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Sobre um fim. Sobre um começo.
out 27

Sobre um fim | Sobre um começo

By Rafael Reinehr | Carolina

Sobre um fim

Confesso que não gostaria de estar escrevendo estas linhas…

Por várias razões, aqui estou eu, coração sôfrego, espírito titubeante, encarando uma das tantas realidades possíveis…

 

Estas palavras são soltas no momento em que percebo que perdi a conexão com o grande amor da minha vida. Não sei se deveria apresentá-la assim, mas é assim que a sinto hoje. Sempre fui um cara romântico, mas uma série de desventuras me tornaram mais duro, e frio. E foi quando a conheci. E ela foi minha companheira amada e dedicada por muito tempo. Tivemos dois lindos filhos, que são a razão das nossas vidas.

 

A partir de hoje, precisaremos aprender a como fazê-los crescer de forma saudável e feliz, sem que estejamos os dois, ao mesmo tempo, próximos deles, como uma família. Não consigo deixar de lembrar como foi minha infância, com pais separados, passando um final de semana aqui e outro ali, parte das férias cá e outras lá. Sobrevivi, não posso dizer que tenha dado errado. Me formei, constituí família… Que se despedaçou.

 

Onde erramos? Já nos perguntamos e nem todas as respostas conseguimos encontrar e tornar claras. De todo modo, o sentimento que uma vez houve, já não existe mais. Continuo a desejar uma vida em família, mas não é este o sentimento que recebo de volta, então chegou a hora de deixar o rio fluir. Sem mais contenções, diques, desvios, barreiras…

 

Já sofri muito nos últimos meses, amigos, familiares, terapeuta, todos são testemunha da dor que tenho sentido. Tanto pela solidão quanto pela incerteza, pela falta da retribuição de afeto e pela distância. Agora preciso sair deste espaço no qual me coloquei, de sofrimento.

 

Preciso ajustar minhas respostas físicas e espirituais a um novo contexto, no qual eu possa ao mesmo tempo sentir-me calmo, contente, dedicar-me a cuidar de quem precisa, e me tornar mais uma vez criativo, em sinergia com quem sou verdadeiramente.

 

Minhas energias precisam fluir para onde são desejadas, e necessárias.

 

Espero que as escolhas que fizermos nos deixem tanto ou mais felizes do que as que faríamos ficando juntos.

 

Deixo aqui meu amor, respeito e boas lembranças, e sigo meu caminho.

Rafael Reinehr, 22 de outubro de 2014.

 

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Sobre um começo

Confesso que estou radiante por escrever estas linhas…

Por várias razões aqui estou eu, coração acelerado, espírito radiante, encarando uma de tantas realidades possíveis…

 

Estas palavras são soltas no momento em que começo a me reconectar com o grande amor da minha vida. Certamente devo apresentá-la assim, pois é assim que a sinto hoje, e sempre.

Sempre fui um cara romântico, mas uma série de desventuras que aconteceram antes de conhecê-la, me tornaram mais duro, e frio. Ela foi minha companheira amada e dedicada por muito tempo. Tivemos dois lindos filhos, que são a razão das nossas vidas.

 

Em um dado momento, precisamos nos afastar. O amor tinha dado uma pausa. Mas a partir de hoje, estamos ambos nos dedicando a aprender a deixar o amor brotar novamente, e nos dedicar a fazer nossos filhos crescerem de forma saudável e feliz, nós dois juntos, próximos deles, como uma família. Conseguimos dar a volta por cima e evitar que acontecesse com nossos filhos o mesmo que aconteceu comigo, na infância, e mais tarde, com meu amor, quando nossos pais se separaram, e tivemos que sofrer juntos. Sobrevivemos, constituímos família, passamos por uma grande crise, mas o desejo de estarmos juntos prevaleceu.

 

Como acertamos? Nos perguntamos isso e a resposta estava dentro de cada um de nós. Revisamos nossos conceitos, nossas potências, nossos desejos e devires. O sentimento que uma vez houve, não existe mais. Em seu lugar um outro, novo, a ser cultivado e desbravado, junto com a nova família que se forma. Mesmas pessoas, novas relações. Deixar o rio fluir, sem mais contenções, diques, desvios, barreiras…

 

Sofremos muito nos últimos meses, amigos, familiares, terapeutas, todos são testemunha do que passamos. Tentávamos nos acertar, mas estávamos desconectados, em frequências e intensidades diferentes. Mas precisávamos sair deste lugar que nos colocamos, de incompreensão.

 

Precisamos agora realizar ajustes finos, sabendo que estamos ali, um para o outro e para nossos filhos. Ajustando nossas posturas comportamentais e espirituais a um contexto no qual ambos sintam-se plenamente respeitados, livres para ser quem realmente desejamos ser e felizes, usando nosso carinho um pelo outro como o combustível para nos apoiar mutuamente em nossa jornada juntos.

 

Nossas energias fluirão para onde desejarmos, para onde julgarmos necessário.

 

Com a certeza de que as escolhas que fizermos nos deixarão tanto ou mais felizes do que as que faríamos ficando separados, trazemos conosco nosso amor, respeito, boas lembranças e sonhos compartilhados, e sigamos nosso caminho comum.

Rafinha, 22 de outubro de 2014

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Duas possibilidades, uma escolha.

 

Nosso futuro
abr 21

Todas as nossas ações refletem no mundo em que vivemos

By Rafael Reinehr | Medictando

Nossos pés deixam pegadas na areia do tempo. Se estivermos no caminho

errado, muitos nos seguirão, desviando-se do que é correto. Quando

pensamos que uma ação é só por aquele momento e esquecemos que ela

deixa um rastro atrás de si, não estamos sendo responsáveis.

Todas as nossas ações afetam os seres humanos, dando-lhes alívio ou

tristeza. Podemos fortalecê-los ou não. Podemos causar ferimentos ou curas.

Podemos gerar conflitos ou resolvê-los. Podemos criar cataclismas ou algo

nobre para a sociedade.” – B.K.Jagdish

 

Hoje, vamos viajar um pouco: vamos falar de futuros desejados…

 

Para criar uma “Nova Economia”, vamos precisar de uma boa dose de

utopia: precisamos promover o Despertar. Quando falo em “Despertar“, me

refiro não a um acordar biológico tão somente, e também não uso o termo

como um fenômeno puramente místico mas, mais ainda, a um fenômeno

que abraça em si as necessárias mudanças biológicas, espirituais e sociais

necessárias a uma Reforma do Pensamento.

Esta Reforma do Pensamento, que começa com uma Reforma da Percepção

e passa por uma Reforma do Julgamento, é o sentido último que

precisamos buscar. Tenho forte convicção de que as mudanças que urgem

passam por este processo que, em última instância, deverá modificar a

forma com que percebemos, julgamos, pensamos e, finalmente, agimos.

Entretanto, e agora me dobro a evidências empíricas, nem sempre é através

da palavra – leitura, discurso, palestra, aula, seminários e cursos – que se

consegue promover o “Despertar“. Muitas vezes, precisamos da prática, da

ação, do exemplo como ferramenta para que a mudança ocorra.

Hoje, infelizmente, ainda precisamos ser violentados, maltratados,

desrespeitados, perder o emprego, ter nossa honra machucada ou

precisamos ser retirados de nossa “zona de conforto” para perceber que

alguma coisa está muito errada no mundo aí fora. Os sinais da degeneração

da qualidade de vida estão cada vez mais salientes e, apesar do crescimento

do consumo de bens materiais, pouquíssimas vezes conseguimos escutar a

palavra felicidade. E esta, por incrível que possa parecer a este ser humano

individualista, capitalista e competidor que é a regra hoje em dia, é mais

ouvida em ambientes onde a confraternização, a socialização e a

cooperação estão presentes. Paradoxal? Nem tanto, quando lemos alguns

estudos científicos ¹ a respeito.

Pois é deste fluxo de que todos devemos tratar: o fluxo contínuo de linguagear,

emocionar e conversar – para utilizar os neologismos criados por Humberto

Maturana – em direção a um porvir mais voltado para o social do que para o

individual, que tenda à cooperação entre as pessoas e o ambiente. Por

incrível que pareça, você não precisará abrir mão de seu conforto para isso.

Se estivermos abertos e dispostos, aprenderemos juntos como seguir este caminho. O primeiro passo está dado. Agora me dê sua mão e vamos caminhar juntos.

 

– Utopia […] ella está en el horizonte. Me acerco dos pasos, ella se aleja dos

pasos. Camino diez pasos y el horizonte se corre diez pasos más allá. Por

mucho que yo camine, nunca la alcanzaré. Para que sirve la utopia? Para eso

sirve: para caminar.” – Francesco Berri

 

Referências:

1. O Dinheiro como empecilho ao senso de comunidade – Alternativas para

um mundo sem dinheiro: http://reinehr.org/sociedade/saude-dasociedade/

o-dinheiro-como-empecilho-ao-senso-de-comunidadealternativas-

para-um-mundo-sem-dinheiro

utopia
abr 14

Transladando teoria em prática

By Rafael Reinehr | Medictando

De que serve ler palavras?

As lerei com meu corpo.

Como pode um enfermo beneficiar-se

lendo um livro de medicina?

Shantideva

 

Na edição passada, fiz um convite aos leitores:

que me ajudassem a esclarecer como se faz para transformar teoria em prática. Hoje começaremos a investigar esta questão.

Um aspecto interessante da vida médica diz respeito ao caminho necessário a trilhar entre o conhecimento e a aplicação prática daquilo que foi aprendido.

Sabemos, tanto por experiência quanto pela análise de estudos científicos, que quanto mais complexas as medidas que precisamos implementar em nossas vidas, menor é a aderência a tais

Por exemplo, é muito mais fácil conseguir aderência de uma paciente a um tratamento medicamentoso por curta duração do que por longo prazo. A aderência ao tratamento de uma pneumonia é muito mais provável do que a de osteoporose, diabetes ou obesidade. Dentro de tratamentos de curto prazo, aquelas medicações com uma só tomada ao dia tem chances muito maiores de adesão por parte do paciente do que aquelas que necessitam, por exemplo, três ingestas diárias. E, inalmente, tratamentos em que o uso de medicações são as responsáveis principais pela melhora dos pacientes acabam resultando em melhores resultados em geral do que aqueles em que a mudança de hábito de vida – incluindo, por exemplo, mudanças nos hábitos alimentares e realização de atividades físicas – são necessários.

Não se beneficia um paciente ofertando-lhe um livro de medicina – uma série de orientações práticas, detalhadas, factíveis e, de preferência, com pequenos passos por vez se faz necessária; em nossa vida profissional e pessoal também precisamos de certo planejamento e organização para transladarmos o conhecimento que adquirimos em ações práticas para benefício próprio e daqueles.

E quais seriam estas orientações que nos ajudariam a transformar teoria em prática? Chamo o fluxograma a seguir de “Vamos acampar?”, pois ele nos incita a fazer uma lista do que precisamos levar, por exemplo, quando vamos fazer um acampamento:

– Definir objetivos claros: o que queremos? para onde vamos? como vamos? com quem vamos? do que precisamos? como vamos conseguir o que precisamos?

– Antecipar possibilidades – e se não der certo, quais são as alternativas?

– Transformar crenças pessoais em problemas, para motivar mudanças

– Quebrar o complexo em partes menores

– Compreender o que se quer transformar e, finalmente

– Acompanhar o andamento do processo, corrigindo imediatamente o rumo quando necessário

Indo para a prática, então: há pouco mais de dois anos decidimos, minha esposa e eu, deixar de lado a vida de “sucesso” profissional que nos consumia por 12 horas dentro de um consultório cheio e mudamos de cidade e de vida, em busca daquilo que realmente fazia sentido para nós, em contraponto ao que a sociedade (e nossa família) espera de uma pessoa bem sucedida.

Este caminho, o que começa em saber exatamente o que se quer e não termina nunca, pois estamos sempre acompanhando e reavaliando o processo de caminhar, é o que estamos trilhando nesse momento. Só se aprende a viver vivendo. Como disse Thomas Fuller, “o conhecimento dirige a prática, mas a prática aumenta o conhecimento”.

Algo precisando ser mudado na sua vida? Leia a mudança não com o pensamento mas com sua própria vida.

Depois me conte. Mãos à obra!

Caminho a seguir
ago 08

Se eu quiser que o mundo mude…

By Rafael Reinehr | Quase Filosofia

…não tem jeito não: preciso começar comigo mesmo.

Preciso começar fazendo uma agenda. É isso aí: FAZENDO uma agenda. Nada de comprar não… Não é pra mudar (pra melhor)? Então vamos lá!

Rumo à resiliência! E de volta à carga nesse blog!

Vamos que vamos! Cada vez melhor!

Sustentabilidade
jan 26

No Caminho da Sustentabilidade e da Resiliência

By Rafael Reinehr | Sustentabilidade e Resiliência

Nas próximas semanas

devo começar uma narrativa acerca de uma jornada que, espiritualmente, começou já há alguns anos e que, finalmente, deve se corporificar: estou falando da tarefa de tornar-me, juntamente com minha família e comunidade, mais resiliente. A resiliência é uma das principais características da sustentabilidade.

Estarei demonstrando como, de forma prática, abordar cotidianamente atitudes e práticas para tornar nossa vida mais sustentável na sociedade moderna.

Muito mais do que ideias, vou mostrar exemplos de como isso pode funcionar. Espero que acompanhem esta jornada, que certamente será repleta de percalços e, com eles, aprendizados.

Desejem-me luz no caminho.

A escolha
abr 22

Um pequeno passo para o homem, um gigantesco salto para a humanidade

By Rafael Reinehr | Boas Novas

Esta significativa e memorável frase dita por Neil Armstrong após deixar o módulo lunar Apolo 11 ao pisar pela primeira vez na Lua, em 20 de julho de 1969, poderia ser repetida diariamente por cada um de nós.

Naquela época excitante, em que escritores de ficção científica animavam adolescentes e adultos com seus exercícios futuristas e, de fato, as previsões do começo do século começavam a tornar-se realidade, tudo era belo, esplendoroso e um futuro mágico se descortinava.

No final da década de 60, eram pouquíssimas as vozes que alertavam sobre o uso desenfreado dos bens naturais, a possibilidade de extinção da raça humana, mudanças climáticas e whatsoever.

Hoje em dia este panorama mudou. Enchentes nos noticiários viraram assustadora regra, degelo nos polos, na Patagônia, Groenlândia e nas áreas de gelo perene das altas montanhas. Apesar do forte lobby financeiro, político e – veja só – até científico que visa minimizar o problema, o fato é que estamos caminhando rapidamente para um caminho sem volta.

Quando falo em caminho sem volta, não me refiro ao planeta.

Este irá se adaptar mais uma vez, como tem feito há bilhões de anos. O que talvez não consigamos mais fazer é salvar nossa própria espécie. Irei falar sobre este assunto com mais detalhe no futuro, citando alguns estudos e previsões científicas que andei verificando.

Hoje, entretando, quero congraçar-me com o lançamento da Coolmeia – Ideias em Cooperação, esta incubadora de ideias e ações altruístas, preocupadas com mudanças humanas, sociais e ambientais efetivas. Como dito em sua Carta de Princípios, a Coolmeia não busca ser a detentora de todas as respostas, mas busca isso sim, encontrar respostas que sejam satisfatórias ao nosso equilíbrio e harmonia com outros seres vivos (humanos e não-humanos) em nosso ambiente comum.

E cada um pode fazer a sua parte. E pode fazer todos os dias, ou pelo menos todas as semanas. Se 1% de nós brasileiros (um milhão e oitocentas mil pessoas), utilizarmos pelo menos 1% do nosso tempo (15 minutos por dia) para pensar em soluções ou aplicar as que já se encontram por aí, estaremos dando uma guinada significativa em direção às mudanças que necessitaremos para enfrentar as consequências do que temos plantado nos últimos 2 séculos.

Hoje acordei uma hora mais cedo para cumprir com o que me programei: plantar uma árvore e vir de bicicleta para o consultório. Sobre a bicicleta, não é um fato ocasional, tenho vindo com alguma frequência, mas neste dia não poderia deixar de vir. Mesmo com a chuva que veio e sem encontrar minha mochila e ter que deixar alguns pertences importantes em casa.

Sobre a árvore, aí embaixo estão as fotos.

Plantei duas sementes de Pinus koraiensis, um tipo de pinheiro cujos frutos são os pinoles, pequenos pinhões extremamente deliciosos que podem acompanhar vários pratos.

A escolha
A escolha do lugar
As sementes
As sementes de Pinus koraiensis
O plantio
O plantio
O aconchego
O aconchego da semente, em uma nutritiva terra preta

Como diz um ditado chinês: “É com um passo que se começa uma jornada de 100 quilômetros”. Vamos fazer nossa parte, cada qual com o tanto que conseguir a cada dado momento da vida.

 

Legumes
fev 12

Ovolactovegetarianos: os primeiros 30 dias

By Rafael Reinehr | Veganos & Vegetarianos

Hoje estamos completando, Carol e eu, 31 dias sem colocar qualquer tipo de carne na boca.

Primeiras impressões:

Legumes1. Sente-se mais disposto

2. A atividade física parece render mais

3. O cérebro funciona melhor e mais rápido (apesar de uma ou outra onda de desânimo – talvez característica da adaptação)

4. Emagrece-se (há um mês pesava 95kg, hoje estou com 90,3kg) – foram 4,7kg em 31 dias

5. Há dificuldades na adaptação social. Os amigos de sempre ou ficam surpresos ou confusos. Os novos encaram com um pouco mais de naturalidade, mas ainda assim com indisfarçável surpresa.

6. Volta e meia surgem ímpetos em direção à carne. Imagens mentais de um passado recente voltam à tona.

7. Usa-se construções mentais positivas para afastar a vontade quando ela vem, e logo conseguimos afastá-la. É o que chamam por aí de “poder da mente”

8. Somente uma escolha racional poderá tirar-nos do caminho, e essa diz respeito a uma análise antropológica da situação. Análise essa que não desejo fazer, pois quero continuar com a experiência por mais tempo.

9. Come-se muito bem sendo vegetariano. Você não perde por experimentar.

10. Há que se resistir a comentários muito delongados sobre a decisão de tornar-se vegetariano, do contrário pode parecer a alguns que se está fazendo propaganda do estilo de vida.

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Viver intensamente
nov 16

Angústia existencial

By Rafael Reinehr | Quase-Idéias

Enquanto algumas pessoas se aposentam e ficam angustiadas por não saber o que fazer com o tempo livre, outras, mesmo que tivessem 3 vidas inteiras, não conseguiriam dar vazão e trazer à prática a quantidade de idéias e desejos que lhes irrompe no peito.

A solução? Viver como se a vida não tivesse fim, fazendo, de cada dia após o outro um novo desafio, um novo horizonte sempre passível de ser alcançado. Viver como se a vida não tivesse fim mas, ao mesmo tempo, ciente da impermanência de todas as coisas. Eis um caminho.