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“Um pouco de perturbação faz parte do processo de mudança. Quando realizamos que é o nosso estado de consciência que influencia a percepção do mundo exterior, um avanço notável acontece. Realidades externas são apenas um reflexo do estado da mente. São as nossas competências, especialidades e poderes latentes que nos tornam efetivos em um ambiente conturbado. Para ser efetivo é preciso ser poderoso. Ser poderoso é ter a habilidade para lidar com todas as situações e aplicar o poder correto na hora certa. Para gerir mudança não basta autoconhecimento, é preciso autorrealização.” – BK Usha

Se algo aconteceu nestes últimos anos em minha vida, foi a aceleração desta percepção: a de que a vida acontece Aqui e Agora. E que é preciso muito mais do que informação, conhecimento ou mesmo sabedoria: precisamos de leveza, de propósito e de felicidade.

Da alquimia destas forças, podemos imaginar o domínio quintessencial dos poderes da mudança, que invariavelmente se lança sobre nossas vidas sem qualquer dó nem piedade.

Este é o quinto texto no qual faço uma breve retrospectiva da vida e analiso, sinteticamente, meu momento presente. Os artigos anteriores podem ser lidos nos links a seguir:

Pela primeira vez, entretanto, sinto que não tenho o que falar. Mas não porque não tenha o que falar: pois tenho muito, e meu poder de síntese parece estar fraquejando… Assim, me perdoem se falhar pela falta de concisão.

São 23:48 do dia 30 de junho de 2019 e daqui a alguns minutos, entro no dia do meu aniversário – certamente antes de terminar de escrever estas linhas, estarei “aniversariando”. No quarto à minha frente, à esquerda, meus filhos Benjamin e Conrado, dormem. No quarto à minha frente, à direita, minha esposa Luana descansa. Na rua atrás de mim, passam carros (46.2dB) de tempo em tempo, pela rua molhada da chuva que caiu ao longo do dia. Perpassam pela janela o som (35.8dB) de uma casa noturna aqui do lado, que hoje toca pagode.

Mais cedo, estivemos em Agudo, visitando minha avó Helga e minha tia Solange e tio Alberto. Almoçamos com eles e passamos a tarde lá, com os meninos. Aproveitei o tempo frio e dei uma corridinha de 4km. Há cerca de 1 mês, estabeleci que quero correr os 4km da Avenida Concórdia até a ponte e voltar em menos de 20 minutos. Hoje foi em 23’47”. Chego lá!

Nos últimos quatro anos fiz muitas escolhas. Encontrei várias bifurcações. Nem sempre fiz as escolhas que levaram para os caminhos mais leves, fáceis ou satisfatórios. Mas não me arrependo delas. Consegui tirar uma boa dose de aprendizado de cada caminho tortuoso que se apresentou após minha escolha.

Muitas dessas escolhas me levaram para um caminho que privilegiava o desenvolvimento e aperfeiçoamento continuado, a partir da minha exposição a novos saberes, novas trilhas de conhecimento ao invés do foco na expansão do ambiente profissional, remunerado. Essas escolhas, que podem parecer um tanto quanto ousadas, se baseiam em uma aposta de longo prazo ao invés de recompensas imediatas, de curto prazo.

Sempre fui aquele rapaz capaz de tolerar o adiamento da celebração e das recompensas. É diferente quando temos que considerar as demandas de outras pessoas – filhos, esposa – na equação. Acabamos por criar um output “misto”, que não agrada completamente nem a quem amamos tampouco a nós mesmos.

Fiz uma aposta no Medictando – e continuo fazendo. Fiz uma aposta nas minhas nogueiras – e continuo fazendo. Fiz uma aposta na minha formação em Mindfulness para Adultos (MBSR/MBCT) e Crianças (MBCT-C)- e continuo fazendo. Na minha formação em Terapeuta Ayurveda – e continuo fazendo. Na minha pós-graduação em Psicologia Positiva, Ciência do Bem-estar e Autorrealização – e continuo fazendo. Nos meus estudos autodidatas em Aromatologia e Fitoterapia – e continuo fazendo. Nas minhas escolhas de hábitos saudáveis e nas melhorias da minha rotina, organização do tempo, formação de hábitos e produtividade – e continuo fazendo.

E, principalmente, na mudança da utilização do meu tempo, energia e recursos de acordo com minha hierarquia de valores, mais alinhada com meus propósitos de vida, o sentido que quero dar para ela, a mensagem que desejo passar e o legado que pretendo construir e deixar para o mundo.

Aos 43 anos, quero reafirmar o desejo de viver pelo menos 180 anos. Não tenho a mínima ideia de como poderei chegar a tanto, mas não estou sozinho. Dave Asprey pensa o mesmo e Pete Diamandis acredita que pode chegar aos 700 ou mesmo viver para sempre. Essa é uma longa história e um dia eu a conto melhor.

Mas antes de viver longe, pretendo viver bem. E viver bem e feliz significa fazer aquilo que vim aqui, para esta existência fazer. No momento, estou em um processo atencioso e cuidadoso de minimizar, mês após mês, aquilo que faço por “necessidade” ou “obrigação” (todos nós temos estas atividades) e maximizando, tanto quanto possível, meu tempo realizando atividades que me deixem plenamente alinhado com meus propósitos – aumentando consideravelmente meu tempo de flow e ainda mais meu estado de bem-estar.

Um dos meus maiores projetos do momento é ser capaz de integrar e ensinar todo conhecimento, experiências, aprendizados e percepções que obtive ao estudar assuntos tão diversos em uma iniciativa chamada Cada Vez Melhor | Harmonia & Bem Viver, empreendimento este que será ao mesmo tempo uma Comunidade de Aprendizagem Online Solidária, uma Mentoria em Desenvolvimento Humano e Crescimento Pessoal e uma Oficina Continuada de Criação Alquímica de Leveza, Sabedoria, Propósito e Felicidade.

Os primeiros esboços do Cada Vez Melhor já estão rabiscados e formatados em artigos e roteiros. Tão logo eu sinta que seja o momento, eles serão tornados públicos, e poderão ser experimentados por todo aquele que está aqui nesta existência para uma vida cheia de significado e felicidade.

Enquanto isso, os princípios da Coolmeia ainda encontram-se devidamente incrustados em mim. Seu Manifesto e sua Carta de Princípios continuam fazendo parte do que me move, enquanto ser coletivo. A Coolmeia segue em pousio, mas logo há de ser reativada.

Ainda, é tempo de espalhar a Meditação e o Mindfulness pelo Brasil e pelo mundo. Cada vez mais evidências científicas acerca dos benefícios do mindfulness surgem e é encantador e excitante fazer parte do grupo de pessoas que está levando esta mensagem para adiante.

Criamos o Impermanentes | Grupo de Meditação e Mindfulness – com encontros presenciais em Santa Maria – RS e Araranguá – SC, e grupos online para todo o Brasil, a preços acessíveis, para tornar possível que todos possam aprender, praticar e se beneficiar das práticas semanais que oferecemos.

Além disso, nunca estive tão presente nas mídias sociais com conteúdos gratuitos, artigos, imagens, reflexões, respostas de dúvidas acerca de Endocrinologia, Meditação, Crescimento Pessoal e Ciência da Felicidade.

Em breve, um Canal do YouTube chamado Cada Vez Melhor deverá ir ao ar, e boa parte do conteúdo que hoje é liberado de forma “solta” passará a ficar mais organizado, e fácil de assistir. Inscreva-se no canal, ative o sininho e seja avisado sempre que houver conteúdo novo.

OK. São 00:52 e está na hora de recolher-me. O sono é aspecto importante de uma saúde plena e de uma vida equilibrada. Lembre-se de dormir pelo menos 49 horas por semana!

E, como de costume, peço sempre em meu aniversário desde os 33 anos, como presente aos meus amigos e conhecidos:

– Pratique um ato de generosidade com alguém que não conhecem. Alguém fora do círculo de amigos, familiar ou profissional. Nos próximos dias, ou na primeira oportunidade que tiver, não perca a chance de ser generoso, da forma que melhor lhe aprouver e de forma que seja útil a quem se esteja sendo gentil.

– Se quiser me dar um presente no dia de hoje, faça isso: pratique, com desapego, sem interesse por receber nada em troca, um ato de generosidade com alguém que você não conhece. Se calhar, permaneça com o espírito aberto, para repetir esta proeza quando for possível. Se conseguir, estará me dando um presente mais valioso do que qualquer um que já ganhei.

Uma excelente semana, uma excelente vida!

Família Reinehr Itaimbé

Benjamin, Rafael, Conrado e Luana, no Parque Itaimbé – Santa Maria – RS, novembro de 2018

PS: Para quem ainda não cansou de ler:

Se você ainda agüenta mais uma recomendação de leitura, fica com o Eu tive um sonho, que escrevi em 01/01/2012. Vai que te inspira a sonhar junto comigo.

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Salve salve! Hoje o tema é Internet, Leitura, Desenvolvimento Pessoal e Tecnologia para uma vida melhor!

Você que me acompanha no Medictando, no meu bloginstagram e lives do Face já deve saber que meu tempo é contadinho e superconcorrido, né? E também sabe que eu amo ler, tanto no formato digital quanto no velho e bom formato tijolo, livro impresso mesmo.
 
Em função das minhas viagens, comecei a utilizar ferramentas que me permitem escutar os livros que gostaria de ler. Geralmente, um audiolivro tem duração de 6 a 36 horas de narração. Um livro de 6 horas escuto em 2 viagens, por exemplo, entre Santa Maria e Araranguá, trajeto que faço todas as semanas.
 
Entretanto, sou um cara afeito à produtividade, e não gosto de “desperdiçar” tempo. Tempo é nossa maior riqueza: uma vez que se esvai, não volta mais. Como uma das minhas maiores paixões em toda vida é aprender, e saber, sobre tudo que é possível, preciso compartilhar com você um achado fantástico das últimas semanas: o 12 minutos.
 
12 minutos é uma comunidade que faz um resumo espetacular de livros e os apresenta em um formato de leitura ou audição que varia entre 10 a 15 minutos. O que estou achando mais espetacular é poder escutar todos os dias, durante o banho, o essencial de um novo livro.
 
Isso me ajuda a escolher aqueles livros aos quais quero dar mais atenção mas, ao mesmo tempo, já gera uma série de insights e percepções que eu provavelmente levaria anos para acumular.
 
Lá no 12 (apelido carinhoso!) você encontra livros sobre Produtividade, Motivação e Inspiração, Psicologia, Saúde e Bem-estar, Empreendedorismo, Gestão e Liderança, Marketing e Vendas, Dinheiro e Investimentos, Comunicação e Networking e muito, muito mais!
 
Não deixe de fazer o acesso gratuito de 3 dias. A ferramenta é espetacular e sou muito grato aos criadores. Depois você terá a chance de continuar assinando por um valor menor que o preço de um livro por mês, tento acesso a todo acervo, que cresce todas as semanas.
 
Ah! E tem mais: é uma iniciativa brasileira, então vale muito a pena apoiar! Em outra postagem falo do Audible e do Ubook, ferramentas nas quais você pode escutar livros inteiros e que servem para você escutar na íntegra os livros que você escutou no 12 minutos e mais te chamaram atenção.
 

Vai lá, se cadastra, experimenta e depois me conta o que achou, aqui embaixo nos comentários! Me diga se não foi uma sacada fantástica!

PS: Hoje pela manhã, escutei Sprint – Como Resolver Grandes Problemas e Testar Novas Ideias em Apenas Cinco Dias, de Jake Knapp & John Zeratsky & Braden Kowits durante o banho e A Startup Enxuta, de Eric Reies durante o café da manhã, aproveitando que meus pequenos ainda estavam dormindo e eu estava sozinho na cozinha.
PS2: Não fique viciado na ferramenta e ocupe todo o tempo que você deve dedicar à família e aos amigos buscando hiperprodutividade. Tempo na Natureza e em convívio com pessoas é fundamental. Escrevo aqui pois, com alguma frequência, preciso me lembrar para seguir a vida com autonomia, excelência e propósito, sem comprometer os laços humanos a serem desenvolvidos concomitantemente.
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Esta postagem é a primeira de 13 postagens da série Exercício de Escrita Criativa e Produtividade, que propus em 28 de junho último. Acompanhe todos os artigos, compartilhe – se achar interessante – e comente se houver algo a acrescentar.

Quando propus o Exercício de Escrita Criativa e Produtividade, recebi alguns comentários e um deles chamou minha atenção: foi uma pergunta do Ricardo Kasburg Philippsen questionando se eu aceitaria sugestões de temas para as 13 semanas de postagem. Ao que lhe respondi que sim, seria ótimo receber ideias e tornaria até mais fácil o meu trabalho. Mas, mal sabia eu que lá vinha bomba!

O Ricardo propôs que eu escrevesse sobre aquilo que, para mim pessoalmente, fosse a coisa mais desconfortável para escrever. Eu deveria olhar para dentro, investigar e falar sobre o que fosse mais difícil para mim.

Como no primeiro exercício, este que estou publicando agora, eu devo contar uma história pessoal, bem, lá vamos nós… O que é difícil e desconfortável para mim, neste momento da vida?

De todas as coisas que precisam ser melhoradas – minhas características pessoais de intolerância e impaciência, minha gestão do tempo e aumento de capacidade para dizer “não” a novos projetos, ser capaz de voltar a produzir meu alimento e lidar com 100% do lixo orgânico como já fui capaz de fazer em outros tempos, minha relação afetiva atual – aquela que mais me incomoda está relacionada com as consequências e amarras derivadas da minha separação com a mãe de meus filhos, em 2014.

Adoraria poder escrever com detalhes sobre meus sentimentos, sobre os fatos e sobre como interpreto tudo que aconteceu e está acontecendo, mas como se avizinha um processo litigioso, terei que calar por ora. Desabafar sobre aquilo que nos sufoca é terapêutico. Não poder falar o que está engasgado e o que o outro precisa ouvir é tóxico. Desta feita, estou sim registrando os fatos e os sentimentos que acompanham, pois um dia poderei colocá-los para fora. Por ora, preciso “deixar quieto”.

Por este motivo, vou escolher a segunda coisa que mais me atormenta nos dias de hoje: minha incapacidade em criar um senso de pertencimento, de comunidade e de tornar sustentáveis meus projetos de cunho altruísta, socio-ambiental e culturais.

Quem me acompanha sabe que estou em constante processo de animação de vários projetos de toda sorte, entre eles a Coolmeia, o Medictando, o Pensador Selvagem, o Simplicíssimo, a Rádio Sofia, a AntiEditora, o CEHLA, a Biblioteca Anarquista, a ZenNature, a The Love&Brains Cooperationo Solutio e alguns outros.

Sim, eu sei. Alguns me chamam de louco por tentar. Outros me compreendem e me dão força, de várias formas: palavras de estímulo, dando as mãos e pegando junto em um ou outro projeto – projetos estes que estão desenhados de forma colaborativa, abertos à participação de quem se sentir convidado e incluído. Eles tem código aberto, podem ser replicados onde for desejável e, ao fazer parte, funcionam de forma horizontal e autogerida, em sua maior parte.

Os fatores que me deixam inquieto, insatisfeito e de mal comigo mesmo são:

  • Crowdsourcing insuficiente: não temos o time de pessoas dedicadas a cada projeto na intensidade desejável para que ele floresça

  • Quando temos um time maravilhoso, ele é composto por pessoas que, assim como eu, fazem parte de vários projetos e não conseguem dedicar tempo suficiente àquele nosso projeto em comum

  • Algumas pessoas chegam e vão, pois não conseguem desenvolver um senso de pertencimento à iniciativa pela qual ele se interessou

  • Os projetos sempre foram alimentados majoritariamente por dinheiro do meu próprio bolso, até o momento em que isso se tornou inviável e, pela primeira vez, precisei começar a pensar em como gerar sustentabilidade econômica para eles

  • Trazer benefício verdadeiro, significativo e duradouro para a comunidade que faz parte dos projetos e também ao ecossistema que o projeto pretende alcançar e nutrir.

  • Não conseguir comunicar efetivamente ao público em geral como que estes projetos que, a um primeiro olhar, parecem díspares e não relacionados, na verdade fazer parte de um todo coeso, com objetivos comuns mas individualmente focados em públicos e assuntos diversos

Olho para trás e verifico o tempo e os recursos que já foram (e continuam sendo) investidos nestes projetos. Fico feliz com os resultados alcançados até o momento, mas sei que eles podem – e devem – chegar a mais pessoas, e fazer a diferença positiva no mundo para a qual eles foram projetados.

Hoje consigo reconhecer os erros de planejamento, os de execução e até a insuficiência na celebração de pequenas conquistas que tivemos pelo caminho. As pessoas que me acompanharam e acompanham mais de perto sabem do que estou falando, com mais propriedade. Na verdade, muitas vezes reconhecia no momento em que aconteciam, mas não tinha fôlego para consertá-los, em função das outras demandas acumuladas.

Sim, e é somente neste aspecto que dou a braço a torcer aos críticos que dizem: “Mas você faz muitas coisas ao mesmo tempo! Não seria melhor se dedicar a somente um projeto por vez, fazê-lo acontecer e só daí partir para um próximo?”

Sim, vocês tem razão. Isso seria o ideal. Mas como controlar esta ânsia insana que vem de dentro e me impele a fazer tudo ao mesmo tempo agora? Este ímpeto é imparável. Não sei se alguém entende o que estou dizendo, mas é como se fosse um “chamado”, uma voz tão forte que te inspira e faz com que nada possa ficar para depois.

Antes de mais nada, já tentei suprimir esta voz por algum tempo. E consegui. Juntamente com isto, consegui me sentir infeliz. Ao que parece, minha felicidade, aquela verdadeira sensação de bem-estar, na qual você se sente pleno, completo, inclui estar fazendo milhares de coisas ao mesmo tempo. Me sinto vivo e é assim que escolho seguir. Existe algum tipo de contenção compulsória para isso? Espero que não. Já tentei meditação para isso, mas o que ela faz é, na verdade, ampliar ainda mais minhas ideias, delírios e vontades. A meditação ao mesmo tempo que me acalma me deixa ainda mais criativo, com vontade de participar e interagir com o mundo e as pessoas, ajudando na transformação desta realidade em uma outra, melhor.

Bem, talvez esta história pessoal faça pouco sentido a você que a está lendo agora. Talvez eu consiga trazer mais sentido a ela nas próximas semanas, nos próximos meses, anos, décadas, com o desenrolar de todos estes projetos e iniciativas. Se eu for bem sucedido, você saberá. Se não for, somente ficarás sabendo se ficares por perto. Te convido a ficares por perto e me ajudar da forma que for possível a você: carinho, críticas, sugestões, recursos econômicos, seu conhecimento, seu networking, indicando pessoas próximas a você que possam desejar participar e ajudar de um ou mais dos projetos elencados acima.

Ao longo das próximas semanas dois eventos relacionados ao desconforto relatado acima serão desvelados:

  1. A criação de um folder e de um mapa mental que irão explicar, da maneira mais simples e didática possível o que são estes projetos todos e como eles se correlacionam
  2. Uma chamada coletiva para apoiadores, dentro de um modelo chamado OKR Fee, que deverá retribuir a cada apoiador na justa medida de sua participação em cada projeto ou iniciativa (saiba mais em breve, em um artigo específico sobre isso).

Enquanto isso, seja mais uma vez bem-vindo(a) à série de 13 textos sobre Escrita Criativa e Produtividade. Toda segunda-feira, no http://reinehr.org nos próximos 3 meses.

Seja bem-vindo à Aventura! E, como eu escrevi há alguns anos atrás em um texto chamado “Eu tive um sonho“, O que você, que está lendo este texto agora, e que estou chamando para compor este sonho comigo, acrescentaria de seu para que este sonho seja um sonho ao mesmo tempo comum e completamente seu?

Vale a leitura do texto acima! Até breve, obrigado por me acompanhar até aqui.

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Nas últimas semanas, nossa casa está respirando xadrez. Ensinei meus filhos a jogar no ano passado e neste ano eles entraram na escolinha de xadrez com a Professora Fátima e o Professor Lucas. E estão adorando.

Nesta semana, comecei a assistir a alguns jogos de Grandes Mestres (GM) do Xadrez, e me deparei com este fantástico jogo do Magnus Carlsen, à época com 12 anos:

Comecei a jogar xadrez com 11 e, hoje, aos 40, sinto não ter dedicado tempo suficiente a este fantástico jogo, que estimula o raciocínio lógico, a estratégia, a intuição e até a criatividade.

Fico muito feliz que Benjamin e Contado estejam tão dedicados. Esta semana, por vontade própria, jogaram todos os dias!

Sem estimular demasiadamente o espírito da competição, espero que eles aprendam a jogar muito bem e que logo logo, mesmo antes dos 11 anos de idade, consigam vencer seu velho pai! Sinto que vou ser estraçalhado muito em breve! E vou vibrar, com muito orgulho, por isso!

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Hoje sou grato! #sougratohoje

Hoje sou grato! #sougratohoje


Posted By on maio 19, 2016

Existem dias em que a gratidão nos inunda.

Em outros nos entorpece. Tem ainda aqueles dias em que somos ingratos. Noutros, esquecemos dela. Mas ela sempre nos busca, lá do cantão da desesperança e nos traz de volta para o mundo cheiroso e iluminado dela.
Na semana que passou senti-me profundamente grato por vários acontecimentos muito intensos que ocorreram. Vou destacar três deles.
Sou grato hoje
O primeiro, a bem da verdade, começa com a gratidão de outra pessoa para comigo. Uma paciente, cujo nome vou preservar, ao final da consulta, resolve abrir seu coração e me conta o quão profundamente grata ela se sente em relação ao tratamento que lhe ofereci. Segundo ela, fui responsável por salvar seu casamento, que estava por um fio. Fiquei surpreso com a declaração, pois o objetivo primário da consulta dela era emagrecer. Cerca de 16kg a menos haviam, segundo ela, reativado a vontade de viver, o desejo pelo marido – que se tornou recíproco – e a autoestima e a vontade de se relacionar socialmente aumentou significativamente. Bem… Aquela consulta serviu para gerar um efeito fantástico em mim: o sentimento de gratidão que eu mesmo senti, ao ouvir aquelas palavras – por minha paciente ter aberto seus sentimentos – acabou por respingar em todos pacientes subsequentes ao longo do dia. Foi mágico. Saí pensando: “Como fazer com que possamos – todos – viver com essa sensação intensa de gratidão e vontade de fazer bem e bem fazer a todas pessoas?”
Essa pergunta ainda está à minha volta, e por mais que tenha pistas, ainda não sei ao certo como imprimir de forma indelével as características necessárias à um “estado de gratidão perene” ao desejável bem viver em harmonia social que todos almejamos.
O segundo evento da semana que me remete a um profundo estado de gratidão re conecta com uma dádiva que recebi: fui agraciado, por uma paciente, ao acesso a uma consultoria de alta qualidade, por dois anos, gratuita, no processo de fruticultura de nogueiras que estou realizando na Fazenda Bom Encontro, em Araranguá – SC. Esta paciente, sempre tão gentil e positiva, está passando pessoalmente por uma fase bastante difícil, em luta com um câncer ao qual ela, com toda vibração positiva que seu corpo e espírito apresentam, certamente irá debelar em breve. Disse ela, também ao final da consulta: “O dia em que o senhor sair de Araranguá, continuarei sendo sua paciente, pois você terá que voltar para cuidar das nogueiras, então sempre poderemos nos ver”. Pronto. Meus olhos se encheram de lágrimas e precisei dar-lhe um forte abraço para ajudar a conter a alegria e a gratidão por ter recebido estas tão gentis palavras.
O terceiro momento em que me senti profundamente grato foi ao encontrar uma pessoa bastante especial, que aparentemente “caiu do céu” ou “entrou como uma luva” dentro de uma necessidade recente de um projeto que estou realizando. Sabe quando você faz um pedido e ele é atendido? Pois é… Talvez ainda seja cedo para falar, mas já estou grato pela perspectiva que se apresenta.

Nem preciso dizer que sou grato a cada dia que posso estar próximo a aqueles que amo,

filhos, namorada, família, amigos… Saber que todos estão bem e que ainda tem(os) algum tempo para passear e experimentar esta vivência enquanto não são chamados para surfar alhures, longe do Samsarão.
Na verdade, enquanto escrevo este texto, começam a vir lembranças e instantes e mesmo pessoas e momentos atuais que me fazem ser grato por tudo que tenho, construo (construímos) e até mesmo pelo que ainda está por vir.
Enfim e em suma #sougratohoje por estar vivo e por ter a companhia, nesta jornada planetária, de pessoas que continuamente me ensinam como devemos e também como não devemos viver, ao mesmo tempo em que também tenho o privilégio de deixar um pouco de mim nessa jornada.

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