Buenos Aires, 21 a 25 de julho de 2009

Em julho de 2009, Carol e eu fizemos nossa primeira viagem a Buenos Aires. Certamente, será a primeira de várias, pois a cidade é realmente encantadora. Nos hospedamos em um ótimo hotel chamado Dazzler Tower San Martin, extremamente bem posicionado e perto de tudo.

Depois de uma chegada meio “morna”, conhecendo a parte glamourosa de B.A., como Puerto Madero, por exemplo, tivemos belíssimas e memoráveis experiências. Dentre as melhores, podemos citar o passeio de barco em Tigre, a visita ao Caminito e, principalmente, nossa visita guiada pelo amigo Marcelo Barbão pelo fantástico bairro de San Telmo.

Os cafés argentinos são um caso à parte. Conhecemos dois dos quais não vamos esquecer tão cedo: o Café Tortoni e o El Hipopotamo. No primeiro comi uns deliciosos churros e no segundo, tivemos a maravilhosa companhia do escritor e tradutor Marcelo Barbão e da sua esposa, a professora e tradutora Estela. Companhia deliciosa, pela qual espero retribuir em breve.

O frio estava de rachar, como se pode ver nas fotos abaixo. A roupa parecia não ser suficiente. O deslocamento de um lugar a outro era muito barato, porque 1 dólar estava valendo 3,7 pesos, e 1 real quase 2 pesos. Aproveitamos também para fazer algumas compras. Não pude deixar de trazer na bagagem dois livros no original em espanhol: Toda Mafalda (a edição mais completa de todas, incluindo Mafalda Inédita, Al fin solos, Y digo yo, A dónde vamos a parar?, Mafaldas (casi) privadas, Mafaldas Públicas e, por fim, Mafaldas ineditíssimas) de Quino e outro pequeno sonho, o livro Macanudo Universal, de Liniers.

Veja as fotos da viagem abaixo. A música de fundo é Inmigrante, do Tanghetto, uma banda de electrotango.

 

Refúgio da Pedra Afiada, Canyon Malacara, Praia Grande – SC – janeiro de 2009

Neste sábado passamos o dia em Praia Grande, aqui em Santa Catarina, conhecendo o Refúgio Ecológico da Pedra Afiada, que fica ao pé do Canyon Malacara. Tirolesa, belíssimo almoço, paisagens fantásticas e uma trilha pelo rio até uma piscina natural com água geladíssima que, segundo nosso guia, nos garante um rejuvenescimento de 6 anos. De fato!

Eis as imagens :

As fotos estão com uma definição baixa. Estou aprendendo a lidar com o SlideShow Pro, uma ferramenta que adquiri para mostrar fotos e galerias na forma de slideshow aqui no site. Com o tempo vou me acertando.

A pedido do amigo Erny: Serviço do local: Refúgio Ecológico Pedra Afiada – Pousada, Bistrô, Centro de Aventura e Biodiversidade

Telefones: (48) 3532.1059 – Para reservas em Porto Alegre (51) 3338.3323 (Expedição Caá-etê Ecoturismo e Aventura)

Coordenadas geográficas (para o Google Maps): 29 graus 09′ 30,7″ S – 49 graus 58′ 58,9″ W

PS: a música, I’m Yours de Jason Mraz foi indicação da nossa amiga Taís. Bela canção!

Rio de Janeiro, Zé Carlos, Flávio e Ricardo Cabral


Ontem à noite eu, o Zé Carlos, um ótimo internista de Novo Hamburgo e o Manuel fomos jantar no Outback. Ribs on the barbie no prato (e depois no estômago).

O dia de hoje foi prolífico, mas cansativo. A falta de lanches salgados (nunca vi tanto doce em um Congresso) me deixou um pouco frustrado. A falta de conforto das cadeiras, impaciente. Outro ponto a melhorar seria disponibilizar um transfer intermediário, no meio da tarde, do Riocentro em direção aos Hotéis.

Hoje também encontrei o Flávio, amigo virtual que conheci no último Congresso Brasileiro de Endocrinologia Pediátrica no Costão do Santinho, em Florianópolis.

Do lado científico, bela palestra do Dr Cláudio Kater sobre hipertensão mineralocorticóide e ótimos insights sobre o uso do Hormônio de Crescimento em baixa estatura idiopática e em adultos com deficiência de GH. Vou escrever com mais detalhe nas próximas semanas, à medida em que for preparando o texto para o Boletim Endocrinológico trimestral que estou enviando para os colegas da minha região.

Amanhã é o último dia inteiro de Congresso. Confesso que já estou morrendo de saudades da minha esposa, da Bhali, do Sancho e da minha casa.

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Bacon, TV a Cabo e Confraternização


Tá certo que eu sou endocrinologista mas, de vez em quando (e só de vez em quando), um café da manhã com bacon y omelete é tudo de bom! Tomei café no hotel lá pelas dez horas da manhã, já que hoje não havia programação no Congresso. Foi um verdadeiro manjar. Altíssima qualidade e variedade, ponto positivíssimo para o Windsor Barra.

Depois do café, me dei uma tarde de “vadiagem”, descansei, cochilei e assisti tevê a cabo. Tevê a cabo é uma praga, pois ela te afasta da leitura. Tanto pra ler, aprender e aquela maldição com seus programas de gastronomia, musicais e filmes… Carái…

Ao final da tarde, compareci à cerimônia de abertura do Congresso, no RioCentro. Bela cerimônia, o ponto alto foi o show de dança que mostrou um pouco da história do Brasil misturada com alguns de seus ritmos e danças. Seguiu-se um coquetel onde pude encontrar alguns colegas como a Dra. Kátia Souto e os colegas Drs. Airton Golbert e Balduíno Tschiedel, de Porto Alegre.

Logo em seguida, retorno ao hotel, mais tevê a cabo e jantar no quarto. Dormir cedo para acordar cedo pela manhã. Congress time!

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Rio de Janeiro, o Baixo Gávea e a Pequena Grande Inventora


Sai do hotel acompanhando do colega Manoel Fernandes em direção ao Braseiro da Gávea, que fica em frente à churrascaria Hipódromo. Lá nos encontramos com a amiga – então já não mais virtual – que prefere ficar anônima.

A Gávea é um bairro aconchegante, cheio de verde, contruções sem exageros de estilo e que se encaixam perfeitamente dentro de suas diferenças. O Baixo Gávea tornou-se, nos últimos anos, reduto de intelectuais, jornalistas e artistas que – conferi pessoalmente – possuem saboneteiras maiores do que as que aparecem na televisão.

Depois de uns copos de chope no Braseiro, mudamos de barzinho e sentamos no Bar do Alemão, logo ao lado e a conversa passou a ser regada por Original e uma lingüicinha Frankfurten picadinha.

Entre copos e relatos, descobrimos um pouco da história da anônima amiga e de sua família, as histórias de guerra do seu avô, a descoberta de uma fórmula de emagrecimento – que não posso obviamente compartilhar – e também a teorização de uma nova concepção para a vida humana, filosoficamente interessante e difícil de demonstrar e explicar.

Ao final do dia conhecemos a pequena Schnauzer mini que divide o apartamento com a senhorita X, o Manoel fumou um charuto com nossa hostess e nos despedimos ao som de Sinatra, Jobin e Louis Armstrong.

Já no hotel, bateu aquela fome e resolvi ser gentil com meus impulsos e pedi uma caprichosamente bem servida Canjinha à brasileira, com franguinho desfiado, cenouras, temperos verdes acompanhadas de um pãozinho com manteiga… E o sono veio vindo, vindo, vindo…

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Chegando no Rio de Janeiro pela primeira vez


A chegada no Rio foi tranqüila. Depois de um vôo calmo entre Criciúma e Florianópolis e outro mais calmo ainda entre Floripa e o Rio, fomos, meu colega Manoel Fernandes e eu, levados até nosso hotel, o Windsor Barra, na Barra da Tijuca.

Logo após sairmos do Galeão, duas coisas chamaram minha atenção: os bolsões de pobreza que se destacavam em meio às belezas naturais como a floresta da Tijuca ao fundo e o calibre das armas dos policiais espalhados pelos bifurcamentos do caminho. Suas metralhadoras (ou submetralhadoras, perguntem aos especialistas) em punho levam ao incauto visitante oriundo de pacatas cidades do interior imaginar um clima de guerra constante.

A Natureza na tarde de hoje está meio tímida, já que nuvens e finos pingos de chuva insistem em esconder o sol e o azul do céu, guardando em aura de mistério o Rio de Janeiro que cantam os poetas.

Após desfazer as malas no esplendoroso hotel, fomos à beira do mar comer alguns camarões ao alho e óleo acompanhado de uma cervejinha enquanto as marolas logo ali embalavam quatro atletas concentrados em seu vôlei de praia. Um bom bate-papo, a falta de compromissos e de relógio completaram o clima de leveza desta tarde de sexta-feira. Vejamos o que nos espera a primeira noite.

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recem-casados

Casamento, Lua-de-Mel, Natal e Fernando de Noronha

 

Os últimos dias da minha vida foram muito intensos. No último dia 12 de abril, Carol e eu celebramos nosso casamento, em Santa Maria, com a presença de familiares e muitos de nossos mais queridos amigos.

 

Foi uma cerimônia muito simples, intimista e emocionante, criada por mim e pela Carol. Não havia padre, não havia juiz, nenhum tipo de ritual religioso tampouco civil. Apenas nosso desejo de união, nossos convidados e padrinhos como testemunhas e um cerimonialista, o amigo Serginho, narrando a história de nossas vidas.

 

As imagens deste casamento ainda não estão comigo, pois o fotógrafo e já amigo Patrício Orozco Contreras as estará editando para criação do álbum em breve. Também estou curioso para ver o resultado da filmagem da celebração e ainda a TV Casamento, uma série de depoimentos em vídeo colhidos pelo amigo Antônio Candia dos convidados.

 

Logo depois do casamento, partimos Carol e eu para nossa lua-de-mel, passada maravilhosamente em Natal e Fernando de Noronha. As fotos a seguir serão um pequeno resumo do que fizemos e vivemos nos últimos dias. Foram mais de 500 fotos, em cima e embaixo da água, além de algumas filmagens subaquáticas durante alguns dos vários mergulhos no maravilhoso mar de Fernando de Noronha.

Veja as fotos a seguir e deixe seu comentário.

 

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