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Sararah
Set 08

O que é que eu estou fazendo no Sararah?

By rafaelreinehr | Cibercultura

Poder passar uma mensagem de forma anônima a uma pessoa pode servir para o bem ou para o mal. A ferramenta não consegue filtrar o tipo de mensagem que receberemos, se serão elogios, críticas construtivas ou agressão e bullying.

Então abrir a possibilidade de alguém se comunicar contigo via uma ferramenta como o Sararah (Conheça o meu em https://rafaelreinehr.sarahah.com/) necessita que você:

    1. Saiba qual seu objetivo com a abertura deste canal de comunicação
    2. Esteja pronto para as idiossincrasias e o inesperado

No meu caso, a ferramenta tem sido extremamente útil pois pessoas que gostariam de me dizer coisas e não sabem como, tem utilizado a mesma para fazê-lo, veja só:

“Rafael, vc é um profissional excelente! O que eu gostaria de te dizer é que vc não precisa ficar provando isso o tempo todo na mídia. Isso é chato… Preserve mais a sua vida… É muita exposição! Isso é desnecessário e está tornando o profissional excelente em fútil, sensacionalista…. CHATO!”

O grande problema do Sararah é que você não consegue responder a quem deixou a mensagem, mesmo de forma anônima. Nada garante que a pessoa que deixou o comentário vá encontrar uma eventual resposta nas mídias sociais. Muitas vezes, ela tem uma impressão errônea ou apenas incompleta do “quadro todo”, como no caso acima, e acaba fazendo um julgamento precipitado.

Para meu amigo ou amiga acima (considero um bom amigo(a), já que está genuinamente preocupado(a) comigo, com seu conselho, gostaria de poder dizer duas coisas:

  1. Muito obrigado pela sua percepção e carinho ao me alertar sobre “ficar todo tempo na mídia”. Imagino que sua timeline esteja sendo inundada por conteúdo meu! Se puderes, coloque um “Ver menos” ou “Deixar de seguir” se eu o(a) estiver incomodando!
  2. Obrigado pelo “profissional excelente!”, e agora vem uma explicação! Não preciso provar nada a ninguém além de a mim mesmo. Minha trajetória, meu percurso de vida e o cuidado com que faço meus atendimentos falam por si. O que estou fazendo – aparecendo online, publicando conteúdo, compartilhando coisas pitorescas da minha vida trazem consigo dois objetivos:
    – Alcançar um maior número de pessoas para levar adiante um projeto muito maior, que está apenas no nascedouro, que é o de ampliar a saúde, o bem-estar, a qualidade de vida e a felicidade das pessoas em todo mundo, sem limites de nacionalidade, cor, raça ou credo. É um trabalho de formiguinha que está apenas começando, e estou reunindo recursos para que este sonho se torne real
    – Poder registrar, em alguma mídia digital, um pouco do dia-a-dia, e compartilhar com as pessoas queridas – quando for algo apenas cândido ou pitoresco, e com o maior número de pessoas quando for algo inspirador, construtivo ou que some à construção de um mundo mais justo, sustentável, equânime, solidário e compassivo.

A exposição mencionada acima pela pessoa que teceu sua bela e construtiva crítica não tem nada a ver com buscar visibilidade para minha ocupação profissional – que é ser médico endocrinologista. Concordo com ela que, muitas vezes, dependendo da leitura que algumas pessoas fazem, isso pode até atrapalhar.

Mas minha essência é muito mais do que Rafael Reinehr – Médico Endocrinologista. Quem me conhece de verdade sabe disso. Sou o cara que após a faculdade de Medicina fui cursar Filosofia e Ciências Sociais, que toca guitarra, lê pra caramba, escreve livros, gravou curtas e média-metragens, tira fotografias, organiza saraus literários, fundou portais de internet sobre literatura, cultura, filosofia e sociedade, fundou uma incubadora de ideias e soluções altruístas… Não tem como, nobre amigo ou amiga, esconder este lado. Isso seria sufocar a minha essência, deixar de ser quem eu sou para agradar algumas pessoas e “conseguir mais clientes”. Isso não faz parte do meu jogo, da minha vida.

Sempre tive, desde bem cedo, duas características: a de ser megalomaníaco – sonhar muuuuuuito grande e também a de ter uma necessidade muito grande de me expressar. E isso faz parte de quem sou. E aceito isso com todos os ônus e bônus que vem junto com esta escolha.

E você, quer me dizer alguma coisa de forma anônima? Elogio, crítica, comentário? Vai lá enquanto ainda está no ar: https://rafaelreinehr.sarahah.com/

Nota de Segurança: existem algumas evidências de que o Sararah “rouba” os dados de seus contatos (e-mail e telefone) no Facebook. Então, não crie uma conta se você não quiser ter o risco de ter seus contatos expostos. Sö fiquei sabendo disso depois de criar a conta. Entretanto, para deixar uma mensagem é seguro pois você não precisa incluir nenhum dado seu.

Out 07

Revelando Quem Eu SouL – Quando medito sobre o que faço

By rafaelreinehr | Bem-estar , Buscando a si mesmo , Efervescências , Novidades!

O video abaixo é um “retrato histórico de um homem”, ele cria uma espécie de “foto em movimento” de um momento bem específico no tempo. Um registro de um estágio da evolução, da caminhada em busca da coerência de um ser humano. O documento audiovisual foi criado pelo Pedro Céu (http://pedroceu.com), a quem sou muito grato. Te convido a assistir.

Mar 06

Como receber todas as Notificações de minha página do Facebook

By Rafael Reinehr | Antena: O Que, Como, Quando, Onde, Porquê , Efervescências , Novidades!

Quer saber como receber todas as notificações da minha página do facebook? Veja como é simples:

Basta sobrevoar com seu mouse o Curtir e clicar em “Ver primeiro” e depois em “Todas ativadas (Todas as publicações, Eventos)

Assim, você não perde mais nada do que eu for publicar em meio às milhares de postagens que o face precisa filtrar para mostrar a você todos os dias!

Clica lá, e não me perca de vista!

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Jul 01

39 anos, uma Odisseia

By rafaelreinehr | Efervescências , Quase Filosofia

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mis-én-scene, ou esbravejando, na Marcha das Vadias de Criciúma – foto Mariana Noronha

Da última vez que nos encontramos para um bate-papo assim tão longo, eu tinha 33 anos, está lembrado? . Ainda, como naquela ocasião, sinto que nada me falta. Materialmente falando. Tudo o que busco agora é preencher alguma possível lacuna espiritual. Ou então, quem sabe, é conseguir esvaziar-me por completo, e perceber que o Tudo e o Nada são, enfim, a mesma coisa.

Papos zen à parte, descobri muita coisa nestes últimos seis anos. Acho que pode ser interessante compartilhá-las aqui, nesta conversa leve e solta que estou tendo com você.

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cozinhando para os amigos, no Solar das Lagartixas

Em primeiro lugar, quero dizer que melhorei muito em alguns aspectos neste período. Mas acho que posso ter piorado em outros, também. Aproveite para descer a lenha em mim nos comentários! Espero que, no cômputo geral,  se é que isso existe, o saldo tenha sido positivo.

Aprendi que, para um casamento durar, não basta querer. Não basta que somente um seja “nós”, mas que ambos o sejam. Aprendi que o desencanto pode surgir assim, de uma hora para outra. Mesmo que esta “hora para outra” não seja assim tão instantânea… Aprendi que olhar para o mundo, tentar salvar “o mundo”, começa, na verdade, por olhar pra gente, para dentro, e começar por nós mesmos. Na verdade eu sempre soube: a distância entre a teoria e a prática é que são elas… O resto é consequência, o resto é respingo das mudanças que promovemos de dentro pra fora…

Aprendi como é bom poder voar e criar novamente, como é bom fazer novos planos, outros planos, sentir novos ares, outros ares e perscrutar novos-velhos lugares. Aprendi que sempre que caímos, podemos levantar, e que as feridas dóem mas saram. E nos ensinam. E o que aprendemos, levamos conosco no caminho que segue.

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Falando sobre a Coolmeia, na Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre

Voltei a me apaixonar pela música, e estou me dedicando progressivamente mais ao estudo das quatro e das seis cordas. Voltei a tocar em uma banda. E vamos logo logo gravar um compacto.

Voltei a escrever. E voltei a ser eu mesmo. Voltei a Escrever Por Escrever. E voltei a ousar. E voltei a assinar mais em meu nome e menos em nome da coletividade. Ego x Eco. Lego – Levo.

Voltei a me apaixonar, e estou me dedicando cada vez mais ao novo amor, de dia, de noite, de madrugada, em cima da cama e embaixo da escada…

Continuo sentindo e aprendendo que nossa meta precisa ser o bem, e que na hora em que menos esperamos, ele retorna pra gente, pelo menos na mesma intensidade mas geralmente em quantidade muito excedente à que praticamos. Hoje, dia primeiro de julho de 2015, quando completo meus 39 anos e – novamente – não vou fazer festa, mas sim festejar com minha namorada

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com Conrado e Benjamin, na casa da vó Gisa

 

e meus filhos, jantando com calma, paz e delícia, Hoje, dia como qualquer outro, mas se não

fosse eu, seria outro, recebo uma ligação que vale como um desses presentes inesperados que a vida nos dá. Senta que lá vem história:

Há algumas semanas, colocaram para alugar aqui em Santa Maria – RS um local no qual havia sido, por 19 anos, uma

loja de discos, CDs, camisetas, discos de vinil, chamada Exclusive. Essa loja fechou e o local, o segundo andar de um sobrado construído na década de 20 do século passado, fica na mesma quadra da escola dos meus filhos, em cima de uma padaria, em área central da cidade e perto de tudo, inclusive do meu trabalho, para o qual posso ir caminhando. O problema: a reforma dessa casa tem um valor relativamente significativo, já que todo piso, forro e aberturas estão tomados de cupins. Basicamente, tudo precisa ser trocado. Apesar de querer ficar muito morando lá, e até mesmo utilizar o local como algum ponto de encontro cultural ou de ativismo sócio-ambiental na cidade, os altos custos tornavam as possibilidades de mudança para lá remotas. Agora, a mágica: a ligação que recebi foi do proprietário que, ao conversar com sua irmã, e sentindo minha boa vontade em cuidar com

verdadeiro carinho e apreço pelo lugar, decidiram dar-me 2 anos (DOIS ANOS!) de carência no aluguel, para que eu possa realizar as reformas planejadas!!! Ypiiii! Um presentão! É aí que se fala de ganha-ganha: ganho eu, ganham eles, ganha a comunidade santamariense… Ideias já fervilham sobre o que irá acontecer no novo Solar da Andradas. Chega mais, e vem contar esse nova página da história com a gente!

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foto do amigo André Jacob, brincadeira em estúdio

E a vida rebrota. Morre-se, composta-se, revive-se e o ciclo finda infinitas vezes para reiniciar aqui e acolá, mutante, mudado, mudante…

Seis anos depois, uma coisa não muda: ainda espero que minhas amigas e amigos de verdade continuem me presenteando

com o que pedi, pela primeira vez, naquela ocasião: “se quiser me dar um presente no dia de hoje (ou em qualquer tempo), faça isso: pratique, com desapego, sem interesse por receber nada em troca, um ato de generosidade com alguém que você não conhece. Se calhar, permaneça com o espírito aberto, para repetir esta proeza quando for possível. Se conseguir, estará me dando um presente mais valioso do que qualquer um que já ganhei.”

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Conrado, Luana, Benjamin e eu, na casa da bisa Helga, em Agudo.

 

Mai 04

Uma possível – e esperançosa – agenda de postagens

By Rafael Reinehr | Efervescências , Novidades!

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Como já fiz em outros tempos de blogagem, na qual conseguia postar até 3 postagens por dia (sem filhos, sem tantos compromissos assumidos), organizei uma série de “grandes temas” sobre os quais deverei escrever em meu weblog.

Nem todos os dias conseguirei criar dois posts novos, alguns serão requentados de publicações minhas em outros portais, revistas ou sites, outros ainda são originais guardados nas gavetas e HDs por aí.

Pensei na seguinte distribuição de temas ao longo da semana:

Segundas:

* Literatura
* Sociedade

Terças

* Simplicíssimo
* Saúde e Bem-estar

Quartas

* Ecologia/Sustentabilidade
* Indicação de blog/site

Quintas

* Fotografia/Fotos de Quinta
* O Pensador Selvagem

Sextas

* Tecnologia
* Cinema

Sábados

* Comunidade
* Música

Domingos

* Faça você mesmo
* Gastronomia

Outras postagens variadas intercalam-se com estas, quando houver vontade, necessidade ou urgência nas ruas, corações e espíritos!

Abr 24

Retomando as atividades do blog

By rafaelreinehr | Efervescências , Novidades!

ipe_amareloDepois de um longo tempo de entressafra – ou poderíamos chamar de hibernação, ou pousio, termo que prefiro – estou voltando à carga com este blog, mantendo o nome original que utilizei tanto em uma série de escritos livres redigidos a partir de 2000 quanto no blog que iniciou em 14 de dezembro de 2003: Escrever Por Escrever

As postagens linkadas acima podem dar uma luz sobre o nome do blog. Mas não espere muita luz. Uma nesga, talvez.

O fato é que, depois de tanto tempo expressando-me “coletivamente”, através da Coolmeia, Ideias em Cooperação – depositei lá boa parte das minhas criações, do meu ímpeto, da minha energia, vontade, potência – decidi me posicionar como indivíduo novamente. Como criador, como autor, como ser singular que sou.

De forma alguma isso significa que abandono meus ideais coletivos, de convivialidade, solidariedade e busca de Bem Comum. Apenas significa que tenho uma verve e uma pulsão minha, que voltarei a expressar, sempre que isto for melhor do que apresentado para e em nome de um coletivo.

Nas primeiras semanas, estarei “requentando” uma série de escritos que andei publicando aqui e acolá nestes anos todos (no Simplicíssimo, n’O Pensador Selvagem, n’o Mutatis Mutandis, na Revista DOC, na Coolmeia e outros artigos escritos e nunca publicados. Entremeando este “revival”, artigos novos, fresquinhos, destilando um pouco das percepções que se construíram nos últimos anos e que, em muito, aperfeiçoaram (ou pelo menos “remoldaram”) minha visão de mundo.

Convido você, amici, a compartilhar desta jornada, adicionando, sempre que tiver vontade, suas impressões acerca dos assuntos abordados e, até, sugerindo pautas ou então participando como articulista convidado.

Novas seções e colunas irão surgir, algumas serão reativadas e a maioria ficará na história. Vez ou outra, no processo de revisar os artigos antigos, vou repostá-los para torná-los “vivos” mais uma vez, sempre que a seriedade, atualidade ou o humor fizerem com que esta vontade se faça premente.

Sem mais, seja bem-vindx ao Escrever Por Escrever. Sinta-se em casa. Críticas construtivas e sugestões serão sempre bem-vindas. Mau humor, trollagens e depreciações gratuitas, bem como discriminações de qualquer tipo serão sumariamente amputadas.

😉

[harmonia]
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Dez 03

Chegou o Conrado!

By Rafael Reinehr | Conrado

Nasceu, no dia 01/12/2011, nosso filho amado, Conrado! Nasceu com 47 cm, pesando 2805 g, com 38 semanas de gestação, no Hospital da UNIMED, em Criciúma. Nasceu forte, sugando no peito com vontade, esperto e muito tranquilinho!

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Carolzinha chegando no Hospital, se despedindo da barriguinha

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Dr. Gilson começando a cesareana

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Olha a primeira foto do Conrado aí gente! Recém-nascido!

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Conrado, mamãe e papai!

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Pesando: 2805g

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Medindo: 47cm

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O primeiro banho: olha minha caretinha com a água! Acho que estava fria!

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A primeira roupinha, logo depois do banho

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A primeira mamada!

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Olhando para o papai!

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Coisinha mais fofa!

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Recebendo carinho da mamãe…

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No segundo dia, uma paz e tanto!

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Mais uma mamada! Estou gostando disso!

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A mamãe toda prosa com o Conradinho grudado no peito

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No dia da alta, muita felicidade!

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Mamãe e bebê se paquerando

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Benjamin olhando para o maninho

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Benjamin querendo dar bolachas para o Conrado

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Benjamin fazendo carinho no mano Conrado

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Já em casa, Benjamin cuidando do maninho recém-chegado ao lar

Pimenta vermelha
Set 21

Molho de Pimentas Mãe da Flávia a la Rafael Reinehr

By Rafael Reinehr | Caldeirão de Sabores

Dia desses fomos comer uma deliciosa feijoada com feijão branco, frango e lingüiça na casa da Flávia, nossa amiga dentista aqui em Araranguá. A feijoada estava supimpa, mas o que me chamou mesmo a atenção foi um molho de pimenta que foi trazido à mesa.

Como gosto de comidas temperadas (e viva a cozinha tailandesa!) fiquei impressionado com a picância e o sabor do molho de pimenta que a Flávia nos ofereceu. Depois de um furioso interrogatório, ficamos sabendo que a responsável pela criação daquele estupendo molho de pimenta era a mãe da Flávia! Como a Flavinha não tinha a receita, ficou de conseguir com a mãe dela.

Alguns dias depois, já impaciente e louco para repetir a receita em casa, indaguei a Flávia em um encontro casual que tivemos:

– E aí, desembucha: qual é a receita do tal molho de pimenta?
– Pois é… Sabe que falei com a mãe e ela faz meio de olho… Tudo o que sei é que vão dois frascos de pimenta malagueta vermelha e um de pimenta verde…
– Só isso?
– Hu-hum….

Bem, lá fui eu, um cadinho decepcionado para a cozinha tentar "experimentar" e ver se descobria a "fórmula" do maravilhoso molho que agora não era mais de uma só pimenta, então passou a ser um "molho de pimentas". E não é que com um pouco de intuição e alguma destreza cheguei lá? Ah, que perfeição! Agora tenho, para meu próprio consumo, o melhor molho de pimentas que jamais experimentei!

Nos últimos dias, ele tem sido utilizado em tudo: risotos, massas, pizzas… Sempre deixando aquele gostinho ardido e delicioso, além de ser aprovado até agora por 100% das visitas! Bom, sem mais delongas e como não sou de guardar segredos, aí vai a receita do já consagrado Molho de Pimentas Mãe da Flávia a la Rafael Reinehr:

Pimenta vermelha
2 frascos de 80g de pimenta malagueta vermelha

Pimenta verde
1 frasco de 80g de pimenta malagueta verde

Pimentões
3 dedos de 1 pimentão amarelo e de um pimentão verde

Pimentas e Pimentões
Um punhado de pimenta de bico
Sal a gosto
Pimenta do reino moída na hora a gosto
Bata tudo no liqüidificador e…

Voilá!
Molho de Pimentas Mãe da Flávia a la Rafael Reinehr
Está pronto o soberbo Molho de Pimentas Mãe da Flávia a la Rafael Reinehr

A aparência ao vivo é muito melhor do que a da foto acima! A cor é maravilhosa e a ardência já começa nos olhos se você tentar encarar esta bomba de frente por muito tempo. Replique a receita em casa e depois me diga se não é um dos melhores molhos de pimenta que você já experimentou.

Um abraço e bom proveito!

 

Bhali quando pequena
Ago 21

Fotos de Quinta #036 – 21/08/2008

By Rafael Reinehr | Fotos de Quinta

O Fotos de Quinta desta quinta-feira vai ser especial: Fotos de Quinta Cachorrada. Vou colocar aqui as fotos dos cachorros da casa Reinehr-Schumacher, nomeadamente a Senhorita Bhali e o Senhor Sancho. Se você tem alergia à beleza e candura, não olhe!

Bhali quando pequena
Bhali quando pequena

Sancho e sua gravata
Sancho e sua gravata

(Veja mais fotos clicando no link a seguir: mais fotos de Bhali e Sancho)

 

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