Posts by Rafael Reinehr


Hoje pela manhã estava eu, após o café da manhã, na minha rotina de Quarentena (escrevo isso em março de 2020, durante o Isolamento da Pandemia do Coronavírus) lavando a louça. Às vezes, uso o tempo para praticar uma Meditação da Atividade da Vida Diária, mas dessa vez eu queria ver alguns vídeos do TED para me “instruir”.

Um deles chamou minha atenção pelo título, e resolvi assistir. Chama-se This is what happens when you reply spam email (Isso é o que acontece quando você responde e-mails de spam) e foi criado por um cara chamado James Veitch, sobre quem eu nunca tinha ouvido falar até o momento. Assista!

Na sequência, o Youtube recomendou que eu assistisse The agony of trying to unsubscribe (A agonia de tentar desassinar), também dele. E eu, que já tinha virado fã, resolvi assistir. Recomendo que o faça também! (Estou aqui com sorriso no rosto escrevendo estas linhas).

 

Bem, daí, pela sugestão do Youtube, acabei caindo em um terceiro vídeo do, James, chamado James Veitch is A Terrible Roomate (James Veitch é um Péssimo Colega de Quarto), no qual ele prega sucessivas e bem humoradas peças com patinhos de plástico na sua colega de quarto, Freya.

Tá bem, tá bem! Muita diversão né? Então, eu estava pronto para publicar estes três vídeos mas, enquanto escrevia, não consegui deixar de ver mais dois, que vou compartilhar aqui. O resto da busca é por tua conta, viu?

O seguinte chama-se James Veitch’s Elaborate Wrong Number Prank (James Veitch Elabora um Trote para um Número Errado):

E o último: More adventures in replying spam (Mais aventuras respondendo a spam):

Virei fã da figura! Se você também ficou, aqui está o link do canal do cara no Youtube: https://www.youtube.com/user/james948

Ah! E aproveitando que você já está no Youtube mesmo, e que gostou dessa postagem (já que leu até ao final), que tal assinar também o meu canal do Youtube? Te inscreve lá: https://youtube.com/cadavezmelhorTodas quintas um vídeo novo 😉 Ativa o Sininho pra ser avisado sempre que eu postar!

Até a próxima!

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Então, você está aí, isolado ou isolada em tua casa ou apartamento mas precisa marcar uma consulta com um Médico Endocrinologista? O que fazer? Vou explicar o que você pode fazer, escuta só:

Tua tireóide está desregulada, ou teu diabetes precisa revisão? Tuas medicações ou até mesmo tua insulina precisam ser ajustadas… Ou você tem diabetes insipidus, hipogonadismo ou hipopituitarismo e precisa de uma opinião especializada. E aquele câncer de tireóide, ou síndrome dos ovários policísticos que você está investigando ou finalmente tinha começado a tratar, agora vão ter que esperar alguns meses até que você possa finalmente conseguir encaminhar seu tratamento?

Foi pensando nos meus pacientes, principalmente nos mais idosos, que devem evitar circular em locais com muitas pessoas, que criei um Serviço de Atendimento Online por Videoconferência. Este serviço funciona de forma exatamente similar a uma Consulta Médica presencial.

Nos conectamos em uma plataforma de videoconferência profissional, com toda segurança e privacidade de dados, e o atendimento prossegue com a Anamnese (a Entrevista Médica), na qual lhe pergunto sobre teus sintomas e descubro quais sinais associados ao que você vem sentindo, também lhe pergunto sobre seu Histórico Médico e Cirúrgico, sua História Familiar, as medicações que estás usando e se tens alguns exames realizados recentemente. A única parte que não é possível realizar é o Exame Físico que, quando totalmente necessário, irá demandar a presença de um outro profissional de saúde para realizá-lo ou uma visita presencial.

O serviço já está disponível no link https://bookme.name/rafaelreinehr

É a solução ideal para consultas de revisão, retornos para mostrar exames, consultas eletivas do tipo emagrecimento ou qualquer outra na qual o exame físico não é fundamental, aquelas nas quais a análise de exames laboratoriais e de imagem é suficiente para diagnosticar e tratar adequadamente uma enfermidade.

E é também a solução ideal para tempos de pandemia, na qual a visita ambulatorial, para pacientes dos grupos de risco pode ser temerária. Os médicos não estão se furtando em atender, mesmo expondo-se, na linha de frente, ao contágio pelo SARS-Cov2 / COVID-19.

Se você estiver com sintomas de gripe, principalmente tosse, febre e falta de ar, não procure locais com aglomeração de pessoas. Telefone para os locais de suporte público à saúde em seu município e peça orientações. Se precisa de uma Consulta Especializada, da mesma forma, preserve-se e também aos seus vizinhos e à sua comunidade, utilizando serviços como este que eu estou, de forma pioneira, disponibilizando. Em breve eles estarão disponíveis em todo Brasil.

Se você quiser continuar acompanhando tudo o que publico, assine meu Boletim Informativo aqui: https://lista.reinehr.org/cadavezmelhor 

Que toda esta experiência nos traga muita sabedoria e restabeleça um pouco da humanidade tão perdida ultimamente. Um abraço fraterno, com carinho…

Rafael Reinehr

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Começou! Finalmente estou no You Tube!

Nesse primeiro episódio do Cada Vez Melhor, falo um pouco sobre a minha história e o que motivou o surgimento do canal, bem como trago um breve panorama do que você pode esperar deste espaço no Youtube. Te faço um convite para mergulhar comigo nessa jornada de autoconhecimento, aprendizagem continuada e compartilhamento de vivências e experiências em direção à melhor versão de nós mesmos.

Assine ao Canal e Ative o Sininho aqui: https://www.youtube.com/c/cadavezmelhor

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Volta e meia, aqui e acolá, me defino como um “polímata autodidata eclético“. Mas o que significa isso?

Vejamos o que diz o dicionário:

polímata: Pessoa que tem conhecimento em muitas ciências; quem conhece ou estudou muitas ciências: Leonardo da Vinci é mais famoso polímata do nosso tempo. Pessoa que possui um vasto conhecimento em muitas áreas. Alguém cujo conhecimento não está restrito a um único âmbito científico;

autodidata: Pessoa que aprendeu alguma coisa sozinha, por si mesma, sem a ajuda de um professor, mentor ou instrutor: Exemplo: o médico era autodidata em fotografia e guitarra e formado em Medicina.

eclético: Eclético é sinônimo de diverso, vasto, variado. O que escolhe o que parece melhor em todas as manifestações do pensamento.

E essas três palavras, sem uma pretensa falsa humildade nem tampouco uma esnobe arrogância, me definem, em parte. Vou te explicar, abaixo dessa selfie que tirei no terraço do Eko Residence Hotel, em Porto Alegre, em fevereiro de 2020.Rafael Reinehr em PoA

 

Aprendi a ler muito cedo. Aos 3 anos e meio, pelo que me contaram, já lia classificados de jornais e os nomes e números da lista telefônica. Quem me ensinou a ler foi minha querida tia Solange, dentista, que desenvolveu, de forma totalmente autônoma, um método próprio de alfabetização que, para mim, caiu como uma luva.

O gosto da leitura para mim sempre foi nativo. Não era um esforço, era um enorme prazer. E continua sendo. Amo estudar, ler, pesquisar, aprender, saber! Desde sempre! Isso ia desde revistas em quadrinhos, livros de ficção e não-ficção e enciclopédias. Tenho uma história com a leitura que, olhando para trás, agora parece cândida, mas foi profundamente assustadora quando aconteceu. Vou te contar:

Creio que eu deveria ter cerca de 9 ou 10 anos. Como eu amava ler, e era simplesmente apaixonado por revistas em quadrinhos, eu tinha mais vontade de ler do que dinheiro para comprar e ter acesso às revistinhas. Minha avó Helga (que neste ano irá completar 90 anos, amada!) me dava dinheiro para comprar merenda na escola. Pois tudo que uma avó quer é ver seu netinho bem alimentado, não é mesmo? Entretanto, a minha fome maior era pela leitura! Então, com alguma frequência, eu juntava o dinheiro de duas ou três merendas para comprar revistinhas na banca do seu Lidor Drews, que ficava a 2 quadras de distância da minha casa. Mas, para fazer isso, eu precisava fazer escondido pois ai de mim se minha avó descobrisse que eu comprava gibis ao invés de comprar merenda!

Eu aproveitava a ida da minha avó ao supermercado ou à padaria para minhas incursões de busca literária! O detalhe é que a padaria ficava a apenas uma quadra de distância da minha casa. Então eu precisava ser rápido. Me lembro até hoje das corridas que fazia para ir e voltar antes que minha avó voltasse!

Por muito tempo, esta estratégia deu certo, e minha avidez por leitura era satisfeita e minha coleção de gibis só fazia aumentar. Mas houve um dia que não deu certo! Não lembro se eu fiquei entretido escolhendo gibis, ou se minha vozinha simplesmente pegou um pão e logo voltou, o fato é que ela estava em casa antes de mim, e me pegou no flagra, com a “boca na botija” ou, literalmente, com as mãos nas revistinhas.

A vergonha foi imediata. E aumentou ainda mais, quando ela me ordenou ir até a banca do seu Lidor, devolver as revistinhas e pegar o dinheiro de volta! Mein Lieben Gott, que vergonha! Lá foi o pequeno Rafinha, pé ante pé, pensando o que iria dizer ao seu Lidor para pedir o dinheiro de volta!

O fato é que foi um pequeno aprendizado. Como minha vó era bastante justa, depois eu comecei a ganhar um dinheirinho ajudando a varrer a calçada, a cozinha e a sala, secando pratos e consegui continuar comprando minhas revistinhas! Mas ela fez certo: naquela hora precisava mesmo me dar uma lição e mostrar que eu estava quebrando a confiança dela!

Passaram-se alguns anos…

Na sexta-série do ensino fundamental, li espontaneamente, 67 livros ao longo do ano letivo, sem que nenhum professor houvesse solicitado. Era porque realmente gostava de ler. Nessa época, mesmo jovem, já tinha um conhecimento enciclopédico. Era aquele menino que, se fosse levado para aquelas competições de conhecimento que aparecem na TV, muito provavelmente ganharia ou chegaria pelo menos nas finais. Foi nessa época que devorei a Série Vaga Lume e também que li, pela primeira vez, o livro O Homem Que Calculava, de Malba Tahan, que recomendo a qualquer pessoa que esteja lendo estas palavras agora.

À medida em que envelhecia, este gosto pela leitura nunca me deixou. As leituras passaram a ser um pouco mais profundas mas não menos divertidas… O Mundo de Sofia, de Jostein Gaarder, Analectos, de Confúcio, O Tao da Física e O Ponto de Mutação de Fritjof Capra, Ensaios de Complexidade e O método, de Edgar Morin, A Teoria das Inteligências Múltiplas de Howard Gardner, Inteligência Emocional de Daniel Goleman, O valor do amanhã, de Eduardo Gianetti, A Utopia de Tomas Morus, A Desobediência Civil de Henry David Thoreau…só para citar alguns…

Durante a própria graduação em Medicina, entre 1994 e 1999, nunca consegui ficar aprendendo “só Medicina”. Para algumas pessoas, isso pode parecer estranho: mas é possível estudar algo mais quando se cursa Medicina. A resposta é SIM! Um grande e estrondoso SIM! Principalmente se você desligar a televisão, ou consumi-la com geniosa moderação! Nestes anos, fiz um curso de Introdução à Filosofia incluindo a Lógica, curso de Antropologia de Culturas Urbanas, História da Ciência, Pensando a Complexidade com Edgar Morin, Finalizei minhas especializações avançadas em língua inglesa, cursei Alemão e, isso tudo, sem deixar de me divertir, estar com amigos, namorar, escrever e criar ideias e projetos variados. 1999 foi também o ano em que publiquei meu primeiro livro.

Em 2000 e 2001, logo após finalizar a graduação em Medicina, passei a fazer a Residência em Medicina Interna, no Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Porto Alegre. Em 2002 e 2003, fiz a Residência em Endocrinologia e Metabologia, no mesmo hospital. Em 2000, prestei novo vestibular para Filosofia na UFRGS, e fiquei em quinto lugar, sem ter estudado nada depois de 6 anos longe dos livros do ensino médio. Fazia a residência de dia e, à noite, cursava Filosofia no Campus do Vale, em Viamão. Entretanto, Como haviam muitas cadeiras diurnas na Filosofia (que eu sempre amei), solicitei transferência para Ciências Sociais noturno, que cursei até o final de 2002, quando decidi interromper para dedicar-me à prova de título de especialista, que haveria no final de 2003. E assim fiz.

Gostaria de seguir esta história, provavelmente o farei em outro momento, pois ela tem fatos divertidos, alguns tristes, outros até incômodos – mas sinto que ela já está ficando longa demais!

Em algum momento no futuro, compartilho com mais detalhes especificamente sobre o meu caminho do autodidatismo: as lições que aprendi em relação ao tempo que estive apoiado por tutores e naquele em que escolhi caminhar solo como forma de produzir e alcançar conhecimento e como foi minha experiência com estes dois modos de ser e viver. Antecipo: ambos teu seu valor, suas vantagens e desvantagens!

Espero ter deixado um pouco mais clara minha jornada, mesmo que de forma incompleta, sem narrar com detalhes esse período e mesmo sem pincelar o que aconteceu entre 2004 e 2020. Mas isso é assunto para outra história!

Tenha um ótimo dia e que ele seja recheado de boas escolhas!

Namaskar

PS: Enquanto isso, que tal ler um artigo que escrevi sobre Autodidatismo e Desescolarização e outro sobre Recursos Educacionais Abertos?

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Um artigo de Meghan Holohan, publicado na Today em dezembro de 2019 nos traz uma curiosa “novidade” que chega, sem nenhuma surpresa, do Vale do Silício. 

Enquanto ainda discutimos por aqui a eficiência, os riscos e benefícios do jejum intermitente, um tipo diferente de jejum é tendência por lá: o “Jejum de Dopamina”. 

Seguidores dessa nova proposta acreditam que, ao se privar de qualquer coisa que os estimule – equipamentos eletrônicos, filmes, televisão, luz, sexo ou mesmo outras pessoas – eles podem manipular seus níveis de dopamina no corpo e “reiniciar” seus cérebros.

A princípio, pode parecer uma boa ideia: sensibilizar o efeito da dopamina, conhecido como um dos “hormônios da felicidade”, apenas por desconectar-se de equipamentos eletrônicos e se afastar, temporariamente, de atividades prazeirosas.

Para “jejuar”, os seguidores dizem que eles evitam coisas que eles gostam, que podem incluir aparelhos eletrônicos, sexo, mídias sociais, divertimento, compras, apostas, exercícios, comida e bebidas por um período determinado de tempo. Alguns mais radicais podem até evitar contato visual ou conversas durante este tempo.

O objetivo – evitar o estímulo no presente, seria tornar-se mais feliz depois. Por exemplo: ama fazer compras online? Durante o jejum, você deve evitar fazê-lo. De uma certa forma, é como a meditação na qual as pessoas permanecem algum tempo sem excitações externas. Mas esse tipo de jejum é adaptado às coisas que especificamente causam picos de dopamina em cada pessoa, quer seja vinho tinto, Instagram ou filmes Noir.

Para neurocientistas como Madelyn Fernstrom, “Nosso cérebro está sempre trabalhando. Nossos transmissores, como a dopamina, estão sempre trabalhando.”. Em suma, o que se espera em teoria pode não estar acontecendo na prática.

O que é a dopamina?

A dopamina exerce no nosso corpo uma série de funções. No cérebro, ela é responsável por ajudar a controlar nosso humor, para nos trazer aquela sensação de satisfação e recompensa.

As pessoas geralmente a conhecem como o “hormônio da excitação e da busca da novidade”, conta o Dr. Amit Sood, diretor da Resilient Option.

Isso significa que as pessoas experimentam um pico quando tentam algo novo ou antecipam algo. 

“Um monte das mídias sociais é movido por dopamina”, diz ele. 

Mas o papel da dopamina é muito mais complexo. Ela também ajuda o cérebro a controlar os movimentos e existe em outras partes do corpo, regulando a insulina, ajudando na digestão, gerenciando a função hepática e mantendo a pressão arterial.

“Ela é como um coordenador de tráfego aéreo. Controla e coordena as funções de um monte de diferentes órgãos, um monte de partes diferentes do corpo, para garantir que elas trabalham de forma harmoniosa.” – explica Zack Freyberg, professor assistente de psiquiatria e biologia celular da Universidade de Pittsburgh. Não ter dopamina suficiente causa problemas reais. A doença de Parkinson é um exemplo. O corpo absolutamente necessita fazer dopamina porque precisa dela para controlar os sistemas de suporte à vida.

De certa forma, comer e exercitar-se pode influenciar na produção de dopamina, mas não da forma que os fãs do jejum de dopamina pensam. 

Quando você come, a quantidade de dopamina no seu corpo temporariamente aumenta, pois ela ajuda a regular os níveis de insulina. E existem cada vez mais evidências de que os exercícios pode ajudar os pacientes de Parkinson a preservarem a quantidade de dopamina que possuem no cérebro.

Nome errado, ideia correta

Apesar de que o nome seja uma simplificação exagerada de como a química cerebral funciona, o conceito por trás do jejum de dopamina é positivo. O que os “jejuadores” estão verdadeiramente propondo é uma pausa do estímulo e se tornarem plenamente conscientes – ambas práticas saudáveis.

“Não existe nenhum lado negativo na prática, a não ser que você acredite que esteja tendo algum impacto imediato na sua química cerebral”, diz Fernstrom. “É um engano acreditar que um comportamento de curto prazo de qualquer tipo irá ter um impacto duradouro em seu cérebro”.

Além disso, desconectar-se e passar mais tempo sem estímulos pode ter um efeito oposto do que antecipado pelos jejuares.

“A meditação tem demonstrado aumentar a dopamina nos centros de recompensa do cérebro”, disse Sood.

Enquanto meditar e evitar aparelhos eletrônicos é benéfico, Sood encoraja as pessoas a pensar em adicionar algo à vida ao invés de subtrair. 

“É muito difícil esvaziar sua vida de algo”, diz ele. “Eu tentei esvaziar minha mente e não funciona. Não é sobre esvaziá-la. É sobre preenchê-la com as coisas certas.”

É justamente or isso que ele sugere que as pessoas pensem em algo positivo enquanto se afastam dos aparelhos e do excesso de atividades.

“Se você meditar sobre gratidão, compaixão ou bondade será muito mais efetivo”, diz Sood.

Artigo adaptado de https://www.today.com/health/what-dopamine-fasting-how-some-are-trying-change-their-brains-t168580

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