A levar-se em conta o vídeo a seguir, todos seremos muçulmanos no futuro. É só uma questão de tempo.
Pessoalmente achei aterrorizante ver este vídeo, apresentado como algo ufanista. É um ufanismo que não respeita a carga excessiva que já é imposta ao planeta. Imaginar um crescimento populacionar exponencial como o apresentado (8,1 filhos por casal) é imaginar a aproximação do fim dos recursos naturais de forma acelerada.
Mesmo que a população muçulmana não possua uma pegada ecológica similar ao povo americano, é como trocar 6 por meia dúzia: 1 americano consome cerca de 5 vezes o que um muçulmano. Como os muçulmanos crescem a uma taxa 5 vezes maior (1,6x5=8), os resultados no impacto sobre o planeta são os mesmos.
Tenho pouco conhecimento sobre a cultura islâmica, mesmo assim respeito a crença individual ou coletiva de cada superstição religiosa.
Entretanto, meu medo reside na capacidade que o islamismo tem demonstrado em ser intolerante com o diferente. Reconheço que possa estar tendo uma visão enviesada pela mídia de massa, e gostaria de ouvir e saber, de um praticante do islamismo, como seriam as relações com ateus e agnósticos, por exemplo, em um mundo dominado pelo Islã. Haveria respeito pela "descrença" deste grupo de pessoas, ou os mesmos seriam perseguidos e "Alcoranizados" à força?
Minha dúvida é: qual o grau de tolerância que posso esperar, quando (e se) eu for minoria em um dado momento no tempo e no espaço?
Acabei chegando a este questionamento a partir de um ótimo blog que conheci há alguns dias, o Arcana Diabolica Universalia, escrito mui provavelmente por um cidadão muçulmano, extremamente erudito. A partir deste blog, cheguei ao A Nova Cruzada, que me remeteu ao vídeo acima.
Fica então com a pergunta: é possível existir diversidade cultural e de crença religiosa em um mundo majoritariamente islâmico?
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Rafael Reinehr é médico endocrinologista, mas seus olhos vasculham o horizonte em busca de soluções para criar um Mundo Melhor através de iniciativas como a Coolmeia, Ideias em Cooperação.
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O amor ao próximo é uma sementinha frágil, ela só germina se for plantada e cultivada no seio da família, não há outro ambiente que possa fazê-la sair do seu estado de dormência.
Se a semente do amor ao próximo for cultivada de maneira correta, ela florescerá tão forte e destemida que se espalhará pelo mundo acabando com todas as guerras e desentendimento s da humanidade.
Quando todos se irmanarem com o propósito exclusivo de cultivar o amor ao próximo, não precisaremos mais de nenhum tipo de religião para indicar o caminho a seguir, as mesmas se tornarão obsoletas.
O mapa do caminho que devemos seguir pela vida é planejado e desenhado no lar, na família, qualquer planejamento feito posteriormente, incidirá sempre em grandes erros na rota da vida.
Amar o próximo como a nós mesmos não é difícil, difícil é termos a coragem e a humildade de colocá-los no mesmo patamar onde nós nos encontramos.
Amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a ti mesmo.
Frase interessante, mas a realidade é outra. Os religiosos amam a Deus sobre todas as coisas, mas colocam seus semelhantes abaixo de todos seus interesses.
A paz tão almejada pela humanidade só se dará quando todos nós estivermos preocupados também com a paz dos nossos semelhantes, qualquer outro tipo de planejamento não terá validade alguma.
Paulo Luiz Mendonça.
Em toda polêmica, temos que avaliar os dois lados da questão, quando a mesma for exposta a nossa apreciação. Quando duas pessoas discutem um assunto nós temos que ouvir os dois lados para podermos avaliar e julgar com acerto, isso é um ato de justiça.
Este procedimento também deve ser seguido quando se tratar de crença religiosa. Quando crianças nossos pais nos ensinam a acreditar naquilo que eles acreditam, mas quando tornamos adultos, temos a obrigação de ampliar nossos conhecimentos temos o dever de ouvir os dois lados e saber dos argumentos de quem não acredita em religião e os argumentos de quem acredita, após analisar os dois lados podemos tirar nossa própria conclusão, mas se ouvirmos somente o lado de quem acredita em religião, poderemos estar cometendo um erro de avaliação, somente ouvindo os dois lados poderemos estar fazendo justiça na sua plenitude.
A maioria das pessoas religiosas não contesta nada, mesmo sentindo que há incoerências nas explicações religiosas, por que não contestam? Porque as mesmas têm medo de estarem blasfemando e com isso ofendendo o criador. Sendo assim muitos religiosos continuam a crer e a freqüentar templos, mas no intimo não estão tão convictos de sua fé, mas escondem suas duvidas para não se esporem ao suposto castigo de Deus.
Não precisamos ter nenhum medo de expor nossos pensamentos sinceros, pois se Deus existir realmente, naturalmente ele nos julgará pela nossa sinceridade e não pela falsidade de esconder nossas dúvidas.
Sei perfeitamente, pessoas já enraizadas na crença religiosa jamais irão mudar, pois os mesmos tem medo do castigo de sofrer no inferno por toda eternidade, inferno este que é uma figura folclórica, a qual foi criada para amedrontar e manter as pessoas dominadas pelas religiões. Os destemidos que quiserem tirar duvidas e ouvir o outro lado da questão, leia os textos de um pensador e pesquisador americano do século dezenove, o nome dele é Robert Green Ingersol. Basta digitar o nome dele no Google.
Paulo Luiz Mendonça.
Durante o curso de nossas, vidas se soubermos usar bem a principal dádiva da natureza que é a nossa inteligência, temos a possibilidade de aprender muitas coisas. Quando éramos crianças tínhamos de seguir as orientações dos nossos pais, orientações de moral, de respeito ao próximo e, sobretudo sermos honestos e trabalhadores, isso tudo está perfeitamente correto. Mas há uma grande possibilidade de termos recebido deles um ensinamento religioso errôneo, o qual mais tarde nós não iremos concordar. Todos nós temos provas destes fatos, quando vemos pessoas já na fase adulta, mudando de religião. E também vemos pessoas se tornarem agnósticos ou mesmo ateus. Estas mudanças se da porque as pessoas tendo uma mente mais aberta rompem os aguilhões que os prendiam, deixando de lado os ensinamentos paternos. Fazem isso porque perderam o medo que era imposto com muita severidade pelos ensinamentos bíblicos. A partir daí passam a questionar, e pesquisar com isso delineando o seu próprio destino. Quando se faz pesquisas, se encontra muitas falhas principalmente nos ensinamentos bíblicos. Sei que os mais conservadores não encontram falhas na Bíblia, não encontram porque não procuram ou porque quando encontram as ignoram. Quem quiser pesquisar tirar duvidas sobre a Bíblia, procure na internet, é um trabalho maravilhoso escrito por um pensador americano do século 19. Procure na Google, o nome dele é Robert G. Ingersoll. Quando abrir o blog veja onde está escrito (Robert G. Ingersoll Wikisourse agosto de 2010.) ali aparecera varias obras dele. Não se esqueçam a humanidade só progride através de mentes aberta e não de mentes fechadas e bitoladas em ensinamentos arcaicos.
Paulo Luiz Mendonça. Pensador do século 21
Pensamentos sábios.
A inspiração da Bíblia depende da ignorância de quem a Le
Robert G. Ingersoll, pensador americano do século 19.
Acreditar é mais fácil do que pensar, daí existem mais crentes do que pensadores.
Bruce Calvert.
Quem é mais forte os ateus ou os religiosos
Sem sombra de dúvida, os ateus são os seres mais fortes e mais corajosos membros da espécie humana. Porque enquanto os religiosos morrem de medo do castigo de Deus, e também tendo em suas crenças a esperança de ajuda infinita dos céus, os ateus lutam sozinhos sem nenhum tipo de medo, caminham por toda vida sem ajuda de nenhuma entidade divina. Enquanto os religiosos necessitam de um guia para enfrentar as agruras da sua existência, os ateus se dirigem sozinhos enfrentando todas as adversidades que a vida lhes impõe sem nenhuma ajuda sobrenatural. Enquanto religiosos são impedidos de questionar por causa de dogmas e leis impostas pela Bíblia, os ateus têm a mente aberta e livre para pensar e questionar quaisquer coisas que seja desprovido de lógica. Enquanto os religiosos precisam de livros sagrados e teólogos para lhes ensinarem moralidade, os ateus as conquistam sozinhos somente com a pureza dos seus pensamentos os quais são livres das amarras que todas as religiões impõem. Enquanto os religiosos fazem o bem ao próximo esperando por recompensa no dia do juízo final, os ateus fazem as mesmas coisas, fazendo por fazer sem esperar nenhuma compensação. Enquanto os religiosos repudiam todos os ateus, sejam eles bons cidadãos ou maus cidadãos, os ateus por sua vez se tiverem que repudiar alguém, repudiará somente os maus elementos que se escondem por traz das seitas religiosas, os bons são bons em qualquer caminho que tenham optado, tanto ateus como religiosos. Estou expondo estes fatos para serem julgados com sinceridade sem ódios ou rancores, esqueçam os dogmas religiosos, julguem com o coração aberto e o pensamento livre de preconceitos.
Paulo Luiz Mendonça.
Porque Deus está confuso? A resposta é muito simples, vejam, seus filhos os quais somos nós os seres humanos.
Obs, Esta denominação, filhos de Deus foi criada por nós mesmos acredito que seja por conveniência, pois ser filhos de Deus nos da uma qualidade mais importante, isso é bom para aumentar nossa credibilidade no universo.
Se formos todos filhos de Deus, naturalmente somos uma família, sendo uma família teríamos que ser unidos, mas a coisa não esta se processando da maneira correta, porque a coisa não vai bem? Não vai bem pelo fato de nós seres humanos e termos uns defeitos incorrigíveis, os quais são egoísmo, individualismo, defeitos estes que geram maledicência, orgulho, inveja, falsidade, hipocrisia e muitos outros defeitos que são inerentes a nós seres humanos.
Vamos ao caso, porque Deus esta confuso. Ele olhando para o planeta terra vendo sua família os quais são seus filhos, ele nota que há uma grande divergência na maneira de se comunicar com eles, poucos destes filhos se comunicam diretamente a maioria usam intermediários que são as diversas religiões do planeta. Nesta diversificação de religiões é que a coisa fica feia. Existem tantas, que se torna difícil de serem contadas, porque esta diversificação tão grande se Deus é um só.
Qual conclusão tiramos disso tudo. Deve estar havendo algum interesse escuso por traz desse emaranhado de seitas religiosas. Seria interesse financeiro, seria interesse de poder ou seria interesse político.
O pior de tudo isso é que cada religião diz com toda convicção que a sua e a melhor, os argumentos são os mais variados, alguns são até absurdos, como um que vi na internet o cidadão diz assim (somente acredita em Deus quem acredita na Bíblia Sagrada), isso é o mesmo que querer monopolizar Deus exclusivo para eles. A convicção dos religiosos cristãos se enraíza tanto nas mentes que eles não se preocupam em pesquisar, procurar saber da importância das outras religiões, se bitolam na sua, se fanatizam e dali para a frente não vêem mais nada alem da sua crença. Por exemplo a maioria dos Cristãos nunca se interessaram saber da importância da religião islâmica, do judaísmo do Budismo do Hinduísmo e de outras de menores expressões. Estas outras religiões não são meia dúzias de pessoas são muitos e muitos milhões, portanto nós temos que saber que, enquanto nós Cristãos temos como nosso guia espiritual que é Jesus Cristo eles tem os guias espirituais deles, nós não podemos achar que só a nossa crença e a verdadeira. A verdade é que estamos todos no mesmo barco da incerteza. Sei que os adeptos da Bíblia Sagrada dizem não estarem neste barco da incerteza porque eles tem a convicção que a Bíblia é realmente a palavra de Deus, eles acreditam porque alguém os induziram a acreditar, não é porque o mesmo tem provas absolutas não é nada disso, apenas eles aprenderam a acredita nada mais que isso. Os islâmicos também tem convicção que o Alcorão contem as palavras de Deus, os hindus acreditam também que suas divindades os levam para Deus Os adeptos do Judaísmo Acreditam no velho testamento, o qual os cristãos também acreditam, só que eles não acreditam em Cristo.
Vamos agora aos números aproximados dos adeptos das diversas religiões.
Cristianismo, 1.900 milhões.
Islamismo, 1.200 milhões.
Hinduísmo, 800 milhões.
Budismo, 360 milhões.
Judaísmo, 12 a 15 milhões
Umbanda e Candomblé só no Brasil 5 milhões.
Espiritismo Kardecista 15 milhões.
Seicho no-ie , 2.5 milhões só no Brasil.
Há também o Confucionismo, Xintoísmo e outras de menores expressões.
Diante deste quadro nós temos que no mínimo respeitar os outros seguimentos religioso e não dizer aos quatro ventos que a nossa é a mais importante ou mais verdadeira, repito nós estamos todos no barco da incerteza, e não se pode fugir dele, podemos para nos enganar, fantasiar nossas convicções, mas até o dia de hoje ninguém sabe da verdade absoluta.
Quando eu disse Deus está confuso, é pelo numero elevado de religiões professadas pelos seus filhos.
A confusão maior está no cristianismo, a primeira ramificação foi a divisão entre católicos e protestantes, hoje chamados de evangélicos. Os evangélicos a partir daí houve tantas ramificações que se perde a conta, o número é assustador nem faço idéia onde isso irá parar.
Estas ramificações, o que se nota é cada uma puxando a brasa para sua sardinha, tentando montar um império maior que o outro, em muitos seguimentos até se esqueceram os preceitos de Cristo e estão montando verdadeiros impérios de poder e dinheiro.
Depois destas explicações não acham que Deus esta totalmente confuso.
Paulo Luiz Mendonça autor do livro Crônicas, indagações e teorias. Editora Scortecci.
Quanto mais vivo neste planeta, mais bobagens ouço falar. Os partidários da Bíblia Sagrada, falam com uma convicção tão entusiasmada sobre a veracidade do seu livro, como se eles estivessem participado efetivamente da elaboração do mesmo. Ora este livro foi escrito a tanto tempo, nem se sabe verdadeiramente se foi escrito por profetas ou por pessoas comuns. Outra coisa muito importante, todo estes anos A Bíblia teve varias traduções, em todas Houve muitas modificações, às vezes por dificuldades de interpretar certas palavras, e na maioria das vezes por interesse de quem a esta traduzindo. A Bíblia Sagrada, não é a único livro, existem muitos outros livro sagrados. Temos o alcorão, livro islâmico, temos os Vedas livro da religião da Índia, e muitos outros livros sagrados espalhados pelo nosso planeta. Para mim, ignorar os livros sagrados das outras religiões, e dar crédito somente a nossa Bíblia não passa de interesses particulares e mesquinhos. Deus, não é monopólio somente de quem acredita na bíblia Sagrada, Deus se existir realmente, ele está á disposição de todos os religiosos da terra e não apenas de um ou de outro grupo. O criador não vê seus filhos pela religião que professa, ele os vê pela pureza de coração, pela humildade e pelo seu amor ao próximo. Temos que dar um basta neste jogo de interesses que há no comportamento humano. Temos que praticar mais o amor ao próximo, eliminar de nós o egoísmo, a maledicência, o orgulho, a hipocrisia, o individualismo e muitos outros defeitos que são heranças malditas de todos nós seres humanos. Temos que ter bom senso, refletir com seriedade, todos nós estamos no mesmo barco da incerteza, por isso temos que ser coerentes e remar todos na mesma direção, assim chegaremos mais rápido ao destino desejado, se continuarmos sendo individualistas querendo levar vantagens em tudo não chegaremos a lugar nenhum. Se somos filhos de um mesmo Deus, para que a discórdia, afinal somos todos irmãos, por isso temos que nos irmanarmos para um só propósito, buscar e encontrar a paz e a felicidade tão almejada por todos.. Paulo Luiz Mendonça.
Paulo Luiz Mendonça. Autor do livro, Crônica, Indagações e Teorias. Editora Scortecci.
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