Monthly Archives: agosto 2008

Amy Winehouse antes
ago 03

Amy Winehouse – Drogas, Rock'n Roll e Buquiméqui

By Rafael Reinehr | Conversa de Bar

Recebi hoje, pela segunda vez, imagens da cantora Amy Winehouse, antes e depois da fama e das drogas. O mundo dos superstars é cheio de histórias de ascensões-relâmpago e quedas igualmente velozes em direção ao esquecimento ou à morte.

Foi por isso que decidi fazer um "buquiméqui" (meio macabro, é verdade): olhando as fotos abaixo e vendo a evolução da "cútis" da cantora, quanto tempo de vida ela ainda tem? Jogue seus dados e deixe sua expectativa de vida para Amy nos Comentários.

Veja o que a Sandra Pontes pensa sobre o assunto:

"Só posso dizer: lamentável. Mais uma fraca e idiota que se rende às drogas. Sim, fraca e IDIOTA! Muita, mas muita gente nesse mundo, tem problemas graves, sérios, seja de saúde, de família, de emprego e não se entrega dessa forma. E aí vem uma babaca dessas, uma "estrelinha" B.U.R.R.A. e enfia o pé nas drogras, achando a coisa mais "fantástica" do mundo. É BURRA!
Posso fumar e beber umas brejas ou um vinho, mas estufo o peito e digo, com orgulho, que não sei que merda tem o cheiro de maconha. Que nossos filhos vejam essas fotos e entendam que as drogas não resolvem problemas, só trazem mais. Mais dor para a família, mais dor para eles mesmos."

Veja as fotos e me diga: quanto tempo ela se agüenta em pé?

Amy Winehouse antes
Amy Winehouse "antes" das drogas

Amy durante
Amy Winehouse "durante" as drogas – detalhe do "conteúdo" das narinas

Amy Winehouse
Amy a caminho do seu destino…

Amy Winehouse antes
ago 03

Amy Winehouse – Drogas, Rock’n Roll e Buquiméqui

By Rafael Reinehr | Conversa de Bar

Recebi hoje, pela segunda vez, imagens da cantora Amy Winehouse, antes e depois da fama e das drogas. O mundo dos superstars é cheio de histórias de ascensões-relâmpago e quedas igualmente velozes em direção ao esquecimento ou à morte.

Foi por isso que decidi fazer um “buquiméqui” (meio macabro, é verdade): olhando as fotos abaixo e vendo a evolução da “cútis” da cantora, quanto tempo de vida ela ainda tem? Jogue seus dados e deixe sua expectativa de vida para Amy nos Comentários.

Veja o que a Sandra Pontes pensa sobre o assunto:

“Só posso dizer: lamentável. Mais uma fraca e idiota que se rende às drogas. Sim, fraca e IDIOTA! Muita, mas muita gente nesse mundo, tem problemas graves, sérios, seja de saúde, de família, de emprego e não se entrega dessa forma. E aí vem uma babaca dessas, uma “estrelinha” B.U.R.R.A. e enfia o pé nas drogras, achando a coisa mais “fantástica” do mundo. É BURRA! Posso fumar e beber umas brejas ou um vinho, mas estufo o peito e digo, com orgulho, que não sei que merda tem o cheiro de maconha. Que nossos filhos vejam essas fotos e entendam que as drogas não resolvem problemas, só trazem mais. Mais dor para a família, mais dor para eles mesmos.”

Veja as fotos e me diga: quanto tempo ela se agüenta em pé?

Amy Winehouse antes
Amy Winehouse “antes” das drogas

Amy durante
Amy Winehouse “durante” as drogas – detalhe do “conteúdo” das narinas

Amy Winehouse
Amy a caminho do seu destino…

Chávena da Chá
ago 03

Chávena de chá

By Rafael Reinehr | Estudos Sobre Filosofia Oriental

Chávena da CháUm professor de filosofia foi ter com um mestre zen, Nan-In, e fez-lhe perguntas sobre Deus, o nirvana, meditação e muitas outras coisas. O Mestre ouviu-o em silencio e depois disse.

– Pareces cansado. Escalaste esta alta montanha, vieste de um lugar longíquo. Deixa-me primeiro servir-te uma chávena de chá.

O Mestre fez o chá. Fervilhando de perguntas, o professor esperou. Quando o Mestre serviu o chá encheu a chávena do seu visitante e continuou a enchê-la. A chávena transbordou e o chá começou a cair do pires até que o seu vistante gritou:

– Pára. Não vês que o pires está cheio?

– É exatamente assim que te encontras. A tua mente está tão cheia de perguntas que mesmo que eu responda não tens nenhum espaço para a resposta. Sai, esvazia a chávena e depois volta.

The Brains
ago 02

The Brains: A Melhor Banda de Todos os Tempos da Minha Vida

By Rafael Reinehr | The Brains

Já tive algumas “experiências” artísticas na música mas, sem dúvida nenhuma, a mais duradoura e de maior sucesso até agora foi a The Brains. Formada lá por 1999 – minha memória falha, pode até ter sido antes – era formada, em sua formação clássica, pelo guitarrista, baixista e vocalista Fabiano Carvalho, pelo baterista João Francisco e por mim, Rafael Reinehr, na guitarra e ganidos ocasionais.

Em 2001 gravamos um CD chamado também The Brains, no estúdio Brothers em Porto Alegre. Com míseros 150 reais contratamos 10 horas de estúdio e com uma mixagem e masterização relâmpago conseguimos até gravar algo que não tenho vergonha de mostrar aos amigos até hoje. É claro que com um pouco mais de esmero e com um engenheiro de som mais “profissa” teríamos conseguido um resultado melhor.

De todo modo, para quem gosta de recuperar a história de bandas obscuras do início do milênio, abaixo seguem os links em MP3 das 7 músicas do nosso primeiro CD, The Brains.

Over The Oceans And Far Away

She Wants To Be On My Side

Peter Pan

The Mutants

Searkoonsflay

Come On Come On

The Brains Theme vol.III

Toda crítica é bem-vinda. Se quiser um CD gravado com a capa original, entre em contato. Ainda tenho alguns exemplares.

Linguagem e literatura
ago 01

Uma Aldeia Chamada Linguagem (e a seca da literatura)

By Rafael Reinehr | Contos

Há algum tempo atrás, cerca de quatro ou cinco anos para ser menos impreciso, escrevi um “conto didático” chamado Uma Aldeia Chamada Linguagem. Desde aquela época, muitas pessoas reconheceram nele uma possível utilidade como material didático para o ensinamento das figuras de linguagem e estilística.

Hoje, vagueando pelos confins do meu cérebro, acabei por dar um canelaço na lembrança deste conto e resolvi, aproveitando a por vezes presente “aridez literária” que me consome, revisitar este conto que, se melhor trabalhado, poderia inclusive ser incluído em algum livro de gramática como “material explicativo” ou “exemplo” das referidas figuras de linguagem.

Seco, encaminho-vos à leitura do conto Uma Aldeia Chamada Linguagem. Sua crítica é sempre bem-vinda.

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