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Rafael Reinehr é médico endocrinologista, anarquista, escritor, permacultor, ativista oikos-socio-ambiental e polímata ma non troppo.

jul 24

Receita de Pumpkin Custard – Abóbora recheada tailandesa [sobremesa]

By rafaelreinehr | Caldeirão de Sabores , Gastronomia , Veganos & Vegetarianos

Hoje vamos aprender a fazer uma sobremesa com acento tailandês: o Pumpkin Custard, uma “torta de abóbora recheada com leite de côco, açúcar de palmeira e especiarias”.

Pumpkin custard do Reinehr

Esta receita é especial por vários motivos:

  1. Fácil de fazer

  2. Saborosa

  3. Ideal para quem gosta de doces “nem tão doces”

  4. Inspirada na culinária tailandesa

  5. Propícia para vegetarianos (e para veganos, se trocar os ovos por algum substituto)

  6. Adequada para pessoas que devem evitar glúten e lactose

  7. Encanta visualmente, agrada ao olhar

Fiz ela pela primeira vez para receber a Marcela, em um jantar para a plataforma Dinneer, no qual cadastramos nossa casa para oferecer experiências gastronômicas a visitantes que não conhecemos. Ele faz parte de uma triade juntamente com uma Salada de pepinos tailandesa de entrada e um peixe ao molho pla tom yam haeng, como prato principal (veja os link no texto aí atrás para saber as receitas destes pratos).

Seguem os ingredientes e o modo de preparo! Deliciem-se!

Pumpkin custard feito pelo Rafael Reinehr

Ingredientes:

1 abóbora cabotiá (aquela da casca verde escura)
10 xícaras de água, para o vapor
1 panela ou cesto de cozimento a vapor, que caiba a abóbora (usei uma para fazer e escorrer macarrão)
5 ovos (pode ser substituído se você for vegano)
1 xícara de leite de côco
1 pitada de sal
1 pitada de canela
1/3 de xícara de açúcar de palmeira (use demerara ou mascavo se não tiver o de palmeira, mas vai modificar o sabor!)
1 colher de chá de extrato de baunilha

Modo de preparo:

  1. 1. Abra uma tampa na parte superior da abóbora, retire as sementes e os fiapos, e faça uns furinhos com garfo na parte interna da abóbora, para que o creme penetre um pouquinho
    2. Misture os ovos, leite de côco e demais ingredientes. Após colocar o açúcar de palmeira misture bem para que ele dissolva adequadamente
    3. Coloque este creme dentro da abóbora e tampe
    4. Coloque a abóbora tampada dentro da panela com as 10 xicaras de agua e deixe cozinhar por 45 a 60 minutos após ferver, mantendo em fogo médio-alto. Se a água evaporar, vá adicionando aos poucos um pouco mais para não interromper o vapor
    5. Desligue o fogo e deixe esfriar por cerca de 30 minutos ou mais
    6. Tire a Abóbora da panela e então corte em fatias como um bolo, servindo a seguir em porções individuais
    7. Fique à vontade para incrementar a receita com uma calda ou geléia que você desejar, se preferir a sobremesa mais doce

Colha as impressões de suas visitas e depois me conte!

Um abraço e até a próxima receita!

Pumpkin custard feito pelo Rafael Reinehr

jul 24

Seja a mudança que você quer ver no mundo – Mahatma Gandhi

By rafaelreinehr | Experimentalismo , Literatura

Seja a mudança que você quer ver no mundo - Gandhi

Esta postagem é a quarta de 13 postagens da série Exercício de Escrita Criativa e Produtividade, que propus em 28 de junho último. Acompanhe todos os artigos, compartilhe – se achar interessante – e comente se houver algo a acrescentar.

Nesta semana, me comprometi a comentar sobre uma citação poderosa.

Quem me conhece, sabe que sou colecionador de citações. Crio algumas também, como por exemplo:

“A riqueza de um ser humano é medida à justa equivalência do tempo no qual ele está fazendo exatamente aquilo que quer fazer.”

– Rafael Reinehr, 13 de novembro de 2010

Tenho várias citações, frases e passagens que fazem muito sentido para mim. Veja algumas delas no texto Eu tive um sonho, que escrevi em 01 de janeiro de 2012.

Gosto muito também desta, de B. K Jagdish:

 “Nossos pés deixam pegadas na areia do tempo. Se estivermos no caminho errado, muitos nos seguirão, desviando-se do que é correto. Quando pensamos que uma ação é só por aquele momento e esquecemos que ela deixa um rastro atrás de si, não estamos sendo responsáveis.
Todas as nossas ações afetam os seres humanos, dando-lhes alívio ou tristeza. Podemos fortalecê-los ou não. Podemos causar ferimentos ou curas. Podemos gerar conflitos ou resolvê-los. Podemos criar cataclismas ou algo nobre para a sociedade.

Mas a que quero comentar hoje, é uma passagem que sempre me laça, e me ajuda a ver a pequeneza atual do meu ser. Ou do meu “estar”. Ela é atribuída a Mahatma Gandhi, e fala assim:

“Seja a mudança que você quer ver no mundo”

Nessa frase existem muitos sentidos sensacionais sendo sintetizados simultaneamente (perdoem pela aliteração!). Podemos depreender que, se quisermos mudar o mundo, devemos começar por aquilo que, em primeira e última instância temos acesso e – até certo ponto – controle: nós mesmos. Ela é um grito, um apelo pela coerência em nossas vidas e contra a hipocrisia. Ela nos convida a refletir sobre como estamos vivendo e se estamos aplicando na prática aquilo que professamos e que desejamos para o outro, para a Natureza.

Se você quer alcançar, caminhe.

Se você quer um mundo melhor, comece por ti. Abrace as tuas imperfeições e as lapide, de forma a te tornar uma pessoa melhor. Te tornando alguém melhor estarás, através do teu exemplo, inspirando aqueles ao teu redor a fazer o mesmo. Assim, estarás mudando o mundo, algumas pessoas por vez, algumas ações a cada tempo possível.

Ao longo da vida, passei por vários momentos em que desejei, profundamente, me tornar “a mudança que quero ver no mundo”. Só desejo não é o suficiente. Precisamos de uma dose extremamente grande de autodeterminação, perseverança e, muitas vezes, até da ajuda de outras pessoas, por mais paradoxal que isso possa parecer.

Sim, é possível adentrarmos um processo introspectivo de autoconhecimento e sairmos de lá “quase iluminados” mas, ao mesmo tempo em que isso gera “faróis” que podem ajudar a guiar a humanidade em meio às Tempestades, não é mais o que almejo para mim. Já tive essa fase, de buscar ser um “guru” que inspira multidões. Isso começou a passar quando tive o insight da Coolmeia (veja também aqui) – a percepção de que a verdadeira mudança, no tempo da minha existência, viria a partir de um esforço coletivo, e não de um ultradesenvolvimento individual.

Um texto que coaduna com esta minha forma de pensar foi escrito por Michel Bauwens, fundador da P2P Foundation, e pode ser encontrado aqui e aqui.

No país no qual resido atualmente, o Brasil, vivemos em um profundo estado de desesperança com a classe que desgoverna o país. Como anarquista, nenhuma novidade no front. A novidade é que mais pessoas perceberam o navio sem timão no qual estão navegando. Estar à deriva é algo delicioso, quando é feito de forma voluntária, por prazer e escolha própria. Não quando se espera uma certa ordem e um porto seguro para desembarcar. Entretanto, é justamente nestes momentos – de crise – que temos oportunidade de fazer alçar vôo empreendimentos que transportam nossa visão de mundo – integrativa, sistêmica, dinâmica, ecológica e interdependente – a uma camada maior da população, estabelecendo um novo estrato de pessoas conscientes e prontas para, do seu modo e a seu tempo, subverterem a realidade atual que lhes oprime e a dialogar com um outro mundo possível, com perspectivas poderosas e libertadoras.

E não quero deixar passar este momento.

Deixei passar vários. Algumas possibilidades me passarão por entre os dedos, por falta de recursos econômicos, habilidades de comunicação e pelo fato de eu não contar com o dom da onipresença e da vida eterna (não enquanto ser vivo preso a esta estrutura material humana, pelo menos…).

Enquanto vivo minhas pequenas, diria até microrrevoluções – mudando e aprimorando minhas relações com as pessoas ao meu redor, preservando as que me elevam e fazem bem, e deixando de lado aquelas que me consomem, geram conflito e drenam energia vital que poderia estar sendo usada de forma positiva em prol do bem comum – sigo atento ao mundo “exterior”, absorvendo conhecimento e devolvendo-o modificado pelo prisma da minha visão.

Espero que minha tradução do mundo e da vida possa ser adequadamente internalizada e que eu possa me aproximar dessa coerência desejada e desejável: a de me transformar na mudança que desejo para o mundo.

Nesse ínterim, enquanto reflito sobre as mudanças que precisam ser feitas – no meu ambiente interno, na minha casa, comunidade de afinidade familiar, de amizade ou mesmo online e nos recônditos mais distantes do meu alcance ou mesmo visão – lembro de um texto que escrevi há 11 anos atrás, quando o conteúdo de meus blogs que mantinha desde 2002 mais ou menos foram migrados para cá, para o reinehr.org.

Este texto se chama Um Processo, e fala, em essência, sobre mudança. E de lá, tiro uma auto-citação que nos lembra sobre algo muito importante: viver a dádiva do presente, do momento atual.

“A perspectiva de uma vida que deve ser vivida dia-a-dia já foi conquistada há algum tempo. Ainda resisto e teimo em, vem ou outra, programar demasiadamente o futuro. O futuro é agora.”

O futuro é agora. Me ajuda a revelar o colorido que existe por trás de cada ser humano?

“Mesmo o mais embotado ou desbotado ser vivente tem em si, ao menos de forma latente, um arco-íris. Por vezes não conseguimos enxergar isto nos outros ou inclusive em nós mesmos… Porque nem sempre as cores revelam-se facilmente.”

Seja mais uma vez bem-vindo(a) à série de 13 textos sobre Escrita Criativa e Produtividade. Toda segunda-feira, no http://reinehr.org nos próximos 3 meses.

Até breve, obrigado por me acompanhar até aqui.

# # #

Segue a lista de todos os artigos da série e quando eles foram/serão publicados:

  1. Contar uma história pessoal (03 de julho): Qual é a coisa mais desconfortável para se escrever? O que é realmente difícil para o Rafael?
  2. Descrever um evento histórico (10 de julho): O Dia em que o Big Ben soou pela primeira vez
  3. Revisar um livro, filme ou disco (17 de julho)
  4. Comentar sobre uma citação poderosa (24 de julho)
  5. Deixar que uma grande foto me inspire (31 de julho)
  6. Comentar sobre algo que está nas notícias (7 de agosto)
  7. Reportar sobre um diálogo interessante que tive (14 de agosto)
  8. Oferecer uma explicação passo-a-passo para fazer algo (21 de agosto)
  9. Oferecer uma lista de recursos (sobre algo interessante ou útil) (28 de agosto)
  10. Responder às questões da minha audiência (4 de setembro)
  11. Tornar uma tarefa aparentemente muito difícil algo fácil (11 de setembro)
  12. Explicar as razões que me fizeram tomar uma dada decisão (18 de setembro)
  13. Escrever um guia sobre algo popular (25 de setembro)
jul 01

Pequeno guia para o futuro médico, por Rafael Reinehr

By rafaelreinehr | Bem-estar , Buscando a si mesmo , Novidades! , Quase Filosofia

Pedras harmonia

Hoje estou completando 40 anos de idade. Como gosto de dizer, estou chegando ao final do primeiro quarto da minha vida. Vamos aos 120 faltantes!

Nos últimos anos, questionei meu próprio lugar na profissão que escolhi, lá nos meus 16 ou 17 anos: a Medicina.

Muito deste questionamento adveio da desilusão  em relação à indústria da Medicina: a mecanização e desumanização do atendimento, o farmacocentrismo do tratamento, diagnósticos cada vez mais superficiais em função de uma atenção cada vez menor ao que os sinais e sintomas do paciente tem a nos dizer, a falta de desejo verdadeiro dos próprios pacientes em buscar a melhora de suas condições (ou pelo menos a motivação insuficiente em realizar as mudanças de hábito de vida necessárias a uma vida saudável) e a consciência de que as ferramentas que me haviam sido passadas na Medicina Alopática Ocidental eram, apesar de poderosas, francamente insuficientes para cumprir a missão à qual havia sido designado.

Mas, curiosamente, nos últimos 2 anos, começou a surgir uma percepção diferente de como eu poderia gerar uma reação a este modelo medicocêntrico e recuperar o “tesão” pela promoção da saúde, de uma forma nunca antes experimentada por mim nestes últimos 16 anos de formado.

Essa reação veio na forma de duas iniciativas. A primeira delas, o Medictando, um portal de Educação em Saúde, Qualidade de Vida, Bem-estar e Felicidade. Em resumo, um portal que tem como missão ajudar as pessoas a Bem Viver; a segunda, a ser lançado ainda neste mês de julho, a ZenNature, um espaço onde efetivamente o bem viver é representado pelos produtos que consumimos e que trazemos para dentro de nossa casa, para nossa família e para dentro dos nossos corpos.

Para bem além do conceito de “ausência de doença”, a abordagem de saúde que busco promover é aquela inspirada pelo Benson-Henry Institute, de Boston: criar as condições para que cada ser humano atinja sua potência plena na face da terra, enquanto um ser vivo integral em suas dimensões física, mental, emocional, social e espiritual.

Passei quatro décadas aprendendo. É hora de devolver ao Universo um pouco da sabedoria que me foi concedida, ao mesmo tempo em que sigo, continua e dedicadamente, absorvendo e aprendendo com todo estímulo possível que me é ofertado.

E em breve, tenho um convite muito muito especial a te fazer. Vou te convidar a participar junto comigo desse sonho e desse caminho, como meu apoiador ou minha apoiadora, lá na página do Patreon que estou criando para possibilitar que esta jornada, que esta aventura seja a mais intensa, duradoura, profunda e abrangente possível. Te quero parte dessa tribo de pessoas que acreditam no humano como força propulsora de sua própria vontade, como catalisador da mudança de um estado atual para outro, melhor.

Estou preparando um texto, que vou transformar em vídeo, para te explicar melhor como você pode me ajudar! Fique atento(a) nos próximos dias!

Pedras equilíbrio harmonia

Para que este escrito aqui não se transforme em um romance, me despeço recuperando aqui um pequeno textículo que escrevi em 21/08/1998, quando ainda era estudante do nono semestre de Medicina da UFRGS. Creio que ele serve como ponte para o momento atual que vivo e que vivi naquela época, há 18 anos:

Pequeno guia para o futuro médico

  1. O médico ocupa-se com um único organismo, o sujeito humano, em luta para preservar sua identidade em circunstâncias adversas;
  2. Curiosidade intelectual é essencial; apenas o médico curioso pode progredir em relação à doença do paciente assim como na ciência da Medicina;
  3. A prática da Medicina é uma arte tanto quanto uma ciência; a habilidade de um médico em ajudar um paciente depende não apenas de seu conhecimento mas da maneira que ele o utiliza;
  4. As ferramentas mais importantes do médico continuam sendo seus olhos, mãos e ouvidos; as capacidades básicas em cuidar de pacientes requerem inspeção, palpação e, mais importante, a escuta atenciosa;
  5. Nem sempre se pode curar uma pessoa, mas sempre podemos confortá-la;
  6. Tornar-se médico não é apenas completar a faculdade e a residência: é antes de mais nada escolher por um modo de vida, permeado e determinado por questões morais e éticas, para o resto da vida;
  7. Cada palavra que pregamos, cada ato que realizamos, irradia de nossos corpos e vai se espalhar, distribuindo à Natureza nossos sentimentos, sentimentos esses que são por ela captados e devolvidos integralmente. Só quando todos nos dermos conta disso poderemos, finalmente, curar uma pessoa. Até lá, nos resta seguir aprendendo.

 

jun 22

Artigos científicos serão totalmente liberados na União Européia até 2020

By rafaelreinehr | Saúde da Sociedade , Sociedade

paywallEm busca do conhecimento livre:

No último dia 27 o Conselho de Competitividade da UE determinou que todos os artigos acadêmicos produzidos por instituições públicas ou privadas do bloco econômico deverão ser disponibilizados em caráter de Acesso Aberto até o ano de 2020.

Fonte: http://meiobit.com/345185/uniao-europeia-determina-que-todos-artigos-cientificos-produzidos-no-continente-sejam-disponibilizados-em-acesso-aberto-ate-2020-elsevier-e-nature-sao-contra-a-resolucao/

Enquanto isso, vamos de Sci-Hub!

1. https://en.wikipedia.org/wiki/Sci-Hub

2. http://www.sci-hub.io/ (frequentemente fora do ar ultimamente, em função de brigas judiciais)

maio 24

Ask: a fórmula online contraintuitiva para descobrir exatamente o que seus compradores querem comprar…

By rafaelreinehr | Marketing Digital

…criar uma massa de fãs que te adoram… e levar seu negócio para um outro nível.

Assim começa o livro Ask, de Ryan Levesque.

Sempre fui muito crítico com livros de publicidade, vendas, marketing. Curiosamente, na atual fase da vida, estou percebendo-os mais como uma ferramenta do que como um fim em si mesmos.

Seu conteúdo, e as técnicas que nos são passadas, podem ser utilizadas para produzir o bem, ou para explorar as pessoas.

O tempo dirá se estou fazendo a escolha certa e aperfeiçoando meu conhecimentos nessa área, em busca
de um impacto maior de minhas ações e projetos.

Como diria meu amigo Gi Nascimento: do meu Diário de Bordo, Araranguá, 24 de maio de 2016.

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maio 24

Decifrando dores e desejos: Chegaram os novos livros de marketing digital

By rafaelreinehr | Bem-estar , Blogs e Internet , Dicas e Truques , Efervescências , Medicina e Saúde , Medictando , Novidades!

Recebi hoje da Amazon alguns livros sobre marketing digital, psicologia de consumidores, storytelling e assuntos afins.

Continua a jornada iniciada no verão/outono de 2015 e que está me levando a construir, junto com meu Time, uma das mais sensacionais, prazerosas e significativas empreitadas dos últimos tempos: o melhor e maior portal de Educação em Saúde, Bem viver, Qualidade de Vida e Felicidade do nosso planeta.

Vem comigo nessa jornada. Assine o feed do blog e acompanhe o passo a passo da criação desse empreendimento coletivo.

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fev 29

Caronas do Rafael – De uma necessidade para uma oportunidade para uma ação

By rafaelreinehr | Novidades! , Quase-Idéias

caronas-do-rafael

Quem me acompanha sabe que faço o trajeto Araranguá > Porto Alegre > Santa Maria > Porto Alegre > Araranguá a cada 14 dias. Minha vida profissional está centrada no sul catarinense e minha vida afetiva no coração do Rio Grande.

Com os sucessivos aumentos do preço dos combustíveis, a necessidade de realizar a revisão do automóvel a cada 3 meses e de trocar de pneus a cada 8 meses, surgiu a necessidade e a ideia de oferecer carona para pessoas que buscam companhia e economia neste trajeto.

E foi assim que, ontem, criei uma planilha com minha “escala de viagem” para os próximos meses, de forma a ajudar e ser mutuamente ajudado neste trajeto que faço o ano todo.

Dar carona é tudo de bom: reduz o impacto ambiental (carros só com um passageiro são quase um crime!), aumenta a convivialidade e a chance de trocas entre pessoas de diferentes culturas e backgrounds, promove diálogos e troca de ideias, gera economia de recursos econômicos, nos traz novas amizades…

Para quem quiser acessar, por necessidade ou curiosidade, o link permanente para a escala está em http://curto.co/caronasdorafael

 

fev 04

Dingo Bells – Eu Vim Passear

By rafaelreinehr | Ando Escutando , Blogs e Internet , Depois do Google passa aqui... , Música

Conheci há poucas semanas a banda portoalegrense Dingo Bells, e foi amor à primeira vista.

Quer curtir o som deles? Olha só!

Foi nesse mesmo dia que acabei conhecendo o Sofar Sounds, que surgiu na Inglaterra e se espalhou pelo mundo, inclusive aqui no Brasil. Enquanto escrevo este artigo, já são 209 cidades espalhadas pelo mundo organizando “shows intimistas” para compartilhar música boa.

O Canal do Youtube do Sofar Sounds, que significa “Songs From a Room” (Músicas de uma Sala) tem muita coisa boa de todos os cantos do mundo, vale a pena conferir! Tem até a música acima, em uma versão ao vivo. Confere só: