Redes Sociais


A: Minha horta embrionária tem um futuro promissor, he. Já começo a pensar na minha composteira, pq sou teimosa e ansiosa e quero fazer as coisas logo. Vê, quando der, aquele projeto que tu me disse sobre. Beijos.

Eu: ah, desculpe! esqueci completamente! – neste tempo, o projeto foi soterrado embaixo de pilhas e mais pilhas de papel, mas já estou solicitando ao departamento de projetos que crie um projeto de desbravamento arqueológico das referidas pilhas. Assim que o projeto ficar pronto, se não for esquecido em outra pilha de projetos, será encaminhado ao setor de licitações, que depois do processo legal e burocrático necessário, irá por em andamento o processo licitatório. Uma vez tendo sido, por este meio, selecionado o arqueólogo para o serviço, ele deverá subcontratar seus ajudantes para então começar a procurar pelo projeto da composteira que havia lhe prometido.

Provavelmente até o final de 2014 (se as obras da Copa não atrapalharem), terei o projeto em mãos e poderei encaminhá-lo a você.

Ou então, passo novamente lá na EPAGRI e peço outro, o que pode ser mais rápido.

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Fui convidado pela Doutoranda Roberta Mânica,

professora da ESUCRI, Escola Superior de Criciúma, para ministrar uma aula sobre Internet, Redes Sociais e falar um pouco mais da minha história e meu envolvimento com as redes sociais.

Apesar da experiência de ensino-aprendizagem se dar dentro de uma instituição constituída com fins pré-determinados, fiquei feliz em saber que existe esta abertura à participação da comunidade, sempre que se julgue – meritoria ou imeritoriamente – que alguém pode contribuir à formação de outros.

Acabei de saber que o espaço a ser utilizado é um auditório e que, a princípio, serão duas turmas com as quais irei conversar. O desafio será conseguir passar o que tenho aprendido ao mesmo tempo em que nosso contato não seja somente uma aula no sentido comum do termo, como um professor passando – de cima para baixo – o conhecimento a seus alunos.

É certo que tenho estudado e convivido muito com a internet e tenho pesquisado e praticado as redes sociais nos últimos anos, podendo compartilhar em boa dose um pouco do que aprendi. Mas gostaria muito de aproveitar esta experiência para ouvir o que está turma de jovens (ou nem tão jovens) aprendizes tem a questionar e a dizer.

Para tanto, espero tirar a parte expositiva do centro e focar mais na parte deliberativa, na discussão que virá entremeada e logo após.

Desde já agradeço o convite da Professora Roberta e espero fazer jus à expectativa que se criou em torno de minha visita à ESUCRI.

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Redes sociais como Orkut e Facebook servem para uma coisa: encontrar pessoas. Sinceramente, acredito que devam ser utilizadas somente para isso.
Apesar de oferecerem uma série de ferramentas de produção de conteúdo, comunicação privada e muito mais, não devemos esquecer que eles não deixam de ser um CMS (Content Management System) proprietário, de direito privado. Ou seja: são propriedade de alguém, assim como todo conteúdo que por lá é publicado. Você leu os Termos de Uso?
Este alerta deve ser feito porque é interessante notar que muitas pessoas estão jogando sua produção em espaços sobre os quais tem pouco ou nenhum controle. O Facebook, por exemplo, impossibilita toda tipo de exportação de dados para outro sistema manejado por você.

Armadilha de Lagostas Facebook

Michael Gilbert, em artigo publicado no Nonprofit Online News, nos dá algumas dicas de como tirar o máximo do Facebook sem ser pego na armadilha para lagostas que são as redes sociais proprietárias:

  1. Nunca solicite a ninguém usar o Facebook para interagir com você de uma forma particular ou exclusiva. Por exemplo: sempre deixe o mesmo conteúdo disponível de uma forma aberta em outro local
  2. Nunca solicite a ninguém usar o Facebook para interagir com seus pares de um modo particular. Isso quer dizer: não faça do Facebook um clube exclusivo.
  3. Sempre procure por formas de tirar as pessoas da armadilha para lagostas e colocá-las em redes de conexão amplas e públicas. Use o Facebook como um ponto de entrada para uma outra mídia, mais amplamente conectável, nunca no outro sentido
  4. Nunca desenvolva conteúdo somente para o Facebook. Essa é o corolário número 1, mas necessita de ênfase
  5. Sempre trabalhe para tornar os mapas sociais de sua rede mais visíveis. Em outras palavras, uma das características mais fortes do Facebook é a capacidade de encontrar amigos de amigos. No caso de suas redes, não deixe o Facebook ser o único local em que elas acontecem
  6. Nunca confunda o Facebook com as redes sociais as quais ele alimenta. Por exemplo, não nomeie seus projetos de redes sociais vinculados ao Facebook ou a outras mídias. Nomeie-os de acordo com os grupos de stakeholders que você está tentando empoderar
  7. Sempre seja especialmente disciplinado em seu pensamento onde pressão sobre os pares está acontecendo. Tenha em mente como você está influenciando as pessoas em virtude das conexões que você está estimulando.

Resumo da ópera: compartilhe, mas abra o olho. Veja se não está pondo seus ovos na cesta da raposa. No mais, relaxe e goze em gotinhas.
A capacidade de espalhar socialmente nossas atitudes, ou “social lifestreaming” será a ação que finalmente mostrará aos indivíduos o poder do “opensource”, uma ação sobre a qual cada um terá controle, e cada terminal se tornará uma plataforma de publicação representativa de seu proprietário ou autor. Atitudes voltadas para esta direção estão aparecendo em vários pontos da web, e irei abordá-las em um novo artigo.

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SpamMais atrasado do que nunca, mas antes tarde do que nunca, criei – em momento de ócio sem criatividade, duas das comunidades mais inúteis do Orkut: CHEGA DE SPAM! e CHEGA DE SPAM NO ORKUT!

Ambas visam acabar com o SPAM de uma vez por todas.

É BÓBVIO que isso é uma Utopia maior do que estabelecer uma relação social entre humanos sem qualquer forma de governo instituído, anárquico. E, então, pra que isso?

Te respondo: pra nada mermão. E pra quê este post pra anunciar esta bobagem então? Pra nada, pra nada…

De qualquer forma, se estás sem ter o que fazer, clica na porra dos links abaixo e entra nas Comunidades. Pra quê? Pra nada, pra nada…

CHEGA DE SPAM! e CHEGA DE SPAM NO ORKUT!

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Acredito que nós, blogueiros, interessados ou não em hypes, marketing viral publicitário, monetizados ou adfreebloggers, todos poderíamos dedicar parte do nosso tempo com estas ações. Imagino que, ao menos uma vez por mês já seria bom demais que saíssemos do tema do nosso blog e repercutíssemos algo social e humanamente relevante. Quer falemos de literatura, futebol, automobilismo, tecnologia, religião, humor, política ou qualquer outro assunto, sempre há espaço para elevar a consciência das pessoas.

O bicho homem ainda vive com a percepção de que é o último e melhor sobre a face deste planetinha tão judiado. Mal sabe que o fogo é composto de labaredas e estas de fagulhas, que por sua vez…

Em alguns dias estarei preparando um selo para ser utilizado por quem compartilha da mesma percepção e estarei publicando-o aqui. Enquanto isso, coloquemos os neurônios para funcionar e fortaleçamos nossos braços, que há muitos que precisam de ajuda. A propósito: antes que digam que isto é uma estratégia para gerar mais links para este site, afirmo: isto NÃO é uma estratégia para trazer links para cá. É SIM, uma forma de encontrar pessoas que, como eu, preocupam-se de verdade com os rumos que o mundo vem afirmando e querem encontrar saídas para esta forma odiosa do homem relacionar-se consigo mesmo e com a Natureza.

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