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Hoje sou grato! #sougratohoje

Hoje sou grato! #sougratohoje


Posted By on maio 19, 2016

Existem dias em que a gratidão nos inunda.

Em outros nos entorpece. Tem ainda aqueles dias em que somos ingratos. Noutros, esquecemos dela. Mas ela sempre nos busca, lá do cantão da desesperança e nos traz de volta para o mundo cheiroso e iluminado dela.
Na semana que passou senti-me profundamente grato por vários acontecimentos muito intensos que ocorreram. Vou destacar três deles.
Sou grato hoje
O primeiro, a bem da verdade, começa com a gratidão de outra pessoa para comigo. Uma paciente, cujo nome vou preservar, ao final da consulta, resolve abrir seu coração e me conta o quão profundamente grata ela se sente em relação ao tratamento que lhe ofereci. Segundo ela, fui responsável por salvar seu casamento, que estava por um fio. Fiquei surpreso com a declaração, pois o objetivo primário da consulta dela era emagrecer. Cerca de 16kg a menos haviam, segundo ela, reativado a vontade de viver, o desejo pelo marido – que se tornou recíproco – e a autoestima e a vontade de se relacionar socialmente aumentou significativamente. Bem… Aquela consulta serviu para gerar um efeito fantástico em mim: o sentimento de gratidão que eu mesmo senti, ao ouvir aquelas palavras – por minha paciente ter aberto seus sentimentos – acabou por respingar em todos pacientes subsequentes ao longo do dia. Foi mágico. Saí pensando: “Como fazer com que possamos – todos – viver com essa sensação intensa de gratidão e vontade de fazer bem e bem fazer a todas pessoas?”
Essa pergunta ainda está à minha volta, e por mais que tenha pistas, ainda não sei ao certo como imprimir de forma indelével as características necessárias à um “estado de gratidão perene” ao desejável bem viver em harmonia social que todos almejamos.
O segundo evento da semana que me remete a um profundo estado de gratidão re conecta com uma dádiva que recebi: fui agraciado, por uma paciente, ao acesso a uma consultoria de alta qualidade, por dois anos, gratuita, no processo de fruticultura de nogueiras que estou realizando na Fazenda Bom Encontro, em Araranguá – SC. Esta paciente, sempre tão gentil e positiva, está passando pessoalmente por uma fase bastante difícil, em luta com um câncer ao qual ela, com toda vibração positiva que seu corpo e espírito apresentam, certamente irá debelar em breve. Disse ela, também ao final da consulta: “O dia em que o senhor sair de Araranguá, continuarei sendo sua paciente, pois você terá que voltar para cuidar das nogueiras, então sempre poderemos nos ver”. Pronto. Meus olhos se encheram de lágrimas e precisei dar-lhe um forte abraço para ajudar a conter a alegria e a gratidão por ter recebido estas tão gentis palavras.
O terceiro momento em que me senti profundamente grato foi ao encontrar uma pessoa bastante especial, que aparentemente “caiu do céu” ou “entrou como uma luva” dentro de uma necessidade recente de um projeto que estou realizando. Sabe quando você faz um pedido e ele é atendido? Pois é… Talvez ainda seja cedo para falar, mas já estou grato pela perspectiva que se apresenta.

Nem preciso dizer que sou grato a cada dia que posso estar próximo a aqueles que amo,

filhos, namorada, família, amigos… Saber que todos estão bem e que ainda tem(os) algum tempo para passear e experimentar esta vivência enquanto não são chamados para surfar alhures, longe do Samsarão.
Na verdade, enquanto escrevo este texto, começam a vir lembranças e instantes e mesmo pessoas e momentos atuais que me fazem ser grato por tudo que tenho, construo (construímos) e até mesmo pelo que ainda está por vir.
Enfim e em suma #sougratohoje por estar vivo e por ter a companhia, nesta jornada planetária, de pessoas que continuamente me ensinam como devemos e também como não devemos viver, ao mesmo tempo em que também tenho o privilégio de deixar um pouco de mim nessa jornada.

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Hoje sou grato! #sougratohoje

Hoje sou grato! #sougratohoje


Posted By on maio 19, 2016

Existem dias em que a gratidão nos inunda.

Em outros nos entorpece. Tem ainda aqueles dias em que somos ingratos. Noutros, esquecemos dela. Mas ela sempre nos busca, lá do cantão da desesperança e nos traz de volta para o mundo cheiroso e iluminado dela.

Na semana que passou senti-me profundamente grato por vários acontecimentos muito intensos que ocorreram. Vou destacar três deles.

Sou grato hoje

O primeiro, a bem da verdade, começa com a gratidão de outra pessoa para comigo. Uma paciente, cujo nome vou preservar, ao final da consulta, resolve abrir seu coração e me conta o quão profundamente grata ela se sente em relação ao tratamento que lhe ofereci. Segundo ela, fui responsável por salvar seu casamento, que estava por um fio. Fiquei surpreso com a declaração, pois o objetivo primário da consulta dela era emagrecer. Cerca de 16kg a menos haviam, segundo ela, reativado a vontade de viver, o desejo pelo marido – que se tornou recíproco – e a autoestima e a vontade de se relacionar socialmente aumentou significativamente. Bem… Aquela consulta serviu para gerar um efeito fantástico em mim: o sentimento de gratidão que eu mesmo senti, ao ouvir aquelas palavras – por minha paciente ter aberto seus sentimentos – acabou por respingar em todos pacientes subsequentes ao longo do dia. Foi mágico. Saí pensando: “Como fazer com que possamos – todos – viver com essa sensação intensa de gratidão e vontade de fazer bem e bem fazer a todas pessoas?”

Essa pergunta ainda está à minha volta, e por mais que tenha pistas, ainda não sei ao certo como imprimir de forma indelével as características necessárias à um “estado de gratidão perene” ao desejável bem viver em harmonia social que todos almejamos.

O segundo evento da semana que me remete a um profundo estado de gratidão re conecta com uma dádiva que recebi: fui agraciado, por uma paciente, ao acesso a uma consultoria de alta qualidade, por dois anos, gratuita, no processo de fruticultura de nogueiras que estou realizando na Fazenda Bom Encontro, em Araranguá – SC. Esta paciente, sempre tão gentil e positiva, está passando pessoalmente por uma fase bastante difícil, em luta com um câncer ao qual ela, com toda vibração positiva que seu corpo e espírito apresentam, certamente irá debelar em breve. Disse ela, também ao final da consulta: “O dia em que o senhor sair de Araranguá, continuarei sendo sua paciente, pois você terá que voltar para cuidar das nogueiras, então sempre poderemos nos ver”. Pronto. Meus olhos se encheram de lágrimas e precisei dar-lhe um forte abraço para ajudar a conter a alegria e a gratidão por ter recebido estas tão gentis palavras.

O terceiro momento em que me senti profundamente grato foi ao encontrar uma pessoa bastante especial, que aparentemente “caiu do céu” ou “entrou como uma luva” dentro de uma necessidade recente de um projeto que estou realizando. Sabe quando você faz um pedido e ele é atendido? Pois é… Talvez ainda seja cedo para falar, mas já estou grato pela perspectiva que se apresenta.

Nem preciso dizer que sou grato a cada dia que posso estar próximo a aqueles que amo,

filhos, namorada, família, amigos… Saber que todos estão bem e que ainda tem(os) algum tempo para passear e experimentar esta vivência enquanto não são chamados para surfar alhures, longe do Samsarão.

Na verdade, enquanto escrevo este texto, começam a vir lembranças e instantes e mesmo pessoas e momentos atuais que me fazem ser grato por tudo que tenho, construo (construímos) e até mesmo pelo que ainda está por vir.

Enfim e em suma #sougratohoje por estar vivo e por ter a companhia, nesta jornada planetária, de pessoas que continuamente me ensinam como devemos e também como não devemos viver, ao mesmo tempo em que também tenho o privilégio de deixar um pouco de mim nessa jornada.

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História do CarnavalSofia

História do CarnavalSofia


Posted By on jan 29, 2013

A ideia do CarnavalSofia surgiu

na manhã de 20 de fevereiro de 2009, mas o primeiro evento só foi se realizar um ano depois, no Carnaval de 2010. Na ocasião, fiz uma ligeira postagem de blog apenas para registrar a ideia.

Em 2010, efetivamente, tivemos o primeiro CarnavalSofia. Foi bem mais simples do que o planejado mas rendeu ótimos momentos de reflexão, diálogo e também companhias agradáveis, inclusive do amigo Pedro Volkmann, que se deslocou de Porto Alegre para debater sobre o TAZ – Zona Autônoma Temporária, do Hakim Bey.

O segundo CarnavalSofia, em 2011, me pegou em Florianópolis, e acabou acontecendo no apartamento da Viviane Amaral, juntamente com a Márcia Brincas e a Gisela Franco. O papo rolou solto e foi um dia muito agradável, totalmente informal e celebrativo.

Já no terceiro CarnavalSofia, em 2012, as atividades e a presença de público começaram a se tornar “sérias”: dois dias de evento, 21 e 22 de fevereiro, acontecendo no Solar das Lagartixas, com presença de pessoas de Porto Alegre, Criciúma, Araranguá, Arroio do Silva e até do Ceará. A programação se tornou mais ampla e eclética e a interação entre as pessoas mais gostosa e divertida.

Finalmente, chegamos em 2013 e ao IV CarnavalSofia. Neste ano, 5 dias de folia, reflexão e ação e uma programação de arrasar quarteirão, cheia de atividades culturais, contraculturais, de integração e celebração da vida humana.

O que o próximo ano nos espera, só o tempo dirá!

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Atenção, o conteúdo deste artigo não é mais válido! Em breve aqui um link com novas perspectivas!

Amigas e Amigos, estou começando uma jornada diferente…

Hoje me inscrevi no Gittip, um software que permite a amigos realizarem doações semanais, via cartão de crédito, para mim (ou para você, ou para qualquer pessoa).

Mas com que objetivo que faço isso?muito-obrigado

Basicamente, tenho dedicado boa parte do meu tempo – dias, noites, madrugadas – a pesquisar, desenvolver, iniciar e espalhar uma série de iniciativas voltadas para a produção de Bem Comum, ou seja, de situações que beneficiem a todos, e não apenas a alguns.

A maior parte destes projetos, viagens, pesquisas, softwares e iniciativas foi financiado do meu próprio bolso, do dinheiro que trabalho como médico endocrinologista em Araranguá, Santa Catarina.

Entretanto, quero achar uma forma de poder financiar de forma ainda mais ampla estes projetos e iniciativas que produzem o bem e ajudam a desenvolver nossa sociedade como um todo. Projetos relacionados à educação, economia solidária, governança colaborativa, transparência, alimentação orgânica, permacultura, oficinas livres, cooperação e muito mais.

Se você, de alguma forma puder ajudar, clique no link a seguir e seja meu financiador. Comprometo-me a realizar um “balanço” mensal de todas as atividades realizadas e lhe encaminhar, para saber de que forma seu dinheiro está sendo empregado – para que assim possas decidir se queres continuar me apoiando em minha jornada. Sua ajuda pode começar com apenas 1 dólar por semana. Trato feito? Clica ali embaixo e vamos começar esta parceria!

 

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No século XIX, uma tradição interessante era reunir amigos e vizinhos em torno de uma mesa e confeccionar, juntos, uma espécie de “tapete”, chamado quilt. Embora em muitos casos o objetivo era apenas acelerar o processso de confecção do quilt, em tantos outros o que importava era o lado social, o encontro de amigos, a convivialidade e a manutenção de laços humanos.

Geralmente, ao final do dia (o quilting bee durava um dia inteiro), se fazia um jantar para todos participantes, quase sempre com frango assado e outros acompanhamentos.

quiltingbee

A recuperação desta tradição, na sociedade atual, poderia ser responsável por um retorno de valores que temos perdido nas últimas décadas: a cooperação, o trabalhar junto, pensar junto, confraternizar e sonhar juntos.

Mais do que encontros humanos para apenas conversar, beber, dançar – encontros para FAZER juntos, para produzir – literatura, música, quilts ou qualquer objeto, produto ou criação que permaneça – podem ressignificar as vidas de quem participa de tal ocasião.

Aqui na cidade temos um grupo de encontro relacionado à literatura chamado Amadores de Palavras. Nos encontramos mensalmente, às segundas-feiras e, a partir deste mês, nos encontraremos todas às segundas-feiras para trocar experiências literárias, recitar poesias, ler contos, crônicas, críticas literárias e, a partir da próxima segunda, estaremos também criando nosso “quilting bee”: a cada semana, um tema diferente para que escrevamos. Cada um deverá desenvolver o tema – se se sentir confortável com ele – e levar algum escrito feito durante a semana.

Os resultados disso, além de uma eventual futura publicação dos textos compilados? Ainda estamos para descobrir. E você? Que tal reunir seus amigos e formar também uma confraria, um “quilting bee” moderno?

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