Ask: a fórmula online contraintuitiva para descobrir exatamente o que seus compradores querem comprar…

…criar uma massa de fãs que te adoram… e levar seu negócio para um outro nível.

Assim começa o livro Ask, de Ryan Levesque.

Sempre fui muito crítico com livros de publicidade, vendas, marketing. Curiosamente, na atual fase da vida, estou percebendo-os mais como uma ferramenta do que como um fim em si mesmos.

Seu conteúdo, e as técnicas que nos são passadas, podem ser utilizadas para produzir o bem, ou para explorar as pessoas.

O tempo dirá se estou fazendo a escolha certa e aperfeiçoando meu conhecimentos nessa área, em busca
de um impacto maior de minhas ações e projetos.

Como diria meu amigo Gi Nascimento: do meu Diário de Bordo, Araranguá, 24 de maio de 2016.

image

Serenidade

Pessoas serenas sempre parecem ser sábias. Internamente elas responderam as três perguntas existenciais: (1) Quem sou eu? (2) Para onde estou indo? (3) Como eu chegarei lá? A maior parte de nossas vidas tentamos resolver a primeira questão. Porém, até que a gente consiga isso, gastamos muito tempo em conflito interno, com outros ou com o mundo ao nosso redor. Quando descobrimos quem realmente somos, então não é preciso ir a lugar algum, não há nenhuma busca e a alma se torna absorta ao experimentar suas qualidades verdadeiras e ao compartilhá-las com os outros. Isto é serenidade.

Continue reading

Chávena da Chá

Chávena de chá

Chávena da CháUm professor de filosofia foi ter com um mestre zen, Nan-In, e fez-lhe perguntas sobre Deus, o nirvana, meditação e muitas outras coisas. O Mestre ouviu-o em silencio e depois disse.

– Pareces cansado. Escalaste esta alta montanha, vieste de um lugar longíquo. Deixa-me primeiro servir-te uma chávena de chá.

O Mestre fez o chá. Fervilhando de perguntas, o professor esperou. Quando o Mestre serviu o chá encheu a chávena do seu visitante e continuou a enchê-la. A chávena transbordou e o chá começou a cair do pires até que o seu vistante gritou:

– Pára. Não vês que o pires está cheio?

– É exatamente assim que te encontras. A tua mente está tão cheia de perguntas que mesmo que eu responda não tens nenhum espaço para a resposta. Sai, esvazia a chávena e depois volta.

Um vaso de flores


Entro na sala e não encontro nada exceto um galão de vinte litros de água. Naquela altura, as cadeiras, a pia, o ventilador, a cafeteira e o pequeno aparelho de som não chamam minha atenção. Fixo meu olhar naquele curioso galão de água.
Em menos do que um instante, um turbilhão de perguntas invadiu minha mente cansada e atordoada pelas preocupações corriqueiras – entretanto volumosas – do dia-a-dia:
– Quem levou aquele galão até lá?
– O que estará ele fazendo naquele canto?
– Para onde ele será levado e utilizado?
– De onde vem a água que nele se encontra?
– Quanto custou e onde foi comprado?
– Poderia ser só um enfeite no canto da sala?
– A cor azul do plástico que envolve a água é por motivo de legislação específica ou tão somente por falta de criatividade da empresa que envasa a água?
– Qual o percentual de cada sal mineral contido na água?
– Quais os caminhos que a água trilhou nos últimos anos até chegar àquele galão?
– Um galão de vinte litros de água mineral pesa o mesmo que um galão de vinte litros de água potável da torneira?
E as perguntas surgiam sem fim, me fazendo esquecer meu objetivo naquela sala e as cacofonias que produzia. O tempo passou, a noite caiu. Com ela o silêncio (alguém havia apagado o rádio, pouco antes da escuridão tomar conta da sala).
Não mais que de repente, o galão de água era apenas um corpo pouco nítido, mas claro o bastante para ver minha própria imagem nele refletida, com ajuda da parca iluminação vinda do corredor.
Nunca antes havia vislumbrado minhas formas: pernas finas, assim como os ombros e parte superior do corpo; cintura e abdômen largos, algo que poder-se-ia chamar de “aspecto cilíndrico quase-esférico”; do alto de minha cabeça, lindas extensões filiformes verdes com corpos multi-petalados coloridos – amarelos, vermelhos, brancos e cor-de-laranja. Gostei do que vi. Nada mau para um vaso de flores.

A Voz da Blogosfera

A Voz da Blogosfera – Segundo Chat-Encontro

A Voz da Blogosfera     Nesta terça-feira, dia 02/10/2007, iniciando às 21:00, teremos o segundo Chat-Encontro "A Voz da Blogosfera", hospedado aqui no site. Depois de alguns belos diálogos e troca de experiências no primeiro Chat, este segundo promete. Abaixo, algumas das perguntas a serem debatidas:

A Blogosfera ainda vai crescer ou é uma bolha prestes a estourar?
A Blogosfera tem capacidade de virar mídia relevante ou sobreviverá somente de hypes e marketing viral publicitário?
Quanto tempo falta e o que fazer para que a Blogosfera amadureça e tenha uma visão menos autocentrada e ensimesmada?

    Grato ao Wagner pelo debate no MSN que ajudou a forjar parte das perguntas acima. 

    Para participar do Chat, basta clicar em A Voz da Blogosfera, no menu principal, na parte de cima da página.