Chegamos na sexta-feira. Nas sextas, só trabalho no consultório pela manhã. Pois bem, isso vai mudar. Nas sextas-feiras não vou mais trabalhar no consultório. Os projetos literários, culturais, sociais se acumulam e decidi que já era mais do que hora de dedicar mais tempo (ainda) a eles.
Os livros que tenho programados são, inicialmente, livros não-literários: uma série de livretos com orientações sobre Obesidade, Dislipidemias, Diabete e Tireóide. Há um projeto de livro já bastante adiantado a ser lançado sob pseudônimo, por lidar com assunto-tabu.
Vou aproveitar também para organizar minhas "contas". Planejar investimentos de longo prazo, organizar a economia doméstica, programar ações e iniciativas que possam gerar renda fora da Medicina.
Gostaria de ter uma espécie de Café Filosófico-Literário, um local onde amigos pudessem se reunir no fim de tarde para um bom bate-papo regado a um som bacana e petiscos deliciosos. Livros nas estantes, uma CDteca para explorar... Também gostaria de manter um pequeno armazém de produtos naturais, que pudesse abastecer minha família, amigos e demais interessados. Estes dois projetos não visariam lucro, apenas satisfação pessoal e dos clientes.
Ainda quero dar o start na minha plantação de nogueiras, um desejo antigo que ainda vai se concretizar, tenho certeza. Tem também a horta, nos fundos de casa, que está caindo de madura. É nesse ano que ela sai! Quero plantar os pinoles cujas sementes comprei na Inglaterra. Espero que cresçam no clima não tão frio aqui do Sul.
Pois bem. É sexta-feira, e a vida é muito mais do que sequências de terças, quartas, quintas, sextas... Mas se não ficarmos de olho, ela passa. E passa a ser apenas um ajuntamento de dias com pouco significado e, quando olharmos para trás só encontramos angústia e arrependimento.
Creio não ter chegado nem a um quarto da minha vida (tenho 32), mas não quero este sentimento por perto. Viva a Vida, feita pra ser vivida!
Chegamos na sexta-feira. Nas sextas, só trabalho no consultório pela manhã. Pois bem, isso vai mudar. Nas sextas-feiras não vou mais trabalhar no consultório. Os projetos literários, culturais, sociais se acumulam e decidi que já era mais do que hora de dedicar mais tempo (ainda) a eles.
Os livros que tenho programados são, inicialmente, livros não-literários: uma série de livretos com orientações sobre Obesidade, Dislipidemias, Diabete e Tireóide. Há um projeto de livro já bastante adiantado a ser lançado sob pseudônimo, por lidar com assunto-tabu.
Vou aproveitar também para organizar minhas "contas". Planejar investimentos de longo prazo, organizar a economia doméstica, programar ações e iniciativas que possam gerar renda fora da Medicina.
Gostaria de ter uma espécie de Café Filosófico-Literário, um local onde amigos pudessem se reunir no fim de tarde para um bom bate-papo regado a um som bacana e petiscos deliciosos. Livros nas estantes, uma CDteca para explorar... Também gostaria de manter um pequeno armazém de produtos naturais, que pudesse abastecer minha família, amigos e demais interessados. Estes dois projetos não visariam lucro, apenas satisfação pessoal e dos clientes.
Ainda quero dar o start na minha plantação de nogueiras, um desejo antigo que ainda vai se concretizar, tenho certeza. Tem também a horta, nos fundos de casa, que está caindo de madura. É nesse ano que ela sai! Quero plantar os pinoles cujas sementes comprei na Inglaterra. Espero que cresçam no clima não tão frio aqui do Sul.
Pois bem. É sexta-feira, e a vida é muito mais do que sequências de terças, quartas, quintas, sextas... Mas se não ficarmos de olho, ela passa. E passa a ser apenas um ajuntamento de dias com pouco significado e, quando olharmos para trás só encontramos angústia e arrependimento.
Creio não ter chegado nem a um quarto da minha vida (tenho 32), mas não quero este sentimento por perto. Viva a Vida, feita pra ser vivida!
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Rafael Reinehr é médico endocrinologista, mas seus olhos vasculham o horizonte em busca de soluções para criar um Mundo Melhor através de iniciativas como a Coolmeia, Ideias em Cooperação.
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