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Na viagem entre Araranguá e Agudo, consegui ler dois livros de bolso, o primeiro deles “Reflexões sobre a Religião”, de Mark Twain, expressa nas suas 85 páginas grande parte daquilo que também sinto em relação à religião, a um suposto Deus e à Natureza.

Selecionei dois trechos, um do próprio Twain e outro, fenomenal, do Marquês de Sade (este sim, exprime EXATAMENTE o que penso acerca da Vida, do Universo e tudo mais).

Deve a religião cristã durar? Que idéia! Ela sucedeu a milhares de outras religiões, hoje todas mortas e enterradas. Milhões de deuses precederam a invenção do nosso. Multidões deles morreram e foram esquecidos desde há muito. Nosso Deus é, contra toda expectativa, o pior que a engenhosidade do homem engendrou em sua imaginação enferma; e seria preciso que com todo o Seu cristianismo, Ele permanecesse imortal, contradizendo as lições que podemos extrair da história teológica? Não, é claro. O cristianismo e seu Deus devem submeter-se à regra comum. Eles, por sua vez, apagar-se-ão e darão lugar a um outro Deus e uma religião ainda mais estúpida do que a nossa.

Mark Twain

O trecho abaixo também foi retirado do livro de Twain, e é um excerto de “Diálogo entre um padre e um moribundo”, no Marquês de Sade:

A razão, meu amigo, sim, só a razão nos deve advertir de que prejudicar nossos semelhantes nunca nos pode tornar felizes, e nosso coração nos deve dizer que contrinuir para sua felicidade é o maior bem que a natureza nos concedeu sobre a terra; toda a moral humana está contida nessa única frase: tornar os outros tão felizes quanto desejamos sê-lo nós mesmos e nunca lhes fazer mais mal do que gostaríamos de receber.

Eis, meu amigo, os únicos princípios que deveríamos seguir, e não há necessidade nem de religião, nem de deus para experimentar e admitir isso; é preciso tão somente um bom coração.

Marquês de Sade

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Ubuntu e o Software Livre

Ubuntu e o Software Livre


Posted By on dez 6, 2008

Há algum tempo, tive instalado em meu computador uma versão do Kurumin, se não me engano, uma das distribuições do Linux. Em função da necessidade de formatação – aqui em Araranguá as empresas para as quais levei o computador só sabem formatar a máquina – desculpe dizer, mas isso é uma piada, pois seria como eu dizer para uma mãe que eu preciso colocar o filho dela em coma induzido para tratar uma amigdalite – o Kurumin se foi e eu voltei ao Ruindows.

Hoje, uso Windows XP no desktop de casa e em um dos notebooks e o novo notebook que comprei veio com o Vista de fábrica, naquelas infernais (e ilegais) vendas casadas que existem por aí.

O Vista Home Premium, não preciso dizer, é uma verdadeira praga. Mesmo em um computador com 2Gb de RAM, ele torna o computador lento e trava com muita freqüência.

Como comprei um novo PC, desta vez um Intel QuadCore com 4 processadores de 2,83 MHz , com 4Gb de RAM com 12GB de cache L3 e FSB 1333 MHz dual-channel e 64-bits de arquitetura, creio que o bichinho agüente o Vista Ultimate. Entretanto, estou pronado – graças à sugestão do meu amigo Eduardo Sabbi, a utilizar a nova versão do Ubuntu.

O Edu me mostrou um vídeo que mostra as funcionalidades gráficas da versão 8.04 e me encaminhou para a página do Ubuntu na Web que acabou por me conquistar. Quando li os seguintes parágrafos, fiquei caidinho:

Ubuntu é uma antiga palavra africana que significa algo como “Humanidade para os outros” ou ainda “Sou o que sou pelo que nós somos”. A distribuição Ubuntu trás o espírito desta palavra para o mundo do software livre.

 

“Uma pessoa com Ubuntu está aberta e disponível aos outros, assegurada pelos outros, não sente intimidada que os outros sejam capazes e bons, para ele ou ela ter própria auto-confiança que vem do conhecimento que ele ou ela tem o seu próprio lugar no grande todo.” — Arcebispo Desmond Tutu em Nenhum Futuro Sem Perdão (No Future Without Forgiveness).

Minha única ressalva ainda fica em relação à compatibilidade com alguns softwares que uso, como o Corel Draw e o Personal Med, por exemplo. Entretanto, quem me conhece sabe que dou uma boiada por um ideal, nem que isso complique minha vida. E as frases acima realmente me conquistaram.

E agora, o que faço? Me dêem uma quadra de dias para decidir…

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Serenidade

Serenidade


Posted By on dez 5, 2008

Pessoas serenas sempre parecem ser sábias. Internamente elas responderam as três perguntas existenciais: (1) Quem sou eu? (2) Para onde estou indo? (3) Como eu chegarei lá? A maior parte de nossas vidas tentamos resolver a primeira questão. Porém, até que a gente consiga isso, gastamos muito tempo em conflito interno, com outros ou com o mundo ao nosso redor. Quando descobrimos quem realmente somos, então não é preciso ir a lugar algum, não há nenhuma busca e a alma se torna absorta ao experimentar suas qualidades verdadeiras e ao compartilhá-las com os outros. Isto é serenidade.

 

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Pondo a casa em ordem

Pondo a casa em ordem


Posted By on out 18, 2008

O fim-de-semana foi reservado, desta vez, para organizar as coisas da casa, computador, papéis e outros quetais. Bobviamente, nem em um mês feito de 15 fins-de-semana conseguiria dar conta de tudo que preciso organizar, mas preciso dar um jeito “no grosso”.

Uma das coisas que mais me toma(va) tempo é (era) a atual (des)organização do(s) meu(s) computador(es). Trocentas pastas com subclassificações mas distribuídas de forma pouco eficaz pelo rebelde aparato eletrônico. Ou seja, vários cliques necessários para chegar onde queria. A manhã de hoje e parte da tarde estão sendo responsáveis por uma revolução no gerenciamento do meu tempo em relação a esta ferramenta tão interessante.

Fiz alguns ajustes no Windows Vista (que sou “obrigado” a utilizar em função do software médico que possuo e deixei-o um pouco mais rápido do que o padrão. Acelerei também o “shutdown” e reduzi o tempo necessário para ligar a besta. O dia em que conseguir acelerar o tempo para ligar esta besta que vos fala, lhes digo como fazer. Atualmente levo uns vinte a trinta minutos para “ligar” logo pela manhã…

Ontem fiz uns bifes de fígado que ficaram deliciosos com o Molho de Pimentas Mãe da Flávia a la Rafael Reinehr. Estava cons saudade de comer fígado. Hoje fizemos frango xadrez a quatro mãos (mais as da Carol, que picou o frango, a cebola, o alho…). Usamos nosso óleo de gergelim e também o óleo de amendoim, que dá um gosto todo especial ao frango. Acompanhando, arroz integral.

Segue o baile. Uma boa organização a quem precisa começar.

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Só um toque: para aqueles que não podem perder o novo do novo do novo na Internet e ainda não conhecem os Videologs ou Videoblogs, estão,como eu, atrasados.

Fiquei sabendo da "novidade" através de Info, da Editora Abril. Como não sei onde está a revista e a bagunça e a preguiça me impedem de procurar aqui em casa e no Google, não vou indicar linques, mas deve ser fácil de se achar.

Agora, em vez de fotos, as figuras colocam pequenos videos caseiros para apreciação na web. Nem preciso dizer o que se pode esperar, não é mesmo?

Se quiserem um linque, dou um bem bacana de uma brincadeira chamada Imagination Cubed. Para quem gosta de fazer arte.

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