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Coolmeia Textos Seminais
Sep 23

Coolmeia, Ideias em Cooperação: No Que Acreditamos E O Que Queremos – Um Manifesto

By Rafael Reinehr | Coolmeia

Abaixo compartilho com você alguns dos textos fundadores e embasadores da Coolmeia, Ideias em Cooperação, uma Incubadora de Ideias e Soluções Altruístas Voltada ao Bem Comum.

São 334 páginas para sua diversão e inspiração. Textos sobre cooperativismo, apoio mútuo, por uma sociedade e economia mais justas, sobre equanimidade, sustentabilidade, convivialidade, educação, justiça social… Entre eles você encontra os primeiros textos do que vieram a se constituir no Manifesto, na Carta de Princípios e nas Bases do Diálogo da Coolmeia bem como alguns artigos meus que escrevi aqui no blog e em outras paragens ao longo dos últimos 20 anos.

Respire fundo, sente-se confortavelmente, aproxime-se de um café ou um chá quentinho (ou gelado!) e mergulhe! Prepare seu espírito para uma jornada deliciosamente inspiradora, com ideias que fazem minha própria essência vibrar animadamente a cada momento no qual imagino este mundo sendo coletivamente criado.

Se te inspirar e te mover, entre em contato. Em breve a Coolmeia estará de volta, e você pode fazer parte desse Movimento, dessa Comunidade!

Faça o Download clicando no link a seguir: Coolmeia: No Que Acreditamos e o que Queremos

Um ano novo iluminado para você!
Jan 01

O que te desejamos para 2018

By Rafael Reinehr | Cotidianices , Efervescências

Te desejamos um 2018 iluminado no qual dentro de você, assim como dentro de nós, exista muita compaixão, sabedoria e discernimento, abertura para as mudanças que forem necessárias, paciência, tolerância com as diferenças, muito amor, gratidão pelo já alcançado, generosidade, perdão, altruísmo e felicidade.

Que você seja protagonista de bons encontros, faça frutificar realizações memoráveis que impactem positivamente muitas pessoas, que você se reencontre ou se mantenha conciliado com a tua essência e que teus melhores desejos para o mundo se tornem realidade.

Queremos notícias tuas em 2018 e, como sempre, precisaremos de ajuda nos vários projetos em andamento! Como se diz aqui no sul, “Não te acanhes! Prenda o grito!”

#2018 #newyear #anonovo #desejos #planos #felicidade #essencia #encontros #compaixao #amor #lovebrains #coolmeia #medictando

Um ano novo repleto de bons encontros.

Seja a mudança que você quer ver no mundo - Gandhi
Jul 24

Seja a mudança que você quer ver no mundo – Mahatma Gandhi

By Rafael Reinehr | Experimentalismo , Literatura

 

Esta postagem é a quarta de 13 postagens da série Exercício de Escrita Criativa e Produtividade, que propus em 28 de junho último. Acompanhe todos os artigos, compartilhe – se achar interessante – e comente se houver algo a acrescentar.

Nesta semana, me comprometi a comentar sobre uma citação poderosa.

Quem me conhece, sabe que sou colecionador de citações. Crio algumas também, como por exemplo:

“A riqueza de um ser humano é medida à justa equivalência do tempo no qual ele está fazendo exatamente aquilo que quer fazer.”

– Rafael Reinehr, 13 de novembro de 2010

 

Tenho várias citações, frases e passagens que fazem muito sentido para mim. Veja algumas delas no texto Eu tive um sonho, que escrevi em 01 de janeiro de 2012.

Gosto muito também desta, de B. K Jagdish:

 “Nossos pés deixam pegadas na areia do tempo. Se estivermos no caminho errado, muitos nos seguirão, desviando-se do que é correto. Quando pensamos que uma ação é só por aquele momento e esquecemos que ela deixa um rastro atrás de si, não estamos sendo responsáveis.
Todas as nossas ações afetam os seres humanos, dando-lhes alívio ou tristeza. Podemos fortalecê-los ou não. Podemos causar ferimentos ou curas. Podemos gerar conflitos ou resolvê-los. Podemos criar cataclismas ou algo nobre para a sociedade.

Mas a que quero comentar hoje, é uma passagem que sempre me laça, e me ajuda a ver a pequeneza atual do meu ser. Ou do meu “estar”. Ela é atribuída a Mahatma Gandhi, e fala assim:

“Seja a mudança que você quer ver no mundo”

Nessa frase existem muitos sentidos sensacionais sendo sintetizados simultaneamente (perdoem pela aliteração!). Podemos depreender que, se quisermos mudar o mundo, devemos começar por aquilo que, em primeira e última instância temos acesso e – até certo ponto – controle: nós mesmos. Ela é um grito, um apelo pela coerência em nossas vidas e contra a hipocrisia. Ela nos convida a refletir sobre como estamos vivendo e se estamos aplicando na prática aquilo que professamos e que desejamos para o outro, para a Natureza.

Se você quer alcançar, caminhe.

Se você quer um mundo melhor, comece por ti. Abrace as tuas imperfeições e as lapide, de forma a te tornar uma pessoa melhor. Te tornando alguém melhor estarás, através do teu exemplo, inspirando aqueles ao teu redor a fazer o mesmo. Assim, estarás mudando o mundo, algumas pessoas por vez, algumas ações a cada tempo possível.

Autodeterminação, perseverança e, muitas vezes, até a ajuda de outras pessoas.

Ao longo da vida, passei por vários momentos em que desejei, profundamente, me tornar “a mudança que quero ver no mundo”. Só desejo não é o suficiente. Precisamos de uma dose extremamente grande de autodeterminação, perseverança e, muitas vezes, até da ajuda de outras pessoas, por mais paradoxal que isso possa parecer.

Sim, é possível adentrarmos um processo introspectivo de autoconhecimento e sairmos de lá “quase iluminados” mas, ao mesmo tempo em que isso gera “faróis” que podem ajudar a guiar a humanidade em meio às Tempestades, não é mais o que almejo para mim. Já tive essa fase, de buscar ser um “guru” que inspira multidões. Isso começou a passar quando tive o insight da Coolmeia (veja também aqui) – a percepção de que a verdadeira mudança, no tempo da minha existência, viria a partir de um esforço coletivo, e não de um ultradesenvolvimento individual.

Um texto que coaduna com esta minha forma de pensar foi escrito por Michel Bauwens, fundador da P2P Foundation, e pode ser encontrado aqui e aqui.

É possível adentrarmos um processo introspectivo de autoconhecimento e sairmos de lá "quase iluminados".No país no qual resido atualmente, o Brasil, vivemos em um profundo estado de desesperança com a classe que desgoverna o país. Como anarquista, nenhuma novidade no front. A novidade é que mais pessoas perceberam o navio sem timão no qual estão navegando. Estar à deriva é algo delicioso, quando é feito de forma voluntária, por prazer e escolha própria. Não quando se espera uma certa ordem e um porto seguro para desembarcar. Entretanto, é justamente nestes momentos – de crise – que temos oportunidade de fazer alçar voo empreendimentos que transportam nossa visão de mundo – integrativa, sistêmica, dinâmica, ecológica e interdependente – a uma camada maior da população, estabelecendo um novo estrato de pessoas conscientes e prontas para, do seu modo e a seu tempo, subverterem a realidade atual que lhes oprime e a dialogar com um outro mundo possível, com perspectivas poderosas e libertadoras.

E não quero deixar passar este momento.

Deixei passar vários. Algumas possibilidades me passarão por entre os dedos, por falta de recursos econômicos, habilidades de comunicação e pelo fato de eu não contar com o dom da onipresença e da vida eterna (não enquanto ser vivo preso a esta estrutura material humana, pelo menos…).

Enquanto vivo minhas pequenas, diria até microrrevoluções – mudando e aprimorando minhas relações com as pessoas ao meu redor, preservando as que me elevam e fazem bem, e deixando de lado aquelas que me consomem, geram conflito e drenam energia vital que poderia estar sendo usada de forma positiva em prol do bem comum – sigo atento ao mundo “exterior”, absorvendo conhecimento e devolvendo-o modificado pelo prisma da minha visão.

Espero que minha tradução do mundo e da vida possa ser adequadamente internalizada e que eu possa me aproximar dessa coerência desejada e desejável: a de me transformar na mudança que desejo para o mundo.

Nesse ínterim, enquanto reflito sobre as mudanças que precisam ser feitas – no meu ambiente interno, na minha casa, comunidade de afinidade familiar, de amizade ou mesmo online e nos recônditos mais distantes do meu alcance ou mesmo visão – lembro de um texto que escrevi há 11 anos, quando o conteúdo de meus blogs que mantinha desde 2002 mais ou menos foram migrados para cá, para o reinehr.org.

Este texto se chama Um Processo, e fala, em essência, sobre mudança. E de lá, tiro uma auto-citação que nos lembra sobre algo muito importante: viver a dádiva do presente, do momento atual.

“A perspectiva de uma vida que deve ser vivida dia-a-dia já foi conquistada há algum tempo. Ainda resisto e teimo em, vez ou outra, programar demasiadamente o futuro. O futuro é agora.”

O futuro é agora. Me ajuda a revelar o colorido que existe por trás de cada ser humano?

“Mesmo o mais embotado ou desbotado ser vivente tem em si, ao menos de forma latente, um arco-íris. Por vezes não conseguimos enxergar isto nos outros ou inclusive em nós mesmos… Porque nem sempre as cores revelam-se facilmente.”

Seja mais uma vez bem-vindo(a) à série de 13 textos sobre Escrita Criativa e Produtividade. Toda segunda-feira, no http://reinehr.org nos próximos 3 meses.

Até breve, obrigado por me acompanhar até aqui.

# # #

Segue a lista de todos os artigos da série e quando eles foram/serão publicados:

  1. Contar uma história pessoal (03 de julho): Qual é a coisa mais desconfortável para se escrever? O que é realmente difícil para o Rafael?
  2. Descrever um evento histórico (10 de julho): O Dia em que o Big Ben soou pela primeira vez
  3. Revisar um livro, filme ou disco (17 de julho)
  4. Comentar sobre uma citação poderosa (24 de julho)
  5. Deixar que uma grande foto me inspire (31 de julho) Estamos nos inspirando e contagiando pelo melhor que o humano tem a oferecer?
  6. Comentar sobre algo que está nas notícias (7 de agosto)
  7. Reportar sobre um diálogo interessante que tive (14 de agosto)
  8. Oferecer uma explicação passo-a-passo para fazer algo (21 de agosto)
  9. Oferecer uma lista de recursos (sobre algo interessante ou útil) (28 de agosto)
  10. Responder às questões da minha audiência (4 de setembro)
  11. Tornar uma tarefa aparentemente muito difícil algo fácil (11 de setembro)
  12. Explicar as razões que me fizeram tomar uma dada decisão (18 de setembro)
  13. Escrever um guia sobre algo popular (25 de setembro)
4 marcas reinehr.org
Jul 03

Qual é a coisa mais desconfortável para se escrever? O que é realmente difícil para o Rafael?

By Rafael Reinehr | Experimentalismo , Literatura

Esta postagem é a primeira de 13 postagens da série Exercício de Escrita Criativa e Produtividade, que propus em 28 de junho último. Acompanhe todos os artigos, compartilhe – se achar interessante – e comente se houver algo a acrescentar.

Quando propus o Exercício de Escrita Criativa e Produtividade, recebi alguns comentários e um deles chamou minha atenção: foi uma pergunta do Ricardo Kasburg Philippsen questionando se eu aceitaria sugestões de temas para as 13 semanas de postagem. Ao que lhe respondi que sim, seria ótimo receber ideias e tornaria até mais fácil o meu trabalho. Mas, mal sabia eu que lá vinha bomba!

O Ricardo propôs que eu escrevesse sobre aquilo que, para mim pessoalmente, fosse a coisa mais desconfortável para escrever. Eu deveria olhar para dentro, investigar e falar sobre o que fosse mais difícil para mim.

Como no primeiro exercício, este que estou publicando agora, eu devo contar uma história pessoal, bem, lá vamos nós… O que é difícil e desconfortável para mim, neste momento da vida?

De todas as coisas que precisam ser melhoradas – minhas características pessoais de intolerância e impaciência, minha gestão do tempo e aumento de capacidade para dizer “não” a novos projetos, ser capaz de voltar a produzir meu alimento e lidar com 100% do lixo orgânico como já fui capaz de fazer em outros tempos, minha relação afetiva atual – aquela que mais me incomoda está relacionada com as consequências e amarras derivadas da minha separação com a mãe de meus filhos, em 2014.

Adoraria poder escrever com detalhes sobre meus sentimentos, sobre os fatos e sobre como interpreto tudo que aconteceu e está acontecendo, mas como se avizinha um processo litigioso, terei que calar por ora. Desabafar sobre aquilo que nos sufoca é terapêutico. Não poder falar o que está engasgado e o que o outro precisa ouvir é tóxico. Desta feita, estou sim registrando os fatos e os sentimentos que acompanham, pois um dia poderei colocá-los para fora. Por ora, preciso “deixar quieto”.

Por este motivo, vou escolher a segunda coisa que mais me atormenta nos dias de hoje: minha incapacidade em criar um senso de pertencimento, de comunidade e de tornar sustentáveis meus projetos de cunho altruísta, socio-ambiental e culturais.

Quem me acompanha sabe que estou em constante processo de animação de vários projetos de toda sorte, entre eles a Coolmeia, o Medictando, o Pensador Selvagem, o Simplicíssimo, a Rádio Sofia, a AntiEditora, o CEHLA, a Biblioteca Anarquista, a ZenNature, a The Love&Brains Cooperationo Solutio e alguns outros.

Sim, eu sei. Alguns me chamam de louco por tentar. Outros me compreendem e me dão força, de várias formas: palavras de estímulo, dando as mãos e pegando junto em um ou outro projeto – projetos estes que estão desenhados de forma colaborativa, abertos à participação de quem se sentir convidado e incluído. Eles tem código aberto, podem ser replicados onde for desejável e, ao fazer parte, funcionam de forma horizontal e autogerida, em sua maior parte.

Os fatores que me deixam inquieto, insatisfeito e de mal comigo mesmo são:

  • Crowdsourcing insuficiente: não temos o time de pessoas dedicadas a cada projeto na intensidade desejável para que ele floresça

  • Quando temos um time maravilhoso, ele é composto por pessoas que, assim como eu, fazem parte de vários projetos e não conseguem dedicar tempo suficiente àquele nosso projeto em comum

  • Algumas pessoas chegam e vão, pois não conseguem desenvolver um senso de pertencimento à iniciativa pela qual ele se interessou

  • Os projetos sempre foram alimentados majoritariamente por dinheiro do meu próprio bolso, até o momento em que isso se tornou inviável e, pela primeira vez, precisei começar a pensar em como gerar sustentabilidade econômica para eles

  • Trazer benefício verdadeiro, significativo e duradouro para a comunidade que faz parte dos projetos e também ao ecossistema que o projeto pretende alcançar e nutrir.

  • Não conseguir comunicar efetivamente ao público em geral como que estes projetos que, a um primeiro olhar, parecem díspares e não relacionados, na verdade fazer parte de um todo coeso, com objetivos comuns mas individualmente focados em públicos e assuntos diversos

Olho para trás e verifico o tempo e os recursos que já foram (e continuam sendo) investidos nestes projetos. Fico feliz com os resultados alcançados até o momento, mas sei que eles podem – e devem – chegar a mais pessoas, e fazer a diferença positiva no mundo para a qual eles foram projetados.

Hoje consigo reconhecer os erros de planejamento, os de execução e até a insuficiência na celebração de pequenas conquistas que tivemos pelo caminho. As pessoas que me acompanharam e acompanham mais de perto sabem do que estou falando, com mais propriedade. Na verdade, muitas vezes reconhecia no momento em que aconteciam, mas não tinha fôlego para consertá-los, em função das outras demandas acumuladas.

Sim, e é somente neste aspecto que dou a braço a torcer aos críticos que dizem: “Mas você faz muitas coisas ao mesmo tempo! Não seria melhor se dedicar a somente um projeto por vez, fazê-lo acontecer e só daí partir para um próximo?”

Sim, vocês tem razão. Isso seria o ideal. Mas como controlar esta ânsia insana que vem de dentro e me impele a fazer tudo ao mesmo tempo agora? Este ímpeto é imparável. Não sei se alguém entende o que estou dizendo, mas é como se fosse um “chamado”, uma voz tão forte que te inspira e faz com que nada possa ficar para depois.

Antes de mais nada, já tentei suprimir esta voz por algum tempo. E consegui. Juntamente com isto, consegui me sentir infeliz. Ao que parece, minha felicidade, aquela verdadeira sensação de bem-estar, na qual você se sente pleno, completo, inclui estar fazendo milhares de coisas ao mesmo tempo. Me sinto vivo e é assim que escolho seguir. Existe algum tipo de contenção compulsória para isso? Espero que não. Já tentei meditação para isso, mas o que ela faz é, na verdade, ampliar ainda mais minhas ideias, delírios e vontades. A meditação ao mesmo tempo que me acalma me deixa ainda mais criativo, com vontade de participar e interagir com o mundo e as pessoas, ajudando na transformação desta realidade em uma outra, melhor.

Bem, talvez esta história pessoal faça pouco sentido a você que a está lendo agora. Talvez eu consiga trazer mais sentido a ela nas próximas semanas, nos próximos meses, anos, décadas, com o desenrolar de todos estes projetos e iniciativas. Se eu for bem sucedido, você saberá. Se não for, somente ficarás sabendo se ficares por perto. Te convido a ficares por perto e me ajudar da forma que for possível a você: carinho, críticas, sugestões, recursos econômicos, seu conhecimento, seu networking, indicando pessoas próximas a você que possam desejar participar e ajudar de um ou mais dos projetos elencados acima.

Ao longo das próximas semanas dois eventos relacionados ao desconforto relatado acima serão desvelados:

  1. A criação de um folder e de um mapa mental que irão explicar, da maneira mais simples e didática possível o que são estes projetos todos e como eles se correlacionam
  2. Uma chamada coletiva para apoiadores, dentro de um modelo chamado OKR Fee, que deverá retribuir a cada apoiador na justa medida de sua participação em cada projeto ou iniciativa (saiba mais em breve, em um artigo específico sobre isso).

Enquanto isso, seja mais uma vez bem-vindo(a) à série de 13 textos sobre Escrita Criativa e Produtividade. Toda segunda-feira, no http://reinehr.org nos próximos 3 meses.

Seja bem-vindo à Aventura! E, como eu escrevi há alguns anos atrás em um texto chamado “Eu tive um sonho“, O que você, que está lendo este texto agora, e que estou chamando para compor este sonho comigo, acrescentaria de seu para que este sonho seja um sonho ao mesmo tempo comum e completamente seu?

Vale a leitura do texto acima! Até breve, obrigado por me acompanhar até aqui.

Mar 31

Tudoteca inscrita no Buckminster Fuller Institute Challenge

By Rafael Reinehr | Boas Novas , Coolmeia

“Fazer o mundo funcionar para 100% da humanidade no menor tempo possível através da cooperação espontânea sem ofensa ecológica ou desvantagens para qualquer um”. – R. Buckminster Fuller

Esse era o sonho e o desafio do visionário, designer, arquiteto, inventor e escritor estadunidense Richard Buckminster Fuller. Para além de uma visão de um mundo aprimorado pelo design inteligente, Bucky, como era chamado, deixou um instituto que, há 10 anos desafia todos os cidadãos do mundo a criarem uma abordagem sistêmica para entender e intervir nas complexas e inter-relacionadas crises de larga escala que tem impacto social e ambiental.

Vencer o Fuller Challenge requer qualidades raras e muita obstinação

Os vencedores são aqueles capazes de apresentar uma rara combinação de pensamento pragmático, visionário, abrangente e antecipatório, e abordam questões tão amplas quanto mobilidade urbana, recuperação de costas e inovação em embalagens biodegradáveis.

Neste ano, o projeto da Tudoteca – que idealizei em 2007-2008 no lumiar do surgimento da Coolmeia – foi inscrita e está concorrendo!

Se você deseja saber mais sobre a Tudoteca, existem dois caminhos:

  1. Leia o artigo que escrevi sobre ela aqui: http://reinehr.org/uncategorized/tudoteca-um-espaco-de-convivencia-compartilhamento-e-cooperacao/
  2. Entre em contato pelo formulário abaixo, solicitando maiores informações ou, então, expressando seu desejo em colaborar com o projeto. Toda ajuda é bem-vinda!

PS: Se não te importas em ler em inglês, fique à vontade para conhecer um pouco mais sobre a Tudoteca:

  1. Tudoteca – A space of conviviality, sharing and cooperation

  2. Tudoteca:  Seven Reasons Why

Faça parte do medictando!
Oct 26

Encontrando pessoas genuínas e singulares… Criando um Agora melhor para todos…

By Rafael Reinehr | Medicina e Saúde , Medictando

Bem, quem me conhece sabe do meu idealismo…

Um pouco dele pode ser visto aqui, no meu convite aberto escrito em 01/01/2012 no texto Eu tive um sonho.

Mas construir uma realidade melhor para nossa espécie e para os demais seres vivos que harmonizam conosco nesse planeta não é tarefa para uma pessoa só. Mas como já dizia a Margaret Mead: “Nunca duvide que um pequeno grupo de cidadãos conscientes possa mudar o mundo. Afinal, foi isso o que sempre aconteceu“.

E cá estamos nós, buscando reunir pessoas que pensem e atuem “fora da caixa”, ou seja, que não se sujeitam a repetir os mesmos e velhos processos mastigados e desgastados de outrora, mas que buscaram por si e que galgaram através da experiência, do conhecimento e da observação atenta um caminho novo, singular e harmônico para si e para as pessoas ao redor. Quer seja em pequenos ou grande atos, estamos unidos por uma teia invisível que nos leva ao Bem Comum.Se você está lendo este texto é porquê, provavelmente, está atendendo ao meu convite feito na Rede Dots. Relembrando o que escrevi lá:

 

“Queridx dot, cheguei há algum tempo e depois de observar, resolvi tomar coragem e me apresentar.

Sou o Rafael, médico endocrinologista, fundador da Coolmeia Ideias em Cooperação e do Medictando & ZenNature, iniciativas voltadas à promoção do Bem Comum, à educação em Saúde, Qualidade de Vida, Bem-estar e Felicidade e à distribuição de produtos para o Bem viver, respectivamente.

Passo aqui para solicitar seu auxílio em algo que pode trazer um bem danado para o nosso mundão. Como médico “um pouco diferente” que sou, estou sempre à procura de profissionais das áreas de saúde, bem-estar, qualidade de vida e felicidade “fora da caixa”, fora desse sistema industrial insano no qual vivemos e, se não tomarmos atitude, morreremos.

O que quero de vocês é simples: quero indicações de médicos, nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas, dentistas, bioconstrutores, arquitetos, designers sociais, economistas, cientistas políticos, antropólogos, cicloativistas, ativistas socioambientais, defensores de energias limpas e renováveis, recicladores, terapeutas e curadores de todos os tipos e todo tipo de pessoa preocupada com o bem-estar geral da humanidade e do planeta que, entretanto, mantenham um olhar crítico sobre a própria prática, sem torná-la hermeticamente fechada.

Quero fazer a estas pessoas o convite de tornarem-se colunistas do Medictando e ampliarem o bem que produzimos, para que possamos chegar a cada vez mais pessoas.

Posso contar com você para isso? Se este convite ressoar e fizer sentido para você, marque as pessoas que julgar que possam se interessar ou envie um e-mail para info@medictando.com

Vais me deixar muito feliz e ajudar muito ma minha jornada para deixar este mundo melhor para nossos filhos.

Namastê.”

Bem, se você já está decidida(o) a participar do Medictando, aqui vai o link para o Formulário no qual você pode fazer sua inscrição para a criação de sua coluna: Vou Ser Colunista do Medictando.

Se você, por outro lado, quer saber mais antes do começar, siga lendo!

Antes de mais nada, saiba que eu ADORARIA (de verdade! mesmo!) poder falar individualmente com cada uma das pessoas que levantou o dedo ou que foi indicada a partir daquela postagem no grupo Dots, mas a resposta foi tão mais maravilhosa do que eu podia esperar e, mesmo extasiado e imensamente feliz, sei que não poderei fazer isso em um curto período de tempo, e como não queria deixar ninguém esperando, a solução que tive foi esta: a de criar uma postagem que comunicasse de forma coletiva A que viemos, quem somos e, a partir dela, iniciar um fluxo de conversações mais lento e orgânico, como deve ser. Sem pressa, cultivando horizontes e resgatando potências poéticas da vida no caminho.

A riqueza das respostas ainda está me energizando mesmo depois de vários dias, e sou imensamente grato ao Universo e à Natureza por estar tendo esta chance de apresentar meu trabalho a você, agora.

O Medictando é um portal de Educação em Saúde, Qualidade de Vida, Bem-estar e Felicidade. Ele surgiu a partir de uma inquietação e de uma busca. De uma incompletude. A história é mais ou menos assim:

Em uma das múltiplas derivações possíveis deste sonho, surgiu o Medictando, um espaço de aprendizagem sobre Saúde, Bem-estar, Qualidade de Vida e Felicidade. Uma plataforma na qual pudéssemos colecionar e remixar conhecimentos ancestrais e de vanguarda, científicos e intuitivos, oriundos da experiência dos laboratórios, dos consultórios, das conversas de vizinha e dos pés de mangueira. Um ambiente no qual pudéssemos meditar sobre a prática do medicar.

Uma percepção mais detalhada para saber a que viemos, pode ser lida no Nossa Visão. Mas não é só isso. Siga lendo!

O Medictando é um portal cuja missão é produzir 80 a 90% de seu conteúdo e distribui-lo de forma gratuita, para que o maior número de pessoas possíveis possam se beneficiar. Para garantir a sustentabilidade da nossa iniciativa, escolhemos dois caminhos:

  1. Criar uma série de cursos, oficinas, livros, materiais de apoio (CDs, DVDs), palestras que eventualmente podem ter um custo e, desta forma trazer justo e verdadeiro benefício também para o criador desta dádiva que é o conteúdo gratuito.
  2. Criar um “braço econômico”, através de um marketplace, uma vitrine de produtos orgânicos, saudáveis e sustentáveis, oriundos do comércio justo, que não maltratem os animais e respeitem a harmonia do humano e da Natureza. Essa vitrine chama-se ZenNature (natureza zen) e está neste momento convidando produtores parceiros para exporem e distribuirem seus produtos através da nossa plataforma.

Hoje, o investimento mensal para manutenção do Medictando (jornalista, designer gráfico, social media, anúncios, servidor e demais custos) é custeado por mim. No futuro, o próprio site e seus mecanismos de sustentabilidade econômica deverão se tornar, também, autossustentáveis. Acreditamos no propósito e no caminho, e com trabalho, apoio mútuo e dedicação, os frutos sobrevirão, no justo e adequado tempo.

No momento, toda colaboração é muito bem-vinda (tanto na forma de produção de conteúdo (artigos, podcasts, vídeos, cursos online (temos estrutura para disponibilizar estes cursos para os produtores de conteúdo) quanto na forma de auxílio em todas as instâncias da plataforma – gestão, revisão, deliberação criativa, tradução, arte, design, produção audiovisual…).

Conheça o site visitando http://medictando.com

Nossa página no face está em https://facebook.com/medictando

Também estamos no twitter, no Youtube, no Instagram e mui timidamente no Periscope.

Sem muito alarde, mas com foco, amor e perseverança, temos o pequeno sonho de nos tornarmos um dos melhores produtores de conteúdo sobre Saúde, Qualidade de Vida, Bem-estar e Felicidade do Brasil até 2020 e, quem sabe, um dos mais significativos do planeta até 2031 (já estamos caminhando, com tempo te conto todas as iniciativas já em andamento!)

Tão logo os recursos disponíveis passem a se tornar excedentes, passaremos a remunerar toda e qualquer função dentro do Medictando. Mas fica um alerta!!! Já participei de vários projetos online desde 2002 e isso (a perspectiva de remuneração) não pode ser fator determinante para que você decida participar deste projeto! O fator determinante sempre deverá ser o de buscar produzir o máximo de Bem Comum a partir da sua ação intencional neste planeta.

Se você está de acordo com isto, não perca tempo e preencha o formulário abaixo, falando mais sobre Você e sobre sua Coluna:

Formulário de Participação no Medictando

Se você gostaria de participar do Medictando de outra maneira que não através de uma coluna, por favor envie um e-mail (info@medictando.com) e explique como você se vê colaborando! Estou muito atento!

A partir destas respostas, e se houver interesse verdadeiro em participar, estarei entrando em contato individualmente para conversar sobre os detalhes particulares de cada um!

Espero que esta mensagem te traga o bem,

Namastê.

Rafael Reinehr
Segunda-feira, 24 de outubro de 2016.

Mar 06

Procura-se e Precisa-se de Tradutores e Tradutoras em Várias Línguas: Inglês, Espanhol, Italiano, Francês, Alemão, Russo e Chinês

By Rafael Reinehr | Coolmeia , Efervescências , Mensagem em uma garrafa , Novidades!

 

Estaremos contratando tradutores para os projetos da The Brains Cooperation, dentre eles o Medictando e a Coolmeia. Alguns precisaremos de disponibilidade em tempo integral e outros para trabalhos eventuais, mas com alguma regularidade.

tradutores

Se você tiver disponibilidade de tempo e capacidade de tradução irrepreensível na língua ou línguas que dominas, entre em contato pelo formulário abaixo:

Mar 06

Procura-se e Precisa-se de Tradutores e Tradutoras em Várias Línguas: Inglês, Espanhol, Italiano, Francês, Alemão, Russo e Chinês

By Rafael Reinehr | Coolmeia , Efervescências , Mensagem em uma garrafa , Novidades!

 
Estaremos contratando tradutores para os projetos da The Brains Cooperation, dentre eles o Medictando e a Coolmeia. Alguns precisaremos de disponibilidade em tempo integral e outros para trabalhos eventuais, mas com alguma regularidade.
tradutores
Se você tiver disponibilidade de tempo e capacidade de tradução irrepreensível na língua ou línguas que dominas, entre em contato pelo formulário abaixo:

Cooperativa de compras coletivas.
Feb 09

Cooperativa de Compras Coletivas da Coolmeia

By Rafael Reinehr | Agir localmente , Bem-estar , Coolmeia , Ecologia , Ideias , Nutrição , Saúde da Sociedade , Sociedade , Sustentabilidade e Resiliência

ccccEstando com frequência em Santa Maria, descobri ao falar com o Eduardo Luft que por aqui estão começando o processo de criação de uma Cooperativa de Compras Coletivas, mais ou menos nos mesmos moldes que iríamos desenvolver no Favo Araranguá da Coolmeia.

Ainda não participei de nenhuma reunião presencial com o grupo que está organizando a Associação por aqui, mas resolvi resgatar, lá da Rede Social Cooperativa da Coolmeia o documento que registra alguns apontamentos da CCCC – Cooperativa de Compras Coletivas da Coolmeia.

Como iria funcionar:

O foco inicial da Cooperativa é a compra de produtos alimentícios em formato “a granel” com 3 objetivos principais:

1. Ecológico/Ambiental: para reduzir a utilização excessiva de embalagens plásticas e de todos os tipos que recebemos quando compramos os produtos nos supermercados

2. Econômico: para se beneficiar da economia individual e familiar quando se compra produtos em grandes quantidades, direto dos distribuidores. A estimativa de redução de preço é de 30-40%.

3. Educativo/Pedagógico: a experiência de fazer parte de uma cooperativa e decidir coletivamente sobre como esta deve funcionar acende a noção de co-responsabilidade que todos devemos ter para com os recursos existentes, quer sejam eles domésticos, locais ou globais. No processo, questiona-se o próprio consumo e questões como valor-de-uso X valor-de-mercado.

Etapas necessárias:

1. Definição das pessoas interessadas

2. Busca e seleção da Cesta de Produtos iniciais

3. Busca e seleção de fornecedores, seguindo os critérios:

– produtos orgânicos/de agricultura familiar

– produtos produzidos à menor distância possível da cidade-sede da Associação

– produtos de qualidade

– produtos baratos

(podemos criar um índice para selecionar os produtos que nos satisfaçam, que satisfaçam a todos)

4. Definir um local de entrega dos produtos, que será o ponto de encontro para dividi-los nas porções individuais

– Em uma fase inicial, pode ser a casa de alguém, e um dia da semana escolhido para a partilha (já que nessa fase tudo será voluntário)

– Em um segundo momento (ou desde o princí­pio) pode-se adicionar um pequeno valor percentual adicional sobre a compra para poder alugar um espaço físico e/ou contratar uma pessoa para ficar neste local em certos dias da semana para partilhar os produtos. Ou idealmente, podemos alugar/escolher um local e fazer uma escala entre os próprios cooperados para cuidar do local, mantendo um livro de controle de estoque detalhado, onde se anota que produto foi para quem, de acordo com critérios pré-estabelecidos

5. Formalização da Cooperativa

6. Criação de algo como o “Supermercado do Povo” -(http://www.thepeoplessupermarket.org/) – em que as pessoas fazem parte do supermercado, podendo trabalhar em troca de alimentos

Este é apenas um esboço inicial de um modelo que pode ser experimentado localmente e replicado em outras comunidades, caso seja bem sucedido.

Da mesma forma, a Cooperativa de Compras Coletivas pode, a partir de certo ponto:

1. Estabelecer uma demanda fixa de certos produtos e estimular produtores locais a produzirem estes alimentos, evitando que os mesmos percorram longas distâncias para chegar até aqui (Agricultura Suportada pela Comunidade)

2. Passar a realizar compras coletivas de bens duráveis, que sejam interessantes para a comunidade ou para os indivíduos componentes da Cooperativa

3. Criar um Fundo de Suporte Alimentar, com um valor percentual das compras coletivas, visando beneficiar pessoas em risco da comunidade, como crianças, idosos, moradores de rua e outras pessoas necessitadas.

Quem quiser se juntar ao processo de co-criação da Cooperativa de Compras Coletivas (ou nome a ser definido) em Santa Maria (tanto como produtor ou como consumidor, preencha os dados abaixo e entraremos em contato para informar das próximas reuniões).

Se você deseja criar uma Cooperativa de Compras Coletivas em sua localidade, mas não sabe por onde começar, entre em contato também! Vamos trocar figurinhas e ajudá-lo a revisar o passo-a-passo necessário para criar tua Cooperativa e gerar acesso a alimentos saudáveis e orgânicos em tua comunidade.

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