Posts made in setembro, 2009


28 anos do meu Amor

28 anos do meu Amor


Posted By on set 30, 2009

Fazer poesia para a Carolina é difícil: muitas canções já foram feitas com seu nome. Falar da Carol, da minha Carol, no entanto é bem fácil.

É muito fácil lembrar do seu sorriso maroto quando faz alguma traquinagem (sim! moças de 28 anos ainda aprontam das suas!); é fácil lembrar da dedicação, carinho e amor com que cuida de mim e dos cãezinhos; do afeto, zelo e empenho que tem para com seus pacientes; é fácil verificar a forte ligação que tem com sua família, com suas raízes e é muito, mas muito fácil mesmo perceber a inteligência, sensibilidade, capacidade de observação, companheirismo e amor que esse bichinho possui.

Quando completa seus 28 anos, me lembro que já estamos namorando há mais de 10, sendo que há mais de 5 moramos juntos. Neste tempo todo, já deu pra saber certinho que é com você que vou ficar o resto dos meus dias, fazendo pratos deliciosos para nossos filhos ainda não encomendados (se tudo correr bem, a Kalinka ou o Benjamin estarão pintando lá em casa pelas bandas de 2010). Poderemos dividir todo o amor e felicidade que temos com nossos filhotes, amor hoje que dedicamos ao Sancho e à Bhali.

Neste dia, meu Amor, quero te desejar um Feliz Aniversário e dizer que Te Amo de coração inteiro. Seja sempre meu Mêxi Môxi, coisa mais amada da vida minha!

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bouquet-garniA mistura clássica de ervas para criar um maravilhoso Buquê Garni é tomilho, louro, salsa e aipo embrulhados nas folhas escuras de alho-poró, bem amarradas com barbante. Elas devem ser utilizadas em pratos de cozimento lento, e vão liberando gradualmente o seu sabor.

Em detalhes: para fazer um buquê garni, a parte verde do alho-poró é frouxamente enrolada ao redor de uma folha de louro fresco, um galho de alecrim (todas as ervas do buquê garni devem ser idealmente frescas), outro de tomilho e 3 ou 4 de salsa, e, finalmente, amarrados com um barbante, formando um legítimo “buquê de ervas”, como na imagem ao lado (que não mostra o alho-poró).

Para remover facilmente o buquê ao final do cozimento, deixe um pedaço grande de barbante e amarre-o no cabo da panela.

Existem outras combinações de buquês de ervas que podem ser utilizadas de acordo com o seu gosto. Experimente:

1. Raspas de laranja, alecrim, tomilho e salsa

2. Estragão, endro e raspas de limão (não deixe de experimentar com limão siciliano, aquele amarelinho)

3. Folhinhas de alecrim, tomilho, segurelha, hortelã e salsa

4. Folhas de sálvia fresca, tomilho e manjerona

5. Um talo de salsão com um raminho de salsa, tomilho, manjerona, estragão e uma folha de louro. Pode-se adicionar também grãos de zimbro e amarrar num saco de musseline.

6. Folha de louro, sálvia, segurelha, manjerona, orégano fresco e salsa (perfeita para cozidos de legumes e grãos)

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Search it Live!

Search it Live!


Posted By on set 26, 2009

as-de-copasAcabei de ter um insight sobre “um” porque de muitas pessoas preferirem a virtualidade em relação à vida real: na internet, se você não acha uma coisa, você taca no google e acha. Na sua casa, ou no trabalho, não tem como fazer isso. Se você tem uma secretária ou alguém que faça isso para você, és um privilegiado. Mas, raras exceções, esta pessoa não está sempre contigo.

Search it Live!

Bom seria se existisse um “Search it Live!“, ou seja, uma ferramenta na sua casa, como que um “motor de busca” atrelado a um sistema GPS e microchips RFID que te permitissem, com um comando de voz, encontrar qualquer coisa na sua casa ou trabalho.

Será que, com a nanotecnologia, os objetos também poderão ter uma “identidade” e serem identificados individualmente, a ponto de um belo dia eu poder, da sala da minha casa falar “Ás de copas do baralho de plástico, PROCURAR!” e encontrar uma carta perdida pelos meus filhos durante uma brincadeira?

Emissores holográficos, aliados a emissores sonoros, instalado nas paredes da minha casa, iriam emitir um bip oriundo da sala na qual a carta se encontra e, um sinal holográfico apareceria na proximodade de 1 metro da carta, que, no caso, poderia estar embaixo de um sofá e,  logo acima da posição da carta, uma seta holográfica apareceria indicando para baixo a localização do objeto procurado.

Delírios?

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Há cerca de 2 anos fui exposto a uma “ciência” chamada GTD, acrônimo para “Getting Things Done”, que, em português, significaria “Alcance seus resultados”, “Tenha suas coisas feitas” ou “Termine o que Começou”.

No meio desta descoberta, conheci o site Zen Habits, de Leo Babauta, que traz dicas de uma versão um pouco modificada, que ele chamou de Zen to Done. Simplificar e “frugalizar” para atingir os resultados.

O post de hoje teve uma motivação especial: hoje eu queria reiniciar minha série sobre o ABZ do Rock brasileiro, mas não encontrei o livro que dá nome à série, minha fonte inicial de pesquisa. Ou seja, sou um homem em atrito com a organização do meu espaço.

Em conversa com minha esposa, na semana passada, desabafei: “preciso de um espaço que seja só meu”. Sabe aquela sala que ninguém mais entra, só você? Aquele lugar em que você deixa uma coisa no lugar e ela fica lá até que você mesmo tire de lá? Um lugar em que a limpreza é feita somente uma vez por ano, quando a poeira já virou uma camada de um dedo de espessura? Pois…

Verificamos que, realmente, eu preciso disso. Funciono melhor assim: com espaço. Cada coisa tendo o seu lugar: revistas de guitarra separadas das de fotografia e estas em local distinto das de quadrinhos. Tenho muitas coisas. Não sou muito “zen” no sentido do desapego. Enquanto não aperfeiçoo esta característica (tampouco sei se quero ou preciso aperfeiçoar) preciso me dar mais espaço.

Mais uma meta para os próximos anos. Mas antes, preciso achar meu livro.

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Revista DOC e Editora DOC

Revista DOC e Editora DOC


Posted By on set 25, 2009

um-dia-de-medicoComo os meus seis leitores já sabem, há algum tempo venho mantendo uma coluna na versão impressa da Revista DOC, empreendimento editorial da Editora DOC. A coluna, chamada Medic(t)ando, tenta fazer um contraponto ao dia-a-dia da vida médica, esta profissão tão nobre e cada vez menos valorizada e compreendida, tanto por médicos quanto pelos pacientes.

Vivemos um período de transição na Medicina, que já dura mais de uma década. Nesse exato momento, temos pacientes e médicos insatisfeitos. De um lado, os pacientes queixam-se da demora para conseguir consultar com um especialista, dizem que consultas muito rápidas, o atendimento de pouca qualidade, muito reclamam que o médico foi ríspido e, quando precisam usar o sistema único de saúde não tem acesso a exames e procedimentos mais complexos que, muitas vezes são urgentes. Do lado médico, as queixas não são menores: baixa remuneração pelo SUS e pelos planos de saúde, glosas, carga horária excessiva (múltiplos empregos), pacientes que marcam consulta e faltam sem comunicar, outros que não aderem aos tratamentos, etc.

Em minha coluna, tento abordar um outro lado da história: aquele que o médico geralmente esquece, que é justamente sair do automático e do que “se espera” para um profissional e invadindo a área do “o que eu espero para mim e para meus pacientes”? É um espaço para reflexão, para revisão dos caminhos escolhidos. É um espaço no qual existem mais perguntas do que respostas. Estarei republicando os textos publicados na DOC por aqui nas próximas sextas-feiras, para quem quiser entender melhor do que estou falando.

Mas esta postagem também é para agradecer o presente do Renato Gregório e do Bruno Aires que me encaminharam, mui gentilmente, os 4 livros recentemente lançados pela Editora DOC, quais sejam,  Plástica do Impalpável, de Guilherme Sargentelli, Um Dia de Médico, de Bruno Aires e O Dossiê Paciente e Marketing Médico: Criando valor para o paciente, de Renato Gregório.

É impressionante como uma Editora tão jovem conseguiu, com tanta competência, enveredar nesta área tão difícil comercialmente que é a da Medicina e do marketing médico. Acompanho nos bastidores o trabalho e vejo que, realmente, a equipe tem feito um esforço considerável para manter a revista com o alto padrão que lhe caracteriza. Não poderia deixar de dar os parabéns a toda equipe da DOC e agradecer pela honra de figurar entre seus colunistas.

Eis as capas dos demais livros acima citados:

plastica-do-impalpavel
Plástica do Impalpável – Guilherme Sargentelli

o-dossie-paciente
O Dossiê Paciente – Renato Gregório

marketing-medico
Marketing Médico: criando valor para o paciente – Renato Gregório

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