Algumas citações para o Varal Literário de 12/11/2011

Selecionei as citações abaixo para o Varal Literário que organizamos no calçadão no último sábado. Foram impressas em papel reciclado e coladas sobre papelão, penduradas em barbante com prendedores. Tenho fotos, mas ainda não as “revelei”.

Seguem. Espero que tragam inspiração.

“Se quiseres planejar para um ano, plante cereais. Se quiseres planejar para trinta anos, plante árvores. Se quiseres planejar para cem anos, eduque o povo.” Provérbio Chinês

“Seja a mudança que você quer ver no mundo” Mahatma Gandhi

“Nunca duvide de que um pequeno grupo de cidadãos conscientes e engajados consiga mudar o mundo. Na verdade, essa é a única via que conseguiu produzir mudanças até agora.” Margaret Mead

“Estamos nós, que vivemos no presente, condenados a nunca experimentar a autonomia, nunca pisarmos, nem que seja por um momento sequer, num pedaço de terra governado apenas pela liberdade? Estamos reduzidos a sentir nostalgia pelo passado, ou pelo futuro? Devemos esperar até que o mundo inteiro esteja livre do controle político para que pelo menos um de nós possa afirmar que sabe o que é ser livre? Tanto a lógica quanto a emoção condenam tal suposição. (…) Acredito que, dando conseqüência ao que aprendemos com histórias sobre “ilhas na rede”, tanto do passado quanto do futuro, possamos coletar evidências suficientes para sugerir que um certo “enclave livre” não é apenas possível nos dias de hoje, mas é também real. Toda minha pesquisa e minhas especulações cristalizaram-se em torno do conceito de Zona Autônoma Temporária.” Hakim Bey

“Meu país é o mundo, e minha religião é fazer o bem.” – Thomas Paine

“Ninguém é mais irreversivelmente escravizado do que aqueles que falsamente acreditam ser livres.” Johan Wolfgang von Goethe

“A verdadeira revolução é a revolução da consciência, e só pode ser feita por cada um de nós. Precisamos aprender a combater o ruído materialista divisionário que temos sido levados a acreditar que é a verdade.

Não podemos conseguir uma radical transformação da consciência, não aceitar as coisas como são, mas ir até elas, investigá-las, dar nosso coração, nossa mente.

Mas isso depende só de nós mesmos, pois não existe pupilo, líder, mestre ou guru. Você mesmo é o mestre, o pupilo, o líder, o guru. Você é tudo. Entender é transformar o que é.”Krishnamurti

“Onde está a vida que perdemos quando vivos?
Onde está o conhecimento que perdemos com a informação? Onde está a sabedoria que perdemos com o conhecimento?”
(Eliot – Coros de “A Rocha”)

“Deve a religião cristã durar? Que idéia! Ela sucedeu a milhares de outras religiões, hoje todas mortas e enterradas. Milhões de deuses precederam a invenção do nosso. Multidões deles morreram e foram esquecidos desde há muito. Nosso Deus é, contra toda expectativa, o pior que a engenhosidade do homem engendrou em sua imaginação enferma; e seria preciso que com todo o Seu cristianismo, Ele permanecesse imortal, contradizendo as lições que podemos extrair da história teológica? Não, é claro. O cristianismo e seu Deus devem submeter-se à regra comum. Eles, por sua vez, apagar-se-ão e darão lugar a um outro Deus e uma religião ainda mais estúpida do que a nossa.” Mark Twain

“A razão, meu amigo, sim, só a razão nos deve advertir de que prejudicar nossos semelhantes nunca nos pode tornar felizes, e nosso coração nos deve dizer que contribuir para sua felicidade é o maior bem que a natureza nos concedeu sobre a terra; toda a moral humana está contida nessa única frase: tornar os outros tão felizes quanto desejamos sê-lo nós mesmos e nunca lhes fazer mais mal do que gostaríamos de receber.

Eis, meu amigo, os únicos princípios que deveríamos seguir, e não há necessidade nem de religião, nem de deus para experimentar e admitir isso; é preciso tão somente um bom coração.” Marquês de Sade

“Virá um tempo em que a arte de governar o homem desaparecerá. Uma nova arte tomará o seu lugar, a arte de administrar as coisas”. – Saint Simon

“O anarquismo não acredita em nenhuma verdade absoluta ou em qualquer objetivo final definido para o desenvolvimento humano, mas em um aperfeiçoamento ilimitado dos padrões sociais e condições de vida humana que estão sempre se esforçando para chegar em formas mais elevadas de expressão, às quais, por esse motivo, não podem designar nenhum fim definitivo ou estabelecer nenhum objetivo fixo. O grande mal de qualquer forma de poder é que ele sempre tenta forçar a rica diversidade da vida social em formas definidas e ajustá-la a normas particulares. (…) É o triunfo perfeito da máquina política sobre a mente e o corpo, a racionalização do pensamento humano, o sentimento e o comportamento de acordo com as regras estabelecidas pelas autoridades e, conseqüentemente, o fim de toda cultura intelectual verdadeira.” – Rudolf Rocker

“A liberdade é a verdadeira essência da vida, a força propulsora de todo desenvolvimento intelectual e social, a criadora de toda perspectiva para a humanidade futura. A libertação do homem da exploração econômica e da opressão intelectual, social e política, que encontra sua maior expressão na filosofia do anarquismo, é o primeiro pré-requisito para a evolução de uma cultura social superior e de uma nova humanidade.” Rudolf Rocker

FRASES DE MUROS

“Combata a fome e a pobreza! Coma um pobre!” (de um muro em Buenos Aires)

“Bem-vinda classe média!” (dizer na entrada de um dos bairros mais miseráveis de Buenos Aires)

“Deixemos o pessimismo para tempos melhores” (de um muro em Bogotá) “Basta de fatos! Queremos promessas!”
“Existe um país diferente, em algum lugar”

“Quando tínhamos todas as respostas, mudaram as perguntas” (de um muro em Quito)

Melhores ou piores, é a mesma coisa. A bota que nos pisa é sempre uma bota. Já compreendereis o que quero dizer: Não mudar de senhores, mas não ter nenhum.” Bertold Brecht

“Posso não concordar com nada do que você disser, mas defenderei até a morte o direito que tem de discordar de mim.” Voltaire

“A certeza absoluta é privilégio de mentes não educadas e de fanáticos” C. J. Keyser

“Há homens que são como as velas; sacrificam-se, queimando-se para dar luz aos outros ” – Antônio Vieira

“Uma sociedade sustentável é aquela que satisfaz suas necessidades sem diminuir as perspectivas das gerações futuras” Lester Brown

“A lei nunca fará os homens livres. São os homens que devem fazer a lei livre.” Henry David Thoreau

“O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons.” Martin Luther King

“O homem que se engaja e que se dá conta de que ele não é apenas aquele que escolheu ser, mas também um legislador que escolhe simultaneamente a si mesmo e a humanidade inteira, não consegue escapar ao sentimento de sua total e profunda responsabilidade” Jean Paul Sartre

“Como pois interpretar
o que os heróis não contam? Como vencer o oceano
Se é livre a navegação
Mas proibido fazer barcos?”
– Carlos Drummond de Andrade

“A felicidade só é real se compartilhada” Alexander Supertramp

“O importante não é a pessoa acumular informações técnicas e habilidades especializadas, mas desenvolver sua própria humanidade. Educação não se refere a ter, mas a ser.” Confúcio

“Se você não encontra o sentido das coisas é porque este não se encontra, se cria” – Antoine de Saint-Exupéry

“Amar não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direção” Antoine de Saint-Exupéry

Emprestei, não lembro a quem, Síndrome de Bartleby, de Enrique Vila-Matas

Emprestei, há alguns anos, o livro Síndrome de Bartleby, de Enrique Vila-Matas. Acontece que quero o livro de volta, mas tem um pequeno probleminha pra atrapalhar: não lembro pra quem emprestei!

Se você, amigo meu ou amiga minha que pegou o livro emprestado, estiver lendo este post, por favor o devolva!

Se você por acaso tem o livro e quiser me dar, entre em contato! Eu pago o envio pelo correio!

Ainda, se você quiser me dar o livro de presente, fico ainda mais feliz!

Não sei por que, mas quis emprestar este livro a uma amiga e, quando fui procurá-lo, me lembrei do empréstimo. Desde lá estou com uma sensação de um “buraco” na minha prateleira, pela ausência do livro…

Vamos ver se ele aparece, nos próximos meses…

Tá na hora de publicar…

Pois, não é que está na hora de compilar algumas coisas que tenho escrito nos últimos tempos e “consolidá-las” em formato tijolo, quer dizer, livro?

As férias deste fim de ano, de 24 de dezembro a 9 de janeiro devem servir para organizar algumas coisas… Microcontos, crônicas, críticas… Vou começar pensando nos títulos e capas, bem como organizar o material em arquivos para leitura e revisão…

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Soneto Dadaísta (Pozimi)

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Neste frio que faz enquanto nossos olhos abraçam cansados o coração de quem partiu, antes mesmo de ter nascido, nada como experimentar, com café e fogão a lenha, a deslizar palavras e imagens goela abaixo.

Soneto Dadaísta de Inverno
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A outrora pedaço no em
Entregues fome se ainda
Como de da veneno
Fala de cansa azougues

Trem os justo amarelo de
Volúpia mansa que tentação
Eles de cândidos perigosa é
Mas picasso mormaço leviano

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No tesoura que uma nave
Na tanto na espacial e
Perdidos voluptuoso sublime em é

Sim o cadafalso cadeira sem
Mas falso o entretanto frio
Não com gigante assim se

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Instruções para uma poesia dadaísta: pegue papeizinhos. Escreva neles palavras. Substantivos, adjetivos, pronomes definidos e indefinidos, artigos. Misture os papeizinhos. Defina o número de palavras por verso. Ou não. Defina regras para terminar o verso. Ou não. Pegue os papeizinhos em ordem aleatória e escreva o poema com as palavras na ordem que forem aparecendo. Vá vendo o resultado a medida em que o poema está sendo feito. Pouca coisa faz sentido, mas quando faz, é profundo. Profundo mesmo! Outra experiência que pode ser feita é fazer vários poemas dadaístas com o mesmo grupo de palavras. Ei! Será que isso é uma idéia original? Não sei, mas vou fazer isso outra hora. Escolherei 87 palavras e escreverei 13 poemas com essa técnica! Afudê! (autoempolgação deveria ser o ópio do povo)

87 – 5 = 82 – 4 = 78 – 6 = 72 – 4 = 68 – 5 = 63 – 4 = 59 – 6 = 53 – 4 = 49 – 5 = 44 – 4 = 40 – 6 = 36 – 4 = 32 – 5 = 27 – 4 = 23 – 6 = 17 – 4 = 13 – 6 = 7 – 1 = 6 – 6 = 0 (= 19 versos)

19 – 5 = 14 – 4 = 10 – 3 = 7 – 3 = 4 – 4 = 0. Taí a fórmula do meu próximo poema dadaísta. Resumindo, será um poema com 19 versos, dividido em estrofes de 5, 4, 3, 3 e 4 versos respectivamente, com 5, 4, 6, 4, 5, 4, 6, 4, 5, 4, 6, 4, 5, 4, 6, 4, 6, 1, 6 palavras em cada verso.

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Avenida Literária

Encontrei no Brechó do Carioca um belíssimo exemplo, em meio à sociedade do Capital, da venda, do comércio injusto, da exploração e da opresão, um exemplo singela e verdadeiramente anarquista e libertário a ser seguido e reproduzido a roldão pelo nosso país: a Avenida Literária.

Como o Luiz Henrique bem explicou em seu blog: ” “Ninguém é dono, e ao mesmo tempo, todos são donos”. Anarquia é isso. Anarquia não é caos nem bagunça, é bem-estar coletivo livre de propriedade privada que exclui os demais. Anarquia é desapego e comprometimento. Parece complexo, mas é simples, a gente é que complica tudo.

Pois é… Utopia ou Realidade? Isso é o que chamo de “aproveitar as rachaduras do Estado e do Capital”…

Prêmio AGES Livro do Ano 2009

Segue abaixo a lista dos indicados ao Prêmio Livro do Ano da Associação Gaúcha de Escritores de 2009:

POESIA

1. Alencar Torres Porto — Poemas do Alencar

2. Deise Beier — Tramas de orvalho

3. Dois Santos dos Santos — Manual de anti-ajuda

4. Gilberto Trindade — Falquejado no Alegrete

5. Luiz Coronel — A cartilha farroupilha

6. Maria Luci Cardoso Leite — Expressões d’alma

7. Marlon de Almeida — Prosa do mar

8. Mateus Heck — O mundo mágico da poesia

9. Thelma Scherer — O rumor da casa

 

NÃO FICÇÃO

1. Armindo Trevisan — A matéria encantada, por Xico Stockinger: ode a um guerreiro

2. Beatriz Marocco — Ilha do Presídio — uma reportagem de idéias

3. Celso Gutfreind — Duas análises de uma fobia em um menino de 5 anos — A psicanálise da criança ontem e hoje

4. Eduardo Melo — Eles, os gaúchos

5. Eliane Brum — O olho da rua

6. Fernando Elias José — Superando desafios (como se preparar para provas, vestibulares e concursos)

7. Geraldo Hasse — Navegando pelo Rio Grande

8. José Antônio Pinheiro Machado — Cardápios do Anonymus Gourmet

9. José Antônio Pinheiro Machado — Cem receitas com lata

10. Luciano Fedozzi — O eu e os outros

11. Luiz Achutti — Palácio Piratini

12. Luiz Antonio de Assis Brasil — Caringi — Antonio Caringi — O escultor dos pampas

13. Márcia Tiburi — Filosofia em comum

14. Marta Schmitt — O clube do guri

15. Norberto Goulart Peres — Glênio Peres — era o que ele era

16. Onici Flores (org.) — Linhas & entrelinhas: reflexões sobre o ensino de leitura

17. Ruy Carlos Ostermann — Encontros com o professor vol. 3

18. Santa Inéze Domingues da Rocha — Açorianos — história e legado

19. Thiago Nicolau de Araújo — Túmulos celebrativos de Porto Alegre: múltiplos olhares sobre o espaço cemiteral (1889 – 1930)

20. Valdomiro Martins — O negro e a literatura gaúcha -— ficção e história

21. Vera Lucia Maciel Barroso — Raízes de Cambará do Sul

22. Walter Galvani — O prazer de ler jornal

 

INFANTIL

1. Ana Terra — Sai pra lá

2. Caio Riter — Historinhas bem apaixonadas: O maior motivo do mundo

3. Caio Riter — Historinhas bem medrosas: Uma noite de muitos medos

4. Carlos Urbim — Admissão ao ginásio

5. Celso Gutfreind — O caminho do pintor

6. Celso Sisto — Cavaleiro andante

7. Celso Sisto — Mãe África

8. Helô Bacichette — Kimbalo

9. Helô Bacichette — T de ti, T de ta

10. Hermes Bernardi Jr — E um rinoceronte dobrado

11. Humberto Gessinger — Meu pequeno gremista

12. Jacira Fagundes — O menino do livro

13. José Clemente Pozenato — Meu pequeno juventudista

14. Letícia Wierzchowski — Era outra vez um gato xadrez

15. Liliane Greuner — O segredo de Adalberto

16. Luís Augusto Fischer — Meu pequeno colorado

17. Luís Dill — Sonho Real

18. Gládis Barcellos — O segredo da mochila

19. Léia Cassol — O aniversário da bruxa Kika

20. Léia Cassol — Saudade tem cor e sabor

21. Léia Cassol — Um quero-quero me contou…

22. Luiz Paulo Faccioli — Cida, a gata maravilha

23. Mario Pirata — Versos para namorar

24. Monika Papescu — Peixinhos

25. Ricardo Silvestrin — Transpoemas

26. Sandra Popoff — Todo leão precisa ter um sábio coração

27. Valesca de Assis — Vão pensar que estamos fugindo — história de uma viagem quase impossível

28. Valquíria Ayres Garcia — Amor de Dinos

 

JUVENIL

1. Caio Riter — Meu pai não mora mais aqui

2. Christian David — Mão dupla

3. Luís Augusto Fischer — Minha Aldeia

4. Luís Dill — Todos contra Dante

5. Luís Dill — Ouvindo pedras

6. Marcelo Spalding — A cor do outro

7. Marília Pirillo — Baratinada

8. Oscar Bessi Filho — O outro lado do caleidoscópio

 

ROMANCE

1. Altair Martins — Parede no escuro

2. Antônio Xerxenesky — Areia nos dentes

3. Airton Ortiz — Cartas do Everest

4. Benedito Saldanha — A casa branca

5. Cleci Silveira — Além da porta

6. Colmar Duarte — Corações de arame

7. João Gilberto Noll — Acenos e afagos

8. José Eduardo Degrazia — A fabulosa viagem do mel de lechiguana

9. Kleber Boelter — Deus está morto?

10. Luís Augusto Fischer — Duas Águas

11. Marcelo Carneiro da Cunha — Depois do sexo

12. Maria Inês Rodrigues — Aula de gravura

13. Sérgio Agra — Mar da serenidade

 

CRÔNICA

1. Cláudio Moreno — 100 lições para viver melhor: histórias da Grécia antiga

2. Cláudia Laitano — Agora era eu

3. David Coimbra — Cris, a fera e outras mulheres de arrepiar

4. David Coimbra — Meu guri

5. Fabrício Carpinejar — Canalha!

6. Kenny Braga — Rolo compressor

7. Jaime Copstein — Ópera dos vivos

8. Martha Medeiros — Doidas e santas

9. Nilson Luiz May — A máquina dos sonhos e outras crônicas selecionadas

10. Paulo Wainberg — Outro vagabundo toca em surdina

11. Sérgio da Costa Franco — A velha Porto Alegre

12. Vitor Diel — Granada

 

CONTO

1. Carmen Seganfredo e A.S.Franchini — As melhores lendas medievai

2. Carmen Seganfredo e A.S.Franchini — As melhores histórias da mitologia africana

3. Carol Bensimon — Pó de parede

4. Fernando Mantelli — Raiva nos raios de sol

5. Fernando Neubarth (org) — Contos comprimidos

6. Lya Luft — O silêncio dos amantes

7. Luís Dill — Atalhos (Cenas brasileiras)

8. Luiz Paulo Faccioli — Trocando em miúdos

9. Reginaldo Pujol Filho — Azar do personagem

10. Ricardo Peró Job — A sereia do luminoso

11. Ricardo Silvestrin — Play

12. Rodrigo Rosp — A virgem que não conhecia Picasso

13. Sergio Napp — Das travessias — volume 1 — contos

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Quarta Maratona Literária – Acampamento Farroupilha, Porto Alegre – RS

Recebi, via LP Facioli da AGEs, um convite para a Quarta Maratona Literária que irá acontecer agora nos dias 18 e 19 de setembro, e estou repassando o serviço para quem é de Porto Alegre ou vai estar por lá nestes dias. A iniciativa é muito bacana, confira:

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A Maratona é um evento literário pioneiro em Porto Alegre, sendo um projeto consagrado em Madri, onde ocorre em espaços públicos, funcionando ao mesmo tempo como oportunidade de encontro de leitores de todas as idades e homenagem aos livros e à literatura.

A Maratona consiste na leitura coletiva de um livro. Haverá um revezamento de leitura em voz alta, a partir de uma inscrição daquelas pessoas que estarão na Tenda Leitura e que tenham interesse de participar da corrida pela literatura. Nos intervalos de leitura teremos intervenções de grupos artísticos locais, organizados pelo Cabaré do Verbo. O evento é gratuito e para todas as idades. Durante as pausas de leitura também será servido café e chimarrão. Traga seu livro, se não puder, temos um exemplar à disposição para leitura aos maratonistas.

Sobre a Maratona:

Blogue: http://maratonaliteraria.blogspot.com

You Tube: http://www.youtube.com/watch?v=LVK6HTeAgQ4

Álbum de Fotos: http://picasaweb.google.com/dweller.br

Texto da comunidade “Maratona Literária” do Orkut:

Um livro, uma data e um lugar para leitura em grupo. Cada um lê, em voz alta, os trechos que desejar entre goles de café e algumas pausas para recuperar o fôlego da corrida. Ao final do livro ou do fôlego dos leitores será a vez da premiação literária. A idéia é criarmos um grupo, que se encontre periodicamente, para leitura de livros. A cada encontro um livro vencido. Espalhe essa idéia aos seus amigos e participe da Comunidade. Basta digitar “Maratona Literária” em “pesquisa do orkut”. É na Comunidade que vamos fazer decolar essa idéia e tentar agitar o cenário cultural do livro da nossa cidade.

 

Novitas

Herar eh umano – Editora Novitas

Recebi hoje por mail um spam da Editora Novitas, uma vulga nova editora que promete tirar do ostracismo o incauto escritor que desejar investir a bagatela de 9 centavos por página para ter seus escritos impressos em folhas de 75g/m2.

Falando assim, até parece uma crítica destrutiva e que não sou favorável a dar espaço para novas iniciativas do gênero. Pelo contrário, eu mesmo estou engatilhando a fundação de uma Editora Literária para os próximos meses (já planejada há mais de 2 anos).

O que me chamou a atenção na Novitas é uma gafe curiosíssima que se apresenta na capa do site. A imagem e as palavras falam por si só:

Novitas

(continue lendo…)

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