Posts made in agosto, 2010


A Coolmeia, Ideias em Cooperação está desenvolvendo,

com a ajuda de um belo time de colaboradores, um projeto que chamamos de Teias de Aprendizagem – Rede de Escolas Livres.

Inspirados em Ivan Illich e sua ideia de “desescolarizar a sociedade”, estamos criando uma ferramenta que possibilite aos indivíduos e coletivos promover aulas, cursos e oficinas de forma descentralizada, autônoma e autogerida, sainda da lógica Institucional para uma lógica que favorece o auto e alterdidatismo.

O vídeo abaixo foi enviado como parte do formulário de inscrição para o Festival de Ideias Inovadoras em Educação e, se aprovado, o projeto será apresentado no dia 15 de setembro durante o Seminário A Sociedade em Rede e a Educação, apoiado pelo Instituto Vivo.

Dedos cruzados. Atualização em 08/09/2010: o projeto foi selecionado para apresentação.

Seria ótimo conseguir o máximo de apoio para desenvolver este projeto. Junte-se a nós.

http://www.youtube.com/v/rI0EdCkzd7g?fs=1&hl=pt_BR

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Soneto Dadaísta (Pozimi)

Soneto Dadaísta (Pozimi)


Posted By on ago 28, 2010

Neste frio que faz enquanto nossos olhos abraçam cansados o coração de quem partiu, antes mesmo de ter nascido, nada como experimentar, com café e fogão a lenha, a deslizar palavras e imagens goela abaixo.

Soneto Dadaísta de Inverno

pozimi2p

A outrora pedaço no em
Entregues fome se ainda
Como de da veneno
Fala de cansa azougues

Trem os justo amarelo de
Volúpia mansa que tentação
Eles de cândidos perigosa é
Mas picasso mormaço leviano

pozimi3p

No tesoura que uma nave
Na tanto na espacial e
Perdidos voluptuoso sublime em é

Sim o cadafalso cadeira sem
Mas falso o entretanto frio
Não com gigante assim se

pozimi5p

Instruções para uma poesia dadaísta: pegue papeizinhos. Escreva neles palavras. Substantivos, adjetivos, pronomes definidos e indefinidos, artigos. Misture os papeizinhos. Defina o número de palavras por verso. Ou não. Defina regras para terminar o verso. Ou não. Pegue os papeizinhos em ordem aleatória e escreva o poema com as palavras na ordem que forem aparecendo. Vá vendo o resultado a medida em que o poema está sendo feito. Pouca coisa faz sentido, mas quando faz, é profundo. Profundo mesmo! Outra experiência que pode ser feita é fazer vários poemas dadaístas com o mesmo grupo de palavras. Ei! Será que isso é uma idéia original? Não sei, mas vou fazer isso outra hora. Escolherei 87 palavras e escreverei 13 poemas com essa técnica! Afudê! (autoempolgação deveria ser o ópio do povo)

87 – 5 = 82 – 4 = 78 – 6 = 72 – 4 = 68 – 5 = 63 – 4 = 59 – 6 = 53 – 4 = 49 – 5 = 44 – 4 = 40 – 6 = 36 – 4 = 32 – 5 = 27 – 4 = 23 – 6 = 17 – 4 = 13 – 6 = 7 – 1 = 6 – 6 = 0 (= 19 versos)

19 – 5 = 14 – 4 = 10 – 3 = 7 – 3 = 4 – 4 = 0. Taí a fórmula do meu próximo poema dadaísta. Resumindo, será um poema com 19 versos, dividido em estrofes de 5, 4, 3, 3 e 4 versos respectivamente, com 5, 4, 6, 4, 5, 4, 6, 4, 5, 4, 6, 4, 5, 4, 6, 4, 6, 1, 6 palavras em cada verso.

pozimi4p

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(em construção)

Discurso da Servidão Voluntária – Etiéne de La Boetie – Etienne de La Boétie morreu aos 33 anos de idade, em 1563. Deixou sonetos, traduções de Xenofonte e Plutarco e o Discurso Sobre a Servidão Voluntária, o primeiro e um dos mais vibrantes hinos à liberdade dentre os que já se escreveram. Já no título aparece a contradição do termo servidão voluntária, pois, como se pode servir de forma voluntária, isto é, sacrificando a própria liberdade de espontânea vontade? Dentro desta temática, a obra essencialmente é um questionamento acerca das possíveis causas que levariam os povos a se submeterem à vontade de um tirano, o que se mostrará como uma grande interrogação e indignação à opressão. Uma espécie de hino à liberdade. Graças a suas reflexões profundas sobre a condição humana e a liberdade, La Boétie é considerado um precursor do pensamento anarquista.

A Utopia – Tomas Morus –

A Desobediência Civil – Henry David Thoreau –

Deus e o Estado – Mikhail Bakunin –

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“Somos ricos,

muitíssimos mais ricos do que cremos.
Ricos pelo que possuímos agora,
ainda mais ricos pelo que podemos conseguir com os instrumentos atuais,
infinitamente mais ricos pelo que poderíamos obter de nosso solo,
de nossa ciência e de nossa habilidade técnica,
caso se aplicassem a procurar o bem estar de todos.”

Piotr Kropotkin

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