Saúde da Sociedade
Zeitgeist - O Espírito do Tempo
Zeitgeist - O Espírito do Tempo
A palavra alemã zeitgeist pode ser compreendida como “o espírito do tempo” ou “espírito da época”, ou seja, o conjunto de todo conhecimento humano acumulado ao longo dos tempos que se apresenta em um dado momento da história. É o “status intelectual e cultural” de uma sociedade em dado momento no tempo.
Assisti, por indicação da minha paciente Marta Grechi o filme Zeitgeist, vencedor do 4º Festival de “Artivistas”, realizado em 2007. Em 2 de outubro próximo acontecerá a premiére de Zeitgeist II – Addendum no 5º Festival Anual de Filmes “Artivistas”, e a partir do dia 3 a versão na íntegra estará disponível na página oficial do filme.
O filme trata de mostrar como fomos manipulados historicamente, desde a criação (pelo politicamente organizado Concílio Ecumênico de Nicéia) de um Cristianismo que serviria aos interesses da elite da época, permitindo manipular mais facilmente os “cordeiros”.
Mostrando uma série de analogias entre a mitologia egípcia, datada de 3000 A.C. e o mito cristão, passando por uma série de outras crenças com seres divinos com características semelhantes, apresentando os outros messias solares, Zeitgeist mina com a fé em uma crença única verdadeira daqueles que ainda mantém o espírito aberto e olhos bem vivos. É óbvio que aqueles encerrados na sua própria jaula e que cerram os olhos com toda força não serão capazes de ver tampouco sentir nada que sua fé cega não lhes determine.
O texto abaixo é uma integração de citações apresentadas no filme, com trechos da narração do documentário intercalados com comentários e impressões minhas. O discurso é um só e espero ser bem compreendido. Estou pronto para responder evetuais questões na caixa de comentários.
Este artigo, feito com carinho, esmero e dedicação como registro permanente de uma época, do meu “zeitgeist” particular, também está participando do Roda de Ciência deste mês. Nenhum dado é ficcional. O RFID ao qual me refiro ao final do artigo já está aí e pode ser implantado em qualquer automóvel para que você não precise para no pedágio. Haverá meio de a Ciência da Educação ou das Ciências Humanas interferirem no destino sombrio que Zeitgeist anuncia, caso permaneçamos na inércia atual? É este questionamento que pretendo ver resolvido ao final de sua atenta leitura.
A espiritualidade é um termo específico que na verdade significa: lidar com a intuição. Na tradição teísta há a noção de apego a um conceito. Um certo ato é considerado não aceitável para um princípio divino. Um certo ato é considerado aceitável para o divino. Na tradição do não-teísmo, no entanto, é bastante direto que os casos da história não são particularmente importantes. O que é o importante é o aqui e o agora. O agora é definitivamente agora. Nós tentamos viver o que está disponível ali, no momento. Não faz sentido pensar que existe um passado que poderíamos ter agora. Isto é agora, este simples momento. Nada místico, apenas “agora”, muito simples e direto. E desse “agora”, contudo, emerge sempre um sentido de inteligência de que estamos constantemente em interação com a realidade um por um. Lugar por lugar. Constantemente. Nós na realidade vivemos uma fantástica precisão, constantemente. Mas nós sentimo-nos ameaçados pelo “agora” e saltamos para o passado ou o futuro.Prestando atenção aos bens materiais que existem em nossa vida – esta vida rica que nós levamos, todas estas escolhas tomam lugar a todo momento mas nenhuma delas é considerada boa ou má per se, todas as coisas que vivemos são experiências incondicionais. Elas não vêm com uma etiqueta dizendo “isto é considerado mau” ou “isto é bom”. Mas nós vivemo-las mas não damos a atenção devida a elas. Nós não nos damos conta de que vamos a algum lado. Nós consideramos isso um incômodo, esperar pela morte.
Chogyam Trungpa Rinpoche
Quanto mais investigamos aquilo que pensamos compreender, de onde viemos, o que pensamos que estamos a fazer, mais começamos a ver que fomos enganados. Fomos enganados por todas as instituições. O que vos faz pensar por um minuto que a instituição religiosa é a única que nunca foi tocada? As instituições religiosas deste mundo estão no fundo da sujidade. As instituições religiosas neste mundo são lá colocadas pelas mesmas pessoas que vos deram o vosso governo, a vossa educação corrupta, que criaram os cartéis internacionais de bancos, porque os nossos mestres não dão a mínima para vocês ou a vossa família. Tudo com que se preocupam é com o que sempre se preocuparam e é em controlar todo o maldito mundo. Fomos desviados para longe da verdadeira e divina presença no universo a que os homens cham deus. Eu não sei o que deus é, mas sei o que ele não é, e a não ser, e até que estejas preparado para olhar para a verdade completa, e onde quer que ela vá, a quem quer que ela vos conduza, se quiserem olhar para o outro lado ou se quiserem jogar aos favoritos então algures pelo caminho vão descobrir que estão a meter-se com a justiça divina. Quanto mais se educam, mais percebem de onde as coisas vêm, mais óbvias as coisas se tornam e começam a ver mentiras em todo o lado.
Jordan Maxwell
Eles devem achar difícil... Aqueles que tomaram a autoriade como verdade, ao invés da verdade como autoridade. = G Massey, Egiptólogo
Parte I – A Maior História Alguma Vez Contada
Na primeira parte do filme, apresenta-se a criação do mito cristão, inspirado nas alegorias, metáforas e no mito egípcio de Hórus, o Deus Sol.
Em resumo, a história de Hórus é a seguinte: Hórus nasceu a 25 de dezembro da virgem Isis-Meri. O seu nascimento foi acompanhado de uma estrela a Leste, que por sua vez foi seguida por 3 Reis em busca do salvador recém-nascido. Aos 12 anos era uma criança-prodígio, aos 30 foi batizado por uma figura conhecida por Anup e assim começou seu ministério.Hórus tinha 12 discípulos que viajavam com ele e fez milagres como curar enfermos e caminhar sobre a água. Hórus também era conhecido por vários nomes como A Verdade, A Luz, O Filho Adorado de Deus, Bom Pastor, Cordeiro de Deus, entre tantos outros. Depois de traído por Tifão, Hórus foi crucificado, enterrado e ressuscitou 3 dias depois. Importante ressaltar que o mito de Hórus data de 3000 anos antes de Cristo. O mito de Hórus, original ou não, parece influenciar uma série de religiões ao redor do mundo, todas baseadas na mesma estrutura mitológica:
Attis, Grécia, 1200 A.C.: Attis, da Frígia, nasceu da virgem Nana a 25 de dezembro, crucificado, colocado no túmulo, 3 dias depois ressuscitou. Mithra, Pérsia, 1200 A.C.: nasceu de uma virgem a 25 de dezembro, teve 12 discípulos, operou milagres e após a sua morte foi enterrado e 3 dias depois ressucitou; era conhecido como “A Verdade”, “A Luz” e muitos outros. O dia sagrado de adoração de Mithra era Domingo. Krishna, Índia, 900 A.C.: nasceu da virgem Devaki com uma estrela no Ocidente a assinalar sua chegada, fez milagres em conjunto com seus discípulos e, após a morte, ressuscitou. Dionísio, Grécia, 500 A.C.: nasceu de uma virgem em 25 de dezembro, foi um professor peregrino que operou milagres tais como transformar a água em vinho e é lembrado como o “Rei dos Reis”, “O Filho de Deus”, o “Alfa e Omega” e, após sua morte, ressuscitou.
E o mais recente dos Messias Solares, Jesus Cristo, nasceu da virgem Maria a 25 de dezembro em Bethlehem, anunciado por uma estrela no Oriente, seguida por 3 Reis magos, tornou-se pregador aos 12 anos e aos 30 foi batizado por João Batista, e assim começou seu reinado. Jesus teve 12 discípulos, com os quais viajava e praticava milagres como curar pessoas, andar na água e também era conhecido como “Rei dos Reis”, “O Filho de Deus”, “Luz do Mundo”, “Alfa e Omega”, “Cordeiro de Deus” e muitos outros; foi traído por um discípulo chamado Judas, crucificado, colocado no túmulo e em 3 dias ressuscitou.
Em resumo, a primeira parte do filme mostra a explicação astrológica para todas estas coincidências. Mostra como a Bíblia foi construída através de uma miscelânea do conhecimento acumulado até aquela época, integrando diversos mitos fundamentados na astrologia, incluindo o conhecimento do solstício de inverno no hemisfério norte, a constelação do Cruzeiro do Sul, as Eras Astrológicas de Touro, Peixes e Aquário e assim por diante. Para o curioso e o ignorante no assunto, como eu, vale a pena uma espiada mais atenta e uma boa pesquisa para confirmar as informações apresentadas (ao final do fime, são apresentadas as referências bibliográficas nas quais o autor se baseou)
A religião cristã é uma paródia da adoração ao Sol, onde colocaram um homem chamado Cristo e começaram a entregar a esta personagem a devoção que entregavam ao Sol.
Thomas Paine, 1737-1809
Nós não queremos ser indelicados, mas temos que ser factuais. Não queremos magoar os sentimentos de ninguém, mas queremos ser academicamente corretos naquilo que compreendemos e sabemos ser verdadeiro. O cristianismo não é baseado em verdades. Consideramos que o cristianismo foi somente uma história romana, desenvolvida politicamente.
Jordan Maxwell
A realidade consiste no fato de que Jesus foi a divindade solar da seita gnosticista cristã e tal como outros deuses pagãos, era uma figura mítica. Foi sempre o poder político que procurou monopolizar a figura de Jesus para controle social. Por volta de 325 D.C. Em Roma, o imperador Constantino reuniu o Concílio Ecumênico de Nicéia, em que as doutrinas políticas com motivação cristã foram estabelecidas, iniciando-se uma longa história de derramamento de sangue e fraude espiritual. Nos 1600 anos seguintes, o Vaticano dominou politicamente e com mão de ferro toda a Europa, conduzindo-a a períodos como a Idade das Trevas, bem como às Cruzadas e à Santa Inquisição. O Cristianismo, bem como todas as crenças teístas, são a fraude desta Era. Serviu para afastar os seres humanos do seu meio natural, e da mesma maneira, uns dos outros. Sustenta a submissão cega do ser humano à autoridade. Reduz a responsabilidade humana sob a premissa de que “Deus” controla tudo, e que por sua vez os crimes mais terríveis podem ser justificados em nome da perseguição divina. E o mais importante, dá poder àqueles que sabem a verdade e usam o mito para manipular e controlar sociedades. O mito religioso é o mais poderoso dispositivo jamais criado, e serve como base psicológica para que outros Mitos floresçam.
Parte II – Todo o Mundo é um Palco
Na segunda parte, Zeitgeist nos fala sobre o mito de 11 de setembro de 2001, o dia em que as Torres Gêmeas do World Trade Center foram derrubadas devido a um ataque terrorista. O que o filme aventa é a possibilidade de que a destruição das torres possam ter sido arquitetadas dentro do próprio governo norte-americano. Os argumentos apresentados são bastante críveis, bem como os furos nas explicações dadas pelo governo e seus representantes. Em contraponto à teoria do fogo, que teria consumido as colunas dos edifícios World Trade Center 1, 2 e 7, apresenta-se a versão da implosão planejada, em que explosivos teriam sido colocados nos edifícios com bastante antecipação, promovendo o tipo de queda controlada que foi visto no caso dos 3 edifícios. Explica-se também o fato do NORAD não ter conseguido interceptar nenhum dos vôos que atingiram as Torres ou o Pentágono.
Em nenhum momento se questiona o fato do ataque ter sido terrorista (terrorismo entendido como o uso sitemático do terror através da intimidação violenta buscando gerar medo), o que o filme questiona é se o ataque foi realmente planejado e praticado pela Al Qaeda ou pelas forças ocultas que comandam o governo dos Estados Unidos e o Mundo. Muita conspiração para você? Ainda não viu nada. Vamos chegar à parte 3...
Toda classe governativa americana acaba por ver o terrorismo como o meio preferido, aliás o único meio para fornecer coesão social, para se fornecer à sociedade a imagem de um inimigo, para mantê-la unida. De acordo com a teoria neo-conservadora de Carl Schmitt, é preciso ter a imagem de um inimigo para se ter uma sociedade. Uma coisa muito perigosa porque agora significa que toda ordem social, os partidos políticos, a vida intelectual, a política em geral estão todas baseadas em um mito monstruoso.
Webster Tarpley, historiador
Parte III – Não te preocupes com os homens por detrás das cortinas. Existe algo por trás do Trono maior que o próprio Rei
O mundo é governado por personagens bastante diferentes daqueles imaginados por aqueles que não estão atrás da cena
Benjamin Dislaeli, estadista inglês, 1844
Na parte final, Zeitgeist mostra como os reais detentores do poder econômico chegaram lá, através de uma série de manobras que fizeram com que alguns grupos criassem e tomassem conta do Banco Central norte-americano, o FED, monopolizando o controle da riqueza de todo o país e, em grande parte, do mundo.
Acredito que as instituições bancárias são mais perigosas do que os exércitos. Se os americanos permitirem aos bancos privados controlar a moeda, os bancos e corporações crescerão e deprivarão as pessoas de suas propriedades até que suas crianças acordem sem lar no continente que seus pais conquistaram um dia.
Thomas Jefferson, 1743-1826
Woodrow Wilson, presidente que assinou o Ato de criação do FED em troca de apoio para sua campanha, após arrepender-se do ato, falou: “A nossa grande nação industrial está controlada pelo seu sistema de crédito. O sistema de crédito está concentrado em bancos privados. O crescimento da nação e de todas as nossas atividades estão nas mãos de alguns homens que necessariamente, pela mesma razão de suas próprias limitações, assombram e destróem a liberdade econômica. Nós acabamos por nos tornar um dos piores governos, um dos mais completamente controlados e dominados governos do mundo civilizado. Não um governo de liberdade de escolhas, não mais um governo de convicção e voto da maioria, mas um governo ditado pela opinião e resistência de pequenos grupos de homens dominantes.”
Seu discurso foi corroborado pelo então congressista Louis McFadden: “Um sistema bancário mundial tem vindo a ser criado aqui. Um Super Estado controlado internacionalmente agindo em conjunto para escravizar o mundo para o seu próprio prazer. O banco central usurpou o governo.”
Dê-me o controle do suprimento de dinheiro de uma nação e eu não me importarei mais com quem faz as suas leis.
Mayer Amschel Rotschild, fundador da dinastia banqueira Rotschild
É importante perceber claramente: a Reserva Federal é uma corporação privada. É tão “federal” como o “Federal Express”, ou FedEx. Faz as suas políticas e não depende de quase nenhuma regulação do governo dos EUA. É um banco privado que empresta todo o dinheiro a um governo, com juros, completamente consistente com o sistema fraudulento do modelo de banco central a que o país fugiu quando declarou independência, na revolução contra o Imperialismo Britânico.
Finalmente, o filme chega ao seu clímax, demonstrando como a entrada dos Estados Unidos na Primeira e na Segunda Guerra Mundiais, bem como na Guerra do Vietnã e a criação das Guerras do Afeganistão e do Iraque serviram e servem para enriquecer mais e mais os grupos que controlam esta parafernália toda. De suas bibliotecas repletas de livros encadernados com grossas capas de couro e impressos em tinta de ouro ou de seus luxuosos iates com tamanhos próximos a um transatlântico, estes “homens dominantes”, verdadeiros “alfa ômegas”, decidem os próximos passos que a humanidade dará. E o próximo passo é continuar, cada vez mais, a se embrenhar nesta Sociedade de Controle à qual voluntariamente estamos nos inserindo, qual “cordeirinhos de Deus”, aceitando tacitamente o que nos é imposto como se fosse uma legítima escolha nossa. E eis aí a extrema crueldade e inteligência desta manobra: tudo é feito de forma tão sutil, concatenada e contínua que acabamos por pensar que nós mesmos escolhemos nosso destino. Afinal, nós que elegemos os presidentes, senadores, deputados, governadores, prefeitos e vereadores, não é mesmo? E onde isso poderá chegar? Quanto mais podemos ser subservientes e passíveis de controle?
Nos Estados Unidos, o “Ato Patriótico”, a “Segurança Nacional”, a “Rendição Extraordinária” e outras leis são completa e inteiramente criadas para destruir todas as liberdades e limitar todas as suas capacidades de reaçào para o que vem aí.
Podes perguntar a ti próprio a razão pela qual uma cultura inteira está atulhada de entretenimento de massa por todos os lados, enquanto o sistema educacional americano continua a estupidificar a camada jovem desde que os EUA decidiram tomar conta e subsidiar as escolas públicas. (...)Eles não querem que as nossas crianças sejam educadas. Eles não querem que pensemos muito. Esta é a razão pela qual o nosso mundo se tornou tão cheio de entretenimento, mídia de massa, programas de televisão, parques de diversão, drogas, álcool e todo tipo de entretenimento que serve para manter o ser humano ocupado. Para que não se metam no caminho das pessoas importantes ao pensar muito. É melhor acordar e perceber que há pessoas que tomam decisões que influenciam a sua vida e que você nem o sabe.
Jordan Maxwell
A última coisa que os homens que estão por trás das cortinas querem é um público bem informado e consciente capaz de desenvolver pensamento crítico. Esta é a razão pela qual um constante e fraudulento “zeitgeist” é propagado através da religião, dos meios de mídia de massa e do sistema de educação. Procuram manter-te numa bolha, distraído e ingênuo, e estão fazendo um trabalho excelente.
Ao final do filme, uma última questão é posta à mesa: a possibilidade da criação de um governo mundial. Através da formação das diversas Comunidades Econômicas Continentais, a facilidade de gerenciamento de poderosos núcleos torna-se muito facilitada em relação ao controle de países independentes.
Uma provável União Norte-Americana está surgindo com o mesmo conceito da União Européia, a União Africana e a brevemente existente União Asiática, e as mesmas pessoas estão por detrás de todas elas. E quando chegar a hora, a União Norte-Americana, a União Européia, a União Africana e a União Asiática serão agregadas, formando os passos finais daquilo que se têm andado a trabalhar nestes últimos 60 anos: um só Governo Mundial.
Nós iremos ter um Governo Mundial, quer queiramos, quer não. A única questão é saber se esse Governo Mundial será atingido através da conquista ou consentimento.
James Warburg, Conselheiro para as Relações Internacionais, Arquiteto da Reserva Federal, 1950
Nós somos gratos ao Washington Post, ao New York Times, à Time Magazine e a todas as outras publicações cujos diretores atenderam aos nossos pedidos e respeitaram as suas promessas de discrição por quase 40 anos. Teria sido impossível para nós desenvolver o nosso plano para o mundo se nos tivessem colocado nas luzes da ribalta durante todos estes anos. Mas o mundo está mais sofisticado e preparado para caminhar no sentido do Governo Mundial. A soberania supranacional de uma elite intelectual e banqueiros mundiais é preferível ao nacionalismo e auto-determinação praticados nos séculos passados.
David Rockefeller, Conselheiro das Relações Internacionais
Um Banco, um Exército, um centro de poder. E se aprendermos alguma coisa com a história, é que se o poder corrompe, o poder absoluto corrompe absolutamente.
Em uma janta, 11 meses antes do 11 de setembro, Nicholas Rockefeller confidenciou a seu amigo cineasta Aaron Russo, amigo íntimo de Nicholas Rockefeller: “Vai haver um acontecimento, Aaron, e depois desse acontecimento nós vamos para o Afeganistão para podermos colocar pipelines no Mar Cáspio, depois iremos para o petróleo iraquiano e estabelecer uma base no médio oriente, e depois vamos para a Venezuela, livrarmo-nos de Chavez. Vais ver o exército entrar dentro de grutas à procura de pessoas que nunca irão encontrar”. Aaron conta que Rockefeller ria-se sobre esta imaginária guerra ao terror em que não há nenhum inimigo real. Ele estava a falar sobre como travar esta guerra ao terror e nunca ganhá-la, porque será uma guerra eterna, para que se possa tirar a liberdade das pessoas. Então Aaron o questionou:
“Mas como vais convencer as pessoas que esta guerra é real?”, e ele disse:
“Através da mídia, a mídia consegue fazer com que tudo pareça real. Tu vais falando acerca das coisas e repetindo-as vezes e vezes sem conta até que as pessoas vão começando a acreditar. Tu sabes, eles criaram a reserva Federal em 1913 através de mentiras. Criaram o 11 de setembro, que foi outra mentira. Através do 11 de setembro, está-se a travar uma guerra ao terror e de repente já estás no Iraque, que foi outra mentira, e agora vão para o Irã. Uma coisa leva à outra que leva à outra e assim por diante”.
Ao que Aaron lhe perguntou:
“Mas porque querem fazer isto? Qual é o objetivo? Vocês já têm todo o dinheiro do mundo, têm todo o poder, vocês estão a espalhar sofrimento. Isso não é coisa que se faça.”, e ele disse:
“Para que tu queres saber das pessoas? Toma conta de ti próprio e toma conta da tua família.”
E Aaron retrucou: “E qual é o objetivo principal disso tudo?”
Rockefeller respondeu: “O principal é chipar as pessoas do mundo com um RFID e ter todo dinheiro transacionado através daí e fazer tudo através desses chips, e se alguém quiser protestar sobre alguma coisa ou violar nossos interesses, podemos simplesmente desligar-lhes o chip.”
É isso mesmo! Um micro-chip! Em 2005, o Congresso dos Estados Unidos, sob o pretexto do controle de imigração e da assim chamada guerra ao terrorismo, fez passar o “Real ID Act”, e, a partir de maio de 2008 passará a ser exigido um Cartão de Identificação Federal que inclui um código de barras com a tua informação pessoal. Contudo, este código de barras é apenas um passo intermediário antes do cartão ser equipado com o módulo de Localização RFID VeriChip que usa freqüências de rádio que te localizam em qualquer lugar do planeta. Se estiver soando muito ficcional, o chip de localização RFID já existe em todos os passaportes americanos e europeus. E o passo final é o implante, que muitas pessoas já vêem como indispensável e estão dispostas a aceitá-lo sob os mais diversos pretextos. No final, todos estarão presos numa rede de controle monitorizada onde cada ação que seja feita será documentada, e se saíres da linha, basta desligar o chip, pois a essa altura, todos os aspectos da sociedade se resumirão a interações com os chips. Esta é a imagem que te está destinada no futuro se não abrires os olhos. Uma economia centralizada onde os movimentos de toda a gente e transações serão seguidas e registradas. Todos os direitos retirados. E o mais incrível de tudo: estes elementos totalitários não serão forçados, o povo irá desejá-los, uma vez que a manipulação da sociedade através da geração de medo e divisão, desligou por completo os humanos do seu sentido de poder e realidade. Um processo que tem sido desenvolvido durante séculos, senão milênios. Religião, patriotismo, raça, saúde, classe e todas as outras formas de identificação separatista têm servido para criar uma populaçào controlada, totalmente maleável nas mãos de alguns. Dividir para conquistar é o lema, e enquanto as pessoas continuarem a se ver separadas de todo o resto, estão a se entregar completamente à escravatura. Os homens por detrás da cortina sabem, e sabem também que se as pessoas descobrirem a sua verdadeira relação com a Natureza, e a verdadeira dimensão do seu poder pessoal, o Zeitgeist que nos está sendo preparado desmoronará como um castelo de cartas.
“Todo o sistema em que vivemos, leva-nos a acreditar que somos impotentes, fracos, que a sociedade é horrível, cheia de crime e aí por diante. E isso tudo é uma grande mentira. Nós somos poderosos, lindos e extraordinários. Não há razão para não percebermos quem somos na realidade e para onde vamos. Não há nenhuma razão para qualquer indivíduo não ser realmente forte. Nós somos seres extraordinários.”
E eu a pensar que gastei 30 anos da minha vida, os primeiros 30 a tentar ser alguma coisa. Eu tentava ser bom nas coisas, bom a jogar tênis, na escola e nas notas... E tudo me parecia correr nessa perspectiva. Eu nunca estive bem comigo, mas se eu fosse bom nas coisas... Percebi que estava a fazer tudo mal. O que eu estava a tentar era saber quem no fundo eu realmente era.
“Na nossa cultura fomos treinados para nos diferenciarmos de todos. Se olhares para cada pessoa, a tua reação é inseri-la em um modelo: esperto, burro, velho, novo, rico, pobre... e fazemos todas estas distinções dimensionais, pomo-las em categorias e tratamo-las dessa maneira. Aí concluimos que só vemos os outros separados de nós do modo em que eles estão afastados. E uma das características mais dramáticas da experiência é estar com outra pessoa e repentinamente reparar que em certos aspectos vocês são exatamente iguais, não são diferentes, e experimentam o fato de que a essência que há em vocês e a essência que há em mim são, no fundo, uma só. A compreensão que não há um outro. Somos todos Um.
Quando o poder do amor se sobrepuser ao amor ao poder, o mundo conhecerá a paz.
Sri Chinmoy Ghose
Bill Hicks costumava terminar seus espetáculos assim:
“A vida é como uma viagem num carrossel, e quando lá vais pensas que é real por causa do poder das nossas mentes. A viagem sobe, desce, anda às voltas, tem emoções fortes, brilhantes e coloridas, há muito barulho e é divertido um bocado. Alguns já andam nessa viagem há algum tempo e começam a se questionar: Será isto real? Ou isto é apenas uma viagem?
As outras pessoas lembram-se, viram-se para nós e dizem: Hey, não se preocupem, não tenham medo, isto é só uma voltinha. E matamos essas pessoas. Calem-no! Eu investi imenso nesta viagem, calem-no! Olhem para a minha cara de chateado, olha para a minha conta bancária e a minha família, isto tem que ser real!
É só uma voltinha. Mas matamos sempre aquelas boas pessoas que tentam nos dizer isso, já repararam? E deixamo-nos entregar à bicharada... Mas não importa, porque é só uma viagem e podemos alterá-la sempre que quisermos. Nenhum esforço, nenhum trabalho, nenhum emprego, nenhuma poupança de dinheiro, apenas uma escolha agora mesmo, entre medo e amor.
A revolução é agora.
Para ver o filme na íntegra, com legandas em português, clique em Zeitgeist.
Links interessantes:
Saindo da Matrix: 11 de setembro
Assista o filme, comente, divulgue. Faça qualquer coisa, mas NÃO FIQUE PARADO COMO BARATA INEBRIADA POR DETEFON!
Para ler sobre a continuação do filme clique em Zeitgeist: Addendum.
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Ola Rafael, vi esse filme ano passado e considero que são muitos fatos (nem todos verdadeiros , principalmente com relação aos mitos) dispostos de forma interessante e manipuladora para prender a atenção e levar a uma conclusão pré-estabelecida. Não concordo com toda a parte inicial do filme, pois dispõe de informações dúbias e que carecem de fontes. Ele é extremamente tendencioso, e quando o vi, considerei-o um belo embuste - belo mesmo, visualmente falando. Grata, Jéssica.
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Jéssica, assim como sugiro olhar para o mundo com um olhar um pouco mais crítico, é claro que não podemos ficar embevecidos com qualquer evidência que corrobore aquilo que pensamos. Como eu mesmo afirmei acima, ainda não tive tempo de pesquisar adequadamente os mitos citados. Entretanto, o filme não fala somente de mitos. Fala de fatos que, por si só, são inqüestionáveis. Por exemplo, não foi falado no filme mas, neste exato momento, o Google consegue saber exatamente de qual casa ou edifício partiu a busca pela palavra "australopitecus", ou qualquer outra. Isso não é aterrorizante? Ou vocêvai me dizer que não acredita na existência desta Sociedade do Controle na qual está inserida?
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|Seu IP:189.101.16.xxx |12-09-2008 06:31:39 Públio AthaydeAchei tudo muito chato, nenhuma novidade até onde suportei (meia hora). Desculpe, mas me pareceu um powerpoint de alguém que descobriu o concílio de Nicéia com 1500 anos de atraso.
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|Seu IP:189.101.16.xxx |12-09-2008 14:31:35 AnônimoEntão esse "filme" foi feito em 1825?? Você entendeu errado algo por aqui.
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Explique-me os "1500" anos de atraso... Deixou subentendido (e eu peguei no seu pé, pois não tem como discutir com alguém que viu 1/4 do filme) que a pessoa que fez o filme descobriu o Concílio de Nicéia em 1825 (1500 anos depois do fato histórico). Entretanto, nem o autor havia nascido tampouco havia tecnologia na época para tanto. Você pode dizer que não gosta de maçã comendo um quarto dela, ou mesmo após a primeira mordida, mas não pode dizer que não concorda com a teoria da relatividade ou com a teoria da evolução das espécies lendo somente a introdução das mesmas. Acho curioso este seu espírito desagregador e pachorrentamente crítico Publio. Creio que o mesmo se deva às milhares de horas devotadas à produção de teses e mais teses filosóficas. Como Deleuze, ao fim da vida, já não te ocupas mais de ver televisão (opa, acho que nesta estou enganado) tampouco de ler jornais, que nada de novo apresentam. Pensei cá com meus botões, este comportamento é típico de um gênio...
...ou de um bem civilizado estúpido. (E que não lhe sirva o chapéu, antes que te ofendas: acho que não te encaixas nem em um nem em outro perfil!)
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Rafael
Levaste muito a ponta de faca os "1500" citados.
Eu li como um arredondamento, 2005-325, 1675.
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|Seu IP:189.101.16.xxx |13-09-2008 06:54:05 Públio AthaydeClaro arredondamento, que só não vê quem não quer. Mas vejo que o moço, como a maioria só vê o que quer. Um porre de produção idiota, entediante, divulgando baboseiras completamente conhecidas de qualquer historiador medíocre, apresentadas de forma absolutamente tendenciosas, eivadas de erros conceituais crassos. Não tenho como discutir que o que você chama de filme é um pastiche de segunda ao qual não dedicaria duas horas preciosas de minha vida. Dediquei 30 minutos em atenção à sua insistência. Zefini.
Vejo que a atenção que te dei não foi correspondida com a capacidade de aceitar uma opinião divergente. Se achas meu espirito desagradador, ou o que quer que aches de meu espírito, é problema seu, que nunca te pedi ou te dei direito de me julgares o que quer que seja. Para um endocrinologista, deverias ir mesmo é tratar de seus próprios humores que não andam bem, ao visto. Sua pseudo ilustração naufragou pela atenção que deste a essa produçãozinha de quintal manipuladora de informações de senso comum.
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Publio, em primeiro lugar, sua estupidez realmente me surpreende. E me refiro ao fato de exprimir sua opinião sem assistir ao filme na íntegra. Não conseguiu assistir, diga que é chato. Zefini. Não podes inferir conclusões pelos outros 90 minutos que não viu. Isso é estupidez, digna de pessoas arrogantes, como já disse antes, em outro comentário lá n'O Pensador Selvagem, lembra? E sabe porque falo com tanta intimidade da arrogância? Talvez porque tenha algumas boas doses guardadas dentro de mim. O fato é que também erro naquilo que não sou especialista (e talvez possa vir a errar naquilo que sou também), ou seja, ciências sociais, humanas, filosofia. Tento observar o humano, não sou profundo conhecedor dele. Há quem ouse querer impor sua opinião, e este sinceramente não é o meu caso. Mas parece ser o seu. E já que este é um espaço de opinião e decidiste ser agressivo, aproveito para lhe recomendar que troque de psicanalista, pois o mesmo não está fazendo um bom trabalho. OU melhor, está, mas quando se deparam com casos de patologias do vazio, até eles ficam encrencados. E sobre seu espírito desagregador, só para que fique claro, não me refiro a este comentário específico que aqui fizeste, mas sim ao teu "conjunto da obra". Não consegues ser questionador de forma construtiva. Tudo que escreve é feito de forma claramente destrutiva, o que faz com que pessoas como eu queiram afastar-se de você. Espero que a recíproca seja verdadeira, já que sua presença aqui já não é mais bem-vinda - não pelas suas idéias mas pela sua limitada capacidade em se comunicar e debater de forma cordial.
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|Seu IP:77.54.125.xxx |02-11-2008 19:41:38 d@nio teu comentário ao zeitgeist revelou seres a pessoa mais (XXX mais educação!XXX) no planeta terra .
Nem vale a pena falar contigo és um (XXX mais educação!XXX), no dia que morreres irei festejalo.
(XXX mais educação!XXX) és uma (XXX mais educação!XXX)
(este comentário foi editado pelo proprietário do site devido a ofensas verbais ao comentarista)
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achei o documentario interessante - o forte é mostrar como os mitos de crenças solares foram pegos pelo Cristianismo, e se tornaram dogmas. mas faltam algumas coisas. creio que muitos céticos e muitos crentes erram em não enxergar a metáfora por trás dos mitos - que é o bacana da história.
mesmo assim fica uma pergunta - como uma seita clandestina conseguiu derrotar o poderoso Império Romano, e se tornar ele? pois o Vaticano hj é o Império Romano, sob outra forma. ele não acabou com as invasões barbaras, mas sim, se tornou uma igreja. a estrutura do Vaticano é a mesma de Roma.
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|Seu IP:189.70.18.xxx |30-12-2008 13:03:41 Fábio oliveira - O cristianismo antes de HorusBem vcs já pararam para pensar, numa questão de discursão sem querer ofender ninguém, o filme é muito interessante, muitas coisas batem conspirações secretas sempre existiram e sempre vão existir. A forma como a humanidade está caminhando tem tudo a ver, e tem mesmo é alarmante a forma que o povo e direcionado pela mídia. Só tem uma coisinha que pode ter sido equivocada O cristianismo não existe desde Cristo mas Na realidade desde que a terra foi habitada pela mais insignificante forma de vida tudo foi criado em 6 periodos de tempo e não a 6 mil anos ou seja o cristianismo existe desde Adão que segundo o mesmo existiu no primeiro periodo e ele por revelação de Deus ( Elohim). Já sabia que no meridiano dos periodos da terra haveria de vir O Cristo o filho de Deus, toda esta parte de astrologia envolvida tem haver com o cristianismo e Jesus ser relacionado ao Sol também tem haver, como o egito era a superpotência da Época em 3.000 A.C. Assim como o Império Romano decadente em 325 D.C. eles pegaram a predição do messias Jesus Cristo e a agregaram a sua filosofia religiosa tornando Horus uma mitologia similar ao verdadeiro "Enviado" que estaria por vir fizeram semelhantemente o que os romanos refizeram com Jesus Cristo em 325 ou seja o verdadeiro Deus o Filho o "Reis dos Reis" sempre houveram na humanidade deturpações relacionadas a religião. Sem mais... aguardo comentários
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Excetuando-se uma utópica sociedade anarquista, sempre teremos uma Instituição e forças instituintes, tentando "destronar" aqueles que ditam o poder. No mundo patriarcal e heterossexual, o surgimento dos movimentos feministas e recentemente os movimentos em defesa dos direitos dos homossexuais são exemplos de movimentos instituintes, bem como aqueles comandados por minorias étnicas e raciais. Não me surpreende a alternância de poder, mas sim a inércia e o estado de obnubilação a que chegamos como grupo humano. Como médico, presencio dia após dia, sem exceção, o movimento dos confrades humanos em direção a um mundo onde a Soma (do Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley) será uma necessidade (que, é claro, irá de encontro aos desejos daqueles que, de anestesiados, tem nada...
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Zeitgeist é mais um filme no estilo do Segredo ou do Quem Somos Nós (What the bleep do we know? , EUA, 2004, 109min). A adoraçao do sol virou Física Quantica e tudo é relativo, sempre foi.
O What the bleep do we know? tinha claramente uma seita por trás, a Knight incorporava Ramtha nas suas falas ( www.ramtha.com ).
Nao duvido haver uma seita por trás da produçao do Zeitgeist. Assisti fazem meses e foi como em o Segredo, com o avanço ligado em 2x, as vezes 4x.
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Erny, o Segredo não assisti, já que as antenas de vinil gritaram tão forte que não pude me aproximar nem do livro tampouco do filme. What The Bleep Do We Know assisti com grande expectativa e me frustrei profundamente. Agora, comparar Zeitgeist com estes filmes foi de doer. Um pouco de pesquisa nos deixa com o pé atrás pela presença tão freqüente das citações de Jordan Maxwell durante o filme. De teorias de conspiração o mundo está cheio, concordo, mas o que não consigo aceitar é que quem assiste o filme não consiga ir além, e perceber que o que é apresentado pode muito bem não ser ficção daqui a alguns anos. Tudo o que peço é isso: dê um salto e vá além do que o filme apresenta, mastigadinho. Hoje, sem conhecimento técnico nenhum, consigo no meu blog juntando duas ou três ferramentas gratuitas saber um pouco da vida de muitas pessoas que aqui chegam (sem que elas saibam disso). Se eu consigo fazer isso, o que podem fazer aqueles que detém o verdadeiro poder e o conhecimento sobre esta tecnologia que estamos aceitando tacitamente como um mero avanço tecnológico?
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Rafael
Coloquei os filmes no mesmo saco pela montagem, enquanto uns sao construtivistas, mensagens positivistas (de seitas), o Zeitgeist é apocaliptico, estamos rumo a Matrix, o controle absoluto. Muitos sáo (somos) googledependentes, temos a vida monitorada.
Lembrei dos Protocolos dos Sábios de Siao, a reuniao para controle do mundo. Neste exato momento varios grupos devem estar pensando nisto, o modelo passa por muitas maneiras. Na verdade tenho mais medo dos chineses, pois eles sabem controlar muita gente, já controlam mais de bilhao.
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É vero, e os chineses? Estarão de que lado? Mancomunados? São eles tão independentes assim, dependentes tanto quanto os americanos de um hiperconsumo logo insustentável?
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O chinaredo vai na deles, ocupando pela aumento da populaçao e espalhamento pelo mundo. Dizem estar tomando conta da África.
Quer dizer que estamos na era de Peixes, pronto para a era de Aquàrio.
Já notaste que o sìmbolo do Yin Yang sao dois peixes, fazendo um 69?
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verdade, eu daqui consigo até saber que este cachecol que vc está usando não está combinando nada com este cinto de jacaré fake.
ei...e não adianta tampar a web-cam não...
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Excelente compilação do documentário. Nada melhor do que pegar as frases mais emblemáticas. Realmente ele supera e muito qualquer coisa como "O segredo" e "What the bleep", porque não é auto-ajuda: é DESPERTAR. Ele não nos dá uma solução. Não há mágica pra resolver os problemas, ele apenas joga os fatos na nossa cara. Quem quiser que pesquise! a fundamentação pra falar de Jesus é excelente, não pude contra-argumentar. A única ressalva foi que usam demais o termo "cristão", quando na verdade deviam falar em catolicismo/Paulinismo, que foi a base do qual as outras religiões surgiram. O cristianismo é muito, mas muito diferente de um culto a alguém ou algo.
Enfim, parabéns.
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A melhor coisa de produzir um artigo e publicá-lo no Blogverso é, logo após receber as críticas a ele, receber indicações de "que caminho seguir". O Bruno Accioly, por e-mail, indicou-me dois filmes, um dos quais já vi mas preciso rever - Waking Life - e um outro do qual já havia ouvido falar de relance mas não vi ainda - My Dinner With Andre. Ah, estas hiperligações... São ao mesmo tempo dádivas, dívidas e dúvidas...
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|Seu IP:200.192.230.xxx |13-09-2008 08:01:40 Haroldo Kennedy Clebicar Nogue - Navalha de OccanNão acredito em teoria da conspiração no caso das torres gêmeas. Para que acreditar num plano tão bem orquestrado e tão sigiloso se a resposta mais simples pode ser a mais verdadeira:
Os terroristas já haviam tentado várias vezes isto, não conseguiram, e num dia em que TODOS estavam seguros nas suas casas, trabalho, serviço, brincando com a internet, ouvindo música, os terroristas que NÃO tinham NADA A PERDER, afinal conseguiram!
Sobre o pessoal da segurança americana: estavam pensando nas promoções, brigando entre si, vendo sites pornôs em redes de altíssima segurança, ligando para suas amantes, lendo um bom livro, enfim, fazendo o que todo ser humano faz quando acha que tudo está seguro e a responsabilidade é do outro.
Pense no princípio da parcimônia, ou Navalha de Occan.
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Haroldo, uma coisa que fiquei me questionando é: achar um piloto kamikase (homem-bomba) muçulmano é uma coisa, agora achar um que defenda a causa norte-americana é outra. Somente deste pequeno pedaço de informação, podemos depreender várias hipóteses:
1- Os raptores dos aviões eram realmente muçulmanos, suas família passavam dificuldades ou foram de alguma forma coagidos a tomarem os aviões e jogá-los contra as torres e o pentágono
2- A Al Qaeda, através da figura de Bin Laden, amiguinho de Bush, fez parte da tramóia toda, em troca de generosa quantia em dinheiro, armas e proteção. Onde está Bin Laden? A invasão do Afeganistão e do Iraque continuam sendo uma farsa...
Mas sua hipótese da "bagunça ocidental" é bem interessante.
Como disse no texto e talvez precisaria deixar mais claro, o objetivo de ter dedicado meu tempo fazendo a resenha não é o de convencer ninguém. É de abrir olhos que estão fechados ou semicerrados. É, como disse o Acid, ajudar a promover o DESPERTAR, a dúvida questionadora.
Abrindo esta brecha, fazendo com que as pessoas olhem para o mundo com um olhar mais crítico, acho que estaremos investindo bem o pouco tempo que temos sobre a Terra. Não é só isso, mas é um começo.
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