nov 16

Impostos sobre o ar

By rafaelreinehr | Escrever Por Escrever (blog)

Chegará o dia em que técnicos médicos da receita federal examinarão o tamanho das narinas e a capacidade pulmonar para taxar a utilização individual de oxigênio. É claro que isso não acontecerá antes de estudos científicos rigorosos comprovarem que cada ser humano é responsável sim, individualmente, por uma parcela da produção de gás carbônico, através do transporte que utiliza, do lixo produzido e, inclusive, através da mesma e necessária respiração.

Sim, a taxação do oxigênio utilizado se seguirá à taxação do gás carbônico produzido.

Obviamente, quem tiver em suas terras plantas clorófilas e outras passíveis de realizar fotossíntese terão abatimento das taxas e os mais abastados, com suas florestas amplas e repletas de árvores poderão até ganhar um bom dinheiro, enquanto nós, simples mortais, teremos que nos contentar com abatimentos de míseros centavos graças às nossas samambaias…

(continue o enredo…)

nov 10

The Polyfonic Spree – The Quest for the Rest

By rafaelreinehr | Escrever Por Escrever (blog)

Não deixem de acessar! Por favor! Eu vos imploro!

Acessem em primeiro lugar o primeiro linque e, depois de findo, acessem o segundo, que está escondido em algum lugar na última tela do primeiro…

The Polyphonic Spree – The Quest for the Rest

The Polyphonic Spree

nov 08

O guia do mochileiro das galáxias

By rafaelreinehr | Escrever Por Escrever (blog)



Quer uma sugestão de uma leitura leve e muitíssimo bem-humorada para aqueles dias em que o estresse está pegando pesado e você precisa relaxar um pouquinho?

Então, toma aí: O Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams. Não vou enrolar muito, apenas deixem-me transcrever o que está escrito na contracapa do livro. Assino embaixo e rubrico todas as vias…

“O guia do mochileiro é uma das mais criativas e cômicas histórias jamais escritas. O que realmente sustenta este livro hilariante é a pergunta profunda sobre o porquê. De onde viemos? Por que estamos aqui? Para onde vamos? Onde vamos almoçar hoje?”

Bradley Trevor Greive , autor de Um Dia “Daqueles”

“Considerado um dos maiores clássicos da literatura de ficção científica, O Guia do Mochileiro das Galáxias vem encantando gerações de leitores ao redor do mundo com seu humos afiado.

Este é o primeiro título da famosa série escrita por Douglas Adams, que conta as aventuras espaciais do inglês Arthur Dent e de seu amigo Ford Prefect.

A dupla escapa da destruição da Terra pegando carona numa nave alienígena, graças aos conhecimentos de Prefect, um E.T. que vivia disfarçado de ator desempregado enquanto fazia pesquisas de campo para a nova edição do Guia do Mochileiro das Galáxias, o melhor guia de viagens interplanetário.

Mestre da sátira, Douglas Adams cria personagens inesquecíveis e situações mirabolantes para debochar da burocracia, dos políticos, da “alta cultura” e de diversas instituições atuais. Seu livro, que trata em última instância da busca do sentido da vida, não só diverte como também faz pensar.”

O segundo livro da série é “O Restaurante no Fim do Universo”, e já está na minha lista de “Livros a serem lidos”. Altamente recomendável, ou, se preferirem em uma língua mais universal, “highly recommended”, pois pois…

nov 07

O Fabuloso Destino de Amélie Poulin

By rafaelreinehr | Escrever Por Escrever (blog)



Estava eu fuçando no Submarino atrás de alguns livros que tenho em vista, sendo que, além de 2 manuais sobre Roteiro, vou comprar o livro de Abbas Kiarostami, com fotos e textos do diretor iraniano e o livro de Amos Gitai, com fotos e textos, além da filmografia discutida e comentada do diretor israelense. Ambos livros levam o nome de seus autores.

Mas o que tem a ver Amélie Poulin com a história? Explico.

Como todos sabem, o Escrever Por Escrever é afiliado ao Submarino e recebe 8% de todos livros comprados através do site, 4% de todos os DVDs e CDs e 2% dos eletroeletrônicos.

E não é que, para minha surpresa, pela primeira vez alguém que não eu mesmo ou um amigo (Eduardo Sabbi, no caso), compra algo clicando no banner aí da direita. E adivinha o que foi comprado?

Exatamente: O DVD Duplo de O Fabuloso Destino de Amélie Poulin, ótimo filme pelo qual um felizardo comprador pagou exatos R$46,90 (mais frete) e deixou para o Escrever Por Escrever, na figura deste que o representa, a honrosa comissão de R$1,88!

Não é pelo valor financeiro, bobviamente (como diria o Inagaki), que estou radiante! Mas pelo simples fato de que alguém fez a compra por aqui!

Parece meio infantil, mas fiquei FELIZ. Alguém consegue explicar?

O caramba é que agora fiquei extremamente curioso… Quem será que fez essa compra?

Será que foi algum dos meus 6 leitores ou será que foi algum internauta perdido por estas bandas de cá?

Bem, não sei se vou chegar a saber algum dia, mas a questão é que estou serelepe como sapo na chuva!

Espero que continue assim, pelo menos uma compra ao mês. Até agora, já acumulei R$11,96 de comissões (sendo que R$8,82 foram de compras minhas mesmo!) desde setembro. O único porém é que tenho que completar o mínimo de R$50,00 em 6 meses para poder receber, senão o Submarino cata tudo de volta!

Mas, como já disse, a emoção maior vem do contentamento de ter um visitante amigo (ou desconhecido?) fazendo suas compras por aqui.

E segue o baile!

nov 02

Introdução à uma Estética Anarco-Humanista

By rafaelreinehr | Escrever Por Escrever (blog)

Por terem crescido em mundos diferentes, sofrido estímulos diferentes, raramente uma discussão entre cristãos e humanistas é proveitosa. Razão primordial para aproveitar uma oportunidade como esta proporcionada pelo Simplicíssimo em que alguns cristãos e humanistas (entremeados com um ou outro não tão convicto de sua posição) se dispuseram a encarar, com extrema sinceridade e criatividade, o tema em questão.

Começo este brevíssimo ensaio com uma visão particular de cunho humanista, inspirada em textos de H.J.Blackham, Kathleen Nott e de Kingsley Martin, constantes em uma obra chamada “Objeções ao Humanismo”. Certo da impossibilidade de extinguir a discussão sobre o assunto nas linhas que se segue, fica o convite à reflexão e ao debate do tema proposto. Segue-se o emaranhado de meus pensamentos com as idéias propostas pelos pensadores acima citados, sempre com a consciência de que somos os quatro muito mais do que a individualidade que representamos.

O Humanismo pode ser visto como uma preocupação íntima e profunda com o completo desenvolvimento da potencialidade e da personalidade humana que só pode ser a experiência de indivíduos reais. É pouco provável que existam muitas pessoas assim em cada geração. O tornar-se humano dependem de um discernimento e visão imaginativa – artística, filosófica, pessoal e de relação – que devem ser excepcionais para sua plena realização.

Como diz H. J. Blackham, talvez a nota característica do Humanismo seja um materialismo altruístico, terreno e apaixonado.

O humanismo aspira ser simples com os mais simples e a ser mais filosófico do que as escolas e mais religioso do que as seitas e mais político do que os políticos.

Fé sem obras não é Cristianismo e o ateísmo que não faz esforço algum para ajudar a humanidade a arcar com suas conseqüências não é Humanismo.

Se alguém desperta de um sentido de ilimitada dependência para uma suposta independência ao invés de para uma ilimitada interdependência está operando uma troca de ilusões, para pior.

A responsabilidade ilimitada e compartilhada na criação das condições de toda uma vida merece ser chamada de humana, eis o colossal empreendimento a ser assumido pelo homem sem Deus.

Os filósofos, inevitavelmente, são cerebrais e na atualidade com freqüência agnósticos. O mesmo acontece com os cientistas. No entanto, não apenas os filósofos e os cientistas mas também os matemáticos têm um interesse real e penetrante pelas artes. Em alguns, este interesse justifica uma necessidade terapêutica mas, também, pode ser nada mais que o reconhecimento de que toda a inteligência humana deve aprender a se equilibrar.

Somos ainda, em grande parte, como humanidade, altamente desaparelhados para satisfazer a um desenvolvimento satisfatório equilibrado e harmonioso entre lógica e análise de um lado e imaginação e intuição de outro, em uma só mente e personalidade.

O que propomos aqui é um exercício de pensar. Sabemos que para a grande maioridade das pessoas o pensamento é um esforço doloroso e preferem passar sem experimentar. Se for o seu caso, para a leitura neste ponto.

Não estou atribuindo nenhuma superioridade àquele seleto e estranho bando de pessoas que tem uma inclinação para o raciocínio abstrato quando digo que, neste sentido, a maioria das pessoas não pensa. Em um sentido prático, obviamente, todos pensamos quando temos que resolver este ou aquele problema, mas não é disso que falaremos.

A linguagem dos homens e das mulheres comuns é muito mais parecida à dos poetas ou mesmo à dos namorados do que à dos filósofos. Estão sempre dizendo “o que eu gosto, o que me desagrada, o que me interessa, o que me aborrece”. Dizer o que se vê pela janela do ego é construir uma ponte entre um suposto mundo interior e o exterior. Dizer é presumir que há, em um mundo externo, algo sobre o quê algo possa ser dito. Significa uma fé animal sobre a existência do mundo e das coisas.

O problema histórico do Humanismo foi negar esta fé essencial materialista e aceitar, durante algum tempo, o racionalismo radical de alguns filósofos e outros intelectuais ocidentais. Deixou de acreditar em tudo aquilo no qual não se via a razão.

Hoje, minha crença se baseia no fato de que, ser analítico demais, pedir explicações, razões e justificações morais e lógicas pode acabar por destruir as relações humanas. Entretanto, não há como negar que, tanto entre os racionalistas quanto entre os religiosos uma certa ânsia por uma certeza final caracteriza a todos.

O problema pode estar justamente no fato de que se criou uma polarização do tipo “ou isto ou aquilo” em que ambos lados polemizadores tentam achar provas de que a sua verdade é a verdadeira. Cria-se uma guerra em que, na realidade, a verdade é a primeira vítima.

Pensar ou raciocinar é aprender a ver o que tem para ser visto. Isto implica em aprender a ver por si próprio e sustentar e arcar com a responsabilidade das conclusões tiradas. Isto não significa que uma pessoa tem que ter “razão”. Existe um padrão de pensamento que é válido aos seres humanos que se preocupam com suas próprias vidas qualquer que seja ela em um determinado momento. Pensamos corretamente quando pensamos com uma finalidade real em um campo real. Este parece ser o único método de realizar uma adaptação criadora ou uma fecunda transformação em nosso meio-ambiente – que aqui podemos chamar de Progresso, em um sentido amplo.

Acontece que, justamente esta ênfase na capacidade da ciência como criadora de progresso tornou-se alvo de crítica aos combatentes do Humanismo oitocentista, já que, ao que parece, por onde quer que se olhe, o evangelho do progresso nos está conduzindo não à Utopia prometida mas a uma maior miséria social e até quem sabe – já se falou mais sobre isso – a uma solução final através de uma guerra nuclear.

Essa visão humanista é, hoje, obsoleta. Continua-se a ter o direito de pretender que o Humanismo possa apresentar o caminho para uma sociedade melhor e para formar melhores seres humanos, desde que não comenta o erro de prometer ilimitados desenvolvimento e progresso ininterrupto – mais característicos hoje de uma ciência irracional e sem rumos definidos.

É importante perceber também que vivemos em um mundo dividido em que a elite instruída rejeita a religião revelada pois a mesma carece de verdades objetivas. Pode-se dizer até que, entre cardeais, bispos, ministros e governantes que pregam a fé que se empenham em manter através da propaganda, da censura e do controle através da educação não existe mais a crença absoluta no que é pregado, exceto talvez ainda sob um aspecto simbólico.

A fé humanista consiste em que a razão pode desempenhar um papel decisivo e que as doutrinas religiosas podem ser, na maior parte, obstrutivas. Vide o exemplo do Oriente Médio e das contínuas guerras santas entre judeus e palestinos.

Tornou-se um dever, e não apenas uma linha sensata de conduta, trabalhar em prol de uma sociedade universal. O futuro depende de nós e não de qualquer doutrina. Devemos acreditar que os homens progridem não para a Utopia ou para a perfeição e sim para uma sociedade mais feliz e mais razoável.

Este ensaio tem a notável pretensão de, utilizando críticas ao Humanismo, mostrar quem sabe, uma visão alternativa às críticas feitas. Uma das mais drásticas críticas feitas ao Humanismo é a de que ele é ruim demais para ser verdade. O mundo é uma vasta tumba, as vidas humanas são efêmeras e a própria vida humana está fadada à extinção final . Todas as religiões evoluídas fazem frontal oposição a tudo isto, dizendo “o eterno apenas”, “o temporal redimido pelo eterno”, nunca “o temporal apenas”.

Nas palavras de Bertrand Russel, ateu de carteirinha: “O Homem é o produto de causas cujas finalidades a alcançar não são previsíveis; a origem, o desenvolvimento, esperanças e temores, amores e crenças humanas nada mais são do que uma acidental disposição dos átomos; nem o ardor, o heroísmo ou um pensamento ou emoção intensos pode preservar a vida individual além do túmulo; todo o trabalho das gerações, toda a inspiração, todo o resplendor do gênio humano está destinado à extinção na vasta morte do sistema solar e todo o templo das realizações do Homem deverá ser, inevitavelmente, sepultado sob os escombros de um universo em ruínas”.

Explica-se através de uma metáfora, que o Humanismo veria a vida como uma ponte sobre um desfiladeiro que se estende apenas até a metade da distância e acaba no ar. Esta ponte estaria abarrotada de seres humanos que se empurram um após o outro caindo no abismo. Não importa que, ao subir na ponte, eles pensem que estão indo a alguma parte, nem os preparativos para a viagem que possam ter feito, nem o quanto possam apreciá-la. A visão resultante desta crítica representa a vida como um modelo de futilidade.

Tal exemplo se presta a uma interessante perspectiva, que é a que pessoalmente levo comigo há algum tempo, que chamo de Mudança Radical da Imortalidade, e serve de crítica à crítica acima apresentada.

A busca da imortalidade cristão se dá através da crença na permanência da individualidade da alma em um paraíso além, prometido pela religião revelada através das Sagradas Escrituras.

Não sei bem ao certo quando, mas meu coração rejeitou e deixou de aceitar esta crença há um bom tempo atrás. Ao mesmo tempo em que esta crença foi destruída, surgiu em seu lugar uma outra, mistura de vários estímulos recebidos em essência de leituras e experiências pessoais, em que a noção de individualidade foi deixando lugar para a noção de impermanência e de União e interdependência constante com o Universo, características da crença budista. Como não pratico os hábitos, não posso me considerar nem de longe um budista.

Mas, voltando à minha noção de Imortalidade, acredito que devemos mudar o foco de nossa preocupação de enfrentar nossa extinção e de um desejo desesperado de reencontrar aqueles que perdemos para uma preocupação em como levar nossos filhos e sucessores a terem uma vida mais feliz aqui, nesta existência, aprendendo (e ensinando) a praticar as leis do bem-estar.

Uma vez que tenhamos aceito o fato de que o mundo aqui pe como nós o fazemos, nosso problema se transformará em um problema de comportamento humano, passaremos a viver com uma preocupação ecológica, nos tornaremos verdadeiros humanistas e poderemos deixar de lado as crenças religiosas de busca após a Morte de uma religação a uma entidade superior, tendo em vista que já estamos ligados a esta entidade superior que é a própria Natureza em toda sua imponência e majestade, em todas suas instâncias físicas, químicas e transcendentais.

De qualquer maneira, não sabemos ainda o quanto podemos mudar da natureza humana, mas temos muitas evidências de como podemos mudar o comportamento humano para melhor, mesmo se o processo for menos simples e depender de menos melhorias óbvias na situação física do que imaginávamos há tempos atrás. Este é o limiar para um novo conhecimento. O futuro da humanidade depende mais do nosso conhecimento da mente humana do que do sucesso que podemos ter com as viagens espaciais ou quem sabe até em atingir as estrelas longínquas.

A fé cristã tenta evidenciar como seu principal mote, uma finalidade cósmica para a individualidade humana. A promessa da vida no além como justificativa para o bom comportamento na vida terrena. Qualquer tipo de moral ou ética sem esta finalidade cósmica não poderia se manter e se perpetuar através das gerações.

O Humanismo propõe um desafio que resolvi aceitar. Proponho aqui a valorização das finalidades individuais e coletivas como um fim em si mesmas. A Vida como fim da Vida ao contrário da Morte como fim da Vida, como quer o cristianismo.

Se assim for, não é a reflexão sobre a experiência mas a experiência em si o fim último da Vida. E, chegando a essa conclusão, nos damos conta de que, viver é, na realidade, um churrasco com os amigos no fim-de-semana, onde se contam piadas e nos divertimos, em um mundo sensual e finito. Mas não só isto: é necessária a percepção consciente destes fatos, que muda totalmente nossa vivência de uma simples rotina de repetição animal das ocorrências do dia-a-dia para uma vivência baseada em escolhas verdadeiras e tranqüilas do nosso próprio destino.

Com a percepção de que sou autor de minha própria existência, vivendo em uma dimensão individualmente mortal, esta experiência (a Vida) pode tanto ser um relato triste e trivial do que acontece comigo ou pode ser uma experiência que valha a pena ser compartilhada por outros, através da arte, ciência, política ou qualquer atividade que eu escolha exercer.

O Humanismo é justamente a aspiração a aumentar esta confiança enraizada nos recursos disponíveis e criar uma arte atingível e, desta forma, reduzir a inutilidade das vidas individuais e torná-las a essência de um mundo pleno e verdadeiramente humano, como jamais existiu.

out 26

A Importância da Nogueira para o Ecossistema da Calábria

By rafaelreinehr | Escrever Por Escrever (blog)

A nogueira (Carya illinoensis) é a árvore responsável pela produção da noz. Pertence ao família Jungladaceae e gosta de climas temperados, puxando para o frio. Sua origem é o sul dos Estados Unidos. Foi introduzida no Brasil em 1910. A propagação da nogueira pecã pode ser realizada por enxertia de borbulhia, no verão, ou de garfagem, no inverno, sobre porta enxertos oriundos de sementes.

Quando apresentam mais de 20 anos de vida, geralmente chamam a atenção pelo tamanho de sua copa e pela altura que atingem, por vezes maior que 30 metros.

A madeira de seu tronco, apesar de habitualmente não utilizada para tais fins, é própria para construção de móveis nobres, tendo valor comercial superior ao do mogno e ligeiramente inferior ao do pau-brasil.

A Calábria é a região da Itália de onde se originou a linguiça calabresa.

Situada entre Potenza, Crotone e Catanzaro, a Calábria é habitada por um povo acostumado a festejos e confraternizações.

A característica alegre e expansiva do povo italiano é ainda mais acentuada na Calábria.

Em 1868 um monge calabrês chamado Joaquim de Fiori,místico, profeta e herege, elaborou uma doutrina da Terceira Idade do Espírito (Santo) que teve enorme influência sobre as ideologias modernas, de Hegel ao Marxismo, Nazismo e Terceiro-mundismo.

Nos dias de hoje, apesar de seu glamour ter sido tomado pr Milão e Nápoles, a Calábria ainda mantém um turismo forte, principalmente graças à sua cozinha e sua noite movimentada, repleta de disco bares, disco pubs e comédias teatrais.

Quanto à importância da nogueira para o ecossistema da Calábria, vou deixar a explicação para outra hora, em primeiro lugar porque nem sei se existem nogueiras por lá e em segundo lugar porque meus médicos já estão vindo com meus remedinhos…

OBS: se você conseguiu ler até aqui sem interromper a leitura, meus parabéns! És uma pessoa especial, assim como eu! Conseguir burlar o sistema de defesa aqui do manicômio para publicar um texto não é coisa para qualquer um…

out 21

Cirilo Veloso Moraes, Simples Coisas da Vida

By rafaelreinehr | Escrever Por Escrever (blog)

Como meus 5 leitores já sabem, comecei há alguns dias a peregrinar através de minha lista de linques e estou aqui comentando e justificando um a um os blógues que ali aparecem.

O segundo blógue que tenho a honra de apresentar é o Simples Coisas da Vida, do meu amigo Cirilo. Nos conhecemos já há algum tempo e, se não me falha a memória, quem nos aproximou foram os flash-blógues, mania virtual relâmpago (em todos os sentidos!) que acontecia lá pelos idos de 2003. Inclusive, quando comecei o blógue do Escrever Por Escrever (que já existia na forma escrita e no Simplicíssimo) na versão blógue, já no segundo pôust há uma referência ao Simples Coisas da Vida.

O Simples Coisas é o Cirilo: simplicidade, paz de espírito, harmonia, vontade de fazer bem, felicidade em viver. Quem nunca passou por lá, já perdeu tempo, mas como ele mesmo diria, sempre há tempo para tudo, tratemos de recuperar agora mesmo.

O curioso é que, entre seus línques, encontram-se atualmente somente 4 pessoas, sendo 3 delas amigos reais do Cirilo e somente uma que permanece como um amigo virtual. Confesso que ainda não consegui entender quais razões para tal fato.

Quer rir? Refletir? Chorar? Ou quem sabe somente desanuviar? O Simples Coisas da Vida pode te trazer todas essas emoções e muito mais.

Será que estou parecendo muito bajulador? Quem sabe você confere e depois me conta se estou sendo exagerado ou fiel à realidade.