras crônicas selecionadas

10. Paulo Wainberg — Outro vagabundo toca em surdina

11. Sérgio da Costa Franco — A velha Porto Alegre

12. Vitor Diel — Granada

 

CONTO

1. Carmen Seganfredo e A.S.Franchini — As melhores lendas medievai

2. Carmen Seganfredo e A.S.Franchini — As melhores histórias da mitologia africana

3. Carol Bensimon — Pó de parede

4. Fernando Mantelli — Raiva nos raios de sol

5. Fernando Neubarth (org) — Contos comprimidos

6. Lya Luft — O silêncio dos amantes

7. Luís Dill — Atalhos (Cenas brasileiras)

8. Luiz Paulo Faccioli — Trocando em miúdos

9. Reginaldo Pujol Filho — Azar do personagem

10. Ricardo Peró Job — A sereia do luminoso

11. Ricardo Silvestrin — Play

12. Rodrigo Rosp — A virgem que não conhecia Picasso

13. Sergio Napp — Das travessias — volume 1 — contos