Quantos graus de separação entre o Bar do Juarez e um aborígene de Papua Nova-Guiné?

By Rafael Reinehr | Nonsense

set 17
Rotas, tempos e distâncias

Tenho que falar da minha participação e belíssima experiência no Seminário A Sociedade em Rede e a Educação, mas isso fica para daqui a alguns dias, quando conseguir estruturar todos os meus pensamentos e ordenar as faíscas que surgiram.

Enquanto isso, preciso fazer um convite:

Preciso entrar em contato com um aborígene, com um índio nativo de Papua Nova Guiné, alguém que ainda resida lá.

Se alguém tiver alguma informação sobre qualquer pessoa que possa ter estado na Austrália, Nova Zelândia, Japão, em Papua Nova-Guiné ou mesmo qualquer pessoa que possa ter o contato de um índio/aborígene nativo de lá, por favor, me informe.

Esta é uma experiência que tenta refutar a Teoria dos Seis Graus de Separação de Milgram, pela qual toda e qualquer pessoa sobre a face da Terra estaria a, no máximo, seis graus de separação de qualquer outra pessoa do planeta.

A ideia surgiu após um certo estímulo alcoólico na noite de 16 de setembro de 2010, enquanto Carla Lam, Luiz de Campos, Nilton Lessa, Edivan, Marcelo Braz e eu, Rafael Reinehr conversávamos animadamente no Bar do Juarez, no Brooklin, em São Paulo (compartilho a foto assim que a Carla a enviar).

Assim, decidimos que nós seis iríamos tentar entrar em contato com um aborígene nativo de Papua Nova-Guiné, usando os contatos que temos: amigos, contatos do twitter, facebook, e-mail, etc.

Me ajuda a encontrar alguém, espalhando esta mensagem entre teus contatos ou, se conhecer alguém que seja nativo de Papua Nova-Guiné?

Esta é uma experiência real, não é nenhum tipo de pegadinha.

Analisaremos quantos graus de separação existem entre cada um de nós e um aborígene de Papua Nova-Guiné. Ajude!

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