(R)evolução energética

By Rafael Reinehr | Revolução Energética

Abr 27

O Greenpeace e a Comissão Européia de Energia Renovável (EREC) liberaram recentemente um relatório encomendado ao Centro Aeroespacial da Alemanha (DLR), um dos mais conceituados institutos de pesquisa na área de cenários energéticos. Neste relatório e em sua versão brasileira – feita pelo GEPEA (Grupo de Engenharia de Energia e Automação de Elétricas da Escola Politécnica da USP) – apresentam-se alternativas globais para a troca do atual sistema gerador de CO2 baseado na exploração da energia fóssil (carvão, petróleo) e na energia nuclear em um sistema de criação de energia sustentável não poluente baseado na utilização da energia hidrelétrica, eólica, solar térmica, oceânica e de biomassa, por exemplo.

 

Para não ficar apenas no discurso, durante o lançamento do relatório [r]evolução energética, inauguram-se 40 painéis solares fotovoltaicos na sede da organização do Greenpeace em São Paulo que captam a luz do sol e geram 2.800 watts. O sistema foi conectado à rede pública de energia e a ela repassará o excedente de energia gerado – o que não é permitido por lei. Fizeram um ‘gato’ ao contrário: em vez de roubar energia do sistema público de energia, passaram a devolver energia à rede.

O Greenpeace e a Comissão Européia de Energia Renovável (EREC) liberaram recentemente um relatório encomendado ao Centro Aeroespacial da Alemanha (DLR), um dos mais conceituados institutos de pesquisa na área de cenários energéticos. Neste relatório e em sua versão brasileira – feita pelo GEPEA (Grupo de Engenharia de Energia e Automação de Elétricas da Escola Politécnica da USP) – apresentam-se alternativas globais para a troca do atual sistema gerador de CO2 baseado na exploração da energia fóssil (carvão, petróleo) e na energia nuclear em um sistema de criação de energia sustentável não poluente baseado na utilização da energia hidrelétrica, eólica, solar térmica, oceânica e de biomassa, por exemplo.

 

Para não ficar apenas no discurso, durante o lançamento do relatório [r]evolução energética, inauguram-se 40 painéis solares fotovoltaicos na sede da organização do Greenpeace em São Paulo que captam a luz do sol e geram 2.800 watts. O sistema foi conectado à rede pública de energia e a ela repassará o excedente de energia gerado – o que não é permitido por lei. Fizeram um ‘gato’ ao contrário: em vez de roubar energia do sistema público de energia, passaram a devolver energia à rede.

A instalação deve suprir até 50% da demanda diária de eletricidade do escritório do Greenpeace.

“Decidimos praticar este ato de desobediência civil para questionar o atual modelo de geração e distribuição de eletricidade”, explica Marcelo Furtado, diretor de campanhas do Greenpeace. “Em linha com a revolução energética que estamos propondo, acreditamos na descentralização da geração de energia e na criação, por meio de políticas públicas consistentes, e de um mercado de energias renováveis como eólica, biomassa, solar e pequenas centrais hidrelétricas, acessível ao consumidor final. Também vamos aplicar medidas de eficiência energética em nossa sede para demonstrar as vantagens econômicas da sustentabilidade”, afirma Furtado. (fonte)

 

Recomendo a leitura de ambos relatórios. Talvez, exemplos como o do Milton tornem-se cada vez mais freqüentes. Para uma visão complementar, sugiro a leitura do Dossiê "A possível Revolução Energética " da revista Le Monde Diplomatique Brasil, um texto em quatro capítulos.

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