Nesse sete de setembro vou passar o dia inteiro, em função do meu amor, dos meus cães e terminando de anotar meus apontamentos da leitura de Abaixo ao Trabalho, compilação de Paulo Capra para a Editora Deriva.
E você, vai fazer o quê?
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A independência é a morte! Viva a interdependência
Talvez se reconhecêssemos que somos, de fato, seres interdependentes, que ninguém vive sozinho (não se é capaz de comer um prato de arroz com feijão, em uma cidade, sem depender de pelo menos meia dúzia de pessoas, desde o agricultor, passando pela turma do supermercado até o preparo no restaurante ou em nossa casa), as coisas seriam diferentes e, quem sabe, conseguissemos, da interdependência, criar nossa “independência”.
Sobre o OPS!, é isso aí. Fique zen: não vou procurar ninguém pra falar sobre Dublin. Se surgir alguém, avise-me. Se quiser voltar a escrever, o espaço já é seu. Abraço.
o dia da independência
Todos os dias de independência eu faço a minha pergunta: será que já somos independentes? Penso na história e etc. Mas, também aproveitei minha família, comi um bom almoço e jantar. Estou no Brasil para fazer um curso, resolvi abandonar Dublin um pouco. E por isso, procurei alguém para me substituir lá na OPS. Não encontrei ninguém. E faz um tempo que não escrevo nada, por falta até da presença, de coração para isso. Gostaria que você se sentisse livre para encontrar outra pessoa que escreva sobre lá..Estaria certo para ti?
Grande abraço
Keila