Category Archives for "Música"

set 22

Come On Come On

By Rafael Reinehr | The Brains

        "Não bastava para ti que eu entregasse o meu amor…" Isso sim é uma canção de amor! Come On Come On começa já a milhão, chamando a galera para sacudir o esqueleto.

        Mas é depois que a tempestade passa que vem a parte mais interessante da música a meu ver: uma levada baião-iron-maiden faz um intermezzo pra lá de diferente, seguido por uma porção de calmaria que direciona para um final surpreendente.

        Vocalizes e palmas, escute aqui.

 

set 15

Searkoonsflay

By Rafael Reinehr | The Brains

Searkoonsflay. O que quer dizer searkoonsflay? Nada! Absolutamente nada! É apenas uma palavra que lembra algo dito em bom e puro embromation, assim como toda música, que usa palavras em inglês e outras que se aproximam da língua inglesa para fazer uma das letras mais malucas que se tem notícia.

“Now I´m trying find some ship, I´m treaming lip” e “Getting on, grow green flowers, searkoonsflay” são alguns dos trechos desta psicodélica canção.

A intro é de outro mundo, assim como o solo do final. O vocal meio nirvanesco é outro quesito à parte.

Escute a música aqui.

set 08

The Mutants

By Rafael Reinehr | The Brains

Sabe aqulela música que até é gostosa de ouvir mas que cansa o guitarrista? Pois, esta é The Mutants! Composta de três guitarras e um baixo superpostos, é uma verdadeira muralha de sons do começo ao fim. Os gritos de lããããaã-lãrulããã-lã-lã-ããã são a única parte vocal da peça.

A música gerou polêmicas: era a preferida nos shows pelo Fabiano, enquanto eu detestava tocar, pela mecanicidade necessária para tocá-la.

Para escutá-la, clique aqui .

 

set 01

Peter Pan

By Rafael Reinehr | The Brains

A The Brains nunca foi muito preocupada em desenvolver letras que fizessem muito sentido ou mandasse mensagens políticas, de amor ou o que quer que seja. Peter Pan não foge muito desta regra, e, apesar de ser uma das músicas com a letra mais bem construída do CD, o que me faz gostar desta música é o fato de que nela fiz algumas experimentações vocais (nem tão bem sucedidas).

"Não vou mais dizer adeus, não vou mais envelhecer" chama um solo "interlúdico" que é seguido então por uma guitarra a la ska e na seqüência com uma breve passagem em que o baixo desaparece. Tenho orgulho de ter ajudado a construir estas idéias.

Para escutar a música, clique aqui

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ago 25

She Wants To Be On My Side

By Rafael Reinehr | The Brains

She Wants To Be On My Side (cuja forma gramaticalmente correta seria "by my side") é a segunda música do CD The Brains da banda The Brains. Foi uma das primeiras músicas compostas pelo Fabiano e por mim, naquele fenomenal dia em que, em uma sentada, compusemos 9 músicas que depois fariam parte das mais de 40 canções originais que compusemos.

Um solo simples mas extremamente gostoso de ouvir e uma quebrada bossa nova no meio da música são as características que chamam atenção. Um verdadeiro hit musical!

Para escutar a música, clique aqui .

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ago 18

Over The Oceans And Far Away

By Rafael Reinehr | The Brains

Se existe uma música de abertura vibrante, elétrica e rock n´roll, esta é Over The Oceans And Far Away . Fazendo um trocadalho do carilho com a música do Led Zeppelin (Over The Hills And Far Away), este rock de poucos mas intensos acordes é uma delícia escutado em alto e bom som em um sistema de som potente e sem distorção.

Esta é a música de abertura do CD homônimo de estréia da banda The Brains, da qual fiz parte de meados de 1994 até cerca de 2002, quando ela entrou em estado de hibernação e permanece até hoje.

Semanalmente estarei disponibilizando uma nova música para apreciação.

Para escutar a música, faça o download aqui

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Dave Brubeck
ago 12

Por que gosto de Jazz?

By Rafael Reinehr | Ando Escutando

Por quê você escuta o que escuta? Milton Ribeiro, o que te atrai na música clássica? Alexandre Inagaki , o que te fez apaixonar-se por Aimee Mann?

– Rafael, porque gostas de Jazz? Te achas um cara "sofisticado", pensas que é "cult" gostar de Jazz?
– Não, amigo Reinehr! Gosto de Jazz porque ele fala comigo! Escutar Jazz é como ouvir uma boa conversa, daquelas que queremos nos lembrar para sempre.
– Então quando escutas Jazz te isolas?
– Não! Pelo contrário! Quando escuto Jazz entro em comunhão com todas as pessoas. Me religo à minha essência. Posso escutá-lo sozinho em meu quarto e também em um animado jantar com meus amigos.
– E o que você recomenda hoje?
– Hoje vou indicar o seguinte:

Dave Brubeck
Dave Brubeck – Time Out

Esta obra prima, lançada em 1959, levou Dave Brubeck a um sucesso sem precedentes na história do Jazz. Contém a fabulosa Take Five, talvez um dos singles mais conhecidos entre as peças do Jazz.

Além do piano de Brubeck, o quarteto se completa com Paul Desmond no sax alto, Eugene Wright no baixo e Joe Morello na bateria.

Definitivamente imperdível.

 

 

 

Diana Krall

Diana Krall – The Look of Love

Lançado em 2001 nos EUA e no Brasil, este é o sexto disco da cantora e pianista canadense alçada na segunda metade da década de 90 ao posto de "diva"do Jazz.

Apesar do intenso marketing que, feito em torno da bela imagem da cantora desviar a atenção de ouvidos desatentos, a contralto mostra mesmo que seu chão é a voz. Apesar de não poder se encaixar dentro das obras-primas do Jazz, este disco composto quase completamente por baladas serve muito bem para acompanhar uma boa leitura ou um romântico jantar à luz de velas.

 

 

Sonny Side Up

Dizzie Gillespie/Rollins/Stitt – Sonny Side Up

Gravado em 1957 em Nova Iorque, este brilhante embate entre o gigante trumpetista Dizzy Gillespie e os saxofonistas Sonny Stitt e Sonny Rollins mostrou que na guerra da música todos podem sair vencedores, principalmente os ouvintes.

Com Ray Bryant no piano, Tommy Bryant no baixo e Charles Persip na bateria, você escuta as quatro músicas esperando que elas se tornem 10, 20, 40.

Virtuosismo e perfeita noção de harmonia é o que demonstra este trio, neste encontro mais que histórico.

 

 

Toots Thielemans

Toots Thielemans – One More for The Road

Nascido na Bélgica em 1922, emigrando para os Estados Unidos 30 anos depois, este mestre da harmônica teve como seu primeiro ídolo o violonista Django Reinhardt e foi influenciado por Charlie Parker.

Tocou com Benny Goodman, Ella Fitzgeralds, Jaco Pastorius, Natalie Cole, Pat Metheny, Paul Simon, Billy Joel e muitos outros.

Neste disco, onde conta com participações especialíssimas de artistas como Oleta Adams e Madeleine Peyroux, a puxada é bluesística, mas o Jazz não deixa de participar. Vale conferir.

 

Trialogo

Debora Gurgel/Itamar/Pércio – Triálogo

Gravado ao vivo na casa de Debora, o CD Triálogo traz o registro da interação entre os músicos executando temas inéditos compostos por Debora.
Os arranjos iniciais, trabalhados por Debora junto à composição das músicas foram tomando outro rumo ao longo dos ensaios, incorporando as influências de Pércio e Itamar. Assim, o que inicialmente era um baião (Trilhos de Itatinga) tornou-se um baião "fusion", com claras influências do jazz-rock, o que era um samba em 3/4 ganhou referências atonais e rearmonizações que remetem a Hermeto Pascoal (Que Bagunça!), etc.
Sem retoques, overdubbings ou qualquer tipo de edição, o CD traz a concepção musical dos três integrantes na sua mais pura forma. (do site do grupo )

A audição deste disco de estréia é OBRIGATÓRIA! Baião, fusion, samba-choro, maracatu, bossa nova, partido-alto e até valsa são liquidificados pelo grupo.

Wayne Shorter

Wayne Shorter – Footprints Live!

Um dos saxofonistas mais influentes do Jazz moderno, o histórico saxofonista da fantástica Weather Report é conhecido pela composição de numerosos temas que se tornaram standards do Jazz.

Extremamente imaginativo, este Footprints Live! traz a turnê de 2001 em que Wayne Shorter liderou um quarteto formado pelo pianista Danilo Perez, pelo baixista John Patitucci e pelo baterista Brian Blade.

Rica alquimia que se transformou em uma peça digna de se ter em casa e apresentar para os melhores amigos.

 

Yamandú

Yamandú Costa – Yamandú

Yamandú só pode ser descrito com um adjetivo: gênio. Este passofundense começou a tocar com 7 anos de idade, ensinado pelo pai, Algacir Costa, líder do grupo "Os Fronteiriços".

Quando vi esta monstruosidade tocar pela primeira vez, no Salão de Atos da UFRGS, entendi o motivo da fila estar dando a volta no complexo da Universidade. Sua performance é indescritível. Qualquer pessoa que não tenha um disco do Yamandú Costa em casa é um alienado. Um louco. Doido varrido. Lelé da cuca.

No site do compositor , podemos encontrar partituras de algumas de suas músicas. Para um fantástico violonista, tentar tocar Yamandú é um desafio e tanto. Para os demais, uma tentativa vã e certamente frustra.

Coloque o CD e vá preparando o chimarrão, deliciando-se com o amargo e com a sonoridade.

 

Jimi Hendrix
jul 29

Sites musicais imperdíveis 1/X

By Rafael Reinehr | Dicas Quentessssss!

Jimi HendrixAnote aí (e não perca!):

Dois dos sites mais bacanas que relacionam listas de hits de músicas desde os anos 30 até recentemente.

O primeiro, Top 40 Hits 1930-1998 faz uma lista dos hits que chegaram até o quadragésimo lugar em cada ano. Apesar de não ter conseguido identificar qual tipo de ranking foi usado, a lista das músicas é impressionantemente representativa de cada ano.

Se você já gostou do primeiro, o The Music Lists é um mamão bem docinho para ser comido naquela manhã preguiçosa de domingo. Deleite-se e babe com as incontáveis listas de Melhores Performances Líricas, Melhores Músicas Psicodélicas, Melhores Artistas de Reggae e muito mais!

 

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