jul 21

By Rafael Reinehr | Uncategorized

Once upon a time when the hot sun faded behind the mountains.

The shadow of a strong man, with a gun in his hand, raised to

protect the poor people of the haciendas.

They called him: “El Justiciero“!

He! El Justiciero buenos dias

Que tienes a decir

El Justiciero yo soy pobre

Que tienes a me dar

“Tiengo chocolate quiente

Tequila, paga lo que deves”

El Justiciero, cha, cha, cha

Que otra cosa puedo dar

El Justiciero, yo tengo treinta hijos con hombre

La guerra, la guerra me ay strupatto tanto bene

Socuerro, El Justiciero, ajuda-me por favor!

He! El Justiciero buenos dias

Que tienes a decir

El Justiciero yo soy pobre

Que tienes a me dar

“Besa me mucho Juanita Banana

Cuando calienta el sol”

El Justiciero, cha, cha, cha

Que otra cosa puedo dar

Os Mutantes

jul 21

By Rafael Reinehr | Uncategorized

Agora chega! Chega deste INDIVIDUALISMO DESENFREADO!. Pare de se Auto-Ajudar e Ajude os Outros! Realmente parece que a solução fica cada vez mais distante: chegamos a um ponto onde a Justiça, exatamente a classe que deveria contar com os mais esclarecidos, sábios e JUSTOS integrantes da comunidade, acaba por nos demonstrar sua imensa ignorância, deixando de lado o todo e voltando os olhos tão somente para seu próprio umbigo. Essa vergonha tem que parar! Mas se nossos próprios representantes, aqueles a quem delegamos poder (sim, o poder dos juízes é delegado por cada um de nós que busca respeitar as leis que regem nossa sociedade), desrespeitam de forma brutal a coletividade, em quem nos agarrar?

A violência implícita nesta guerra por tostões (muitos tostões, diga-se de passagem) e por vaidades (ai, como eu posso ganhar menos que ele?) é uma absurdidade com poucos precedentes na história de nosso país. Não há como ficar quieto frente ao que está acontecendo.

três livros abertos, separados por canetas e marca-textos
jun 04

{04/06/2000 – Domingo – 19:50}

By Rafael Reinehr | Uncategorized

(…) Amanhã vou começar a ler a "Crítica da Razão Pura" de Immanuel Kant pela terceira vez. Dessa vez eu vou até o fim! Além desse livro, também estou lendo "Por que ler os Clássicos" de Ítalo Calvino e "Os Analectos" de Confúcio. Acho que uma coisa interessante que eu poderia fazer era tecer alguns comentários sobre trechos que eu achasse interessante desses livros. Vou fazer isso! Uma coisa interessante em relação a Confúcio é a sua extrema atualidade, sua modernidade. Apesar de ter vivido de 551 a 479 a.C., suas mensagens políticas e humanas são mais do que aplicáveis aos nossos dias. Deixe-me incluir algumas coisas que constatei das leituras dos capítulos 1 a 4 do seu "Os Analectos":

Montesquieu, no século XVIII, desenvolveu noções que recuperaram o ponto de vista de Confúcio de que um governo de ritos (bom senso, costumes) é preferível a um governo de leis; Montesquieu considerava que um aumento da atividade de promulgação de leis não era um sinal de civilização mas, ao contrário, indica um colapso da moralidade social. É sua a famosa afirmação: "Quand un peuple a de bonnes moeurs, les lois deviennent simples" [Quando um povo tem bons costumes, as leis se tornam simples].

Segundo Confúcio, um rei lidera por seu poder moral {lembrar Thomas Hobbes – contrato social}. Se ele não consegue oferecer um exemplo moral, ele perde o direito à lealdade de seus ministros e à confiança de seu povo. O trunfo último do estado é a confiança do povo em seus dirigentes: quando essa se perde, o país está condenado. Na China, por mais de 2000 anos, existiu o governo dos eruditos, onde o império era dirigido pela elite intelectual, elite essa que tinha acesso ao poder político através de exames do serviço civil, aberto para todos. É interessante notar que esse foi o sistema de governo mais aberto, flexível, justo e sofisticado conhecido na História até hoje.

"O importante não é a pessoa acumular informações técnicas e habilidades especializadas, mas desenvolver sua própria humanidade. Educação não se refere a ter, mas a ser". (…)

 

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jun 03

{03/06/2000 – Sábado – 23:28}

By Rafael Reinehr | Uncategorized

Certo dia ouvi dizer, em uma aula de Introdução à Filosofia que houve um certo escritor grego que escrevia cerca de 500 linhas por dia. Ao final da vida, havia escrito cerca de 700 livros. Bem, quanto à qualidade de seus escritos, não ponho a mão no fogo mas, certamente, foi esta uma idéia interessante! Há algum tempo já havia me surgido a idéia de escrever um livro que tratasse de assuntos de interesse da maioria das pessoas, como convívio social, política, bem-viver, virtude, justiça, sentido da vida e de nossas ações e humanismo em geral. Depois de vários textos isolados escritos e arquivados em meu computador, peguei a idéia daquele escritor grego e resolvi escrever um pouquinho todos os dias, de forma contínua, sem correções posteriores ao texto já escrito, mas com a possibilidade de corrigir informações ou idéias em novos escritos subseqüentes. Com certeza meu objetivo não é escrever 500 linhas por dia, mas apenas aquilo que minha criatividade ou a necessidade de expressar ou deixar registrado exigisse. As sim foi que surgiu este (para você que está lendo o livro pronto, se é que isto se tornou um livro) livro: repentinamente e ao mesmo tempo muito aos poucos. Hoje tive a idéia de colocar a data em que escrevi cada passagem e também o horário de começo e de término do escrito. Acho que isso pode ser interessante para quem ler, pois dará a noção de tempo e, quem sabe, de história, já que pretendo relatar junto com minhas idéias, leituras, citações e demais rabiscos alguns acontecimentos cotidianos atuais, tanto meus como de outras pessoas, pessoas que fazem a história.

 

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