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Jun 14

Terceira e quarta semanas do Benjamin: um mês de vida!

By Rafael Reinehr | Benjamin

Viva! O pequeno (nem tão pequeno mais) Benjamin já tem um mês de vida!

Agora o amado Ben já está com 3090g, 50,5cm e é o autor das caretas mais lindas da história! Finalmente começou a deixar as noites do papai e da mamãe mais corridas, com seus chorinhos, fome e caquinhas. Mas isso não nos incomoda: a mamãe tá sendo uma verdadeira fera das madrugadas!

O Benzinho aprendeu a rir, e apesar de ainda não termos conseguido registrar isso em fotografia, ele o faz todos os dias.

Fomos na pediatra, Dra Magda Aliano, que pode ser vista nas primeiras fotos do slideshow.

O Benjamin já está se aventurando a rolar, aprendeu a segurar os cabelos da mamãe e os dedos do papai, está com cólicas eventuais, já está com força nas perninhas – o que faz com que ele participe do banho ativamente, quase já segura a cabecinha sozinho e muito mais! Descobrimos que adora andar de carro e passear! É um legítimo João gasolininha!

No dia 11 de junho fez um mês de vida, e nem sabe que mês feliz que ele proporcionou ao papi e mami, cada vez mais apaixonados por ele!

(clique aqui para ver o slideshow)

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Abr 14

A Terceira Onda – O Conhecimento – Alvin Toffler

By Rafael Reinehr | Entre Aspas

Na Primeira Onda, ou sociedades agrárias, a principal forma de capital era a terra. Se eu cultivasse a minha terra, você não podia cultivar a sua plantação na mesma terra ao mesmo tempo. Era ou você ou eu, nunca ambos. O mesmo era – e ainda é – verdade para o capital nas economias industriais da Segunda Onda. Você e eu não podemos usar a mesma linha de montagem ao mesmo tempo. Tudo isso se inverte nas economias da Terceira Onda, nas quais o conhecimento é a principal forma de capital. Você e eu podemos usar o mesmo conhecimento ao mesmo tempo e, se o usarmos com criatividade, podemos até mesmo gerar mais conhecimento.
 

O texto acima, retirado do site da amiga Clara Alvarez, é um excerto da obra do futurista Alvin Toffler. Recomendo a leitura de A Terceira Onda, livro do autor, como um exercício de raciocínio futurista. Vários insights são garantidos, mesmo que não concordemos com todas suas asserções e apostas.
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Contas
Jul 31

Fotos de Quinta #033 – 31/07/2008

By Rafael Reinehr | Fotos de Quinta

O Fotos de Quinta – fotos de quinta categoria publicadas todas as quintas-feiras surgiu para trazer fotos do cotidiano, sem preocupação com a fine art e originalmente era enviado para alguns de meus amigos por e-mail. O primeiro ciclo de envio semanal encerrou-se em 26 de janeiro, por absoluta falta de tempo, em sua edição de número 21. Alguns meses depois, em 2 de agosto de 2007 voltou, agora como uma publicação virtual aqui mesmo neste site e perdurou até a edição de número 32, em 11 de outubro de 2007. Novamente, um bocado de desorganização e alguma falta de tempo para fotografar ou editar os arquivos de fotos fizeram com que o Fotos de Quinta novamente fizesse uma pausa.

Hoje, inicio a terceira fase do Fotos de Quinta, iniciando nesta edição de número 33 com um revival de algumas fotos de 2005, tiradas em função de um concurso do Regimento Mallet, em Santa Maria, no qual ganhei menção honrosa.

Abaixo, sem mais delongas, as duas Fotos de Quinta desta semana. Enjoy.

Contas
Contas

Roda de Carroça
Roda de carroça

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Ago 26

Os melhores (e os piores) textos de Branco Leone

By Rafael Reinehr | Nanoresenhas Canalhas

 

branco_leone2.jpg

    Resenhar um livro nunca é tarefa fácil para mim. Desta vez, resolvi ler em um lugar diferente: fui ao campo e me deitei junto às flores e aos animais da natureza para buscar inspiração. Deitei a cabeça na relva e comecei a devorar "Os melhores (e alguns dos piores) textos de Branco Leone " ali, à beira do riacho. E digo, com esse clima, dá até pra ler o livro de cabeça para baixo.
    Chega de tonterias. Sempre gostei muito de Luis Fernando Veríssimo. E quando uso "muito" quero dizer bastante. Muito mesmo. Pois não é que Branco me lembra Veríssimo? Mas enquanto Veríssimo usa bastante a terceira pessoa e, quando usa a primeira pessoa a coloca na voz de um personagem totalmente inventado, Branco usa com freqüência a primeira pessoa, sendo esta primeira pessoa ele mesmo!
     As histórias criadas (vividas?) pelo personagem Branco Leone são hilárias. Não me lembro agora de um conto ou crônica que fiquei sem um sorriso no rosto. Além dos acontecimentos por si só serem bastante engraçados, a forma com que nos são apresentados é leve, cativante e muito pegajosa. Não dá vontade de parar de ler. Tanto é verdade que, ao contrário do que o Branco poderia pensar, não comecei lendo o livro no banheiro. Fui de Carta de Despedida até Dôna Rósa, professôra de piâno como quem vai de Araranguá a Santo Antônio da Patrulha. Numa pegada, foram 66 páginas de forma indolor mas não indelével. Mais tarde, no mesmo dia, conclui a peça e agora concluo: conheço um pouco mais deste meu nobre amigo. Seu jeito de se relacionar com o mundo, sua sensibilidade muitas vezes escondida, suas estripulias indo aos médicos, viajando de avião, indo trocar um cheque para o seu pai no banco… Conheci personagens que gostaria de ter conhecido na vida real, como o Galaxão, Turmalino e José, o vizinho.
    Em resumo: um livro que você precisa ler (e ter). Eu, atrapalhado como sou, sem tempo de ir ao banco, acabei de perder a terceira edição – esgotada. E olha o que o destino me reservou: o Branco decidiu fazer uma edição especial – limitada – com capa colorida e não é que, este que vos fala ficou com exemplar numerado de número 2? Êita faceirice! Para quem pensa que a resenha favorável se deve a este "astunto" da Natureza, agora com N maiúsculo, não tá com nada. Vá até o site d’Os Viralata e confira este e outros bons livros independentes que estão sendo lançados, como o do amigo Biajoni, a ser resenhado no próximo Domingo.