Manifesto em Defesa da Democracia?


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Acabei de deixar um comentário no site Manifesto em Defesa da Democracia. Vou publicá-lo logo aqui abaixo, já que ele mui improvavelmente será publicado por lá. Os comentários são moderados, e como regra, basicamente são aprovados os comentários favoráveis.

Segue o meu pitaco:

"Manifesto em Defesa da DEMOCRACIA? O quê, cara-pálida?
Agora chama de Democracia um movimento ELITISTA no qual assinam altos representantes da IGREJA, SOCIALITES, ARTISTAS GLOBAIS e estes ainda são postos em DESTAQUE?
Valha-me! Quanta hipocrisia!
Quer fazer um movimento pela Democracia comece a ouvir também quem não tem acesso à internet. Vá às praças de todas as cidades, use o dinheiro acumulado às custas do roubo da força de trabalho de milhões e vá às fábricas, às ruas, atrás dos balcões dos estabelecimentos comerciais. Vá aos campos, e não se esqueça também de ir às sarjetas. Mas não interrogue aqueles que vocês mesmo consideram a "nata" da sociedade. Esta quer manter o status quo, e se debate desesperadamente contra tudo o que pode afetar sua pretensa estabilidade.
Manifesto pela Defesa da Democracia? Tá bom..."



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Comentários  

 
0 #10 berze 18-10-2010 11:44
Oi Rafael,
Soa bem, seu comentário. Eles, os que estão lá, mesmo os que não estão ainda lá(eles se reves(z)am), "generosamente", nos permitem "protestar",desde que "sabendo-o-nosso-lugar".
Endosso e me somo.

Berzé
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0 #9 Guest 07-10-2010 10:52
manda ver. caso vc já não tenha, meu endereço é rafaelcasanova@ gmail.com
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0 #8 Rafael Reinehr 07-10-2010 08:10
Bem, o que tenho a lhe dizer sobre isso...

Tenho contatado pessoas do mundo inteiro nestas andanças da Coolmeia, e esse mesmo sentimento de desânimo, de incredulidade, de desesperança é a tônica. Entretanto, no meio desta aparente aridez - ou "quase-desistência", também encontrei algumas pessoas com uma vibração e uma vontade tremenda de fazer acontecer - e isso sempre me reanimou.

Um dos trabalhos que faço é coletar estas ideias e divulgá-las na Coolmeia. Mas só divulgá-las não é o suficiente. Então pensei nas Forças-Tarefa - que seriam grupos de pessoas com intereses afins determinadas a reproduzir ou aprimorar ou ampliar uma determinada iniciativa já existente ou então criar projetos de cunho altruísta totalmente inovadores. Está difícil entrar nesta etapa do desenvolvimento da rede, mas eu não desisto!

Sobre as necessidades básicas - comer, morar, deslocamento, etc. - te digo o seguinte: durante muito, muito tempo precisei me deter nos mesmos aspectos. Estudei muito, trabalhei muito - e ainda continuo trabalhando. Neste tempo, basicamente o que conseguia fazer era me instruir. Sempre li muito, avidamente. Construí um bom arcabouço de entendimento acerca dos assuntos que me interessavam e hoje, humildemente, acho que já tenho algo a compartilhar. O que quero dizer é: não se estresse se hoje não consegues fazer tanto quanto gostaria. Eu passei bom tempo lutando para me organizar e atingir uma "pretensa" estabilidade (que não sei por quanto tempo dura, visto ´que é brisa). Seria muito, muito bom conversar contigo mais detidamente e saber se realmente tens algum tempinho - 15 minutos por dia, ou 2 horas por semana - e assim já poderíamos trabalhar juntos e compartilhar sonhos.

Posso lhe escrever no seu e-mail?
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0 #7 rafael 06-10-2010 12:09
não nos conhecemos. cheguei ao seu site enquanto juntava coisas sobre o projeto vênus. consumi um pouco do conteúdo. gostei particularmente das suas idéias para a área de educação. estou precisando invadir fissuras, como vc, mas ando sem foco, cansado e descrédulo. tenho a impressão de que a maioria das iniciativas bacanas perdem força rapidamente. talvez eu precise participar mais ativamente de propostas como as suas. o foda é que as necessidades práticas da vida (comer, morar, se deslocar, se entreter, pagar...) parecem nos sufocar até a resignação.
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0 #6 Rafael Reinehr 05-10-2010 22:35
Valeu xará. Minha forma de atuação principal não é o confronto, o enfrentamento. Mais talvez o desaparecimento , o nomadismo, a invasão das estruturas rachadas e a construção de caminhos alternativos, como bem percebeste.

Mas, afinal, de onde nos conhecemos, Rafael?
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