Posts Tagged "livros"


(em construção)

Discurso da Servidão Voluntária – Etiéne de La Boetie – Etienne de La Boétie morreu aos 33 anos de idade, em 1563. Deixou sonetos, traduções de Xenofonte e Plutarco e o Discurso Sobre a Servidão Voluntária, o primeiro e um dos mais vibrantes hinos à liberdade dentre os que já se escreveram. Já no título aparece a contradição do termo servidão voluntária, pois, como se pode servir de forma voluntária, isto é, sacrificando a própria liberdade de espontânea vontade? Dentro desta temática, a obra essencialmente é um questionamento acerca das possíveis causas que levariam os povos a se submeterem à vontade de um tirano, o que se mostrará como uma grande interrogação e indignação à opressão. Uma espécie de hino à liberdade. Graças a suas reflexões profundas sobre a condição humana e a liberdade, La Boétie é considerado um precursor do pensamento anarquista.

A Utopia – Tomas Morus –

A Desobediência Civil – Henry David Thoreau –

Deus e o Estado – Mikhail Bakunin –

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Revista DOC e Editora DOC

Revista DOC e Editora DOC


Posted By on set 25, 2009

um-dia-de-medicoComo os meus seis leitores já sabem, há algum tempo venho mantendo uma coluna na versão impressa da Revista DOC, empreendimento editorial da Editora DOC. A coluna, chamada Medic(t)ando, tenta fazer um contraponto ao dia-a-dia da vida médica, esta profissão tão nobre e cada vez menos valorizada e compreendida, tanto por médicos quanto pelos pacientes.

Vivemos um período de transição na Medicina, que já dura mais de uma década. Nesse exato momento, temos pacientes e médicos insatisfeitos. De um lado, os pacientes queixam-se da demora para conseguir consultar com um especialista, dizem que consultas muito rápidas, o atendimento de pouca qualidade, muito reclamam que o médico foi ríspido e, quando precisam usar o sistema único de saúde não tem acesso a exames e procedimentos mais complexos que, muitas vezes são urgentes. Do lado médico, as queixas não são menores: baixa remuneração pelo SUS e pelos planos de saúde, glosas, carga horária excessiva (múltiplos empregos), pacientes que marcam consulta e faltam sem comunicar, outros que não aderem aos tratamentos, etc.

Em minha coluna, tento abordar um outro lado da história: aquele que o médico geralmente esquece, que é justamente sair do automático e do que “se espera” para um profissional e invadindo a área do “o que eu espero para mim e para meus pacientes”? É um espaço para reflexão, para revisão dos caminhos escolhidos. É um espaço no qual existem mais perguntas do que respostas. Estarei republicando os textos publicados na DOC por aqui nas próximas sextas-feiras, para quem quiser entender melhor do que estou falando.

Mas esta postagem também é para agradecer o presente do Renato Gregório e do Bruno Aires que me encaminharam, mui gentilmente, os 4 livros recentemente lançados pela Editora DOC, quais sejam,  Plástica do Impalpável, de Guilherme Sargentelli, Um Dia de Médico, de Bruno Aires e O Dossiê Paciente e Marketing Médico: Criando valor para o paciente, de Renato Gregório.

É impressionante como uma Editora tão jovem conseguiu, com tanta competência, enveredar nesta área tão difícil comercialmente que é a da Medicina e do marketing médico. Acompanho nos bastidores o trabalho e vejo que, realmente, a equipe tem feito um esforço considerável para manter a revista com o alto padrão que lhe caracteriza. Não poderia deixar de dar os parabéns a toda equipe da DOC e agradecer pela honra de figurar entre seus colunistas.

Eis as capas dos demais livros acima citados:

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Plástica do Impalpável – Guilherme Sargentelli

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O Dossiê Paciente – Renato Gregório

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Marketing Médico: criando valor para o paciente – Renato Gregório

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Chegaram hoje do Rio de Janeiro os livros que encomendei sobre Pedagogia Libertária. Além de algumas revistas e jornais, os livros que agora serão incluídos à nossa biblioteca libertária são os que seguem:

Grégory Chambat – Instruir para Revoltar – Fernand Pelloutier e a educação rumo a uma pedagogia de ação direta
Edmond Marc Lipiansky – A Pedagogia Libertária
Geraldina P. Witter et al – Educação de Adultos – Textos e Pesquisas
Sílvio Gallo – Pedagogia Libertária – Anarquistas, Anarquismos e Educação
Neiva Beron Kassick e Clovis Nicanor Kassick – A Pedagogia Libertária na História da Educação Brasileira
Maria Oly Pey (org.) – Recordando Paulo Freire: Experiências de Educação Libertadora na Escola
Maria Oly Pey (org.) – Esboço para uma História da Escola no Brasil – Algumas reflexões libertárias
Hugues Lenoir – Educar para Emancipar
Movimento Centro de Cultura e Autoformação – Educação Libertária – Textos de um Seminário
Raquel Stela de Sá – DO corpo disciplinar ao Corpo Vibrátil – Uma Abordagem Libertária Contemporânea
Clovis Nicanor Kassick – A ex-cola libertária
Francesco Codello – A Boa Educação – Experiências libertárias e teorias anarquistas na Europa, de Godwin a Neill – volume 1: A Teoria
Wagner Sant’Anna Figueiredo – Assédio Moral na Escola Pública
Francisco Ferrer Y Guardia – O Racionalismo Combatente
Wilhelm Reich – Os pais como educadores

Ainda estou para receber alguns outros livros acerca de economia solidária, ecologia e estratégias sustentáveis. Agora, é debruçar sobre os livros e dissecá-los…

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CarnavalSofia 2009

CarnavalSofia 2009


Posted By on fev 20, 2009

Como devem saber, não estou entre os foliões mais convictos nos dias de hoje. Durante um período da adolescência (que no meu caso durou até perto dos 27 anos) gostei muito de Carnaval, principalmente das festas no interior do Rio Grande do Sul, onde os blocos das cidades a cada dia visitavam “em bloco”, os Clubes das cidades vizinhas. Diversão garantida, sem dúvida.

Hoje estou mais para utilizar estes dias para recarregar as energias e organizar o que está por vir: ideias, projetos, ações. Foi por isso que, em oposição ao CarnavalFolia que se espalha pelo país nesta época vou organizar um CarnavalSofia e tratar de proporcionar um desfile de conhecimento, debate de ideias e troca de experiências entre outros “ETs” que aproveitarão este período carnavalesco de forma alternativa.

Como no momento atual da minha vida não consigo de fato organizar um Clube de Leituras (ao menos não com livros), decidi organizar um Clube de Leituras de artigos. Provavelmente começaremos com Humberto Maturana, em 2 semanas, e daí só a Natureza sabe onde nos levará. Se eu não tivesse tido esta idéia tão tarde – foi somente hoje pela manhã, poderíamos, de fato, ter organizado o primeiro CarnavalSofia ainda neste Carnaval… por outro lado, veja só: tenho um ano inteiro pela frente para organizá-lo…

Quem desejar acompanhar nosso Clube de Leituras será bem-vindo. Os artigos a serem lidos e discutidos serão postados aqui no Escrever Por Escrever e o resultado dos debates da mesma forma.

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Chegamos na sexta-feira. Nas sextas, só trabalho no consultório pela manhã. Pois bem, isso vai mudar. Nas sextas-feiras não vou mais trabalhar no consultório. Os projetos literários, culturais, sociais se acumulam e decidi que já era mais do que hora de dedicar mais tempo (ainda) a eles.

Os livros que tenho programados são, inicialmente, livros não-literários: uma série de livretos com orientações sobre Obesidade, Dislipidemias, Diabete e Tireóide. Há um projeto de livro já bastante adiantado a ser lançado sob pseudônimo, por lidar com assunto-tabu.

Vou aproveitar também para organizar minhas “contas”. Planejar investimentos de longo prazo, organizar a economia doméstica, programar ações e iniciativas que possam gerar renda fora da Medicina.

Café filosóficoGostaria de ter uma espécie de Café Filosófico-Literário, um local onde amigos pudessem se reunir no fim de tarde para um bom bate-papo regado a um som bacana e petiscos deliciosos. Livros nas estantes, uma CDteca para explorar… Também gostaria de manter um pequeno armazém de produtos naturais, que pudesse abastecer minha família, amigos e demais interessados. Estes dois projetos não visariam lucro, apenas satisfação pessoal e dos clientes.

Ainda quero dar o start na minha plantação de nogueiras, um desejo antigo que ainda vai se concretizar, tenho certeza. Tem também a horta, nos fundos de casa, que está caindo de madura. É nesse ano que ela sai! Quero plantar os pinoles cujas sementes comprei na Inglaterra. Espero que cresçam no clima não tão frio aqui do Sul.

Pois bem. É sexta-feira, e a vida é muito mais do que sequências de terças, quartas, quintas, sextas… Mas se não ficarmos de olho, ela passa. E passa a ser apenas um ajuntamento de dias com pouco significado e, quando olharmos para trás só encontramos angústia e arrependimento.

Creio não ter chegado nem a um quarto da minha vida (tenho 32), mas não quero este sentimento por perto. Viva a Vida, feita pra ser vivida!

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