Minhas três mamães

Hoje é, novamente mais uma vez denovo, Dia das Mães. Todo ano tem. Todo ano podemos comemorar essa data que, de fato, pode ser celebrada todos os dias, a cada encontro com aquela a quem chamamos de “Mãe”.

Posso dizer que fui abençoado triplamente pois, ao invés de uma, tenho três mães.

A primeira, minha mãe biológica, a mãe que me pôs no mundo, me amamentou, cuidou de mim nos primeiros anos, precisou se afastar um pouco em função do trabalho mas depois retomou seus cuidados, com muito amor, carinho e zelo durante a adolescência, início da vida adulta e até agora.

A segunda, a mãe dela, minha avó, que foi o pulso firme da minha infância e também o carinho constante, aquela quem fazia as comidas mais gostosas e, quando a teimosia vinha e eu saia da mesa sem comer nada, me preparava uma torrada alguns minutos depois, para que eu não ficasse sem comer nada.

A terceira, minha tia, irmã da minha mãe, que foi quem me ensinou a ler com três aninhos e meio, sempre me estimulou e esteve presente, dando carinho e apoio incondicional, inclusive financeiro, para auxiliar em meus estudos e caminhada, até há pouco tempo atrás.

É claro que as poucas linhas acima não conseguem nem de perto resumir o carinho, boas recordações e bons desejos que tenho para com minhas três mães, mas servem para lembrar, neste dia simbólico, o quanto as estimo.

Minhas três mães, um Feliz Dia das Mães para vocês!

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A vida e a ida de um cão

Hoje cheguei em casa com um pedaço a menos. Era dia de enterrar o Sancho, meu querido golden retriever, doce, amado, inteligente e sensível cãozinho.

 
Cheguei em casa e precisava de conforto. Precisava encher a casa de vida. Fui pra cozinha, preparar algo para comer. Tinha que ser algo no forno, que inundasse a casa de cheiros bons. E que me permitisse tempo para organizar as outras coisas que tinha a fazer. Enchi uma taça de vinho tinto. Coloquei um som cheio de energia no toca discos. Trouxe minha cadela, a Bhali, para dentro de casa. Precisava de vida.
 
Hoje é quinta-feira. Cheguei em casa na segunda-feira à noite, depois de um final de semana delicioso com meus filhos, que estão morando com a mãe no Rio Grande do Sul. Quando cheguei, fui trocar a água dos cães e ver se tinham comida. A Bhali, minha labradora, feliz e agitada como sempre. O Sancho, por sua vez, estava letárgico, não quis comer nada do que lhe ofereci, mesmo petiscos deliciosos que nunca recusava. Estava vomitando com frequência, babando uma secreção espessa, branca, e dos olhos saía um pouco de secreção negra. Chequei se estavam confortáveis, abri a portinha da parte de trás da casa para que pudessem se alojar no deck. Já era tarde, pensei: primeira coisa a fazer pela manhã é ligar para a veterinária.
 
Foi o que fiz. Nossa veterinária prontamente foi buscar o Sancho lá em casa, e começou a investigar o que poderia estar havendo. Isso foi na terça-feira. Hoje, depois de perguntar por notícias do Sancho, recebi a seguinte mensagem:

"Rafael, infelizmente não tenho boas notícias o Sancho não resistiu e faleceu."

 
Tentei manter-me tranquilo. Estava no meio da tarde, em meio a uma série de atendimentos que só viriam terminar depois das 19 horas. Solicitei à veterinária para que pudesse pegar meu cãozinho hoje mesmo, para poder enterrá-lo perto de mim, nos fundos de casa. Apesar de causar-lhe transtorno, ela se ofereceu para levá-lo para sua casa, onde passei para pegá-lo depois do trabalho.
 
Envolto em saco plástico preto, lá estava ele, inerte, sem vida. Meu querido Sancho, amado cãozinho que veio para nossa casa em 2008, um mês depois da Bhali, nossa amada cadela. Em 2008, casei com a Carol, e nos mudamos para uma casa no bairro Jardim das Avenidas, casa esta que chamo de Solar das Lagartixas. Ali, com um pátio bem grande, surgiu o desejo de ter um cãozinho. Veio a Bhali, sapeca e arteira e, logo, a percepção de que um irmãozinho pra ela faria bem. E chegou o Sancho, uma pequena bolinha de pêlos, lindo e, desde o comecinho, supersensível e observador. Olha só algumas fotos deles: http://rafael.reinehr.org/blog/2008/08/21/fotos-de-quinta-036-21082008/
 
Foram seis anos de alegrias com este cão maravilhoso, extremamente afetivo, por vezes arteiro mas que sabia quando fazia arte e já se escapulia sorrateiramente quando ouvia seu nome sendo chamado em volume alto e duro. Mas as estripulias nem se comparavam ao carinho, companheirismo e alegria com que sempre flanava por entre nós nestes anos.
 
 
Chegar em casa com meu cão em meus braços, apresentá-lo sem vida a sua irmãzinha Bhali, que o cheirou desde que chegou, enquanto ainda estava no porta-malas do carro, deixá-la percebê-lo sem vida. Vê-la passar por instantes de confusão, deixá-la acompanhar a preparação do leito no qual o Sancho viria a ser enterrado, junto à nossa antiga composteira, despedir-se dele, cobri-lo com terra e afastar-se do seu túmulo, sem olhar para trás, tudo faz parte de um ritual que nos leva ao entendimento de algo que já sabemos, mas que sempre nos traz dor: a morte é uma certeza cuja chegada é, para todos nós, incerta.
 
Desejaria não estar viajando tanto nestes últimos meses, para poder estar mais perto e aproveitar melhor todo o carinho de meus cães. Desejaria que meus filhos pudessem acompanhar o envelhecimento dos amiguinhos que estiveram com eles desde seu nascimento. Desejaria poder estar mais presente e, quem sabe, detectar a doença do Sancho com maior antecedência, para que desse tempo de fazer algo para salvá-lo. Desejaria que mais amor estivesse presente nesta casa, para que nosso amado e sensível cão não sentisse a falta desse sentimento que nos nutre a todos, seres vivos.
 
Seu corpo era frágil, sua vida material se foi. Seu espírito, esse eu sei que continua por aí, vivo, doce, feliz, sensível e incrivelmente inteligente, animando crianças e adultos onde quer que esteja. As lágrimas que agora correm em minha face são a prova de que ainda vives, e vais viver não só na minha memória mas também nas memórias da Carol, do Benjamin, do Conrado e de todo mundo que você encantou e enterneceu, Sancho amado.
 
Pode deixar que vou cuidar muito bem da Bhali, ela está aqui do lado, ainda sem entender muito bem tudo o que aconteceu. Acho que, para ela, ainda não caiu a ficha. Espero que possa cuidar da tristeza que ela certamente sente pela sua falta, a falta do irmãozinho querido com a qual brigava e brincava intensa e amorosamente.
 
Fique bem e fique por perto. Quero continuar te sentindo e sentindo teu amor por muitos e muitos anos ainda, meu cão amoroso e companheiro. Que tenhas paz, muitos petiscos e brinquedos aí por onde andas.
 
Te amo muito.
Com carinho,

Rafael 

 

O fim

Sobre um fim | Sobre um começo

O fim

Sobre um fim

 

Confesso que não gostaria de estar escrevendo estas linhas…

 

Por várias razões, aqui estou eu, coração sôfrego, espírito titubeante, encarando uma das tantas realidades possíveis…

 

Estas palavras são soltas no momento em que percebo que perdi a conexão com o grande amor da minha vida. Não sei se deveria apresentá-la assim, mas é assim que a sinto hoje. Sempre fui um cara romântico, mas uma série de desventuras me tornaram mais duro, e frio. E foi quando a conheci. E ela foi minha companheira amada e dedicada por muito tempo. Tivemos dois lindos filhos, que são a razão das nossas vidas.

 

A partir de hoje, precisaremos aprender a como fazê-los crescer de forma saudável e feliz, sem que estejamos os dois, ao mesmo tempo, próximos deles, como uma família. Não consigo deixar de lembrar como foi minha infância, com pais separados, passando um final de semana aqui e outro ali, parte das férias cá e outras lá. Sobrevivi, não posso dizer que tenha dado errado. Me formei, constituí família… Que se despedaçou.

 

Onde erramos? Já nos perguntamos e nem todas as respostas conseguimos encontrar e tornar claras. De todo modo, o sentimento que uma vez houve, já não existe mais. Continuo a desejar uma vida em família, mas não é este o sentimento que recebo de volta, então chegou a hora de deixar o rio fluir. Sem mais contenções, diques, desvios, barreiras…

 

Já sofri muito nos últimos meses, amigos, familiares, terapeuta, todos são testemunha da dor que tenho sentido. Tanto pela solidão quanto pela incerteza, pela falta da retribuição de afeto e pela distância. Agora preciso sair deste espaço no qual me coloquei, de sofrimento.

 

Preciso ajustar minhas respostas físicas e espirituais a um novo contexto, no qual eu possa ao mesmo tempo sentir-me calmo, contente, dedicar-me a cuidar de quem precisa, e me tornar mais uma vez criativo, em sinergia com quem sou verdadeiramente.

 

Minhas energias precisam fluir para onde são desejadas, e necessárias.

 

Espero que as escolhas que fizermos nos deixem tanto ou mais felizes do que as que faríamos ficando juntos.

 

Deixo aqui meu amor, respeito e boas lembranças, e sigo meu caminho.

Rafael Reinehr, 22 de outubro de 2014.

 

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Sobre um começo

Confesso que estou radiante por escrever estas linhas…

Por várias razões aqui estou eu, coração acelerado, espírito radiante, encarando uma de tantas realidades possíveis…

Estas palavras são soltas no momento em que começo a me reconectar com o grande amor da minha vida. Certamente devo apresentá-la assim, pois é assim que a sinto hoje, e sempre.

Sempre fui um cara romântico, mas uma série de desventuras que aconteceram antes de conhecê-la, me tornaram mais duro, e frio. Ela foi minha companheira amada e dedicada por muito tempo. Tivemos dois lindos filhos, que são a razão das nossas vidas.

Em um dado momento, precisamos nos afastar. O amor tinha dado uma pausa. Mas a partir de hoje, estamos ambos nos dedicando a aprender a deixar o amor brotar novamente, e nos dedicar a fazer nossos filhos crescerem de forma saudável e feliz, nós dois juntos, próximos deles, como uma família. Conseguimos dar a volta por cima e evitar que acontecesse com nossos filhos o mesmo que aconteceu comigo, na infância, e mais tarde, com meu amor, quando nossos pais se separaram, e tivemos que sofrer juntos. Sobrevivemos, constituímos família, passamos por uma grande crise, mas o desejo de estarmos juntos prevaleceu.

Como acertamos? Nos perguntamos isso e a resposta estava dentro de cada um de nós. Revisamos nossos conceitos, nossas potências, nossos desejos e devires. O sentimento que uma vez houve, não existe mais. Em seu lugar um outro, novo, a ser cultivado e desbravado, junto com a nova família que se forma. Mesmas pessoas, novas relações. Deixar o rio fluir, sem mais contenções, diques, desvios, barreiras…

Sofremos muito nos últimos meses, amigos, familiares, terapeutas, todos são testemunha do que passamos. Tentávamos nos acertar, mas estávamos desconectados, em frequências e intensidades diferentes. Mas precisávamos sair deste lugar que nos colocamos, de incompreensão.

Precisamos agora realizar ajustes finos, sabendo que estamos ali, um para o outro e para nossos filhos. Ajustando nossas posturas comportamentais e espirituais a um contexto no qual ambos sintam-se plenamente respeitados, livres para ser quem realmente desejamos ser e felizes, usando nosso carinho um pelo outro como o combustível para nos apoiar mutuamente em nossa jornada juntos.

Nossas energias fluirão para onde desejarmos, para onde julgarmos necessário.

Com a certeza de que as escolhas que fizermos nos deixarão tanto ou mais felizes do que as que faríamos ficando separados, trazemos conosco nosso amor, respeito, boas lembranças e sonhos compartilhados, e sigamos nosso caminho comum.
 

Rafinha, 22 de outubro de 2014

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Duas possibilidades, uma escolha.

 

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Chegou o Conrado!

Nasceu, no dia 01/12/2011, nosso filho amado, Conrado! Nasceu com 47 cm, pesando 2805 g, com 38 semanas de gestação, no Hospital da UNIMED, em Criciúma. Nasceu forte, sugando no peito com vontade, esperto e muito tranquilinho!

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Carolzinha chegando no Hospital, se despedindo da barriguinha

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Dr. Gilson começando a cesareana

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Olha a primeira foto do Conrado aí gente! Recém-nascido!

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Conrado, mamãe e papai!

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Pesando: 2805g

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Medindo: 47cm

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O primeiro banho: olha minha caretinha com a água! Acho que estava fria!

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A primeira roupinha, logo depois do banho

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A primeira mamada!

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Olhando para o papai!

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Coisinha mais fofa!

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Recebendo carinho da mamãe…

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No segundo dia, uma paz e tanto!

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Mais uma mamada! Estou gostando disso!

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A mamãe toda prosa com o Conradinho grudado no peito

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No dia da alta, muita felicidade!

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Mamãe e bebê se paquerando

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Benjamin olhando para o maninho

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Benjamin querendo dar bolachas para o Conrado

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Benjamin fazendo carinho no mano Conrado

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Já em casa, Benjamin cuidando do maninho recém-chegado ao lar

1 aninho do Benjamin

As fotos abaixo foram retiradas do site do Thiago Floriani. Não deixe de visitá-lo para ver outras fotos belíssimas que ele e sua esposa Melina conseguem capturar. O gentil texto abaixo é dele.

 

Lembro bem de quando fotografamos o Rafael e a Carol grávidos. Algo entre eles contemplava muito carinho e cumplicidade. Logo que chegamos na casa deles sentimos a paz e tranquilidade (apesar da “bagunça” da reforma). E agora com o Benjamin não está sendo diferente.
Rafael, Carol e Benjamin: vocês são especiais!
A festinha estava linda! Alguém arrisca dizer qual o bichinho que o Rafael faz coleção?

Local: Araranguá – SC
Fotografia: Thiago e Melina Floriani
Edição de imagem: Thiago Floriani

 

Mantra do dia: Meu filhão está cada dia mais lindo!

Meu filho está cada dia mais lindo. E esperto. E sapeca! É impressionante como aprende rápido. E depois dizem que precisamos de professores… Precisamos é de educadores, de aprendentes, de pessoas que aprendam conosco.

Meu filho me ensina a cada dia como quer aprender, como deve ser seu aprendizado. E, aprendendo com ele, preciso ser sábio o suficiente para ouvi-lo e não sufocá-lo com um mundo que é jogado em cima dele através das nossas lentes, maltratadas e poluídas lentes de ver o mundo.

Ah, como é bom ser pai. E como é duro ser pai! Ter a consciência de uma vida que, voluntaria ou involuntariamente é moldada pelos estímulos que somos responsáveis por oferecer…

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O que quem me lê anda fazendo?

Há um tempo atrás, quando tinha seis leitores, este blog permitia uma interação deliciosa entre este ente (desculpe a cacofonia) que escreve e os amigos que por aqui passavam, antes de ir à padaria, todas as manhãs. Atualmente, com meus dois leitores bêbados e um outro deprimido, as conversas não se quedam muito intensas.

Claro que eventualmente aparece um mochileiro ou mochileira das galáxias e a coisa por aqui fica bem animada mas…

O que eu gostaria de saber mesmo é o que meus amigos virtuais que por aqui passam estão fazendo da vida. Saber o que pensam desse mundão da forma que está organizado, saber o que pensam de para onde estamos indo. Também queria saber coisas mais simples, como por exemplo no que estão trabalhando, o que estão estudando, o que estão planejando para o ano que vem, como estão de saúde e quais são os quitutes que andam cozinhando…

Se você é meu leitor e está passando por aqui por estes dias, deixe seu recado: fale de você. A caixa de comentários é sua.

Ah! E por favor deixe um e-mail, para que assim eu possa te contatar!

Terceira e quarta semanas do Benjamin: um mês de vida!

Viva! O pequeno (nem tão pequeno mais) Benjamin já tem um mês de vida!

Agora o amado Ben já está com 3090g, 50,5cm e é o autor das caretas mais lindas da história! Finalmente começou a deixar as noites do papai e da mamãe mais corridas, com seus chorinhos, fome e caquinhas. Mas isso não nos incomoda: a mamãe tá sendo uma verdadeira fera das madrugadas!

O Benzinho aprendeu a rir, e apesar de ainda não termos conseguido registrar isso em fotografia, ele o faz todos os dias.

Fomos na pediatra, Dra Magda Aliano, que pode ser vista nas primeiras fotos do slideshow.

O Benjamin já está se aventurando a rolar, aprendeu a segurar os cabelos da mamãe e os dedos do papai, está com cólicas eventuais, já está com força nas perninhas – o que faz com que ele participe do banho ativamente, quase já segura a cabecinha sozinho e muito mais! Descobrimos que adora andar de carro e passear! É um legítimo João gasolininha!

No dia 11 de junho fez um mês de vida, e nem sabe que mês feliz que ele proporcionou ao papi e mami, cada vez mais apaixonados por ele!

(clique aqui para ver o slideshow)

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Segunda semana de vida do Benjamin

Ai ai querido Benjamin! Você nem bem chegou ao mundo e já está revolucionando várias vidas! Mamãe, papai, vovós e bisa que o digam!

Nesta semana você começou a se sentir em casa, na sua casa. Conheceu teus cãezinhos amados, a Bhali e o Sancho, que até agora ainda estão tentando entender tua presença mas que tem um carinho enorme e estão sempre querendo lhe ajudar quando dás teus miadinhos e começa com teus brevíssimos chororôs!

E é tão bom saber que és um menino comportadinho, quase não incomoda mamãe e papai! És tranquilo durante o dia e muito tranquilo durante a noite! Nos preocupamos quando soubemos, lá na pediatra Ana e depois na pediatra Magda que não estavas ganhando muito peso, mas saímos de lá com recomendações de te dar uma “comidinha extra” além do delicioso mamá que a mamãe Carol te dava a cada par de horas. Mas também: você é um dorminhoco de mão cheia! Só nos últimos dias é que está conseguindo mamar com vontade!

Papai descobriu um jeito engenhoso de fazer você mamar os 60ml de NAN-HA que precisas: a mamãe o chamou de “dedo-tuti”: quando você acorda ou resmunga, colocamos o dedo mindinho na sua boca, e como reflexo você o chupa. Nesse momento, aproveitamos e colocamos um caninho com leitinho e você suga com uma vontade deliciosa!!!

Estamos esperando um sucesso na próxima sexta, quando voltaremos na Dra. Magda.

Nessa semana, o Benjamin tomou seus primeiros banhos na Tummy Tub, a banheirinha dele. Você pode ver umas fotos no slideshow a seguir.

Nessa semana, o Ben também tomou sol, fez cocô, tomou muito leitinho da mamãe e no dedo tuti, dormiu e não incomodou nadinha! E está cada vez mais lindo! Cada vez mais parecido com o papai!

(clique aqui para ver o slideshow)

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