Posts made in abril, 2007


Sistema de Comentários


Posted By on abr 21, 2007

Habilitei novamente o sistema de comentários.

Meu leitor imaginário assim indagou: "Rafael, e quando eu quiser entrar em contato com você e com outros leitores imaginários, como é que faço?"

Argumentei que poderia me mandar um e-mail, e lhe responderia assim que pudesse, ao que me retrucou desta forma: "Sim, posso lhe acessar pelo e-mail, mas como faço se quiser discutir um assunto aqui apresentado com outros leitores imaginários? Você não pode se colocar numa posição tirana de restringir minha opinião  somente ao seu conhecimento, se o assunto que eventualmente abordar aqui for de interesse público. Não acha que seria um pouco egoísta agir desta forma?

Nunca gostei de ser chamado de egoísta. Posso ser algo individualista às vezes, mas tenho dificuldade em me aceitar como egoísta. Como não quero confrontar-me com esta possibilidade, deixei meu leitor imaginário vencer nosso debate e eis aí de volta nossos Comentários.

Leitor imaginário, tá aí. Agora é contigo.

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"O ser humano vivencia a si mesmo, seus pensamentos, como algo separado do
resto do universo – numa espécie de ilusão de ótica de sua consciência. E
essa ilusão é um tipo de prisão que nos restringe a nossos desejos pessoais,
conceitos e ao afeto apenas pelas pessoas mais próximas. Nossa principal
tarefa é a de nos livrarmos dessa prisão, ampliando o nosso círculo de
compaixão, para que ele abranja todos os seres vivos e toda a natureza em
sua beleza. Ninguém conseguirá atingir completamente este objetivo, mas
lutar pela sua realização já é por si só parte de nossa liberação e o
alicerce de nossa segurança interior".

 

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Fluxo de consciência


Posted By on abr 20, 2007

Fluxo de consciência é uma técnica literária introduzida por James Joyce, em que o monólogo interior de um ou mais personagens é transcrito. Nesta técnica, a narrativa apresenta-se como um fluxo de consciência que intercepta presente e passado, quebrando os limites espaço-temporais. No fluxo de consciência há uma quebra da narrativa linear, onde já não é tão claro distinguir entre as lembranças da personagem e a situação presentemente narrada (Wikipedia).

 A partir de Hoje, nos melhores cinemas e nos piores weblogs (incluindo este).

 

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“Caminhar é um perigo e respirar é uma façanha nas grandes cidades do mundo ao avesso. Quem não é prisioneiro da necessidade é prisioneiro do medo: uns não dormem por causa da ânsia de ter o que não têm, outros não dormem por causa do pânico de perder o que têm. O mundo ao avesso nos adestra para ver o próximo como uma ameaça e não como uma promessa, nos reduz à solidão e nos consola com drogas químicas e amigos cibernéticos. Estamos condenados a morrer de fome, morrer de medo ou a morrer de tédio, isso se uma bala perdida não vier abreviar nossa existência.”

 

 

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