Posts made in abril, 2007


Vazio


Posted By on abr 30, 2007

O Simplicíssimo tem atualmente uma campanha para divulgar a literatura, a leitura e seu espaço como celeiro de novos escritores. Trata-se de uma série de cartazes que podem ser impressos através de uma página no site. Semanalmente estarei postando um destes cartazes (ao todo são 11 ), sempre às segundas-feiras.

Vazio

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    A prosa literária tem suas classificações: crônica, conto, novela, romance… assim como a poesia, que divide-se em sonetos, haiku, trovas… Recentemente, algumas experiências tem sido realizadas no sentido de mesclar prosa e poesia, e escritos de prosa poética ou poesia em prosa foram tentados com maior ou menor sucesso. Fabrício Carpinejar é exímio em exercitar-se na arte da prosa poética.

    Hoje pela manhã, em visita a alguns blogs, incluindo o da amiga Adelaide Amorim , fui apresentado ao Trinta em Transe , um coletivo gaúcho que, por sua vez, me levou através do hiperlinquer – aquela máquina futurista que te leva de um lugar a outro na velocidade de um clique (dependendo da velocidade de sua conexão) – ao Nave Vazia . Uma vez por lá, fucei, fucei até que, naão mais que de repente, fiquei estatelado com uma palavra:

ladraõ 

    Pronto: estava sacramentado: um novo gênero literário estava nascendo: o miniconto poético. Explico: o miniconto caracteriza-se pela presença de um personagem, de narrativa, concisão, totalidade, subtexto, ausência de descrição e relatos de pedaços da vida. Quando misturamos isso com uma cola poética a permear todos estes fragmentos, temos, finalmente, um "miniconto poético".

    Não sei o nome do autor do "miniconto poético" acima, mas se alguém conhecê-lo, faça-lhe o favor de avisar que já temos um gênero para sua criação. Alguém se arrisca a "minicontar poeticamente"?

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Sprout

Sprout


Posted By on abr 28, 2007

Fiquei conhecendo hoj, através do Faça a sua parte , o jogo educativo e ecológico Sprout .

Sprout

Criado pelo neozelandês Jeff Nusz , é uma aventura extremamente criativa em que uma semente que almeja tornar-se aveleiro, para frutificar avelãs (ou outra fruta oleaginosa). Ela precisa partir de uma ilha na forma de côco e aos poucos são-lhe dadas opções de mudança que garantirão a progressão da aventura. 

O jogo é belamente ilustrado com um pano de fundo que remete a pintura com lápis-de-cor ou cry-on em papel. Realmente muito bem feito. A música e efeitos sonoros são cândidos e constitui um ótimo divertimento para qualquer criança ou adulto. O desafio é gostoso de ser cumprido, pois o nível de dificuldade vai lentamente progredindo a cada nova paisagem que é visitada pela sementinha.

Jogar, qualquer um pode. Agora, será que você consegue chegar à tela abaixo? Clique nela e bom divertimento! 

Sprout Final

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(R)evolução energética


Posted By on abr 27, 2007

O Greenpeace e a Comissão Européia de Energia Renovável (EREC) liberaram recentemente um relatório encomendado ao Centro Aeroespacial da Alemanha (DLR), um dos mais conceituados institutos de pesquisa na área de cenários energéticos. Neste relatório e em sua versão brasileira – feita pelo GEPEA (Grupo de Engenharia de Energia e Automação de Elétricas da Escola Politécnica da USP) – apresentam-se alternativas globais para a troca do atual sistema gerador de CO2 baseado na exploração da energia fóssil (carvão, petróleo) e na energia nuclear em um sistema de criação de energia sustentável não poluente baseado na utilização da energia hidrelétrica, eólica, solar térmica, oceânica e de biomassa, por exemplo.

 

Para não ficar apenas no discurso, durante o lançamento do relatório [r]evolução energética, inauguram-se 40 painéis solares fotovoltaicos na sede da organização do Greenpeace em São Paulo que captam a luz do sol e geram 2.800 watts. O sistema foi conectado à rede pública de energia e a ela repassará o excedente de energia gerado – o que não é permitido por lei. Fizeram um ‘gato’ ao contrário: em vez de roubar energia do sistema público de energia, passaram a devolver energia à rede.

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   Eduardo na Vitalis
Eduardo Sabbi com a amiga Vanessa na Festa de Natal da Vitalis em 2006

    Feche os olhos.  Agora, faça comigo um exercício de imaginação: imagine um de seus melhores amigos sendo atropelado violentamente por um ônibus em alta velocidade e sendo jogado em cima de um poste. Imagine seu amigo, corpo inerte, jogado no solo, todo ensangüentado. Imagine ele recebendo os primeiros socorros por um radialista e um estagiário da área de saúde que por coincidência estava por lá. Imagine o SAMU sendo chamado – para o médico, técnico de enfermagem e motorista é somente mais um trabalho no dia cheio. Imagine a dificuldade em encontrar um familiar em um celular estraçalhado. Uma carteira de identidade revela o sobrenome da vítima: o sobrenome de seu amigo. O radialista procura na lista telefônica enquanto a ambulância remove o seu amigo, gravemente ferido, totalmente inconsciente. Um familiar de seu amigo recebe um telefonema, informando que seu amigo foi atropelado e está sendo levado ao Hospital de Pronto Socorro. O familiar do seu amigo é um tio, e prontamente telefona para o primo do seu amigo ir correndo para o hospital, enquanto ele faz o mesmo e deixa a esposa encarregada de contatar o pai do seu amigo, que mora em outra cidade, distante dali 130 quilômetros…

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