And Now, For Something Completely Different…


Volta e meia, aqui e acolá, me defino como um “polímata autodidata eclético“. Mas o que significa isso?

Vejamos o que diz o dicionário:

polímata: Pessoa que tem conhecimento em muitas ciências; quem conhece ou estudou muitas ciências: Leonardo da Vinci é mais famoso polímata do nosso tempo. Pessoa que possui um vasto conhecimento em muitas áreas. Alguém cujo conhecimento não está restrito a um único âmbito científico;

autodidata: Pessoa que aprendeu alguma coisa sozinha, por si mesma, sem a ajuda de um professor, mentor ou instrutor: Exemplo: o médico era autodidata em fotografia e guitarra e formado em Medicina.

eclético: Eclético é sinônimo de diverso, vasto, variado. O que escolhe o que parece melhor em todas as manifestações do pensamento.

E essas três palavras, sem uma pretensa falsa humildade nem tampouco uma esnobe arrogância, me definem, em parte. Vou te explicar, abaixo dessa selfie que tirei no terraço do Eko Residence Hotel, em Porto Alegre, em fevereiro de 2020.Rafael Reinehr em PoA

 

Aprendi a ler muito cedo. Aos 3 anos e meio, pelo que me contaram, já lia classificados de jornais e os nomes e números da lista telefônica. Quem me ensinou a ler foi minha querida tia Solange, dentista, que desenvolveu, de forma totalmente autônoma, um método próprio de alfabetização que, para mim, caiu como uma luva.

O gosto da leitura para mim sempre foi nativo. Não era um esforço, era um enorme prazer. E continua sendo. Amo estudar, ler, pesquisar, aprender, saber! Desde sempre! Isso ia desde revistas em quadrinhos, livros de ficção e não-ficção e enciclopédias. Tenho uma história com a leitura que, olhando para trás, agora parece cândida, mas foi profundamente assustadora quando aconteceu. Vou te contar:

Creio que eu deveria ter cerca de 9 ou 10 anos. Como eu amava ler, e era simplesmente apaixonado por revistas em quadrinhos, eu tinha mais vontade de ler do que dinheiro para comprar e ter acesso às revistinhas. Minha avó Helga (que neste ano irá completar 90 anos, amada!) me dava dinheiro para comprar merenda na escola. Pois tudo que uma avó quer é ver seu netinho bem alimentado, não é mesmo? Entretanto, a minha fome maior era pela leitura! Então, com alguma frequência, eu juntava o dinheiro de duas ou três merendas para comprar revistinhas na banca do seu Lidor Drews, que ficava a 2 quadras de distância da minha casa. Mas, para fazer isso, eu precisava fazer escondido pois ai de mim se minha avó descobrisse que eu comprava gibis ao invés de comprar merenda!

Eu aproveitava a ida da minha avó ao supermercado ou à padaria para minhas incursões de busca literária! O detalhe é que a padaria ficava a apenas uma quadra de distância da minha casa. Então eu precisava ser rápido. Me lembro até hoje das corridas que fazia para ir e voltar antes que minha avó voltasse!

Por muito tempo, esta estratégia deu certo, e minha avidez por leitura era satisfeita e minha coleção de gibis só fazia aumentar. Mas houve um dia que não deu certo! Não lembro se eu fiquei entretido escolhendo gibis, ou se minha vozinha simplesmente pegou um pão e logo voltou, o fato é que ela estava em casa antes de mim, e me pegou no flagra, com a “boca na botija” ou, literalmente, com as mãos nas revistinhas.

A vergonha foi imediata. E aumentou ainda mais, quando ela me ordenou ir até a banca do seu Lidor, devolver as revistinhas e pegar o dinheiro de volta! Mein Lieben Gott, que vergonha! Lá foi o pequeno Rafinha, pé ante pé, pensando o que iria dizer ao seu Lidor para pedir o dinheiro de volta!

O fato é que foi um pequeno aprendizado. Como minha vó era bastante justa, depois eu comecei a ganhar um dinheirinho ajudando a varrer a calçada, a cozinha e a sala, secando pratos e consegui continuar comprando minhas revistinhas! Mas ela fez certo: naquela hora precisava mesmo me dar uma lição e mostrar que eu estava quebrando a confiança dela!

Passaram-se alguns anos…

Na sexta-série do ensino fundamental, li espontaneamente, 67 livros ao longo do ano letivo, sem que nenhum professor houvesse solicitado. Era porque realmente gostava de ler. Nessa época, mesmo jovem, já tinha um conhecimento enciclopédico. Era aquele menino que, se fosse levado para aquelas competições de conhecimento que aparecem na TV, muito provavelmente ganharia ou chegaria pelo menos nas finais. Foi nessa época que devorei a Série Vaga Lume e também que li, pela primeira vez, o livro O Homem Que Calculava, de Malba Tahan, que recomendo a qualquer pessoa que esteja lendo estas palavras agora.

À medida em que envelhecia, este gosto pela leitura nunca me deixou. As leituras passaram a ser um pouco mais profundas mas não menos divertidas… O Mundo de Sofia, de Jostein Gaarder, Analectos, de Confúcio, O Tao da Física e O Ponto de Mutação de Fritjof Capra, Ensaios de Complexidade e O método, de Edgar Morin, A Teoria das Inteligências Múltiplas de Howard Gardner, Inteligência Emocional de Daniel Goleman, O valor do amanhã, de Eduardo Gianetti, A Utopia de Tomas Morus, A Desobediência Civil de Henry David Thoreau…só para citar alguns…

Durante a própria graduação em Medicina, entre 1994 e 1999, nunca consegui ficar aprendendo “só Medicina”. Para algumas pessoas, isso pode parecer estranho: mas é possível estudar algo mais quando se cursa Medicina. A resposta é SIM! Um grande e estrondoso SIM! Principalmente se você desligar a televisão, ou consumi-la com geniosa moderação! Nestes anos, fiz um curso de Introdução à Filosofia incluindo a Lógica, curso de Antropologia de Culturas Urbanas, História da Ciência, Pensando a Complexidade com Edgar Morin, Finalizei minhas especializações avançadas em língua inglesa, cursei Alemão e, isso tudo, sem deixar de me divertir, estar com amigos, namorar, escrever e criar ideias e projetos variados. 1999 foi também o ano em que publiquei meu primeiro livro.

Em 2000 e 2001, logo após finalizar a graduação em Medicina, passei a fazer a Residência em Medicina Interna, no Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Porto Alegre. Em 2002 e 2003, fiz a Residência em Endocrinologia e Metabologia, no mesmo hospital. Em 2000, prestei novo vestibular para Filosofia na UFRGS, e fiquei em quinto lugar, sem ter estudado nada depois de 6 anos longe dos livros do ensino médio. Fazia a residência de dia e, à noite, cursava Filosofia no Campus do Vale, em Viamão. Entretanto, Como haviam muitas cadeiras diurnas na Filosofia (que eu sempre amei), solicitei transferência para Ciências Sociais noturno, que cursei até o final de 2002, quando decidi interromper para dedicar-me à prova de título de especialista, que haveria no final de 2003. E assim fiz.

Gostaria de seguir esta história, provavelmente o farei em outro momento, pois ela tem fatos divertidos, alguns tristes, outros até incômodos – mas sinto que ela já está ficando longa demais!

Em algum momento no futuro, compartilho com mais detalhes especificamente sobre o meu caminho do autodidatismo: as lições que aprendi em relação ao tempo que estive apoiado por tutores e naquele em que escolhi caminhar solo como forma de produzir e alcançar conhecimento e como foi minha experiência com estes dois modos de ser e viver. Antecipo: ambos teu seu valor, suas vantagens e desvantagens!

Espero ter deixado um pouco mais clara minha jornada, mesmo que de forma incompleta, sem narrar com detalhes esse período e mesmo sem pincelar o que aconteceu entre 2004 e 2020. Mas isso é assunto para outra história!

Tenha um ótimo dia e que ele seja recheado de boas escolhas!

Namaskar

PS: Enquanto isso, que tal ler um artigo que escrevi sobre Autodidatismo e Desescolarização e outro sobre Recursos Educacionais Abertos?

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Ontem li um texto que me fez ler em uma talagada só, uma das mais belas reportagens investigativas que já tive acesso. Conheça a história do Fofão da Augusta.

A incrível e humana história de Ricardo.

A partir de um personagem com o qual não tinha a mínima intimidade ou interesse, acabei mergulhando em um mundo no qual salões de beleza, crises familiares, desejo exacerbado pelo aprimoramento estético, esquizofrenia, moradores de rua e a noção pungente de humanidade se fizeram presentes em cada nova linha.

Um texto escrito por Chico Felitti, um cara sobre o qual não encontro muitas infos em seu próprio face, e cujo blog está abandonado desde 2012, mas que tem participado sistematicamente como colaborador da Piauí e que mantem uma coluna/blog sui generis na Folha de São Paulo, chamada Digo Sim. Por lá, diz assim: “Blog conta a trajetória de casais que decidiram subir ao altar, em formato de crônica, e traz notícias sobre o mercado matrimonial. É produzido pelo repórter Chico Felitti, que é solteiro.

O texto ao qual me refiro tem o seguinte título e chamada, na Buzzfeed:

“Fofão da Augusta? Quem me chama assim não me conhece”

O repórter Chico Felitti mergulhou por quatro meses no universo trágico e violento do morador de rua que São Paulo inteira conhece — mas que ninguém sabe quem é.

Se você ainda dá bola pra sua vida – ou mesmo que você não dê mais – faça um favor para si mesmo, clica no link a seguir e entenda você mesmo porque estou fazendo esta chamativa chamada para esta reportagem.

Clica aqui: Ricardo Corrêa da Silva na Buzzfeed, por Chico Felitti

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Nem todas minhas postagens e ideias fazem sucesso em todos os públicos

(ainda bem, do contrário iria pensar que estou em um sonho egocêntrico e 🙂 ).

pedro-rios-leao

 

Uma dessas ideias polêmicas é a ideia da Livrai.me | Igreja Anarquista Livrai-vos dos Senhores.

A Livrai.me é, na verdade, um Manifesto pela autossuficiência e pela tomada de uma autoconsciência profunda por cada um de nós.

Na página inicial (livrai.me) conclamamos às pessoas que enviem fotos e uma pequena descrição de momentos nos quais elas sentiram-se verdadeiramente livres.

Leia o Manifesto completo em http://livrai.me/igreja-anarquista/

PS: Mantenho profundo respeito pelas crenças individuais de cada um, e desejo a felicidade e o bem-estar para todos os seres sencientes. Existem vantagens e desvantagens individuais e coletivas para cada escolha, teísta ou ateísta que fizermos. Os livros de história e de estatística estão aí para nos demonstrar, podemos usá-los como referência ou ignorá-los, bem como as escrituras assim ditas sagradas.

 

PS2: na foto, Pedro Rios Leão, na “Colheita da abstenção”.

 

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pedro-rios-leao

Nem todas minhas postagens e ideias fazem sucesso em todos os públicos (ainda bem, do contrário iria pensar que estou em um sonho egocêntrico e 🙂 ).
Uma dessas ideias polêmicas é a ideia da Livrai.me | Igreja Anarquista Livrai-vos dos Senhores.
A Livrai.me é, na verdade, um Manifesto pela autossuficiência e pela tomada de uma autoconsciência profunda por cada um de nós.

Na página inicial (livrai.me) conclamamos às pessoas que enviem fotos e uma pequena descrição de momentos nos quais elas sentiram-se verdadeiramente livres.
Leia o Manifesto completo em http://livrai.me/igreja-anarquista/
PS: Mantenho profundo respeito pelas crenças individuais de cada um, e desejo a felicidade e o bem-estar para todos os seres sencientes. Existem vantagens e desvantagens individuais e coletivas para cada escolha, teísta ou ateísta que fizermos. Os livros de história e de estatística estão aí para nos demonstrar, podemos usá-los como referência ou ignorá-los, bem como as escrituras assim ditas sagradas.
PS2: na foto, Pedro Rios Leão, na “Colheita da abstenção”.
 
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Imagine se você não precisasse mais se preocupar em trabalhar para juntar dinheiro para comprar coisas, e você as tivesse à sua disposição, quando precisasse, próximo da sua casa, pelo tempo que você precisar, a uma fração do custo de adquiri-la. E, mesmo que você não tivesse dinheiro, você também pudesse usufruir destas “coisas” que você necessita?

 

Então, isso já é possível, dentro do conceito de Tudoteca.

 

Berkeley_Public_Library_tool_lending_library,_insideA Tudoteca é uma ideia que tive lá pelos idos de 2007-2008 e foi inspirada em dois conceitos: o de Cohousing (que também me inspirou a criar a Coolmeia, naqueles anos) e o conceito de Tool Library, que vim a conhecer lá por 2011-12, e ajudou a aperfeiçoar o modelo da Tudoteca.

Bem, e o que é exatamente, para quê serve e como funciona essa tal de Tudoteca? Explico. Pega um café, suco, água, mate gelado ou um chimarrão e presta atenção vivente, que a história é boa de se ouvir!

 

In Boulder, Colorado the Tool Library looks much like a hardware store and even rents out tools to contractors to help subsidize rental costs and membership fees for the general public.

 

 

Imagine um lugar no qual você possa pegar emprestado “quase” qualquer utensílio de uso eventual para sua casa, local de trabalho, viagem, festa… Um local no qual estariam disponíveis para empréstimo desde ferramentas de uso eventual como furadeiras, serras elétricas, escadas de vários tamanhos, aspiradores de pó, lava-jatos portáteis, ferramentas de mão como martelos, serrotes, chaves de fenda, de boca, alicates, tornos…

 

 

Além disso você poderia pegar emprestado louças, talheres, copos e toalhas de mesa para aquela festa de formatura do seu filho ou aniversário da sua filha (que se fossem alugados custariam os olhos da cara!)… E você também poderia pegar emprestados livros, revistas, CDs, DVDs, roupas, um freezer, frigobar, chaleiras, liquidificadores, microondas, forno elétrico, batedeira, panificadora… Quer acampar? Para quê comprar se você pode pegar emprestada uma barraca, lanterna, uma churrasqueira portátil, um par de rádio-transmissores de longo alcance, varas de pescar…

pratos-e-talheres

 

Nesse mesmo espaço, encontraríamos também uma padaria comunitária, na qual os membros do coletivo que irá autogerir a Tudoteca se revezariam na produção, distribuição e eventual comercialização do excedente lá produzido. Poderíamos também ter um refeitório ou restaurante comunitário, que ofereceria refeições produzidas com alimentos orgânicos produzidos por pequenos agricultores das redondezas.

Padarias-comunitarias

O mesmo sistema de rodízio e escala de trabalho aqui também se aplicaria. E que tal um café funcionando no mesmo espaço, o dia inteiro, para quem está de passagem e quer encontrar um amigo enquanto lê um livro ou escuta uma música na vitrola que está à disposição dos associados?

Balzacs1

instrumentos-musicais

E se, além disso, na Tudoteca também tivesse uma lavanderia coletiva, em que as máquinas pudessem ser usadas em troca de alguns “pontos de crédito” dos associados?

lavanderia-coletiva-wise-blog-do-parlare

E, ainda mais, se tivéssemos uma pequena Brinquedoteca para as crianças poderem se divertir enquanto os pais trabalham ou circulam pela Tudoteca?

brinquedoteca

Não seria macanudo tudo isso num mesmo lugar, agradável, aconchegante e efervescente cultural e socialmente, recebendo vez ou outra oficinas, seminários, rodas de conversa, encontros de aprendizagem informais, apresentações musicais e artísticas, saraus, cineclubes, fotoclubes, green drinks, pecha kucha nights, stand ups?

E o mais legal de tudo isso: poderia participar quem tem grana, quem tem coisas sobrando e mesmo quem não tem grana nenhuma, só um pouco de tempo para trocar. Como assim? Explico:

Tudoteca, para se tornar sustentável, funcionaria como uma associação horizontal e autogerida.

Opção 1: Se você tem grana, você paga digamos 39,90 ao mês por 300 créditos, 59,90 por mês por 500 créditos ou 79,90 por mês por 800 créditos e pode trocar estes créditos por X dias dos produtos W, Y e Z que você precisa naquele mês. Se não quer pagar mensalidade, você pode se associar e, por cada 1 real você comprar 5 créditos para poder emprestar algum bem ou serviço determinado (digamos que você só está na Tudoteca pelo maravilhoso pão de arroz integral sem glúten que a Daiane faz…)

Opção 2: Se você não tem grana, mas tem “coisas” que estão paradas na sua casa, você pode doar estas coisas para a Tudoteca – por exemplo uma parafusadeira, uma guitarra e um amplificador que você não toca mais, um jogo Banco Imobiliário e 2 decks de Super Trunfo e um secador de cabelo que sua ex-namorada esqueceu no seu apartamento – e em troca delas, você ganha créditos e passa a usá-los para emprestar coisas das quais você realmente precisa.

Opção 3: Tá! Mas eu não tenho grana e também não tenho nada para doar. Sou um estudante universitário pé-rapado, sou morador de rua, tenho um emprego que mal dá pra sustentar minha família. E agora. Preciso de uma furadeira só por um dia pra consertar algumas coisas lá em casa. Neste caso, você pode oferecer algo que todos seres vivos (enquanto vivos) temos: tempo! Você pode oferecer um sábado pela manhã da sua vida para ajudar a alcançar os objetos para quem for na Tudoteca pegá-los, pode ajudar na padaria ou no restaurante comunitários, pode ajudar na limpeza, buscando nossos hortifrutigranjeiros orgânicos ou mesmo cuidando das crianças na Brinquedoteca. Em troca do seu tempo, você ganha os créditos que você vai trocar pelo que você quiser. Sempre que eles acabarem, não tem problema: só oferecer o seu tempo novamente!

Ei, mas espera aí! Vai ter gente trabalhando na Tudoteca em troca de créditos e depois vai vender por fora para ganhar uns trocos. Mercado Negro! Pode isso? Sabe que só pensei nisso agora, nesse exato instante? Eu, Rafael, não vejo problema nisso. Mas e o resto das pessoas do coletivo, o que pensam? Acho que esse é um dos assuntos que deve ser deliberado coletivamente, bem como outros detalhes que devem ser registrados em uma Carta de Princípio e em uma Bases da Unidade (que também podemos chamar de Termos de Uso) da Tudoteca.

Tá, e essa grana que vai entrar na Tudoteca, pra quê serve? Vai enriquecer alguém? Nããão! O dinheiro que entrar será usado em parte para consertar e repor equipamentos, peças e ampliar o acervo de bens e serviços da Tudoteca, uma parte será reservada na forma de um Fundo de Emergência para os Associados, em caso de catástrofes naturais ou épocas de crise (estão vendo as nuvens negras da tempestade se aproximando no horizonte?) e uma parte será reservada para um Fundo de Multiplicação de Tudotecas, para criar a Tudoteca 2, a Tudoteca 3, a Tudoteca 4 e assim por diante, nas comunidades que forem se apresentando e demonstrando desejo de possuir uma na vizinhança.

E aí? Gostou da ideia? Supimpa né? Valeu, obrigado! Também acho! 🙂

Ah! tem outras ideias que já foram desenvolvidas pensando na expansão e no “espalhamento” de Tudotecas por todos os cantos do Brasil e do Mundo.

Quer saber quais são elas e fazer parte do time que vai planejar a instalação da primeira Tudoteca no Brasil? Coloca teu nome e e-mail aí embaixo que entramos em contato!

Agora, se você se empolgou de verdade e quer fazer parte do time que vai fazer as Tudotecas se espalharem pelo mundo, vá direto para o nosso Mapeamento de Ativos e Necessidades e apresente-se!

 

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