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Avenida Literária

Avenida Literária


Publicado Por em jan 27, 2010

Encontrei no Brechó do Carioca um belíssimo exemplo, em meio à sociedade do Capital, da venda, do comércio injusto, da exploração e da opresão, um exemplo singela e verdadeiramente anarquista e libertário a ser seguido e reproduzido a roldão pelo nosso país:

a Avenida Literária.

http://eptv.globo.com/emc/swf/player.swf

Como o Luiz Henrique bem explicou em seu blog: ” “Ninguém é dono, e ao mesmo tempo, todos são donos”. Anarquia é isso. Anarquia não é caos nem bagunça, é bem-estar coletivo livre de propriedade privada que exclui os demais. Anarquia é desapego e comprometimento. Parece complexo, mas é simples, a gente é que complica tudo.

Pois é… Utopia ou Realidade? Isso é o que chamo de “aproveitar as rachaduras do Estado e do Capital”…

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A levar-se em conta o vídeo a seguir, todos seremos muçulmanos no futuro.

É só uma questão de tempo.

http://www.youtube.com/v/JWErYjdbOE0&hl=pt_BR&fs=1&

Pessoalmente achei aterrorizante ver este vídeo, apresentado como algo ufanista. É um ufanismo que não respeita a carga excessiva que já é imposta ao planeta. Imaginar um crescimento populacionar exponencial como o apresentado (8,1 filhos por casal) é imaginar a aproximação do fim dos recursos naturais de forma acelerada.

Mesmo que a população muçulmana não possua uma pegada ecológica similar ao povo americano, é como trocar 6 por meia dúzia: 1 americano consome cerca de 5 vezes o que um muçulmano. Como os muçulmanos crescem a uma taxa 5 vezes maior (1,6×5=8), os resultados no impacto sobre o planeta são os mesmos.

Tenho pouco conhecimento sobre a cultura islâmica, mesmo assim respeito a crença individual ou coletiva de cada superstição religiosa.

Entretanto, meu medo reside na capacidade que o islamismo tem demonstrado em ser intolerante com o diferente. Reconheço que possa estar tendo uma visão enviesada pela mídia de massa, e gostaria de ouvir e saber, de um praticante do islamismo, como seriam as relações com ateus e agnósticos, por exemplo, em um mundo dominado pelo Islã. Haveria respeito pela “descrença” deste grupo de pessoas, ou os mesmos seriam perseguidos e “Alcoranizados” à força?

Minha dúvida é: qual o grau de tolerância que posso esperar, quando (e se) eu for minoria em um dado momento no tempo e no espaço?

Acabei chegando a este questionamento a partir de um ótimo blog que conheci há alguns dias, o Arcana Diabolica Universalia, escrito mui provavelmente por um cidadão muçulmano, extremamente erudito. A partir deste blog, cheguei ao A Nova Cruzada, que me remeteu ao vídeo acima.

Fica então com a pergunta: é possível existir diversidade cultural e de crença religiosa em um mundo majoritariamente islâmico?

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Conheci há um par de dias o Eduardo Marinho,

a partir deste vídeo. Ainda não entrei em contato com o dito cujo mas desde já afirmo: subscrevo as palavras do cumpa.

He got balls. Tem culhões o cara.

Disse o que muitas pessoas gostariam de dizer mas, MUITO MAIS IMPORTANTE, fez o que muitos gostariam de fazer ou ao menos ter coragem de fazer.

http://www.youtube.com/v/NMn_1rQ3sms&hl=pt_BR&fs=1&

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