Glistening Deepwater e o Poder das Ondas

Posted By Rafael Reinehr on mar 22, 2009 | 5 comments


No ano passado, depois de iniciar minha jornada em busca de algo que realmente desse significado à minha vida, algo além dos planos mundanos e hedonistas que compartilho com boa parte da humanidade, acabei conhecendo o Wiser Earth, e por lá uma senhora chamada Glistening DeepWater, que escreveu o belíssimo texto a seguir:

Os muitos grupos, ideias e entendimentos necessários para criar mudanças benéficas duradouras no mundo estão emergindo em todo lugar e existem pessoas-chave trabalhando para unir estes grupos em um movimento coeso.

A evolução necessariamente nos conduz a um território não mapeado e existem pioneiros que estão trabalhando no desenvolvimento de uma estrutura de entendimento que irá tornar-se um novo paradigma para a evolução de toda humanidade.

Estas ideias excitantes estão sendo exploradas e discutidas, testadas e formuladas em modelos para ação efetiva. Entretanto a realidade da situação é que a única mudança que podemos efetuar está dentro de nós mesmos (…)

É pela união para dar suporte um ao outro através deste processo de transformação interna que nos tornamos um grupo integrado e harmonioso, e ajudamos a acelerar o processo de cada um, aprendendo um com o outro à medida que progredimos.

Interessante, não? Uma belíssima percepção acerca de um mundo mutante. Enquanto a força do capitalismo para uns parece mais forte do que nunca, para outros está prestes a desmoronar. Enquanto uns buscam televisionar e twittar tudo o que acontece, outros se apercebem que a revolução não será televisionada. Será ela twittada?

Ao mesmo tempo, surgem ideias em todos cantos do mundo, de forma isolada, como esta bela proposta de Andy Lubershane para adaptar os sistemas de geração de energia pela força das ondas em situações difíceis:

Poder das Ondas Energia

E aí? Vamos integrar todo este ímpeto que move a muitos de nós em direção a um mundo melhor? Pois então, vem conosco que o trabalho está só começando!

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5 Comments

  1. hoje em dia ainda daria enjoo ao receber a conta de luz….
    abç

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  2. Mahai: que legal saber! tomara que a tecnologia de ondas de mar seja implantada logo!

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  3. Energia das ondas, energia das marés
    Encontrei um link bacana falando sobre isso, Erny: http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/ondas-brasileiras-guardam-potencial-de-20gw/

    Acho que a ideia que ilustrei acima, criada pelo Andy Lubershane é só um aperfeiçoamento da ideia original.

    Encontrei também um gráfico que mostra, de forma didática, como funcionaria uma usina “marélétrica”: http://www.cei.santacruz.g12.br/~energia/energiadasmares.htm

    Um abraço e obrigado Luiz e Mahai por ilustrarem o artigo com os belos comentários.

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  4. O Brasil já domina a tecnologia de energia das ondas do mar. Na COPPE do Ri existe uma planta piloto. Há dois tipos de tecnologias em estudo no Brasil.
    Já os ventos são uma realidade em Osório e no Rio Grande do Norte. Em Livramento aqui no RS tem grande chance de instalar.
    A energia eólica anda sendo questionada na Alemanha (onde fica o maio parque de geração), pois a necessidade de manutenção constante, troca de peças (usinadas, que consomem energia na fabricação) e problemas estruturais tem levado a uma revisão do custo-beneficio.
    Tem o impacto visual e sonoro no entorno.

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  5. a ideia de gerar energia através das ondas do mar já é realidade em alguns países, gerando já uma quantidade significativa de eletricidade; nós aqui no Brasil temos um montão de mar, acho estranho ninguém ter levado isso adiante; uns dias atrás assisti senadores discutindo sobre a viabilidade de gerar eletricidade aproveitando os ventos, certamente outra ideia muitíssimo promissora e já realidade em outros países; o governo brasileiro, que está tão interessado em fontes alternativas de energia, bem que poderia incluir no PAC a construção de unidades de geração baseadas nessas duas fontes de que o Brasil dispõe generosamente. ver que temos todo esse potencial, e assistir, por outro lado, cidades inteiras terem seus equilíbrios ambientais e sociais(!) despedaçados pela instalação de usinas hidrelétricas é angustiante.

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