"Sempre há um idiota que nos julga pelo que fazemos. As piores críticas geralmente vem das pessoas que não fazem ideia do que fazemos, não tem dons próprios e que ficam irritadas quando estamos felizes e alegremente nos provocam. A menos, é claro, que estejamos deixando o mundo mais feio. Então, esses tipo de pessoa vai segurar nossa mão com prazer e danãr conosco na sarjeta dizendo que, assim como eles, vemos como aquilo é horrível e se comprazem em comemorar. Mas desde cedo descobri que qualquer idiota pode ver como as coisas estão feias. Não é preciso ter nenhum dom para isso..."

O trecho aí de cima, que faz muito sentido para mim, foi retirado da fala do personagem John Talia (Trevor Morgan), o jovem aspirante a pintor que busca ter lições com o mestre da pintura representativa Nicoli Seroff (Armin Mueller-Stahl), um velho rabugento que perdeu sua esposa na Grande Extrusão ordenada por Stálin. O filme O Mestre da Vida (Local Color, 2006), dirigido por George Gallo, é uma lição de sensibilidade artística mas também uma mensagem de humildade perante a vida. Recomendo.
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Rafael Reinehr é médico endocrinologista, mas seus olhos vasculham o horizonte em busca de soluções para criar um Mundo Melhor através de iniciativas como a Coolmeia, Ideias em Cooperação.
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Comentários
Então escrevi Zona Temporal Autonoma e fiquei pensando, ZAT, não está certo, mas enfim, sempre configura uma relação temporaria em que o caos atravessando uma das regiões que se transforma no tempo, cria uma zona temporária de frequencia mais poética que o terrorismo e mais concreta e real.
Mas logo a ordem se torna mais objetiva e deixamos esse sequencial e continuamos na vidam, hehehe is so much
vALEÔ
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