Tudo indica que sim. Nas pessoas mais felizes, o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal promove uma produção equilibrada de hormônios do estresse, como o cortisol. Assim, as defesas do corpo se fortalecem. Em quem é cronicamente estressado ou deprimido, ocorre o contrário: o sistema imune enfraquece porque o corpo está sempre operando em “estado de emergência”, possibilitando assim o aumento do número de infecções e até o câncer.
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Rafael Reinehr é médico endocrinologista, mas seus olhos vasculham o horizonte em busca de soluções para criar um Mundo Melhor através de iniciativas como a Coolmeia, Ideias em Cooperação.
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Comentários
quando nao sabia que ele tinha essa doença
fez todos os exames, os orgoaos dele estava tudo bom, nao tinha alteraçao....o cancer
estava no abdomem..e depois que ele operou
a barriga começou a crecer cada vez mais
ate que um dia pelo oque os medicos falam
que o cancer ja tinha entaizado tudo, por isso que ele faleceu,,sendo que ate a cordenaçao motora foi afetada, e o cerebro tb ,quando foi internado nao tao mal quando eu fui vizitar no dia seguinte
porque ele foi indo embora, sendo que no hospital ele tinha que ficar melhor..serah que o medicamento causou algum mal..quando foi feito o velorio dele, a gente punha a mao nele esava muito mole, a mao dele a gente mexia
serah o medicamento, porque eu nunca vi isso antes,,
fico aguardando sua resposta
abraços
A noção de que a depressão é uma possível causa do desenvolvimento do câncer é "bastante comum entre a população em geral e entre os profissionais de saúde," explicou a coordenadora do estudo, Susanne Oksbjerg Dalton, que é do Instituto de Epidemiologia do Câncer, em Copenhague (Dinamarca).
Algumas pesquisas demonstraram evidências de haver um aumento no risco de câncer entre as pessoas com depressão. Outros trabalhos, porém, não verificaram essa associação, observaram os pesquisadores na edição de junho do American Journal of Epidemiology.
No estudo atual, a equipe de Dalton acompanhou, na Dinamarca, 89.491 adultos que haviam sido internados em um hospital por causa da depressão. Entre esses pacientes, 9.922 receberam diagnóstico de câncer durante um período de 12,5 anos após a hospitalização inicial. Quando os pesquisadores excluíram o primeiro ano após a internação e descartaram todos os tumores relacionados ao fumo, não encontraram associação entre o câncer e a depressão, informou o artigo.
"Concluindo: nosso estudo não confirma a hipótese de que a depressão aumenta a probabilidade de desenvolver câncer," informou a equipe. "O aumento do risco observado em nosso trabalho provavelmente pode ser atribuído a fatores comportamentais , como o tabagismo e o consumo de álcool excessivos praticados por pacientes que apresentam distúrbios afetivos."
"A falta de associação entre a depressão e o câncer é importante e estimulante. Nossos resultados, no entanto, chamam a atenção para os efeitos sobre a saúde proporcionados pela lamentável distribuição de fatores ligados ao estilo de vida entre esses pacientes," acrescentaram os autores da pesquisa.
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