Ubuntu e o Software Livre

By Rafael Reinehr | Quase-Idéias

dez 06

Há algum tempo, tive instalado em meu computador uma versão do Kurumin, se não me engano, uma das distribuições do Linux. Em função da necessidade de formatação – aqui em Araranguá as empresas para as quais levei o computador só sabem formatar a máquina – desculpe dizer, mas isso é uma piada, pois seria como eu dizer para uma mãe que eu preciso colocar o filho dela em coma induzido para tratar uma amigdalite – o Kurumin se foi e eu voltei ao Ruindows.

Hoje, uso Windows XP no desktop de casa e em um dos notebooks e o novo notebook que comprei veio com o Vista de fábrica, naquelas infernais (e ilegais) vendas casadas que existem por aí.

O Vista Home Premium, não preciso dizer, é uma verdadeira praga. Mesmo em um computador com 2Gb de RAM, ele torna o computador lento e trava com muita freqüência.

Como comprei um novo PC, desta vez um Intel QuadCore com 4 processadores de 2,83 MHz , com 4Gb de RAM com 12GB de cache L3 e FSB 1333 MHz dual-channel e 64-bits de arquitetura, creio que o bichinho agüente o Vista Ultimate. Entretanto, estou pronado – graças à sugestão do meu amigo Eduardo Sabbi, a utilizar a nova versão do Ubuntu.

O Edu me mostrou um vídeo que mostra as funcionalidades gráficas da versão 8.04 e me encaminhou para a página do Ubuntu na Web que acabou por me conquistar. Quando li os seguintes parágrafos, fiquei caidinho:

Ubuntu é uma antiga palavra africana que significa algo como "Humanidade para os outros" ou ainda "Sou o que sou pelo que nós somos". A distribuição Ubuntu trás o espírito desta palavra para o mundo do software livre.

"Uma pessoa com Ubuntu está aberta e disponível aos outros, assegurada pelos outros, não sente intimidada que os outros sejam capazes e bons, para ele ou ela ter própria auto-confiança que vem do conhecimento que ele ou ela tem o seu próprio lugar no grande todo." — Arcebispo Desmond Tutu em Nenhum Futuro Sem Perdão (No Future Without Forgiveness).

Minha única ressalva ainda fica em relação à compatibilidade com alguns softwares que uso, como o Corel Draw e o Personal Med, por exemplo. Entretanto, quem me conhece sabe que dou uma boiada por um ideal, nem que isso complique minha vida. E as frases acima realmente me conquistaram.

E agora, o que faço? Me dêem uma quadra de dias para decidir…


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