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Um hino de presente: Não existia nada: nem o claro céu, Nem ao alto a imensa abóbada celeste. O que encerrava, tudo abrigava, E tudo encobria, que era? Era das águas O abismo insondável? Não existia a morte, Mas nada havia imortal. E separação Também não existia entre a noite e o dia. Só o uno respirava em si mesmo e sem ar: Não existia nada, se não ELE. E ali Reinavam as trevas, tudo se escondia Na escuridão profunda: oceano sem luz. O germe, que dormitava em seu casulo, Desperta ao influxo do ardente calor E faz então brotar a Natureza una.
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Quem sabe o segredo? Quem o revelou? De onde, de onde veio a criação multiforme? Os Deuses só mais tarde a vida surgiram. De onde esta criação imensa? Quem o sabe? Por ação ou omissão de sua vontade? O Sublime Vidente, no alto dos céus, O segredo conhece… Talvez nem ele…
Profundando a eternidade… Inda mesmo antes De lançados os alicerces do mudo,
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Tu eras. E quando o fogo subterrâneo Romper sua prisão, destruindo a estrutura, Oh! ainda serás Tu como era antes. Também quando o tempo já não existir Nenhuma transformação conhecerás, Mente infinita, divina Eternidade!
thanks
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Obrigado
Obrigado pelos comentários, obrigado pela oração, canção, hino, digníssimo Keyne.
Um hino de presente:
Não existia nada: nem o claro céu,
Nem ao alto a imensa abóbada celeste.
O que encerrava, tudo abrigava,
E tudo encobria, que era? Era das águas
O abismo insondável? Não existia a morte,
Mas nada havia imortal. E separação
Também não existia entre a noite e o dia. Só o uno respirava em si mesmo e sem ar:
Não existia nada, se não ELE. E ali
Reinavam as trevas, tudo se escondia
Na escuridão profunda: oceano sem luz.
O germe, que dormitava em seu casulo,
Desperta ao influxo do ardente calor
E faz então brotar a Natureza una.
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Quem sabe o segredo? Quem o revelou?
De onde, de onde veio a criação multiforme?
Os Deuses só mais tarde a vida surgiram.
De onde esta criação imensa? Quem o sabe?
Por ação ou omissão de sua vontade?
O Sublime Vidente, no alto dos céus,
O segredo conhece… Talvez nem ele…
Profundando a eternidade… Inda mesmo antes
De lançados os alicerces do mudo,
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Tu eras. E quando o fogo subterrâneo
Romper sua prisão, destruindo a estrutura,
Oh! ainda serás Tu como era antes.
Também quando o tempo já não existir
Nenhuma transformação conhecerás,
Mente infinita, divina Eternidade!
RIG VEDA
Tomara que a pista não esteja esburacada, em obras, com muito trafego e não tenha pedágio.
A eterna busca… 🙂
Sempre temos apenas 1 pista 😉