Posts made in novembro, 2008


Fico até envergonhado… Vinte minutos de uma quinta-feira dia 20 de novembro, 12 pessoas online no meu site e eu desaparecido daqui há alguns dias…

Explico: não estou aqui mas estou logo ali. O OPS! está em uma fase tão bacana, tantos colunistas e blogueiros geniais chegando à Nau, idéias fantásticas sendo implementadas em um ritmo alucinante que não tenho coragem de dedicar mais tempo para o Escrever Por Escrever por alguns dias.

Os resultados destas revoluções todas não tardarão a acontecer. Acompanhe.

 

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Angústia existencial

Angústia existencial


Posted By on nov 16, 2008

Enquanto algumas pessoas se aposentam e ficam angustiadas por não saber o que fazer com o tempo livre, outras, mesmo que tivessem 3 vidas inteiras, não conseguiriam dar vazão e trazer à prática a quantidade de idéias e desejos que lhes irrompe no peito.

A solução? Viver como se a vida não tivesse fim, fazendo, de cada dia após o outro um novo desafio, um novo horizonte sempre passível de ser alcançado. Viver como se a vida não tivesse fim mas, ao mesmo tempo, ciente da impermanência de todas as coisas. Eis um caminho.

 

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Do sentido, Tania Montandon

Do sentido, Tania Montandon


Posted By on nov 16, 2008

Do sentido da conduta
De viva astúcia e brilho
Que a ciência não escuta
Não se põe lúcida no trilho

Do sentido da história
Que perfaz cada trajetória
Da arte finita do mover-se
O que liga os interesses?

Do sentido da mente
Ínclito poço de habilidades
Poder saber que se sente
Que se liga potencialidades

Do sentido da vida
Do mistério e da energia
Que fascina e arrepia
Que se conhece só a ida

Do sentido da alma
Da coerente comunhão
Intuição que acalma
O desvario da razão

O poema acima é de autoria da poeta Tania Montandon, como ela mesma diz “Uma eterna aprendiz da arte de ser feliz… apenas a semente amadurecendo naturalmente…“, e estou divulgando pois é uma artista que vale ser conhecida.

Enquanto reflete no sentido da poesia acima, faça o seguinte exercício: encontre a bola vermelha na figura abaixo, acompanhe seu trajeto e me diga onde ela vai parar. Mais importante: qual é o sentido da bola, metáfora essencial da vida?

(clique para ver a imagem)

 

Bolinhas Azuis

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Levando-se em conta a quantidade de estudos realizados nos últimos anos que levam em conta o critério de QoL (quality of life – qualidade de vida) questionado aos pacientes em casos como menopausa, andropausa, somatopausa, deficiência de vitamina D e outras afecções de cunho hormonal, podemos dizer que o médico endocrinologista está se transformando cada vez mais no médico especialista em qualidade de vida, ainda mais se associarmos os tratamentos farmacológicos desenvolvidos nos últimos anos às necessárias mudanças alimentares e de atividade física, que constituem algumas das mudanças de hábito de vida que complementam – juntamente com o bem-estar social e psicológico – o nível de satisfação que uma pessoa pode sentir.

Agora, entretanto, chegamos a um impasse: podemos dizer que o endocrinologista é o especialista em promover estas mudanças de hábito de vida? Bem, se levarmos em conta somente o desejo e o conhecimento necessário, talvez. Agora, se levarmos em conta a efetividade com que estas mudanças se instalam e permanecem na vida dos seus pacientes, este já não pode ser assim chamado, tampouco o professor de educação física ou personal trainer e tampouco a nutricionista, ambos com dificuldades – assim como o endocrinologista – de conseguir mudanças de hábito de vida permanentes nos indivíduos que acompanham. E então, quem será este especialista em mudança de hábito de vida?

Este especialista não existe. Está para nascer. Pode ser você que está lendo este artigo agora o responsável por achar o interruptor humano para que este caminhe em direção à uma vida mais saudável e duradoura. Mas – e dói admitir isso – esse alguém não sou eu.

Ainda não fomos (e mesmo que não esteja estudando isso, já que não sou cientista mas um simples “prático”, mas me incluo nessa) capazes de sistematizar uma forma eficaz de comunicar ao nosso consulente – ou talvez, sendo mais específico – ou ao sistema responsável os meios necessários para manutenção do peso, de uma atividade física regular, de uma nutrição saudável, da cessação dos hábitos de tabagismo e etilismo, entre outros.

Mas é importante lembrar que a falha não está somente na transmissão do conhecimento. Isso seria simplificar demasiado a questão. Afinal, não existem nutricionistas obesas, endocrinologistas que fumam e professores de educação física com alimentação incorreta? A resposta para as questões que estão sendo levantadas passam muito pelos conceitos de desejo e de conforto, e serão assunto para outro momento. Enquanto isso, vou refletir um pouco mais sobre como conseguir melhorar, ao menos em 10% ao que consigo hoje, a eficácia de minhas tentativas em melhorar o hábito de vida – e, conseqüentemente, a qualidade e quantidade de vida – dos meus pacientes.

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